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Dicksonia sellowiana

O Xaxim é o feto arborescente, da família das Dicksoniáceas, nativo da Mata Atlântica e América Sul. Possui cáudice ereto, cilíndrico, e frondes bipenadas de até 2 m de altura. Devido à extração desenfreada do cáudice para uso no cultivo de outras plantas, a espécie está ameaçada de extinção e sua extração está proibida em todo o Brasil.

Gosta de terrenos baixos com solo rico em matéria orgânica, mantido sempre úmido. Devido ao risco de sua extinção, deve ser utilizada racionalmente e suas mudas devem sempre ser originárias de plantas cultivadas e não das extraídas do ambiente natural.

Também é conhecido pelos nomes de samambaiaçu e samambaiaçu-imperial. O xaxim é uma planta do grupo das pteridófitas, assim como avencas, cavalinhas e a samambaia. A cidade catarinense de Xaxim recebeu esse nome em homenagem à planta.

Mas afinal, o que significa a palavra Xaxim?
A palavra xaxim tem sua origem no vocábulo tupichachî que significa “enrugado” ou “emaranhado”, referente ao aspecto de seu caule.

Tradicionalmente explorada em função da utilização de seu caule rico em fibras e raízes, as populações de xaxins – espalhadas nos remanescentes florestais – foram decrescendo bruscamente ao longo das últimas décadas.

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Especificidade dos Xaxins
* O xaxim ou samambaiaçu é uma planta de tronco fibroso e espesso, suas folhas são bastante grandes e surgem no topo do tronco, diferentemente das outras samambaias. É resistente ao frio e apresenta crescimento muito lento, no entanto, é uma planta grande, chegando a 4 m de altura.

Devido ao seu diferencial, sua utilização no paisagismo é muito interessante. Além de sua beleza singular, servem de suporte e substrato para as mais diversas plantas epífitas, como orquídeas, bromélias, outras samambaias e principalmente as avencas.

A partir do caule da planta são confeccionados vasos que podem servir de suporte para outras plantas, como orquídeas e bromélias. Ainda pode ser utilizado para preparar o conhecido “pó de xaxim”, que é nada mais que um substrato orgânico que serve como fonte de nutrientes para outras plantas. Dado o grau de exploração da espécie, ela acabou sendo incorporada à lista de espécies ameaçadas de extinção.

O corpo das pteridófitas possui raiz, caule e folha. O caule das atuais pteridófitas é em geral subterrâneo, com desenvolvimento horizontal. Mas, em algumas pteridófitas, como os xaxins, o caule é aéreo. Em geral, cada folha dessas plantas divide-se em muitas partes menores chamadas folíolos.

A existência de samambaias arbóreas ainda é pouco conhecida pela população, sendo as pequenas mais comuns, principalmente as ornamentais. Contudo, Dicksonia sellowiana é um excelente representante de pteridófita arbórea. Ainda no ápice de seu tronco, apresenta grandes folhas, também conhecidas como frondes.

Assim, forma-se uma coroa verde, sendo que na face inferior é onde estão localizadas as regiões que produzem os esporos, que necessitam de água para germinarem e continuarem com o ciclo de vida do xaxim. Essas plantas, portanto, são encontradas em ambientes com alta disponibilidade de água.

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Clima e cultivo
Seu cultivo fora do habitat natural deve ser feito à meia-sombra e protegido contra ventos fortes. O ideal é reproduzir suas condições naturais, ou seja, um ambiente quente e úmido.

A mistura ideal para o cultivo deve ser rica em matéria orgânica (sugestão: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico). O xaxim gosta de solo sempre úmido, mas não encharcado.

Em projetos paisagísticos, o xaxim é indicado na composição de maciços e não precisa de replantio, pois é uma planta perene e multiplica-se por esporos e através da separação dos brotos com uma parte do caule.

Hoje em dia, com a extração proibida, as populações de xaxins voltam a colonizar o interior das florestas, recompondo a riqueza destes ambientes com um belo exemplar da flora brasileira.

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Curiosidades sobre o Xaxim
Ao longo da história evolutiva da Terra, as pteridófitas, ou seja, os xaxins, foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos condutores de nutrientes. Isso possibilitou um transporte mais rápido de água pelo corpo vegetal e favoreceu o surgimento de plantas de porte elevado.

Além disso, os vasos condutores representam uma das aquisições que contribuíram para a adaptação dessas plantas a ambientes terrestres.

Já foi descoberto que as cascas de coco além de servirem como adubo orgânico presta-se bem para fabricação vasos, em substituição ao tradicional xaxim.

Atualmente, existem no mercado produtos alternativos que substituem o xaxim, como vasos fabricados a partir da fibra do coco e também substratos como palha de coco, ardósia e carvão. Ao optar por estes produtos estamos ajudando a preservar a existência da Dicksonia selowiana nas matas.

Quem anda pelo litoral e nas grandes cidades percebe que a casca de coco descartada no consumo da água de coco verde é um desperdício que gera toneladas de lixo reaproveitável. Uma ideia que está sendo colocada em prática por empresas de reciclagem é utilizar o resíduo para substituir o xaxim (samambaiaçu) que originalmente é retirado de uma planta em perigo de extinção na mata atlântica.

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Para ter-se uma idéia do volume de cascas de coco produzido por ano no país, Philippe Jean, do Projeto Coco Verde, afirma que apenas no verão o Rio de Janeiro produz 600 toneladas do produto.

É uma das maiores fontes de resíduos sólidos e um grave problema, principalmente se levarmos em conta que as cascas de coco levam de 8 a 12 anos para se decomporem nos aterros sanitários.

Apesar, porém, de dominar a técnica de modelagem de vasos para substituição do xaxim, a empresa de Jean não repassa a tecnologia, mas presta assessoria na produção de insumos para projetos paisagísticos (adubo orgânico, cobertura, etc.) e fornece a máquina para triturar as cascas, cujo preço varia de acordo com a quantidade a ser processada.

Alguns dos produtos do coco verde reciclado substituem, com inúmeras vantagens, todos os artefatos produzidos com o xaxim, que em extinção, tem sua extração regulamentada por lei.

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astrapeia

A astrapeia é uma espécie botânica pertencente à família Malvaceae. Sua origem provém do Mediterrâneo, Madagascar, onde é bastante encontrada.

Como toda planta existente no mundo, a astrapeia tem uma descrição única. Vamos listas abaixo todas as suas qualidades:
* É uma árvore de folhagem bastante perene e com um grande diâmetro. Pode atingir o que equivalente a 7 m de altura desenvolvendo uma maravilhosa copa densa em forma de domo, com formato bem arredondado.

* Suas folhas grandes possuem formato de coração. Possuem duas pontas e a central bastante aguda que dá um aspecto interessante.

* As flores desta árvore tem um perfume muito peculiar e formato de globo, por serem extremamente cheias de pétalas rosadas. As flores florescem da primavera até o verão.

* A árvore pode ser cultivada em qualquer lugar do mundo, inclusive em locais onde o frio impera bastante.

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Cultivo
Para começar, é preciso escolher um local com bastante sol para iniciar o processo. Ela vai se desenvolver melhor com a luz do sol, já que vai realizar a fotossíntese de forma mais eficaz.

Alguns especialistas em jardinagem dão algumas dicas para começar o cultivo da astrapeia:
1 – Abrir um buraco o dobro do torrão da muda. Com a pazinha soltar um pouco a terra do fundo e das laterais do recipiente em que ela foi adquirida, pois a pá de corte tende a compactar e as raízes sofrerão para crescer. Colocar num balde cerca de 1 a 2 kg de adubo animal de curral bem curtido ou a metade desta quantidade se o adubo for de cama de galinheiro.

2 – Acrescentar composto orgânico o quanto necessitar e misturar bem. Adicionar ainda 100 gramas de farinha de ossos. Colocar parte da mistura no fundo do buraco e acomodar a muda. Preencher as laterais com a mesma mistura, colocar também um tutor. Amarrar o tronco da muda ao tutor com um cordão de juta ou algodão, dando a forma de um oito, para evitar estrangular a casca.

3 – Para criar um ambiente bem tradicional para a árvore, é preciso regar todos os dias, inclusive no mesmo dia em que houve a iniciação do cultivo. Quando estiver chovendo, não precisa realizar as regas. Se a região tem chuvas espaçadas, faça ao redor da muda uma bacia com terra para as regas. A melhor época de plantio e no inverno e início da primavera para os estados do Sul e na estação das chuvas para os demais.

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Dicas para plantar a astrapeia de forma correta
Os tratos culturais são simples, como por exemplo, manter limpo de inços ao redor da muda enquanto for jovem, depois o sombreamento impedirá que eles se desenvolvam.
A tentativa de colocar gramado até junto ao tronco deste tipo de árvore resulta na maioria das vezes em insucesso, devido ao grande diâmetro de sua copa que faz bela sombra.

Aproveitar este detalhe para fazer um lindo canteiro de espécies herbáceas de sombra, juntando beleza e harmonia ao jardim. Para quem desejar produzir a astrapeia, sua propagação poderá ser feita por estacas ou alporques, feitos durante a estação de crescimento da muda na primavera.

A astrapeia tem raízes muito superficiais e não são indicadas para serem plantadas em calçadas no meio das ruas, apesar de ser uma árvore de pequeno porte. Ela possui uma copa muito larga e baixa, o que pode comprometer e muito a passagem dos pedestres e até mesmo a visualização dos carros que passam nas ruas.

Outras características da planta
A astrapeia têm algumas outras características muito importantes e fazem com que ela seja reconhecida no mundo das plantas. Os profissionais da área podem citar as características para qualquer amador:

Ela é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções.

As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o coco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta.

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Além disso, essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas. Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapeia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros,

Deu para perceber que a astrapeia é uma árvore exuberante, porém excêntrica. É ideal para cultivo em jardins e parques.

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As roseiras são elementos lindos e incríveis para se em seu jardim e por isso mesmo demandam bastante cuidado por parte do dono desse pequeno pedaço do paraíso.

As lindas roseiras são também um alvo fácil e vistoso para vários tipos de pragas, algumas bem visíveis como formigas e outras impossíveis de observar a olho nu como os ácaros.

Para ter uma roseira sempre linda e livre dos ácaros é importante ter alguns cuidados, mas acima de tudo focar na prevenção do que propriamente no tratamento. Saiba tudo o que importa para deixar as suas roseiras livres dos ácaros e assim muito mais bonitas e saudáveis.

O que são ácaros ?
Quando se fala em ácaros dificilmente se tem uma ideia definida que tipo de espécie compõem esse grupo de seres terríveis e nojentos. De forma geral podemos dizer que a designação ácaro é dada as espécies que compõem a ordem artrópodes da subclasse Acarina (=Acari) e que pertencem a classe dos aracnídeos.

Para se ter uma ideia são mais de 30.000 espécies conhecidas até esse momento, pois os especialistas estão sempre encontrando novos exemplares. Há também os carrapatos que são incluídos nessa designação, mas que pertencem a ordem Ixodida.

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Seres microscópicos
Em geral os ácaros são invisíveis a olho nu porque medem em torno de 200 a 500 micrômeros. Além dos ácaros encontrados no pó domiciliar existem aqueles que são aquáticos e também os marinhos.

Como tamanho não é documento em grande parte esses ácaros são predadores. Há também aqueles que são fitófagos, detritífagos e que vivem de parasitismo. Uma curiosidade é que os ácaros podem sim causar problemas para o homem, existem aqueles que são parasitas do ser humano.

Esse tipo atinge os folículos pilosos e também as glândulas sebáceas e provocam assim o aparecimento de cravos. Além do ácaro e parasita cutâneo Sarcoptes scabiei que causa a sarna humana.

Como bem pudemos perceber descobrindo mais sobre os ácaros eles podem representar um perigo para as roseiras e também para nós. Dessa forma é essencial manter as suas plantas longe desses seres.

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Os ácaros dão sinais
Provavelmente você está pensando em como saber se suas roseiras têm ácaros se eles são quase invisíveis. Pois, saiba que os ácaros costumam nos dar sinais de que estão presentes e vale a pena ficar de olho. Para começar observe as suas roseiras, os ácaros atuam absorvendo a seiva das plantas.

Por causa dessa absorção da seiva as plantas podem começar a ficar com um aspecto mais caidinho, fique atento. Alguns tipos de ácaros tecem teias assim como aranhas, não é atoa que eles são parentes, não é mesmo?

Por isso se você observar um tipo de teia fina com aspecto de plástico quando vista de longe não tenha dúvidas pequenos ácaros estão tecendo a mesmo no exato momento.

Os ácaros nas roseiras
Esses insetos quase invisíveis ficam situados nas extremidades das plantas e na maior parte das vezes somente pode ser notado através da presença de teias bem fininhas e delicadas.

Como já dissemos também os ácaros absorvem a seiva das plantas e quando fazem isso se tornam amarelos. Um problema bastante delicado, mas que pode ter solução e tratamento. Confira algumas dicas de como tratar plantas com ácaros.

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Como tratar os ácaros
Já foi enfatizado o risco que os ácaros representam para a saúde humana, mas nunca é demais lembrar que eles são responsáveis por doenças como rinite alérgica, alergia respiratória e também asma.

Para evitar a contaminação das plantas por ácaros é bem importante pulverizar as folhas com água bem no começo da manhã. No caso de grandes infestações de ácaros é necessário pulverizar as plantas com uma mistura de água e sabão ou então com óleo de verão.

Tetranychus Urticae

O Tetranychus Urticae
Um dos tipos de ácaros mais comuns de encontrar nos jardins e nas roseiras é o Tetranychus urticae. No Brasil esse pequenino é conhecido como ácaro rajado e quando adulto não chega a medir mais do que 0.5 mm.

Esse ácaro parece uma pequena aranha vermelha e para poder enxerga-lo você precisará de lentes e chegar bem perto, o que é não é muito indicado. Porém, observando as teias fininhas que o bando desse ácaro faz no local de ataque fica mais fácil saber da presença dele.

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Dentre os gostos desse ácaro estão verduras, legumes, plantas ornamentais, principalmente as roseiras. O mais curioso é que o predador natural do Tetranychus urticae é outro ácaro o Phytoseiulus persimilis.

A colônia Tetranychus Urticae
O grande problema desse tipo de ácaro é que ele costuma viver em colônias bem grandes. Podemos classificar esse ácaro como uma praga, pois pelo fato de se alimentar da seiva das plantas e andar sempre com muitos amiguinhos pode acabar gerando a morte das plantas.

Basicamente o Tetranychus urticae tem um tipo de sugador na sua boca que é usado para dar uma “picada” na planta e assim absorver a seiva. Quando apenas um ácaro faz isso tudo bem, porém, as plantas não conseguem resistir a inúmeras picadas de uma só vez.

A urticária
O nome Tetranychus urticae se deve ao fato de que esse ácaro é um dos causadores da chatíssima doença conhecida como Urticária. Além dessa doença esses ácaros também podem causar asma ocupacional e rinite.

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Receita contra ácaros, cochonilhas e pulgões
A receita para usar contra os ácaros, cochonilhas e pulgões consiste em macerar 100 gramas de folhas secas de samambaia num litro de água. Depois deixe de molho durante um dia.

Então ferva a mistura durante alguns minutos antes de fazer a sua diluição para a pulverização. A proporção deve ser de uma parte do preparado para 10 partes de água.

Pulverize as suas plantas e fique livre desses “inquilinos” nada bem-vindos das suas plantas. Além de ajudar a deixar as suas plantas saudáveis você também evitará inúmeros problemas de saúde que podem ser causados pela presença de ácaros.

Esses minúsculos seres podem ser um grande problema, mas nada que você não possa contornar com um pouco de cuidado com as suas plantas. Não deixe de cuidar dos ácaros nas roseiras.

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A falsa-vinha é um gênero de planta  trepadeira da família de uva (Vitacceae). No mundo inteiro são apontadas cerca de doze espécies distintas. Diversos tipos são cultivados para uso ornamental. O nome provém do grego “parthenos”, “virgem” ou “hera”. A razão está na capacidade das trepadeiras formarem sementes sem polinização.

Não se pode ignorar o fato de que as espécies são usadas como plantas do alimento por larvas e algumas espécies lepidópteras (certos tipos de insetos). Utiliza as ventosas para prender às paredes ou nas árvores. Possui frutos pequenos que se parecem com uvas, de cor azul escuro, quase preto, quando maduros.

A planta possui cinco folhas de hera. Videira nativa da Ásia – China, Coréia do Norte, Coréia do Sul e Japão. Consegue atingir alturas entre 20 a 30  m na natureza. Sobe superfícies lisas utilizando pequenas bifurcadas gavinhas que derrubam pequenas almofadas adesivas de cinco milímetros de tamanho.

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As folhas são compostas por cinco folíolos (raramente três folhetos, particularmente em videiras mais jovens) que se juntam a partir do ponto central no pecíolo e variam entre 3 e 20 cm, raramente 30 cm de diâmetro. A espécie pode ser confundida com outros tipos de falsas-vinhas.

As flores são pequenas e esverdeadas, produzidas em cachos no final da primavera. Ficam maduras ao término do verão ou começo da estação outonal. As bagaceiras possuem ácido oxálico, tóxico de maneira moderada aos seres humanos e outros mamíferos. As bagas fornecem importante fonte alimentar de inverno para as aves.

A estrutura da folha é semelhante ao cannabis sativa, cujos efeitos estão apenas nas estruturas das plantas da folha e frutos, não das estruturas de tronco. O contato direto pode causar irritações de pele ou erupções cutâneas dolorosas em alguns indivíduos.

Cultivo da Falsa-Vinha
Cultivada como planta ornamental por causa do vermelho profundo de Borgonha existente na folhagem. Pode ser vista com frequência na cobertura de postes ou árvores. A trepadeira pode matar a vegetação que está cobrindo porque impõe limite à capacidade das plantas em realizar a fotossíntese.

Pode ser usada como videira de sombreamento para edifícios em paredes de alvenaria. Ela adere à superfície por discos em vez de raízes penetrantes e por consequência não prejudicar a alvenaria.

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Especialistas atestam a capacidade em manter ar refrigerado em edifícios fechados quando estão nas paredes durante o verão, colaborando com maior economia na eletricidade para o refrigerador, ar-condicionado ou ventilador e auxiliando para a economia de eletricidade.

Deverá ser cultivado em locais ensolarados ou à meia-sombra, com suporte de muros e paredes, de preferência viradas para leste e sudeste. Tenha em mente de que esta representa planta de clima fria para altitudes adequadas às regiões de inverno rigoroso. Aprecia solo bem drenado com areia e argila de bom teor de matéria orgânica.

Coloque em covas de plantio com cerca de quinhentos gramas de adubo animal de curral curtido, adicionado de folhas com compostos orgânicos de folhas cem gramas de adubo NPK com formulação 10-10-10. Acrescente tutor inicial para que a planta se apoie em direção à parede.

Regar todos os dias por uma semana no processo inicial representa processo básico. A melhor época de plantio ou tosa está no final do inverno, quando a planta inicia seu crescimento e emissão de folhas.

Especialistas apontam que as plantas devem ser plantadas com 0,50 m de distância uma das outras. Todos os anos no meio do inverno se faz necessário retirar terra que está ao redor da muda. Cuidado para não danificar as raízes! Acrescente mistura semelhante à usada para plantio, regando bem para que aconteça incorporação no solo com qualidade.

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Como retirar a Falsa-Vinha das paredes?
A planta segrega ao carbonato de cálcio, que serve como almofada adesiva e confere a capacidade de ligar à parede de alvenaria sem a necessidade de qualquer suporte adicional. Embora não penetre a superfície de construção, podem ocorrer danos a partir da tentativa em rasgar a planta a partir da parede.

No entanto, quando a planta morre em primeiro lugar, tal como por meio do corte da videira a partir da raiz, as almofadas adesivas se deteriorizam ao ponto em que a planta pode ser removida sem causar dano qualquer à parede.

Jardim sustentável: Falsa-Vinha
Esta trepadeira é uma das plantas recomendadas para jardins sustentáveis. No inverno, quando ficam apenas o tronco e os ramos despidos, as paredes recebem sol para aquecer os ambientes.  No verão, a folhagem profusa ajuda a diminuir a irradiação de calor através das paredes, além de reter excesso de poeira.

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