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A Hera-roxa pertence à família Acanthaceae. E sua origem é da Ásia – Indonésia, Índia, Java e Malásia. A luminosidade que prefere é a sol pleno ou meia sombra. O seu ciclo de vida é o perene.

Muito colorida essa planta herbácea é bastante utilizada para a forração de jardins devido ao belo contraste que proporciona. A ramagem é ramificada, reptante, densa e prostrada. Não ultrapassa 30 cm de altura, as suas folhas são opostas, ovais e contam com nervuras bem marcadas bem como bordos serrilhados.

Na parte superior das suas folhas apresentam degradês de verde-acinzentado a roxo ou vermelho com lindos reflexos metálicos para completar. Na parte inferior das folhas a planta ela tem um tom de vermelho vinho. O florescimento acontece na primavera e também no verão.

As flores da Hera-roxa são brancas e pequeninas, as inflorescências dessas plantas são do tipo espiga. Uma planta que não possui grande importância ornamental. Outra variedade bem comum é aquela que possui folhas enrugadas cujas margens são enroladas e tem uma tonalidade arroxeada chamada de “exótica”.

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A Hera-roxa no jardim
No paisagismo a Hera-roxa é uma planta que se destaca pelo seu colorido e também pelo volume e textura das suas folhas. Enquanto está florindo essa planta tem lindas flores brancas que surgem sobre um fundo roxo que também é bem ornamental. Uma planta que pode ser usada como forração, formação de maciços e bordadura.

Ainda pode ser usada em jardineiras elevadas, vasos ou cestas suspensas com um belo efeito cascata. Vale destacar ainda uma curiosidade a respeito da Hera-roxa, estudos apontam que ela é uma das plantas mais eficientes do mundo em remover os poluentes orgânicos de ambientes internos como escritórios e mesmo casas.

Cultivo
Essa planta deve ser cultivada a meia-sombra ou então a sol pleno no solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, bem drenado e a irrigação deve ser feita regularmente. Uma planta que pelo fato de ser um tanto rústica não exige muitos cuidados de manutenção.

Trata-se de uma planta que não exige podas, porém, você pode realizá-las para fazer a renovação da folhagem. Destacamos que a Hera-roxa não tolera pisoteio e nem mesmo frio intenso com geadas.

Durante os dias muito frios a planta pode perder as suas folhas. A Hera-roxa tem preferência por climas mais quentes como subtropical e o tropical, a sua multiplicação é feita através de ramagem enraizada ou então por estaquia.

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O cultivo em vaso
Essa planta tem um estilo bem rústico e não exige grandes cuidados de manutenção, prefere solo rico em matéria orgânica. O solo deve ser bem drenado, a dica para quem deseja fazer o cultivo em vasos é montar uma parte de terra comum de jardim, uma parte de terra vegetal, uma parte de areia grossa de construção, uma parte de composto orgânico (se preferir pode substituir por pó de fibra de coco). Lembre-se que essa planta não resiste ao pisoteio.

Perfil da Hera-roxa
Folhas –
De um colorido incrível as folhas da Hera-roxa tem variações de tons como verde-acinzentada, vermelho ou roxo. As nervuras das folhas são bem definidas e bastante ornamentais. Existe uma variedade dessa planta cujas folhas são enrugadas.

Flores – As inflorescências dessa planta se formam em geral entre a primavera e o verão. O formato das inflorescências é de espiga, sendo curtas e as flores pequeninas e nesse caso de cor branca.

Tronco – Trata-se de uma planta com ramagem bem ramificada, cheia e rasteira.

Luminosidade – Prefere sol pleno ou então meia-sombra.

Regas – Essa planta não necessita de muitos cuidados, as regas devem ser feitas de 2 a 3 vezes por semana. Verifique o substrato da planta, se ele estiver seco chegou o momento de regar novamente.

A dica é não encharcar a planta, pois as suas raízes podem acabar afogadas além de suscitar o aparecimento de fungos.

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Clima – Dentre os tipos de clima preferidos estão o subtropical e o tropical. Uma planta que não suporta temperaturas muito frias.

Poda – Não é necessário realizar uma poda regular, porém, sempre que possível remova as folhas secas para deixá-la com um visual mais bonito e também para ajudar a promover a renovação da folhagem.

Fertilização – Quando for fazer o plantio é importante preparar o local misturando ao solo aproximadamente 5 colheres de sopa de NPK por metro quadrado com fórmula 04-14-08.

Utilização – Trata-se de uma planta bastante utilizada em projetos paisagísticos como bordadura, forração, vasos, criação de maciços, cestas elevadas e até mesmo em jardineiras.

Propagação
Em geral a multiplicação da Hera-roxa é feita por meio de separação de ramagens que estejam enraizadas ou então por estaquia.

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Plantas de forração
É importante que o jardim conte com plantas de forração para ajudar a preencher os espaços vazios bem como para fazer a manutenção da umidade do ambiente.

Outra função das plantas de forração é oferecer contraste para o jardim. Essas plantas podem ser aquela carta especial na manga para deixar os espaços mais coloridos e cheios de vida.

A Hera-roxa é uma excelente opção de planta de forração para cultivar no seu jardim, nada como ter as belas cores dessa planta bem como as suas lindas flores brancas. Siga as dicas de cultivo e tenha como resultado uma planta linda que irá se destacar no seu jardim como um todo.

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A falenópsis é uma planta originária da Oceania, mais especificamente da Polinésia e pertencente à família Orchidaceae. Essa planta praticamente não apresenta caule, tem folhas bem largas nas quais encontram se a reserva de nutrientes.

As raízes da falenópsis são grossas, flexíveis e longas. Essa é uma planta monopodial e o crescimento dela é do tipo sucessivo. A floração se desenvolve em uma haste nascida do caule da falenópsis.

Melhor ambiente para o cultivo
O melhor ambiente para cultivar essa espécie de orquídea são os fechados, como os apartamentos por exemplo. É necessário que haja no mínimo uma circulação natural de ar e, em especial, uma boa luminosidade ambiente, ou seja, aquela que não é incide diretamente na planta.

É recomendado expor a planta ao sol indireto durante a manhã, das sete às nove horas e durante à tarde a partir das dezesseis horas.

A dica é plantar a falenópsis em vasos e deixar próximos a corredores bem iluminados ou janelas. Na natureza, as falenópsis desenvolvem se em baixas altitudes nos ambientes tropicais da Ásia, no qual a variação média da temperatura durante o dia é de 25 a 35º C e durante a noite a variação média da temperatura chega a ser de 18 a 25º C.

Essa variação da temperatura considera que a incidência da luz é amenizada pela copa das árvores. Essa é a característica que torna a falenópsis muito propicia para o cultivo tanto em ambiente fechados como em ambientes abertos, desde que sem a incidência direta da luz solar.

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Regas
Como a maior parte das orquidáceas, a falenópsis cresce muito bem com se houver uma boa umidade no local em que estiver e se o vaso no qual ela for plantada for um vaso arejado, úmido, mas jamais encharcado.

O indicado é regar essa planta no máximo uma vez ao dia, de preferência quando o dia amanhece ou quando entardece. É nesse período que os estômatos, que localizam se nas folhas, encontram se abertos e receptivos devido a maior umidade do ar, o que permite uma boa absorção dos nutrientes, esse fato se percebe também nos velames micro porosos das raízes das orquídeas.

Procure plantá-la inclinando a planta, assim você irá evitar que a água se acumule nela e apodreça a raíz da falenópsis.

Frequência e o tipo de adubação
É comum ouvirmos falar sobre o uso de adubo cristalizado solúvel em água, que possuem uma série de micronutrientes em sua respectiva fórmula. Para estimular a floração dessa orquídea, recomenda se adicionar adubos que tenham na composição uma quantidade maior de Fósforo e de Potássio, essa característica vale para quase todas as orquídeas.

Procure se informar sobre a composição dos adubos indicados para orquídeas nas lojas de jardinagem ou produtos agropecuários da região na qual você reside. Uma mistura muito popular feita com ingredientes caseiros serve, também, como um ótimo adubo.

Essa mistura contém torta de mamona, farinha de osso ou farinha de ostras e cinzas de madeiras variadas. Mesmo sendo uma mistura orgânica, esses ingredientes devem ser manejados com o mesmo cuidado que temos ao aplicar adubos industriais.

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Vale lembrar que o ideal é aplicar poucas quantidades da mistura para que surjam problemas na sua orquídea.

Por exemplo, quando for aplicar o adubo industrial leia a bula do produto. Se o modo de usar descrever que você deve, a cada colher de chá do adubo dissolvê-la em um litro de água, nessa orquídea funciona um pouco diferente. Você deve diluir ainda mais.

Reduza para uma colher de café para a mesma quantidade de água. Ou se for uma colher de chá, triplique a quantidade de água e guarde essa mistura em garrafas bem fechadas.

Quando for o momento de regar a orquídea, agite a garrafa, coloque um pouco da mistura em um frasco borrifador e molhe as partes debaixo das folhas e o substrato. Desse modo a falenópsis não será super dosada ou sofrerá riscos de intoxicação.

Tipo de substrato
A orquídea é um tipo de planta diferente da maioria. Como necessita das raízes bem arejadas e de umidade no ar é indicado plantá-las em um tipo de substrato.

Esse substrato pode ser composto pela casca da arvore do pinus, pela casquinha do arroz carbonizado, por carvão, pelas fibras da casca do coco desidratado, por sementes de açaí carbonizadas ou ainda por uma mistura de todos os substratos citados.

Como dito anteriormente, esse substrato deve ser mantido umedecido, sem ser encharcado, pois as raízes da orquídea podem apodrecer e matar a planta.

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Como nascem as flores dessa orquídea
A falenópsis possui flores de cores bem variadas, podendo ser vermelhas, lilás, brancas, amarelas, esverdeadas e com estrias variando as tonalidades da cor. As estrias costumam aparecer nas espécies híbridas dessa orquídea. As flores dessa orquídea tem pouquíssimo perfume.

Na natureza essas flores seriam polinizada por insetos de hábitos noturnos, portanto é a partir da noite e ao longo da madrugada que as mariposas polinizam a orquídea. Ou seja, é nesse período que se pode sentir melhor o odor das flores da falenópsis.

As falenópsis são orquídeas que normalmente, quando se forma uma nova floração, ela ocorre na mesma haste em que se formaram as flores da florada anterior.

Nessa mesma haste forma se uma nova inflorescência nas gemas antigas. É por essa característica que se indica esperar que a haste resseque por completo para então cortar, quando finda uma floração.

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