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ametista (9)

A Ametista é uma planta da família Lamiaceae, originária da África do Sul e é uma das mais novas espécies adaptadas ao nosso clima, é uma planta de cultivo fácil.

Pode ser plantada em vaso ou no solo, floresce praticamente o ano todo e no curto intervalo entre as florações, suas folhagens permanecem intactas, suporta vento, é indicada para varandas e alcança, no máximo, 50 cm de altura.

Ela não requer muitos cuidados, somente regas diárias. Fica bem ao sol ou à meia sombra. Após a floração, suas hastes devem ser podadas e transplantadas para o jardim ou para um vaso maior.

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Suas folhas são verdes escuras por cima, mas embaixo a folha é roxa. Suas flores são roxas, mas existe também a variedade com flores brancas que também são muito belas.

É uma planta perfeita para quem não tem espaço, ou mora em apartamentos, pois elas são de pequeno porte, perenes, aguentam os ventos, e atrai borboletas. Elas preferem sol-pleno ou meia-sombra.

Além da cor, a flor apresenta como característica a alta durabilidade de suas folhagens. Uma vez a cada quinze dias necessita de adubação com nutrientes.

Fertilização
Aplicar 1 colher de sopa de NPK, na formulação 04-14-08 ao redor do caule, nunca junto a ele, fazer uma incorporação e regar em seguida.

Devem ser podadas principalmente quando cultivadas em vasos, as florers devem ser cortadas quando murcharem.

Plectranthus-1

A ametista é uma excelente opção. Não requer muitos cuidados diários e necessita de sol ou meia sombra, pela manhã ou na parte da tarde, assim como a rega.

Suas inflorescências soltam muitas flores, principalmente nas duas estações que citei. Deve ser cultivada em solo rico em matéria orgânica e as adubações podem ser realizadas de dois em dois meses. ela gosta de água, podendo rega-la todos os dias, mas o solo nunca pode ficar encharcado.

Podem ser cultivadas em vasos, plantadas em canteiros, plantadas em conjuntos no jardim, em cestas, vasos grandes, e em jardineiras. Sua multiplicação é feita através de estaquias.

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orquídea Rhynchostylis gigantea

Obter sucesso no plantio de orquídeas é uma coisa que exige muita dedicação e paciência. Até porque, há espécies, como as Cattleyas, por exemplo, que dão flor somente uma vez por ano e podem sofrer interrupção de ciclo se houver falta de cuidado durante o plantio.

Características como a quantia de luz solar que chega até a planta, adubo e rega deve ter um controle eficiente e rígido, sempre tendo em mente o que será melhor para cada espécie.

Quem não conhece orquídeas não sabe, mas elas não ficam o tempo todo floridas. Aliás, possuem um grande período com apenas folhas e nada de flores.

O importante é que ela apresente um aspecto que seja saudável, entretanto, se faz tempo que ela não floresce é necessário que sejam feitas algumas análises até descobrir qual é o seu problema.

Orquídea Baunilha (Vanilla)

Porque as orquídeas não florescem?
Isso vai ocorrer de acordo com a espécie. Se a planta pertencer ao grupo das monopodiais (Vanillas, Vandas e Phalaenopsis), que somente dão flor somente uma vez por ano, o problema pode estar relacionado à iluminação.

Citadas espécies precisam de grande incidência de luz para poder dar flor. Entretanto outros aspectos precisam também ser levados em conta.

Tome cuidado para que as plantas fiquem bem protegidas de corrente de vento e passem pela melhor forma de rega. Esta precisa acontecer, mais ou menos, uma vez durante a semana e, se o clima for quente, é necessário molhar ainda as folhas.

As orquídeas somente dão flor se estiverem saudáveis. Plantas com alto índice de estresse, murchas, ou com problemas de nutrição raramente passarão a florescer da forma adequada.

Para obter uma floração boa, as orquídeas precisam gastar uma quantidade maior de energia, que se acumula durante todo o ano nas raízes, folhas e pseudobulbos.

Se essas partes não estiverem com a saúde em dia, a planta procurará evitar a floração para se poupar do desgaste. Uma intensa floração num planta estressada pode ocasionar a morte da mesma.

vandas sem flor

O que devo fazer para que a planta volte a florescer?
A Iluminação adequada
As orquídeas necessitam de bastante luz indireta. Nesse quesito os países tropicais levam vantagem, já que o sol é farto nestes lugares. Caso sua orquídea esteja sendo mantida num ambiente interno, é preciso mantê-la o mais perto possível de uma janela, optando sempre pelo sol da manhã. Melhor é que a orquídea receba grande incidência de luz indireta.

Se quiser deixar sua orquídea no jardim, faça com que ela fica embaixo de uma árvore, ou ainda num lugar onde bate pouco sol diretamente, mas seja bastante iluminado.

A adubação
Para que as orquídeas cresçam com saúde e possuam condições de florescer adequadamente, é necessário adubá-las. Os adubos podem ser orgânicos, minerais ou químicos, ou mistos.

Em se tratando de adubos minerais, como o tipo NPK, opte por usar dissolvendo-os diretamente em água, fazendo a aplicação no substrato de 15 em 15 dias.

Já os adubos orgânicos, tal qual a farinha de osso, a torta de mamona, e o Bokashi são também bastante recomendados, e mais seguros. Adubos misturados ou mistos são facilmente encontrados em lojas próprias, e devem ser aplicados de acordo com as instruções da embalagem.

Entretanto, tenha cautela, já que o exagero de adubo mata muito mais do que a falta do mesmo.

As orquídeas assimilam mais o adubo quando o mesmo é posto diretamente nas raízes, apesar de variar bastante conforme o tipo de produto. Há adubos orgânicos que atuam mais positivamente quando deixados numa parte do vaso, enquanto aqueles químicos precisam ser diluídos em água e passados em toda a orquídea.

Deixe as orquídeas fora de casa
Várias orquídeas necessitam de uma alternância na temperatura para melhorar o florescimento. Quando elas são colocadas em um ambiente fechado, essa alteração pode não ser satisfatória, ocasionando num bloqueio do desenvolvimento das flores.

Caso isso não seja possível, é melhor deixar a orquídea perto de uma janela entreaberta, assim o ar mais fresco entrará durante a madrugada.

rega

Cuidado com as regas
As regas exageradas são uma das grandes causas de problemas na planta. Ainda que a planta tenha origem em regiões tropicais, em sua grande parte, as orquídeas costumam não gostar de água demais. Excesso de água costuma sufocar as raízes e acarretar apodrecimento das mesmas.

Se a planta tiver raízes ruins, não haverá um florescimento bom. Para entender qual a hora certa para regar não existe método melhor que colocar o dedo diretamente no substrato, a mais ou menos dois centímetros de profundidade e perceber: se tiver umidade, não faça a rega, e apenas o faça quando estiver seco o substrato.

Doenças e pragas
Caso as plantas sejam cultivadas de uma maneira adequada, elas ficarão mais resistentes a doenças e pragas. Se não tiver exagero de umidade, por exemplo, os fungos não se propagarão com facilidade.

De qualquer forma, previna-se. Um dos maiores inimigos das orquídeas são as pragas chamadas de cochonilhas.

Esses organismos sorvem a seiva da planta e chegam até mesmo a matá-la se não forem dizimados. Quem tem poucas plantas pode removê-los um a um, antes que possam tomar conta de todas elas. Já no caso de uma grande coleção, haverá a necessidade de se usar defensivos.

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Prefira aqueles que carregam as fórmulas naturais, já que os produtos químicos industrializados tendem a ser mais prejudiciais às orquídeas quanto para aqueles que cuidam delas. É melhor consultar alguém que possua experiência com defensivos naturais.

Faça a anotação do nome da sua orquídea numa plaquinha. Também é legal lhe atribuir um código (alfanumérico ou numérico, de acordo com o gosto), para ajudar na identificação no caso de uma coleção de grande ou médio porte.

Um grande desafio dos amantes de orquídeas é memorizar o nome ou espécie de suas plantas, ainda mais que quase todos estão em Latim ou coisa parecida, quase nunca elas apresentam nomes comuns ou populares. Entretanto isto se torna um maravilhoso exercício de memória.

Além disso, desenvolva o hábito de fazer a anotação da floração de cada uma das plantas. Caso ela não torne a florescer no mesmo período, no ano seguinte, pode ser um sinal de que algo está errado: a planta pode estar apresentando algum tipo de problema. Examine, então, as condições de luminosidade, irrigação, e ventilação.

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Alocásia

As folhagens são uma excelente opção para quem mora em apartamento ou até mesmo casa, mas que não tem como contar com a luz do sol, que acaba sendo pouca.

Elas não decepcionam no quesito beleza, pelo contrário, deixam os ambientes charmosos e garantem o contato com a natureza que precisamos dentro de casa.

Porém, os cuidados que devemos ter com as folhagens não é o mesmo que devemos dispensar as outras plantas. Elas também precisam de atenção para que fiquem bonitas e saudáveis e um dos pontos principais é que sejam colocadas em lugares adequados.

Veja o que os paisagistas recomendam para quem precisa cuidar de folhagens em casa:
1 – Começamos falando sobre a rega, parte importante para que qualquer planta sobreviva bonita e forte. No caso das folhagens, os paisagistas explicam, que ela precisa ser molhada com frequência, pelo menos 3 vezes por semana. A terra das folhagens não pode ficar seca de jeito nenhum. O máximo que a planta aguenta com o solo seco é 3 dias.

Porém, apesar de precisar de água, elas também, como qualquer outra planta, não podem ficar encharcadas. Por isso, na hora de molhar a recomendação é bom senso. O substrato precisa ficar úmido, mas não molhado, fique atento a essa diferença.

Outra dica sobre a rega para saber se está sendo feita da maneira correta ou não é observar as folhagens e também fazer o teste colocando o dedo no substrato. Dá para saber se ele está seco, úmido ou encharcado, antes de molhar novamente.

Um sinal de que você exagerou na água é quando a haste da planta começa a ficar mole ou amarelada. Isso significa que a raiz já está apodrecendo.

2 – A poda é outra parte importante das folhagens que é necessário ficar de olho. É melhor trocar a poda pela retirada das folhas que ficarem secas ou amareladas. E ficar atento com algumas plantas, como por exemplo, as rendas portuguesas, as samambaias ou as avencas. De todas as folhagens essas são aquelas que precisam de mais atenção do que as outras.

Todas as espécies citadas gostam de meia-sombra ou sombra e normalmente, crescem fixas em cascas de árvores ou precisam de outros substratos, lugares que conservam a umidade, mas que ao mesmo tempo garantam uma boa drenagem.

3 – Sobre o ambiente ideal para quem quer aprender a cuidar de folhagens, ele precisa ser muito bem iluminado, porém, jamais com luz direta do sol sobre as plantas.

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4 – Os primeiros cuidados que devem ser observados com esse tipo de planta, as folhagens, é o tipo de vaso em que elas serão cultivadas. A raiz delas, normalmente, segundo os paisagistas, é bem fina e por isso, o solo para que elas se desenvolvam deve ser fofo.

Por isso, o substrato tem que ter um bom composto orgânico, que tenha sido feito com ferragem de madeira ou outros complementos, como por exemplo, mamona. Importante também que tenha a boa textura, mas também deem nutrientes para as plantas.

Outro exemplo do que vem sendo muito usado no substrato é a fibra de coco, pois dá ainda sustentabilidade para a mistura. Normalmente, são complementados com fibras de cerâmica.

5 – Já sobre o adubo das folhagens deve ser feito com o produto dissolvido na água. O adubo pode ser encontrado em qualquer loja que venda plantas e materiais para cuidar delas.

Uma das características das folhagens é o fato de elas não darem nem frutos e nem flores, por isso, em relação ao adubo, duas vezes ao ano é mais do que o necessário.

Neste caso, os paisagistas recomendam o uso de produtos para adubo naturais, um exemplo, o húmus de minhoca, além do produto. O conselho é usar o húmus a cada dois meses, 5 colheres em cada vaso.

6 – A temperatura que a planta fica submetida também é muito importante para garanti o bom crescimento dela. No caso das folhagens, elas preferem ficar expostas entre 20 e 25ºC.

Algumas, não suportam o vento, como é o caso da samambaia, que acabam ficando feias, quando expostas ao vento forte. Por isso, o ideal é que ela cresça em um ambiente fechado, por exemplo, na área de serviço e nunca na varanda, principalmente, se houver grande incidência de vento.

Uma regra geral para qualquer planta e que também serve para as folhagens é que elas devem ficar em ambientes que estejam mais próximo do que seria aquele natural, como por exemplo, samambaias, que crescem bem no meio da mata e por isso, não sofrem com o vento direto.

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Outras dicas de como cuidar de folhagens
* Lembre-se que os cuidados com as folhagens devem ser diferenciados daqueles dispensados a outras plantas. Elas são mais resistentes e por isso, podem ser usadas tanto dentro de casa, como fora dela. Porém, como qualquer planta, o mínimo da luz do sol, elas precisam receber.

* Segundo os paisagistas, as folhagens são mais resistentes que as outras plantas em qualquer aspecto, sendo capazes de suportar o frio, o calor e até mesmo a estiagem.

* As folhagens são muito usados em projetos paisagísticos quando se tem a ideia de baixa manutenção e se demonstram muito eficazes.

* Elas se desenvolvem bem sob meia-sombra, mas podem suportar o sol forte, assim como ambientes com pouca luz, as mais fortes, podem ser citadas: rosas-de-pedra e agaves.

* Normalmente, as folhagens são plantadas diretamente no solo, sem exigência de um preparo ou até mesmo enriquecimento da terra. Aliás, basta que a adubação seja feita uma única vez no ano e pronto, tudo resolvido. Lembrando que o adubo deve ser com matéria orgânica.

* Se falarmos de um lugar ideal para plantar as folhagens, certamente o solo será arenoso e que tenha acima de tudo uma boa drenagem. Vale ressaltar que algumas folhagens se regeneram com grande facilidade. Para se ter uma ideia é possível recuperar uma planta cortando a parte ruim e no solo deixando a raiz, que volta a crescer saudável.

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