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chifre-de-veado

Nome Científico: Platycerium (existem 18 variedades)
Nome Popular: Chifre-de-veado, samambaia-chifre-de-veado
Família: Polypodiaceae
Divisão: Pteridophyta
Origem: Austrália, Nova Guiné, Nova Caledônia e Ilha Sunda
Ciclo de Vida: Perene

O chifre-de-veado é uma planta epífita, da família das samambaias, com dois tipos distintos de folhas:
Folhas da base – Folhas arredondadas que nascem verdes mas com o tempo tornam-se amarronzadas, de fina espessura e que se aderem ao substrato.
Folhas normais – Folhas mais espessas e firmes, ficam muito grandes e se bifurcam como os chifres dos veados. Sabe-se que ela faz parte de um grupo de plantas tão antigas, que habitavam a Terra no tempo dos dinossauros.

Pertencente à família das Polipodiáceas, a planta recebeu esse nome popular provavelmente em razão das variedades cujas folhas férteis lembram as galhadas dos veados. O habitat natural dessas plantas são os galhos e troncos das árvores das florestas tropicais e subtropicais.

O chifre-de-veado é uma planta epífita – isto é – apenas  apoía-se nas árvores e não retira delas os nutrientes para sobreviver. Ao tentarmos reproduzir seu ambiente natural, podemos ter grandes chances de sucesso no seu cultivo, pois trata-se de uma planta bem rústica.

As dicas são as seguintes: Evitar o excesso de água. Colocá-la em local com muita luz, mas sem sol direto.  Não plantar na terra, mas sim num vaso ou placa de xaxim (ou material equivalente), para simular os galhos de árvores onde a planta se apoiaria. O interessante é que na junção da planta com o xaxim, forma-se um depósito de matéria orgânica, que é de onde o chifre-de-veado retira os nutrientes.

A maioria das variedades de chifre-de-veado produz brotações (filhotes) pela raiz e elas podem aparecer nas laterais dos vasos e até no verso das placas. Para fazer a reprodução, deve-se recortar, com uma faca bem afiada, o pedaço da placa e fibra de coco com a muda e plantar num outro vaso ou placa, amarrando com um fio de ráfia ou arame.

A muda recém-plantada deve ser regada e mantida à sombra até que enraize bem, antes de ser levada para um local mais claro. Após alguns anos, será necessário fazer o replantio do chifre-de-veado, e é fácil notar quando isso ocorre: a planta começa acessar seu desenvolvimento. A mais comum é a Bifurcatum.
As outras são tidas como peças de Colecionadores e são bastante difíceis de se achar nas floriculturas. No paisagismo presta-se para uso isolado ou em composição com outras epífitas, em muros ou árvores. Deve ser plantada preferencialmente na vertical.

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tapeinoquilos

O tapeinóquilo é uma planta muito utilizada para decoração. O tamanho desta planta pode ultrapassar o tamanho de uma pessoa comum, podendo chegar até aos 2,5 m de altura, pelo que poderá ser um problema se pretende manter estar planta dentro de casa.

É nos períodos mais quentes que os tapeinóquilos florescem. Sendo uma planta tropical, as flores têm um aspecto muito peculiar mas que dão um toque de autenticidade a qualquer jardim. As próprias flores são de cor avermelhadas e o aspecto delas são semelhantes a certas plantas como o ananás.

Apesar de normalmente as flores apenas aparecerem a partir da Primavera, é possível ter flores todo o ano caso a planta seja fertilizada nesse sentido, resistindo assim aos períodos de maior frio. É também possível colher algumas das flores para efeito algo, como um cesto.

Para quem pretende manter esta planta por inteiro, terá de saber que ela dará um toque muito tropical ao jardim. Se não tiver outras plantas tropicais no jardim, ela será a estrela do jardim.

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A Palmeira-azul é da família Palmae e pode chegar até 25 m de altura e 3,5 m de diâmetro. Planta de clima tropical e subtropical que se adapta bem em solos pobres. Suas flores aparecem mais na estação da Primavera e Verão. Essa belíssima planta consegue criar frutos férteis até mesmo na ausência da planta masculina.

De uma beleza espetacular, essa palmeira exótica é muito procurada por paisagistas para suas composições. Seu efeito é escultural e impactante, tornando-se invariavelmente, um ponto focal no jardim. E o mais interessante, é que a planta jovem já é capaz deste efeito, pois sua copa é bastante ampla mesmo com pouca altura. Ideal para jardins amplos, contemporâneos ou tropicais. Também pode ser cultivada em grupos ou linhas, com excelente efeito. Para o seu desenvolvimento e apreciação, precisa de espaço de no mínimo 8 metros de diâmetro. A mesma medida deve ser tomada para espaçamento entre mudas.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solos bem drenáveis, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados regularmente. Após o pleno estabelecimento é capaz de tolerar períodos de estiagem. Mesmo assim, recomenda-se a irrigação suplementar, que estimula o rápido crescimento desta espécie. Ao contrário da maioria das palmeiras, a palmeira-azul pode ser conduzida sob sol pleno mesmo que seja jovem.

Aprecia o clima tropical e o subtropical, adaptando-se a ambientes úmidos ou secos. Também suporta as geadas e o fogo, podendo ficar queimada, mas rebrotando em seguida. Pouco tolerante a transplantes depois de adulta. Prefira transplantar mudas jovens e evite ao máximo mexer nas raízes. Multiplica-se por sementes oriundas de frutos recém colhidos e despolpados, plantadas em seguida em saquinhos contendo substrato arenoso e mantido úmido. A germinação ocorre entre 6 a 8 semanas.

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Ademium obesum

Herbácea perene, suculenta de pleno sol ou meia- sombra. Prefere clima quente e seco. Deve ser utilizada isoladamente ou em grupos sobre solo arenoso ou rochoso.

Algumas dicas para que ela esteja sempre bonita:

A Rosa do Deserto, cujo nome científico é Ademium obesum, necessita de polinização manual para sua reprodução, ou então adotar o método de mudas.
A planta gosta de clima quente, seco e sol (a rosa precisa de muito sol para florecer);
Mantenha a areia ou a terra sempre úmida, porém sem encharcar (não é necessário regar todos os dias, somente quando a areia ou a terra em cima do vaso secar, não encharque mas regue regularmente, uma vez a cada três dias é o necessário);
É importante não deixar a água acumular em baixo do vaso. Adubar a planta a cada dois meses (qualquer adubo orgânico para flores).

Como preparar o vaso
No novo vaso, (não tão maior que o atual, os vasos tem que ser trocados, porém o tamanho não pode ser muito diferente , deve-se aumentar o tamanho gradativamente). Coloque no fundo pedras, coloque uma manta de bidim para que as raízes não cheguem a sair do vaso, cubra com um pouco de areia, coloque húmus de minhoca e plante a rosa com uma mistura de areia grossa e terra enchendo até a borda.

Obs.: pode ser 2/3 de areia grossa com 1/3 de substrato misturado.
Geralmente troca de vaso durante á primavera ou verão ou seja final de setembro até fevereiro.

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Dicas úteis

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Ipê que não floresce
Os ipês são plantas de cerrado e na região de origem sofrem longos tempos de estiagem. Nas ruas esta condição é bastante parecida, pois só recebem água em época de chuva. No jardim, o ideal é que sejam regadas apenas quando o solo estiver seco e que sejam adubadas frequentemente com um tipo de fertilizante rico em fósforo.

Para adubar árvores de jardim
Procure se basear na projeção da copa da árvore, para chegar o mais perto possível das raízes alimentadoras. Faça sulcos no solo, em volta de toda a árvore e, depois de aplicar o adubo, regue abundantemente para que a árvore absorva o produto.

Estêrco do coelho
Pode ser aproveitado para fazer adubação de plantas. Sendo muito concentrado, deve ser aplicado em menor quantidade (cerca de 10 litros por metro quadrado de canteiro) e sempre, é claro, bem curtido. O importante antes de aplicar qualquer tipo de estêrco é molhar bastante o solo.

Rega das violetas
O ideal é que as regas sejam feitas pelo processo de capilaridade (veja exemplo). Este processo é o mais indicado porque evita que as folhas da planta sejam molhadas, favorecendo o surgimento de doenças. Mas é bom saber que as violetas também devem ser regadas, de vez em quando, por cima, com muito cuidado para a retirada dos sais, que ficam acumulados no solo e que prejudicam a planta.

Adubação de Antúrios
O melhor fertilizante para antúrios é a calda de estêrco de gado, pois ela apresenta uma boa dosagem de nitrogênio. Prepare a calda da seguinte maneira: deixe de molho, por uns 8 ou 10 dias, cerca de 1 kg de estêrco de gado, bem curtido, em 10 litros de água. Na hora de utilizar, mexa bem e regue com essa calda os antúrios.

Plantas de caule longo e frágil
Precisam ser tutoradas para evitar que se quebrem com a ação do vento ou das chuvas. O cuidado maior deve ser dado à amarração da planta, para impedir o estrangulamento dos ramos. Por isso, o amarrilho mais indicado deve ter a forma de um “8″ deitado.

Evite usar
Açúcar, sal, aspirina ou outros produtos para conservar suas plantas em vaso. Algumas espécies podem até gostar dessa técnica caseira, mas o melhor mesmo é comprar conservantes apropriados para essa finalidade. Eles são vendidos em casas de produtos para jardinagem, e têm a garantia de que suas plantas ficarão vistosas por mais tempo.

Para conduzir a trepadeira
Com criatividade, bastam alguns acessórios, que podem ser encontrados em casa com facilidade. Veja a sugestão: aqui a planta se apoiou numa velha armação de guarda-chuva e um cano fino de PVC.

Na hora de regar
Suas plantas procure usar água na temperatura ambiente . Isso evita que a planta sofra choques térmicos.

Para borrifar…
As folhas da sua planta e evitar que as flores se molhem ficando com aspecto feio, utilize um macete bem simples: proteja-as com uma folha de papel. Evite borrifar água nas plantas quando o sol estiver muito forte. O ideal é fazer este trabalho sempre nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde.

Na hora de escolher….
Um bom lugar para deixar as suas samambaias, preste atenção nas portas e janelas. Elas se desenvolvem melhor longe das correntes de ar.

Combater as formigas…
Não é muito fácil, até porque existem muitas espécies diferentes. De qualquer forma aqui vai uma dica: Plante seus próprios repelentes como a menta, lavanda, manjerona, absinto, cravo-da-índica e o alho. As formigas detestam o aroma dessas plantas. Ou impeça que subam nas árvores enrolando ao redor dos troncos das frutíferas uma faixa melada com algum tipo de graxa. como na figura:

Na hora de fazer o pantio…
Ou reenvasamento de uma planta, caso o novo vaso seja de barro, lembre-se de deixá-lo de molho em água por 24 horas. Assim se evitará o ressecamento constante do solo.

Para aumentar a duração das flores de corte

- Cortar de 2 a 10 cm da base.
- Não encha o vaso com água até a boca.
- De 5 em 5 dias, corte 2 cm da base e remova as folhas murchas.
- Troque a água a cada 2 dias.
- Desfolhar a parte do caule que vai submergir
- Colocar 2 gotas de vinagre na água (bactericida)
- Se possível manter o vaso em local bem iluminado.

Onde plantar
O lugar onde pretendemos plantar a horta medicinal deve:
- Ter água em abundância e disponível,
- Ter boa incidência de sol.
- Observar as características de cada planta.
- Os canteiros devem ter 1 a 1,2 m de largura e 2 de altura.
- A terra das sementeiras deve ser bem fofa e as sementes devem ser cobertas com area bem fina e peneirada.
- Observar o espaçamento entre linhas e plantas exigida por cada espécie que deseja plantar. Sugere-se 30 cm de largura por 30 cm de comprimento e 30 de fundura.
- O solo deve ser fértil, com terra bem fofa. Fazer uma limpeza da área, revolvendo o solo, retirando todas as plantas indesejáveis.
- Planejar a distribuição das espécies e a formação dos canteiros para evitar a erosão.
- É bastante recomendável que se faça a análise do solo.

Como adubar
Uma adubação equilibrada proporcionará plantas resistentes a pragas e doenças. Recomenda-se:
- Usar 150g de fosfato por m de canteiro
- Fazer a correção básica do solo usando 150g de cal dolomítico por m de canteiro.
- Acrescentar 2 litros de húmus por m de canteiro.
- Colocar ¼  das dosagens recomendadas para cada m de canteiro.
- Adubar as sementeiras com a mesma dosagem que os canteiros.
- As plantas medicinais, em geral, apresentam muita resistência ao ataque de pragas num ambiente equilibrado. O uso de agrotóxico é fortemente desaconselhado para evitar alterações das propriedades das plantas.

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Ansellia-Africana

Luz é essencial. Uma planta não pode fazer sombra para a outra. O ideal é manter as plantas sob uma tela sombrite de 50 a 70%, dependendo da intensidade da insolação local. Assim elas receberão claridade em luz difusa suficiente para realizarem a sua função vital que é a fotossíntese.

Se as folhas estiverem com cor verde garrafa, é sinal de que estão precisando de mais luz. E se estiverem com uma cor amarelada, estão com excesso de luz.

Existem orquídeas que exigem mais sombra: é o caso, por exemplo, de algumas microorquídeas, alguns exemplares de Paphiopedilum, da Miltonia colombiana. Para estas plantas pode ser usada uma tela de 80% ou uma tela dupla de 50% cada.

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Cacto-bola

Além de estar entre as cactáceas mais fáceis de cultivar, esse gênero apresenta plantas muito resistente. Suas espécies produzem uma grande quantidade de espinhos coloridos e uma profusão de belíssimas flores. Assumem formato arredondado ou de coluna, com numerosas “costelas” que percorrem o corpo da planta de cima a baixo, coberto de espinhos eriçados. Suas grandes flores coloridas, de contornos semelhantes aos de uma trombeta ou de um funil, desabrocham à volta da coroa do exemplar, entre dezembro e o fim de fevereiro. Em geral, surgem em número de duas ou três por vez, e cada flor dura vários dias.
De origem sul-americana, existem cerca de quarenta espécies, quase todas disponíveis com facilidade, o que as torna uma ótima escolha para um local ensolarado.

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A Notocactus leninghausii constitui uma das espécies de maior estatura, alcançando 90 cm em seu habitat natural, enquanto apenas os exemplares mais velhos conseguem atingir uma altura máxima de 25 cm, quando cultivados dentro de casa. No início, a planta tem forma globular, mas com o tempo alonga-se como uma coluna. O corpo colore-se de verde-claro, quase todo encoberto por densa camada de espinhos amarelos. Quando o exemplar atinge entre 10 e 15 cm de altura, começa a produzir flores afuniladas, amarelas, cada uma com quase 5 cm de diâmetro.

Primavera e Verão
O replante deve ser feito no começo da primavera, um pouco antes de a planta iniciar seu crescimento ativo. Faça um composto, agregando duas partes de terra adubada e uma de areia grossa. Reenvase o exemplar se as raízes preencherem o espaço interno, aumentando apenas um pouco o tamanho do recipiente; não exagere no tamanho do vaso, pois a planta mostra-se estimulada a florescer quando suas raízes estão ligeiramente comprimidas.
Os exemplares que alcançaram mais de 10 cm de altura devem ser removidos de seus vasos, todos os anos, para uma avaliação das raízes. Nos anos em que não replantar, retire o máximo que puder do composto antigo, completando com mistura fresca.
Esses cactos adaptam-se às temperaturas normais de dentro de casa, as quais podem subir até 27°C. Coloque-os em local bastante ensolarado, a fim de que mantenham seu formato e forneçam uma bela florada.

Regue o composto à vontade, mas espere que esteja quase seco antes de regar de novo. Adube com fertilizante líquido, a cada quatro semanas, durante a fase de crescimento, de outubro ao final de março.

Outono e Inverno
No inverno, deixe o cacto repousar. Conserve o vaso a uma temperatura nunca inferior a 10°C, em posição com bastante luminosidade. Sob essa temperatura não haverá necessidade de regas, entre abril e setembro.
Se a temperatura subir ou o ambiente estiver muito seco, aumente um pouco a quantidade de água das regas. Essas plantas precisam de uma boa circulação de ar, mas evite submetê-las a correntes de ar frio.

Propagação
A propagação por sementes revela-se o melhor método, embora não constitua o mais rápido. Várias espécies florescem depois de apenas dois anos. Semeie em agosto e setembro, utilizando a mistura para sementes. Encha uma sementeira de composto e molhe bem; firme o solo e nivele a superfície. Espalhe as sementes por cima e cubra-as com areia grossa. Coloque o conjunto em local sombreado, entre 21 e 24°C, e com boa ventilação. Após cerca de três semanas, as sementes germinam e assemelham-se a minúsculas esferas verdes. Transfira a sementeira para um lugar mais iluminado, porém evite a luz solar direta. Deixe as mudas na sementeira por um ano, para que não sofram nenhum tipo de perturbação. Conserve-as entre 18 e 21°C nesse período. Transplante na primavera seguinte, em vasos individuais.

Em Outubro ou começo de Novembro você também pode plantar os rebentos produzidos por algumas espécies. Separe-os da planta-mãe com cuidado e passe as superfícies cortadas em pó de enxofre fungicida.
Deixe as mudas secarem por uma semana, até formarem uma calosidade nos cortes. Plante-as no composto citado; mantenha em local semi-sombreado, com uma temperatura entre 21 e 24°C. Pulverize água de vez em quando.
Os rebentos devem enraizar depois de seis a oito semanas. Quando as novas brotações estiverem visíveis, trate as plantas como adultas.
Para molhar a mistura para semente, apoie a sementeira no fundo de uma pia com 2,5 cm de água. Retire-a quando o solo brilhar. Coloque o recipiente na bancada da pia, por alguns minutos, a fim de drenar.
Depois de colocar as sementes sobre o composto, cubra-as com uma leve camada de areia grossa; mantenha a sementeira em local sombreado.
Deixe as mudas descobertas, em posição clara, quente e abrigada de correntes de ar. Transplante-as quando tiverem 2 cm de diâmetro.
Cuidados na Compra
Antes de comprar, verifique se a planta está firme no vaso. Evite os exemplares que apresentem manchas, partes moles ou fungos.

Escolha uma planta de bom formato, que não esteja pendida para os lados, pois esse defeito revela-se muito difícil de corrigir, causando a queda do exemplar.

Durante um Inverno rigoroso, evite encharcar o solo, isso ocasiona o apodrecimento de ralões e caules. Pode suportar temperaturas baixas, inferiores às recomendadas, porém o solo deve estar seco.
No Verão, o excesso de égua também prejudica: regue bastante, mas deixe o composto quase seco para molhar de novo. Essas cactáceas absorvem os nutrientes do solo muito depressa e exigem adubação adequada para um bom desenvolvimento e uma floração regular. Uma posição sombreada pode produzir um exemplar fraco. Forneça luz selar direta e bom arejamento.

Problemas & Soluções
A cochonilha lanuginosa costuma atacar a planta, em especial seu sistema radicular. Por isso, torna-se multo importante replantar seu exemplar a cada ano, para observar com atenção as ralões e verificar a presença de pequenos flocos brancos, que chegam a formar colônias. Se isso acontecer, coloque a planta sob água corrente e lave vigorosamente suas ralões. Deixe secar; aproveite para trocar o composto e lavar o vaso. Replante o cacto em mistura fresca.
Quando essas cochonilhas estiverem na parte superior do exemplar, elimine-as com uma mistura de água e álcool.

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Phalaenopsis

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o cultivo de orquídeas não é exclusividade de quem têm grandes espaços, com jardins e orquidários espaçosos.
Orquídeas também podem ser cultivadas em recintos mais fechados, desde que se tomem alguns cuidados adicionais para que se possa simular o ambiente natural da planta.Todas as orquídeas podem ser cultivadas em apartamento, basta que se tenha espaço e iluminação suficientes. Já foi constatado floração até de Vandas e Cymbidiuns em varandas de apartamentos entre centenas de outras variedades, florescendo bem em apartamentos.

Onde colocar
As plantas necessitam de iluminação adequada, então é conveniente colocá-las próximo a janelas ou em varandas.
Deve-se tomar o cuidado de respeitar o limite de 50% de iluminação, que pode ser obtido com cortinas que permitam esta quantidade de incidência solar.

Quando e como regar

Não há um calendário correto para se seguir aos regar as plantas. O correto é regar sempre que o substrato estiver seco.
Plantas em vasos de fibra de coco em geral requerem regas semanais. Orquídeas plantadas em troncos requerem regas diárias. A melhor forma de regar é submergindo os vasos em água, e permitir que esta migre para dentro destes, evitando assim lavar os nutrientes do solo.
Acostume-se a verificar a quantidade de água nos vasos através do peso. Vasos secos costumam ficar bastante leves. Lembre-se que ter uma planta é como ter um animal de estimação, que requer cuidados diários.
Se você abandonar sua orquídea é quase certeza que ela irá sofrer com a falta de cuidades e poderá morrer.
O cuidado com as orquídeas é uma atividade que não pode ser chamada de trabalho, mas sim um momento de relaxamento. Ao cuidar de suas orquídeas você estará cuidando de sua mente e de sua saúde.

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A melhor maneira de regar é imergir o vaso num recipiente com água e deixar por alguns minutos. Se você regar um vaso ressecado com um regador, pode ocorrer de a água encontrar um canal por onde escorrer e o resto do substrato continuar totalmente seco. Um meio de verificar a umidade do vaso é aprender a sentir o peso, segurando com as mãos ou através de um exame visual. Não use a mesma água em que foi mergulhado um vaso, para outro, pois, se no primeiro houver fungos nocivos à planta, o outro vaso irá se contaminar.

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Quando se trata de plantas plantadas em vaso, é preciso levar em consideração fatores como a presença de sol direto, luz artificial ou indireta do sol ou pouca luz (sombra). É preciso avaliar se o ambiente escolhido estará sujeito a intempéries como chuva e ventos ou se estará protegido.

A manutenção das plantas é muito importante. A adubação deve seguir a necessidade específica de cada espécie, aí vai uma dica importante: “a aplicação de óleo mineral nas folhas evita fungos”. A rega não pode ser exagerada, pois as raízes apodrecem. A terra desses vasos não sofre evaporação por não receberem luz e calor direto, então, as plantas devem ser regadas uma ou duas vezes por semana e com pouca água. Verifique colocando o dedo na terra.

A yuca brava, pata de elefante e sansevéria são plantas que precisam de solo seco por um período maior de tempo e isso faz com que regas sejam mais esparsas, entre 10 a 15 dias.
Em relação à conservação dos vasos, os de cimento e barro são impermeabilizados em seu interior e devem ser limpos periodicamente. Os vasos de plástico podem ser limpos normalmente, pois são mais resistentes e duráveis.

Sugestões de vasos e plantas para cada ambiente da casa
- Plantas indicadas para ambientes internos com pouca luminosidade (sombra): Zamioculcas e pacová. Precisam ficar protegidas do sol direto. A rega pode ser feita moderadamente, deixando o solo levemente seco antes da próxima rega.

- Plantas indicadas para ambientes internos com muita luminosidade (meia sombra ou sol): Yuca brava, pata de elefante e sansevéria.

- Hall de entrada: Vaso quadrado branco alto com Cyca.

- Sala de estar: Cachepot de inox com Chamaedora ou Árvore da fortuna e felicidade.

- Sala de jantar: Cachepot de vidro quadrado alto com árvore da fortuna e felicidade.

- Cozinha: Cachepot de madeira com flor de pimenta.

- Quarto: Cachepots de madeira quadrados, em forma de cone, com Zamioculcas ou lírios da paz.

- Banheiro: Cachepot de vidro quadrado alto, com pau de água e revestimento de pedras gress ou casca de pinus.

- Varanda: Cachepot de inox com pleomele variegata.

- Área de serviço: Vaso quadrado alto de cimento, com palmeira Phoênix.

- Escadas: Cachepot de madeira com Zamioculcas.

- Separação de ambientes: Cachepot rústico com Rafhis.

- Decoração de mesa: Cachepots de cerâmica artística com orquídeas.

Dicas de conservação para vasos e plantas
- As plantas Yuca brava, Pata-de-elefante e Sansevéria precisam de solo seco por um período maior de tempo e as regas devem ser feitas com um espaço maior de tempo (10 a 15 dias). No caso da yuca, especificamente, precisa ficar em um ambiente com boa ventilação.

- Faça adubação periódica (seis vezes ao ano) e limpe constantemente as plantas.

- Faça manutenção periódica dos vasos: limpeza, pintura e acabamentos.

- Cachepots de vime, bambu e sisal: cuidado na rega para não molhar o fundo. Coloque sempre um prato de plástico na base do vaso.

- Vasos de cerâmica e cimento: limpe periodicamente com pano úmido para retirar a formação de limo, devido à umidade (esse procedimento é indicado quando o vaso não vem impermeabilizado de fábrica).

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hidropônia
Muitos apreciadores de plantas gostariam bastante de ter plantas ornamentais em flor à janela, anseiam, especialmente no inverno, por tonalidades frescas de verde no seu lar, poré, têm pouco tempo para cuidar das flores, receiam também o sustento permanente das plantas ou viajam muito. Para estas pessoas, recomenda-se a hidrocultura,  a jardinagem de interiores com esforços de cuidados mínimo.

Esta forma de cultura, na qual as plantas decorativas e as plantas de cultivo se encontram em recipientes com soluções nutritivas, é um sistema de cultivo de plantas moderno e confortável para o jardineiro de plantas ornamentais. A rega e a adubação frequentes tornam-se desnecessárias, pelo que é um tipo de manutenção de plantas muito apreciado.

Os conhecimentos essenciais para a hidrocultura sobre nutrição de plantas não são novos; a utilização de soluções nutritivas é à muito praticada na investigação. Na hidrocultura, em vez de criarem raízes na mistura, enquanto portadoras de substâncias nutritivas, as plantas criam raízes num substrato solto dentro de um  recipiente cheio de material granuloso de argila (grãos de argila expandida); este material confere-lhes firmeza e permite que a solução nutritiva especial e o ar atinjam seus órgãos de sustento.

O grão de argila expandida são uma substância espumante e porosa. O substrato feito de grãos de argila expandida, especialmente preparado para a hidrocultura, é retirado de argila pobre em sais minerais, e quimicamente neutro; não se decompõe nem apodrece, é leve e é capaz de armazenar uma determinada quantidade de umidade, que volta lentamente a produzir para o aumento de umidade. Com o indicador de nível de água é possível controlar o nível da água, ou seja, da solução nutritiva. A planta apenas se pode desenvolver se o nível da água não estiver demasiado elevado durante demasiado tempo; por outro lado, a seca contínua, ou seja, um nível de água demasiado baixo, também é prejudicial. A melhor solução será manter o nível de água no “mínimo” ou, quanto muito, no “ótimo”. Apenas durante períodos de ausência longos se deve manter no “máximo”. Como segurança, deve-se lavar ocasionalmente o indicador de nível de água de raízes em crescimento, de restos de adubo e da sujidade.

A localização das plantas num espaço, bem como a intensidade de luz e a temperatura desempenham um papel um papel fundamental na hidrocultura. A idéia de que as plantas cultivadas no sistema de hidrocultura precisam de menos luz do que as plantas cultivadas em vaso, é falsa.

No que diz respeito aos métodos de propagação, seja por estacas ou sementes, não existem diferenças no cultivo de plantas jovens entre a hidrocultura e o cultivo em mistura. A mudança de uma planta em mistura para hidrocultura é possível, mas é algo difícil.

(Para a hidrocultura é necessário: recipientes para as plantas, substrato de grãos de argila expandida, um indicador do nível de água, pois de outro modo não seria possível controlar a umidade).

Para cultivar uma planta pelo sistema de hidroponia, você vai precisar basicamente de:
1- Recipiente ou vaso em material impermeável: Os recipientes de vidro são os mais indicados, pois além de bonitos, permitem que se possa observar o desenvolvimento das raízes. Evite usar recipientes em metal ou cobre, principalmente os não tratados, que podem reagir com os elementos químicos contidos nos fertilizantes e, ainda pior, podem enferrujar. Alguns recipientes de metal podem ser utilizados, desde que recebam uma camada de proteção (como resina epóxi, por exemplo) na parte interna.

2 – Um tipo de agregado para firmar as raízes: É possível usar argila expandida, pedrinhas ou pedregulhos. A argila expandida é especialmente indicada para a hidroponia, pois suas características facilitam a distribuição de água por todo o recipiente e ainda favorecem a circulação de ar.

3 – Fertilizante: Pode-se utilizar um fertilizante líquido genérico , adicionado à água, porém, corre-se o risco de haver cristalização dos nutrientes não absorvidos, que acabam se concentrando nas raízes. O resultado é que se torna necessária uma lavagem periódica das raízes, geralmente a cada 3 meses, para que a planta não seja prejudicada. É preferível optar pelo uso de uma solução fertilizante com fórmula especialmente desenvolvida para a hidrocultura, que pode ser encontrada nas lojas especializadas em jardinagem.

Plantas mais indicadas para Hidrocultura
Samambaias; Palmeiras; Coléus; Hera; Maranta; Cróton; Monstera; Comigo-ninguém- pode; Ficus; Filodendro; Espada-de-são-jorge

Cuidados Especiais
O principal cuidado que se deve ter no cultivo hidropônico é manter o nível correto da solução (água + fertilizante). Existem no mercado vasos especialmente desenvolvidos para este fim, com um marcador embutido para indicar o nível mínimo e máximo. O marcador também pode ser comprado avulso e adaptado a outros vasos.
Uma outra opção é fazer em casa mesmo a marcação na lateral do vaso, baseando-se no fato de que cerca de 1/3 do agregado utilizado (argila expandida ou outros) deve ficar submerso.

Observar, periodicamente, se a planta está dando sinais de carência de nutrientes (desenvolvimento lento e insatisfatório, por exemplo). Caso isso ocorra, é preciso corrigir o problema com a adição de mais fertilizante.

Mudar a planta de vaso sempre que as raízes se mostrarem muito volumosas ou compactadas, tornando o recipiente incompatível com o seu tamanho.

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