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  • Inhame

    Plante na sua horta um tubérculo rico em vitaminas do complexo B e sais minerais como cálcio, fósforo e ferro: o inhame (Dioscorea alata).
    Siga os passos abaixo para aproveitar as propriedades terapêuticas, místicas e alimentícias desta hortaliça.

    Vamos ao passo a passo:
    - Escolha um lugar com boa iluminação na horta para cultivar o inhame;

    - Prepare o substrato para semear. O inhame exige um solo fértil, profundo e solto para garantir uma boa drenagem;

    - Semeie os tubérculos a 25 cm de distância entre si e a 10 cm de profundidade. As sementes de melhor qualidade pesam entre 100 e 150 gramas;

    - Regue diariamente, mas sem deixar encharcar, para não apodrecer;

    - Um mês depois que as plantas tiverem brotado, coloque um suporte para evitar que os caules e as folhas toquem o solo;

    - Depois de dez meses da semeadura, as folhas do inhame começarão a murchar. Este é o momento indicado para colher os tubérculos;

    - Desenterre os tubérculos cuidadosamente e nunca os deixe expostos ao sol;

    - Os tubérculos que você quiser plantar novamente devem ser guardados em gavetas de madeira com boa ventilação;

    - Armazene os tubérculos colhidos em um lugar sem umidade.

    Os tubérculos devem, de preferência, ser consumidos frescos.

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    Mirabilis jalapa
    A Maravilha (Mirabilis jalapa) é também chamada de Jalapa, Bonina, Boas-Noites, Belas-Noites, Beijos-de-Frade, entre vários outros. O nome científico Mirabilis quer dizer Maravilhoso, em latim, e Jalapa é uma região do México onde foi descrita pela primeira vez pela ciência.

    Apesar de ter sido descrita pela primeira vez no México não há certeza de onde realmente ela é originária. Existe a suposição de que foi encontrada pelos europeus em zonas próximas aos Andes, no século XVI e daí levada para a Península Ibérica, onde foi introduzida como planta ornamental e medicinal. Mas considerando suas características supõe-se que seja nativa de zonas tropicais da América do Sul, Central e México.

    Existem cerca de 50 espécies diferentes, todas presentes nas áreas de clima mais quente da América. Como se adaptou bem ao clima temperado também pode ser encontrada em zonas abrangidas por este clima.

    A Maravilha é uma planta herbácea, que tem altura média de 70 cm, mas pode chegar a 1,20 m. Tem ciclo de vida perene, mas em áreas de clima temperado pode comportar-se como planta anual, já que com geadas fortes ou baixas umidades pode morrer. São comuns em áreas próximas ao mar, ou em áreas com influência marítima, por serem resistentes à salinidade.

    Possui raízes tuberosas que facilitam sua sobrevivência durante os meses mais secos e frios. Tem um caule ramificado e ereto. As folhas são simples, afinadas na ponta, opostas, em tons de verde claro a escuro ou avermelhadas. A folhagem é densa dando um aspecto agradável à planta mesmo quando não está florida. Podem ter até 13 cm de comprimento e 8 cm de largura.

    A floração ocorre na Primavera e Verão, podendo aparecer flores esporádicas, em menor quantidade no Outono e Inverno. As cores da Maravilha justificam seu nome. As cores básicas de suas flores são vermelho e branco, mas podem produzir flores das mais variadas tonalidades de rosa, amarelo e laranja. Podem apresentar diferentes combinações de cores, existindo flores de até três cores diferentes que se apresentam em listras, pintas ou manchas irregulares.

    As flores tem a forma de uma trombeta coroada por cinco pétalas, podendo ter um perfume adocicado, podendo ser solitárias ou em grupos. Só se abrem ao final do dia, e em dias nublados também dão o ar da graça durante o dia. Atraem insetos noturnos e mariposas, responsáveis por sua polinização.

    As sementes são ovais e têm entre 6 e 8 mm. São enrugadas e tem cor verde amarelada quando imaturas, tornando-se totalmente negras quando maduras.

    Numa mesma planta podem nascer flores de diferentes cores ou mistura de cores. Uma mesma planta pode em um período de sua vida dar flores amarelas e com o passar do tempo começar a produzir flores rosas, ou brancas que depois passam a ser rosa claro. Foi estudada por Carl Correns, que a utilizou como exemplo num estudo sobre herança extra-nuclear, estudo segundo o qual pode-se ter um indivíduo sem predominância genética de um dos indivíduos dos quais teve origem. Estes e outros estudos resultaram no redescobrimento das Leis de Mendel (veja mais no link ao final do post).

    Seu uso como planta ornamental é muito difundido, sendo utilizada na formação de maciços, conjuntos e borbaduras. Pode também ser plantada em vasos, mas tende a ter uma altura inferior do que uma que está diretamente no solo. Devido a sua rusticidade é de fácil cultivo, podendo, caso haja algum descuido, tornar-se uma praga pela facilidade com que volta a ser selvagem. Por ser resistente à salinidade é uma planta ideal para jardins próximos à praia.

    Na medicina popular é utilizada como cicatrizante, para manchas na pele, sardas, problemas hepáticos, entre outros. Mas nunca se deve fazer uso interno de raízes e sementes pois são tóxicas.

    Seu clico de vida é perene mas em regiões onde o Inverno é mais severo tende a morrer com as geadas, sendo cultivadas como plantas anuais. Em locais de Inverno mais rigoroso podem ser arrancadas no Outono, semeando novas sementes para o ano seguinte. Em áreas de clima mais quente uma planta pode durar anos sem qualquer problema. Onde o clima tem um Verão que seja extremamente seco a planta também pode morrer devido ao calor intenso e baixa umidade do ar, sendo essencial regas diárias nos períodos de maior calor, e frequentes em qualquer época do ano ou clima. Seu cultivo deve ser a sol pleno, apesar de adaptar-se bem à meia-sombra. Sob sol pleno tendem a ter um maior porte e floração mais intensa. O solo precisa ser fértil, rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Quanto à adubação deve ser feita uma vez ao mês na Primavera e Verão, com adubo rico em potássio.

    A reprodução desta planta é muito fácil. Pode-se fazê-la através das sementes que são abundantes ou pela separação de suas raízes. Por auto-reproduzir-se com facilidade não necessita de auxílio humano, mas se sua reprodução não for controlada torna-se uma praga. A semeadura deve ser feita em fins do Inverno e princípios da Primavera, podendo-se apenas jogar as sementes sobre a terra ou em covas rasas. Porém, para apressar a germinação, as sementes devem ser postas de molho durante 12 horas antes da semeadura.

    Nos meses quentes mais chuvosos pode sofrer a infestação de fungos que costumam ser facilmente eliminados com um fungicida. Mas só deve ser usado antes do início da floração plena. Ácaros, pulgões e outras pragas podem atacá-la também, sendo necessária a utilização de inseticida de forma preventiva para evitar uma infestação, também quando a planta ainda não tenha flores.

    Mas mesmo sem todos estes cuidados acima descritos, é possível ter lindas Maravilhas no jardim.

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    Os solos cultivados, além de sofrerem uma perda de nutrientes para as plantas, são mais suscetíveis a serem infectados por fungos, bactérias e outros microorganismos.
    Para reverter este quadro, existe uma técnica ecológica e simples para desinfetar o solo, chamada solarização.

    Veja como renovar o solo dos vasos sem usar agroquímicos.
    Você necessitará de:
    Lona de plástico transparente de 100 microns – quantidade necessária
    Elásticos – 1 para cada vaso

    Vamos ao passo a passo:
    - Retire a planta, pedrinhas, ervas daninhas ou qualquer outro elemento que possa haver na terra do vaso;

    - Remexa bastante até deixá-la bem solta, para conseguir uma boa oxigenação;

    - Regue bem para que a água se infiltre até, pelo menos, 30 cm de profundidade;

    - Recorte pedaços de lona de plástico transparente para cobrir cada vaso que você for tratar com esta técnica;

    - Prenda a lona com o elástico deixando-a bem esticada para evitar perda de calor;

    - Coloque os vasos em um lugar em que bata bastante sol e deixe-os cobertos com a lona por um mês, no mínimo;

    - Se você não tiver um lugar ao ar livre para colocar os vasos, deixe-os dentro de casa o dobro do tempo;

    - Passado o período adequado em cada caso, retire a lona e plante novamente no vaso. Com esta técnica o solo acumula muitos nutrientes e oferece um rendimento superior ao de antes.

    A época ideal para praticar a técnica da solarização é o verão, quando a radiação solar e a temperatura são mais altas.

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    As fúcsias, apelidadas de lágrima de moça por causa do formato de suas flores, vêm em três variedades principais: robusta, leve e pendurada. Todas elas prosperam melhor na região do Pacífico Noroeste, gostam de um solo orgânico rico, e gosta de ser alimentada a cada semana com um fertilizante solúvel em água. Se você vive em um clima quente seco, não se esqueça de mantê-las em uma área com sombra na sua varanda. Embora como o nome indica, a variedade robusta possa suportar mais o frio do que as outras variedades, é recomendável levar todas as fúcsias que possam ser deslocadas para dentro de casa no inverno.

    As fúcsias, apelidadas de lágrima de moça por causa do formato de suas flores, vêm em três variedades principais: robusta, leve e pendurada. Todas elas prosperam melhor na região do Pacífico Noroeste, gostam de um solo orgânico rico, e gosta de ser alimentada a cada semana com um fertilizante solúvel em água. Se você vive em um clima quente seco, não se esqueça de mantê-las em uma área com sombra na sua varanda. Embora como o nome indica, a variedade robusta possa suportar mais o frio do que as outras variedades, é recomendável levar todas as fúcsias que possam ser deslocadas para dentro de casa no inverno.

    É essencialmente ornamental podendo ser utilizada de diversas formas. É adequada para o cobrimento de barrancos, apta a formar cercas-vivas, pode formar conjuntos mistos de touceiras, e também pode ser cultivada em vasos internos e floreiras. Seus frutos sáo comestíveis e atraem aves silvestres.

    Como cuidar
    - Leve seus vasos de fúcsia para o interior antes das temperaturas ficarem muito baixas. Se tiverem sido plantadas no solo e forem muito grandes para serem retiradas do solo e replantadas no inverno, corte a fúcsia na altura do solo e cubra-a com uma espessa camada de palha. Isto pode proteger a variedade robusta do congelamento;

    - Depois de levá-las para um ambiente fechado, coloque as fúcsias em um local fresco e ensolarado e continue a alimentá-las e regá-las. Aproveite suas fúcsias até as flores murcharem e as folhas começarem a cair;

    - Depois de todas as folhas caírem ou você ter removido-as, corte as hastes de 12 a 15 cm acima do solo. Coloque as fúcsias em um local onde a temperatura fique acima do congelamento, mas abaixo de 5 graus se possível; garagens não aquecidas ou porões funcionam bem;

    - Verifique suas fúcsias a cada semana, se o solo estiver seco, regue-o e devolva para a área fria. As fúcsias ficam dormentes no inverno, então elas não precisam ser fertilizadas;

    - Quando o tempo esquentar na primavera (e os riscos de geada tiverem passado) e um novo crescimento começar a aparecer, retire a planta do frio e coloque-a na sua varanda novamente. Corte todos os crescimentos novos, exceto dois ou três caules mais robustos.

    Uma vez que as hastes se tornaram fortes e com cerca de 10 a 15 cm de altura, comece a regar e alimentar sua fúcsia em uma periodicidade regular.

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    A maioria dos jardineiros ama cultivar seus próprios vegetais por sementes, ou trocar plantas e estacas com amigos de jardinagem. Mas há ocasiões em que você pode querer comprar uma nova planta para seu jardim. Talvez você não tenha espaço para cultivar todas as suas próprias plantas por sementes, você só queira umas duas plantas, ou você queira algo que não é facilmente produzido a partir das sementes. Talvez você queira uma variedade especial, que só está disponível em estacas, ou uma planta que é muito lenta para amadurecer.

    E se você comprar uma planta de um viveiro, como se certificará de que está recebendo uma boa planta? E se encomendar as plantas online ou a partir de um catálogo de vendas por correspondência, como você cuidará delas quando chegarem?

    1 - Faça uma lista. Se você vai para o viveiro, faça uma lista das plantas que deseja. Se você não sabe exatamente o que quer, então faça uma lista dos lugares que tem disponível – e que tipo de plantas você precisa (tolerantes ao sol ou sombra, etc.) Depois de chegar à loja é fácil ser seduzido a comprar muitas plantas, ou aquelas que não são adequados para o seu jardim. E isso significa muito trabalho duro tentando cuidar delas quando você levá-las para casa.

    2 - Escolha as que pareçam estar saudáveis. A planta saudável tem uma boa copa de folhagens e não tem sinais de pragas e doenças. Não vá impulsivamente para as que estão na floração e na frutificação – elas podem ter sido forçadas. Se você escolher uma que não esteja em flor, ela vai florir para você, uma vez instalada em casa, e não para a multidão da loja.

    3 – Verifique as raízes. Retire cuidadosamente a planta do vaso de modo que você possa ver a raiz. Se o substrato todo desmoronar, isso é um mau sinal. Você está procurando um bom torrão, saudável, que encha o vaso. Poucas raízes podem significar que a planta não está vingando. Muitas raízes, circulando em volta do vaso, significam que ela está nele por muito tempo.

    4 - Verifique a existência de ervas daninhas. Ervas daninhas e musgo crescendo na superfície do composto pode significar que a planta ficou na loja por um bom tempo. Isso pode não ser um problema se for uma boa loja, onde cuidam bem de suas plantas.

    5 - Pense duas vezes ao fazer negócio com as plantas. Plantas de visual tristonho foram barateadas por alguma razão. Elas vão precisar de muito cuidado e atenção para vingarem. Pegue sempre as plantas saudáveis e evite os problemas de tratamento para trazer plantas de volta à saúde.

    6 - Considere pedir pelo correio. Catálogos de venda por correspondência têm frequentemente uma seleção maior de plantas que seu viveiro local. Há ainda a tentação de comprar muitas plantas, também.

    7 - Nunca deixe a casa. A maioria dos catálogos de venda por correspondência não pode fornecer uma entrega exata, e suas plantas, sem dúvida, serão entregues no momento em que você sair de casa! Eles vão sobreviver algumas horas sem você, mas se você tiver encomendado plantas, então esse não é o momento de sair de férias.

    8 - Retire suas plantas imediatamente. Plantas por correio são bem embaladas, mas mesmo assim elas vão ter uma oferta reduzida de água e luz por algum tempo, e precisam de cuidados e sua atenção imediata.

    9 – Revigore-as. Comercialmente, as plantas cultivadas são geralmente um pouco fracas. Elas precisam ser revigoradas antes de serem plantadas no jardim, portanto, tenha certeza de que tem recursos para cuidar das plantas novas antes de encomendá-las. Algumas podem precisar de replantio no vaso antes que possam ser plantadas fora de casa.

    10 - Enfeixe plantas de raiz exposta. Muitas árvores frutíferas e plantas de cobertura são fornecidas com raízes expostas (ou seja, sem um recipiente), enquanto estão latentes, durante os meses de inverno. Embora latentes, elas precisam ser mantidas úmidas. Desembale-as logo que chegarem. Se o local de plantio definitivo não estiver disponível, enfeixe-as – e plante-as juntas em uma cova rasa ou um vaso com compostagem – para mantê-las saudáveis até que você possa plantá-las no local definitivo.

    Viveiros e empresas de encomendas postais são geralmente muito eficientes na substituição de plantas que não vingam – fornecendo-lhe suporte ao longo do caminho. Se surgir um problema, quanto mais cedo você avisá-los, melhor. Sempre compre suas plantas a partir de um fornecedor de boa reputação, e tenha em mente as preocupações ambientais, como a utilização de turfa e pesticidas, e o quanto as plantas viajam para chegar até você. Nunca compre plantas selvagens, colhidas de uma espécie em extinção.

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    Clematis early morning

    Jardinagem é normalmente um trabalho de amor. Para um jardineiro verdadeiro, tratar com carinho a clemátis desde a semente até ela desabrochar é essencial para coletar adequadamente as sementes.

    A Clemátis é uma trepadeira volúvel de folhas perenes, muito delicada e bastante vistosa,  pouco utilizada no Brasil, mas que atualmente começa a ter interesses despertados em sua direção. Muito utilizada nos Estados Unidos e Europa, onde é nativa, aceita pleno-sol ou  meia-sombra e clima ameno a frio. Por ser bem adensada, presta-se bem a cercas vivas e para revestir grades, muros e cercas. Gosta de água mas não de solo encharcado e precisa de solo rico em matéria orgânica. As podas devem ser feitas apenas nos galhos secos e mal formados.
    Sua multiplicação é feita por estaquia, mergulhia e alporquia. Mas seguindo estas instruções de como coletar as semente, você poderá adicionar novas clemátis ao seu jardim.

    Materiais
    Lata ou prato para coletar as sementes.
    - Identifique as sementes. As plantas clemátis são plantas trepadeiras que desabrocham numa variedade de cores brilhantes. As flores desabrocham em uma variedade de formatos também, mas as pétalas são normalmente longas e pontudas ao invés de redondas. As clemátis em flor devem prover um acesso fácil para o centro para coletar facilmente as sementes.

    - Certifique para ter certeza que as sementes estejam prontas para serem coletadas. As sementes devem ser coletadas no outono. Elas precisam estar marrons e secas antes que sejam coletadas e armazenadas. Não tente coletar sementes cedo, já que elas não estarão maduras o suficiente para germinar.

    - Cuidadosamente colete as sementes. Coloque a lata ou o prato sob a cabeça da semente. Puxe lentamente as sementes e elas devem cair no seu container. Armazene as sementes em lugares escuros e resfriados durante o inverno.

    - Seja paciente. As sementes da clemátis podem demorar um pouco para germinar. O processo normalmente leva de um a três anos antes que a germinação ocorre. Uma vez que ocorre, a clemátis precisará de cuidados para que você obtenha uma floração ótima.

    A maioria das clemátis pode ser encontrada em pérgulas e treliças. Esta flor se destaca como a peça principal de qualquer jardim, sem oprimir as outras flores. Se você coletar adequadamente as sementes no outono e então plantá-las na primavera seguinte, você deve eventualmente ver estas luminosas e alegres plantas no seu jardim.

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    pimenta malagueta

    Sementes de pimenta podem ser adquiridas em diversos locais, tais como floriculturas, lojas de paisagismo, estabelecimentos específicos e produtores profissionais especializados. Também podem ser obtidas de seus próprios frutos já amadurecidos.

    Cada país ou região possui suas variedades de pimentas mais comuns que podem ser facilmente encontradas em mercados e feiras. Você pode selecionar alguns frutos maduros e frescos (evite os frutos que já estão murchando), abrí-los e retirar as sementes (utilize luvas caso a pimenta tenha um grau de ardência muito alto, para evitar acidentes posteriores como contato com os olhos e partes sensíveis da pele!). Remova qualquer pedaço da polpa que tenha grudado nas sementes e coloque-as para secar sobre uma folha de papel. A secagem pode ser feita ao ar livre, na sombra mesmo. Serve apenas para retirada de toda a umidade adquirida dentro do fruto. Evite deixá-las expostas à temperaturas acima dos 35°C, para evitar que queimem, pois são extremamente sensíveis. Assim que estiverem totalmente secas, basta guardá-las em saquinhos de papel devidamente rotulados com o nome da variedade e data e logo em seguida armazene os saquinhos num recipiente fechado à vácuo e em local fresco. Evite guardar as sementes ainda úmidas para que elas não embolorem.

    Siga estes passos para o plantio de suas sementes
    -
    Preencha os vasinhos com terra até o topo;
    - Com o auxílio de um palito de dente ou algo similar, abra um orifício de aproximadamente 20mm de profundidade e com largura suficiente para que você possa depositar a semente;
    - Coloque a semente no orifício feito anteriormente e cubra-a gentilmente com uma camada fina de terra. Isso será o suficiente para protegê-la da luz. Sim, a semente necessita dessa proteção para uma germinação eficiente. Somente após o surgimento do broto é que a luz (principalmente solar) se faz necessária;
    - Umedeça a terra com água morna e coloque os vasinhos ou bandeja plástica no local onde você escolheu ou reservou para eles. Uma estufa seria o ideal para controle e estabilidade da temperatura, que deve permanecer em torno dos 27°C recomendados. Caso não tenha a possibilidade de utilizar uma estufa, basta colocar os vasinhos ou bandeja num local onde não há mudanças bruscas de temperaturas, bem como correntes de ar frio. Como sugestão, recomendamos colocar os vasinhos ou bandeja em cima de placas de isopor para manutenção da temperatura e principalmente evitar o contato com uma parede, chão ou solo com baixa temperatura;
    - Diariamente umedeça gentilmente a terra com água morna. Lembre-se: Se você estiver utilizando bandeja plástica, não é necessário regar a terra com a mesma frequência do que vasos comuns! A bandeja, como mencionado anteriormente, retém muito mais umidade. Cuidado para não “afogar” sua semente! Caso a bandeja ou os vasos já estejam num ambiente úmido, não é necessário regar a terra com frequência.

    Dica: Coloque os vasinhos no local – dentro do ambiente selecionado – onde bate a luz solar das primeiras horas do dia, para auxiliar na manutenção da temperatura.

    Lembrete: Não esqueça de identificar os vasinhos com o nome das variedades plantadas. Para evitar enganos futuros, pois as mudas são iguais em sua fase inicial de crescimento.

    Assim que as sementes germinarem, surgem os primeiros brotos para fora da terra:
    Eles necessitam de muita luz (de preferência solar) para crescerem. Sem luz, seu crescimento fica comprometido, além de causar debilidade ao broto da pimenteira. O indicado é que tenham pelo menos entre 12 a 14 horas de incidência de luz do dia (não necessariamente luz solar direta, uma vez que altas temperaturas podem chegar a atrapalhar o crescimento da planta). Se você não possui um local que possa fornecer essas características naturalmente, pode-se utilizar as lâmpadas fluorescente normalmente utilizadas em estufas ou viveiros de plantas. Não utilize lâmpadas fluorescentes ou elétricas comuns. Procure informações em lojas e estabelecimentos especializados em jardinagem e paisagismo para localizar essas lâmpadas específicas para cultivo. Caso você tenha que utilizar essas lâmpadas, basta instalá-las numa distância entre 150 a 200 mm acima das plantas e deixá-las ligadas diariamente entre 12 a 14 horas.

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    lírio-do-amazonas

    Nome Científico: Eucharis x grandiflora
    Nome Popular: Lírio-do-amazonas, estrela-d’alva, estrela-da-anunciação, estrela-de-belém
    Família: Amaryllidaceae
    Origem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    Planta bulbosa da família das Amarilidáceas, o lírio-do-amazonas é uma planta herbácea, florífera e bulbosa, originária da floresta amazônica, também é encontrado na Colômbia e no Peru. Seu cultivo na Europa iniciou-se por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

    Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela, esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas. O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

    Conhecida também como estrela-dalva, estrela-de-belém e estrela-da-anunciação, a Eucharis grandiflora apresenta bulbos arredondados, que podem medir até seis centímetros de diâmetro. As folhas são grandes que podem chegar a 40 cm de comprimento. Suas flores, brancas e perfumadas, surgem em racemos de três a seis unidades. Cada flor mede em torno de dez cm de diâmetro com as seis pétalas distribuídas em formato de estrela. Pendentes, as flores surgem numa haste floral que alcança até 70 cm de altura.

    A planta se desenvolve bem em locais bem iluminados e com boa ventilação. Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão.
    Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados. No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer combinações com folhagens baixas e forrações.

    No plantio é recomendado colocar os bulbos num espaçamento de 40 a 50 cm entre eles. Não se deve cobri-los demais com terra. Uma leve e fina camada de terra é o suficiente. Depois, deve-se pressionar o substrato delicadamente ao redor dos bulbos, para firmá-lo bem.

    Para os cuidados com a planta, deve-se evitar regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.

    Excelente para ambientes internos e varandas, o lírio-do-amazonas é uma das poucas plantas que floresce na sombra. Além disso, mesmo sem flores, podemos apreciá-la, pois sua folhagem é muito decorativa. Também pode ser plantada em vasos largos e, caso seja bem cuidada, recebendo boa luminosidade, irrigação e adubação é capaz de florescer até três vezes ao ano. O local ideal para esta planta bulbosa no jardim é em canteiros adubados sob a copa das árvores, onde a luz difusa do ambiente é ideal para o seu desenvolvimento.

    Deve ser cultivado em solo argilo-arenoso e rico em matéria orgânica, drenável ,sob meia-sombra e irrigado frequentemente.

    O lírio-do-amazonas aprecia o calor tropical, mas pode ser cultivado em estufas nos países de clima temperado. Os canteiros devem ser reformados a cada dois anos. É sensível ao ataque de lagartas, ácaros e fungos. Multiplica-se por separação dos bulbos que se formam junto a planta mãe e por divisão da touceira.

    Sua propagação é feita pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do Inverno ao início da Primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.

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    Tipos de adubos
    Os adubos químicos compostos fornecem todos os nutrientes básicos em várias proporções; os adubos simples contêm apenas um ou dois. Existem ainda adubos orgânicos, como a farinha de ossos, que atuam mais lentamente que os químicos. Por este motivo, deverão ser aplicados mais cedo do que estes.
    No rótulo de qualquer embalagem de adubo pode ver-se o símbolo NPK, que indica os nutrientes existentes no adubo e as respectivas proporções. Por exemplo, 10:6:4 significa que o conteúdo tem 10% de azoto (N), 6% de fósforo (P) e 4% de potássio (K), sendo o restante composto por substâncias inertes. As percentagens são sempre indicadas pela mesma ordem.
    Os adubos são apresentados sob forma granulada ou líquida (neste caso, são absorvidos mais rapidamente). Há também adubos foliares — líquidos especiais que são pulverizados sobre as folhas para uma rápida absorção quando se pretende um efeito tônico imediato.

    Adubos em plantas de casa
    Alimente as plantas de interior apenas durante o período de crescimento, e nunca quando as raízes estão muito secas. Na sua maioria, as plantas dão-se bem com um adubo equilibrado, mas as plantas de flor beneficiam também com um pouco de adubo rico em potássio. Para manter a folhagem viçosa, pode utilizar ocasionalmente, e sob forma líquida, um adubo de azoto como o nitrato de amônio. Para fornecer um tônico rápido a uma planta débil, pulverize as folhas com um adubo foliar diluído, de forma a ter apenas um quarto da concentração habitual. Nunca aplique uma grande quantidade de adubo de cada vez, pois as raízes poderão ser danificadas. Em geral, é mais seguro diluir o adubo e deixá-lo apenas com metade da concentração recomendada e aplicá-lo com mais frequência.

    Adubos para bulbos, trepadeiras e árvores
    Os adubos para tomate, que têm elevado teor de potássio, podem ser aplicados durante o período do crescimento para induzirem a floração e frutificação de qualquer planta.
    Quando utilizar adubos, siga rigorosamente as instruções quanto às doses recomendadas. Se tiver dúvidas, lembre-se de que é preferível aplicar de menos a de mais.
    Se usar sobretudo adubos químicos, deve alimentar também o solo com matéria orgânica para formar húmus (o húmus é a substância gomosa que agrupa as partículas do solo, permitindo a circulação do ar e da água). Poderá fazê-lo deitando estrume ou composto de jardim na terra, cavando bem com uma enxada.

    Adubos para plantas e jardins
    O melhor adubo para jardim é um composto equilibrado com 7% de cada um dos três nutrientes principais; no caso de preferir adubos orgânicos, os mais indicados são as farinhas de peixe e de ossos. Aplique-os, seguindo as indicações do fabricante, para preparar a terra para a plantação ou sementeira da Primavera. Volte a aplicar a meio do intervalo entre a sementeira e a colheita. Os adubos simples de azoto, como, por exemplo, o nitrato de amônio, devem também ser utilizados na Primavera. Aplique-os na terra, em torno das plantas, para estimular o crescimento. Misture os adubos de fósforo na camada superior do solo antes de plantar herbáceas perenes, arbustos, rosas, etc.

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    Nandina Doméstica
    Espécies de árvores que podem ser usadas em muitos locais, inclusive nas calçadas embaixo de fios

    Avenca japonesa - Jardim ou Vaso
    Até 2 m altura. Flores brancas e frutos vermelhos vistosos no outono e inverno
    Vantagens: Não cai folhas. Beleza da folhas avermelhadas. Delicadeza do conjunto. Aceita sol ou meia sombra. Pode plantar em vaso
    Desvantagens: : Não tem

    Grevillea anã
    Até 3 m altura. Flores vermelhas ano todo
    Vantagens: Não cai folhas. Longa florada. Atrai beija-flores
    Desvantagens: Um pouco desgalhada

    Hibisco comum
    Até 3 m altura. Flores vermelhas
    Vantagens: Não cai folhas; Longa florada
    Desvantagens: Para ficar mais bonita precisa de poda anual após a florada

    Ipê-de-Jardim
    Até 5m altura. Flores amarelas Novembro/Maio
    Vantagens: Não cai folhas. Longa florada; Beleza da florada
    Desvantagens: Bastante desgalhada, Precisa de poda anual após a florada para ficar bonita.

    Manacá-da-serra: Anão (Jardim ou Vaso) Florada mais bonita) ou Perfumado (Flores não tão bonitas, mas perfumadas)
    Até 3 m altura. Flores brancas e lilás, juntas no inverno
    Vantagens: Não cai folhas. Beleza da florada. Pode plantar em vaso
    Desvantagens: Não pode faltar água até pegar bem

    Eugênia (em Jardim ou vaso)
    Até 3 m altura. Flores brancas Outubro/Dezembro
    Vantagens: Folhagem linda, Flores perfumadas, Aceita sol ou meia sombra, Aceita poda e topiaria. Não cai folhas
    Desvantagens: Não tem

    Buquê de noiva
    Até 1,5 m altura. Flores brancas Setembro/Novembro
    Vantagens: Beleza da florada. Não cai folhas
    Desvantagens: Precisa poda de limpeza depois da florada

    Orquídea Ballerina
    Flores vermelhas em cachos ano todo, principalmente julho a setembro. Precisa de pelo menos 5 horas de sol direto por dia, umidade e um pouco de adubo todo mês. Pode prender no tronco de árvore, plantar em vaso ou no jardim. Usar terra bem soltinha, ou areia, ou caco de telha triturado, ou casca de árvore picada ou uma mistura dessas coisas.
    Vantagens: Beleza das flores, florada longa.
    Desvantagens: Um pouco delicada, precisa ser bem cuidada.

    Rosa
    Flores de várias cores a escolher. Floresce praticamente o ano todo
    Vantagens: Beleza das flores que podem ser cortadas para buquês ou vasos. Perfume das flores
    Desvantagens Espinhos. Precisa podar 1 vez por ano

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