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  • ROSEIRA
    1. Se você não pode plantar uma roseira de raízes nuas de um dia para o outro, proteja-as do ressecamento, enterrando-as numa cova inclinada. A profundidade deve ser suficiente para proteger adequadamente as raízes.

    2. Antes de plantar roseiras de raízes nuas, deixe-as no interior de um balde com água. Misture à água um pouquinho de terra: isso manterá as raízes úmidas enquanto você as ajeita na cova.

    3. No canteiro preparado, abra covas de 50 cm de profundidade. Encha-as de modo a formar um cone e coloque a muda da roseira sobre ele. As raízes que aparecem logo abaixo do nó de articulação devem ser espalhadas em volta do cone, mas não as force. O nó deve ficar 2,5 cm abaixo do nível do solo, se a sua região for fria, e 2,5 cm acima, se for quente, como no Norte e Nordeste brasileiros. Se você usar um pedaço de tábua como nível, achará a medida indicada com maior facilidade.

    4. O preenchimento posterior da cova deve ser feito aos poucos. A cada 10 ou 15 cm, firme a terra com os pés, tomando cuidado para não ferir as raízes.

    5. Quando faltarem 7 cm para tapar toda a cova, interrompa a operação e complete o buraco com água (use uma mangueira de fluxo suave). Depois que a água tiver sido drenada, complete o fechamento do buraco.

    6. Faça um montículo de terra junto ao caule principal, de modo a proteger o nó de articulação; normalmente ele poderá ter até 20 cm de altura. Você deverá regá-lo com frequência, pois junto ao nó nascerão as gemas.

    Limpeza
    O excesso de folhas secas impede a passagem da luz solar e portanto prejudica o desenvolvimento das plantas, que ficam abafadas por elas. As folhas secas devem ser retiradas de todo o jardim.

    Nos arbustos e plantas envasadas, as folhas e galhos secos ficam presos ao caule, devendo ser retiradas com o auxílio de uma tesourinha de poda, pois são um ambiente ideal para proliferação de pragas e doenças que encontram na primavera as condições climáticas ideais para o seu desenvolvimento.

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    As plantas podem ser divididas nos seguintes grupos, do ponto de vista paisagístico/ornamental. São eles::

    Árvore – Constitui toda espécie vegetal lenhosa de tamanho adulto, com altura superior a 4-5 metros. Geralmente não possuem bifurcações que se iniciem na base do caule.
    Principais funções:
    - Proteger contra ventos fortes
    - Proteger contra ruídos
    - Dar privacidade a determinado local
    - Fornecer sombra
    - Contribuir para aspectos estéticos da paisagem.
    As árvores podem ser divididas em pequeno, médio e grande porte.

    Palmeiras
    Constitui espécie cujo tronco é um estipe (único ou múltiplo), encimado por um capitel de folhas.

    Arbustos
    É toda espécie vegetal lenhosa ramificada desde a base, com altura média de até 4 m de altura. Quanto à luminosidade, existem arbustos de pleno sol, meia-sombra e sombra.

    Trepadeira
    É toda espécie vegetal de caule semilenhoso ou mesmo herbáceo que necessita de um suporte para se desenvolver. Como seu crescimento pode ser conduzido, as trepadeiras geralmente são utilizadas na formação de cercas-vivas, separação de ambientes, revestimento de muros ou paredes, formação de pérgolas, arcos e treliças.

    Elas podem ser:
    - Volúveis: quando se enrolam em aspiral no suporte, não possuindo outro tipo de fixação; portanto, não conseguem subir em paredes ou muros por si só, necessitando de suportes adequados;
    - Sarmentosas: Quando possuem órgãos de fixação, como gavinha, espinhos curvos, raízes adventícias, etc. Conseguem subir em quase todo tipo de suporte.
    - Cipós: Não possuem qualquer tipo de órgão de fixação e nem são volúveis. Possuem caules rígidos, que conseguem subir vários metros sem apoio, até que se vergam pelo próprio peso sobre algum suporte.
    - Escandentes: São plantas mais arbustivas que em locais abertos, formam arbustos. Quando plantadas junto a um suporte, seus ramos apóiam se nesse e atingem vários metros de altura.

    Forrações
    São espécies vegetais utilizadas para promover a cobertura do solo.
    As forrações são também plantas herbáceas, usadas para revestir o solo, com a diferença de que não suportam o pisoteio, como os gramados.

    Gramados
    Os gramados, em particular, representam quase sempre de 60 a 80% da área ajardinada. As espécies de grama, em geral, necessitam de sol pleno ou meia-luz para se desenvolverem bem.

    Floríferas
    São espécies vegetais cuja característica dominante é a emissão de flores vistosas, colorindo o ambiente criado pela vegetação básica. Podem ser anuais, bianuais ou, em alguns casos, perenes.

    Folhagens
    São espécies herbáceas, às vezes subarbustivas ou mesmo arbustivas, formando conjuntos específicos em jardins. A característica dominante nesse caso são as folhas, com seus formatos, cores e texturas.

    Plantas entouceirantes
    São espécies que, por causa do seu crescimento vigoroso, formam touceiras que poderão, posteriormente, em uma fase de propagação, ser divididas e formar novas touceiras.

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    Assim como nós, nossas plantas também precisam de alimento, portanto, você precisa adubar sua orquídea, seja com substratos, fertilizantes organominerais ou ainda fertilizantes com NPK, pois muitas vezes o amarelamento das folhas é por falta de nutrientes (principalmente nitrogênio).

    Abaixo algumas dicas que poderão te ajudar a cuidar melhor de sua orquídea, que são plantas especiais e delicadas.
    1. Luz
    – Orquídeas gostam muito de luz, que é essencial para o seu desenvolvimento e floração. No entanto, elas não gostam de receber o sol direto, pois este contato pode queimá-las. Então, escolha sempre um lugar de meia sombra. Dica! Existem telas de sombreamento especiais para proteger as orquídeas do sol intenso!

    2. Água - A maneira correta de se aguar uma orquídea consiste em colocar seu vaso dentro de uma lamina d’água de mais ou menos 3 cm de espessura e esperar que a água suba por capilaridade, umedecendo o substrato. Nunca deixe água empoçada no vaso, prato ou cachepô de sua orquídea. Lembre-se: Elas não gostam de ficar com os “pezinhos molhados”.
    Atenção: A super-irrigação pode trazer doenças e até matar suas plantinhas. Faça o teste afundando o dedo indicador, mais ou menos dois centímetros, perto do centro do vaso. Se o dedo sair úmido, ainda não é necessário aguar.

    3. Nutrição – A orquídea é uma planta muito especial e evoluída, portanto precisa de uma nutrição completa com todos os minerais necessários para o equilíbrio do seu metabolismo vegetal. Você encontra tudo isso no Biofert Orquídeas que supre 100% de suas necessidades alimentares, de maneira rápida, prática e prazerosa. Aplique Biofert Orquídeas uma vez a cada 15 dias quando a planta estiver na fase de crescimento, adaptação a um novo ambiente (após transplante, por exemplo) ou antes da floração. Nas plantas que já são adultas, bem cultivadas e bem nutridas, basta aplicar Biofert Orquídeas mensalmente.
    Atenção: Se sua orquídea ficar com um “fino pozinho branco” nas folhas, isso pode ser resíduo de sais minerais. Sinal de que você está nutrindo ela demais ou de maneira errada, e isso pode desidratá-la com o tempo. Elimine estes resíduos lavando a sua orquídea em água corrente, principalmente suas folhas e raízes.

    4. Ambiente A umidade relativa do ar indicada para a maioria das orquídeas é de 50 a 70% e a temperatura entre 22 e 27ºC. Porém, algumas podem suportar baixas temperaturas, já outras não sobrevivem abaixo dos 15 graus. Ambientes ventilados são importantes para o desenvolvimento e floração das orquídeas, por isso o ideal é mantê-las ao ar livre principalmente nos períodos sem flor.
    Atenção: Nunca exponha sua orquídea a ventos muito fortes, pois podem danificar a planta além de afastar os insetos úteis na sua polinização.

    5. Fixação e suporte – A orquídea precisa estar sempre bem fixada e segura onde estiver plantada para poder crescer com força e vitalidade. Utilize os tutores (hastes flexíveis longas) e os arames de fixação para estabilizar sua planta no vaso e “tutorar” as hastes florais para que as mesmas não caiam com o peso dos brotos e flores.
    Atenção: Se você preferir plantar sua orquídea no galho de uma árvore, prefira os encontros entre tronco e galhos! Nestes espaços as raízes conseguem se fixar melhor. Além disso, formam uma espécie de “vaso natural” onde acumular naturalmente umidade e outras matérias necessárias à adaptação da orquídea no novo ambiente.

    6. Poda – O corte ou a poda de sua orquídea é apenas para retirar flores murchas, folhas mortas, secas ou com doenças e as hastes florais já secas.
    Atenção: Utilize preferencialmente uma tesoura de jardinagem pequena e bem afiada, sempre esterilizada com fogo a cada novo corte para evitar contaminações.

    7. Crescimento – Quando a sua orquídea emanar diversas raízes para fora do vaso, será hora de transplantá-la para um vaso maior ou fazer uma divisão, levando os novos brotos para um segundo vaso.
    Atenção: O vaso não deve ser grande demais (a planta fica folgada, solta) nem pequeno demais (a planta apertada e sem espaço pra crescer).

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    Azálea (Rhododendron indicum hybrida)

    Família: Ericácea
    Origem: Ásia. China e Japão
    Porte: Atinge até 2 m. de altura
    Floração
    : inverno e início da primavera
    Propagação
    : Por estaca e mergulhia.
    Luminosidade
    : sol pleno/meia Sombra.
    Regas
    : Regulares, sempre que o solo estiver seco
    Solo
    : ácido

    As Azáleas são originárias da Ásia e reconhecidas facilmente por sua abundante e charmosa floração. A paixão que esta espécie desperta fez com que existam em vários países cultivadores de bonsai especializados unicamente em Azáleas. É comum que se façam o cruzamento de espécies com o objetivo de conseguir uma flor mais perfeita e mais apaixonante.

    Ambiente
    Durante a época de formação, as azáleas necessitam de meia sombra, principalmente durante as horas mais quentes do dia. As Azáleas precisam apanhar sol de preferência nas primeiras horas da manhã ou últimas horas da tarde. A presença do sol é vital para estimular o aparecimento das flores. Locais muito escuros irão torná-las mais delgadas e diminuirão ou até impedirão a sua floração. As azáleas suportam muito bem o vento, mas devemos tomar o cuidado de regá-las com mais constância quando estas estiverem nesta situação.

    Solo
    Uma das peculiaridades das Azáleas é ser uma espécie calcífuga. Que significa que a presença do calcário é muito prejudicial à espécie. O solo de plantio deverá ser ácido, rico em matéria orgânica, com boa capacidade de reter água e umidade sem, contudo permanecer encharcado. As azaléias são plantas exigentes em ferro. O solo deve conter uma boa quantidade de matéria orgânica (casca de pinheiro ralada, pó de xaxim, matéria orgânica curtida, palha de arroz calcinada, etc.)

    Atenção:
    Toda a matéria orgânica deverá ter passado por um período de curtição por no mínimo 180 dias, ou poderão danificar as raízes da árvore bem como a formação de gases tóxicos no solo prejudicará à planta. Depois de curtida toda matéria orgânica deverá ser secada ao sol por alguns dias antes de armazená-la. Uma boa composição do solo para o plantio de nosso bonsai de Azálea é a combinação de: 40% de areia grossa ou pedrisco 3 mm (não calcária) tenho usado cacos de cerâmica 2 e 3 mm ao invés de areia por esse ser neutro + 60% de matéria orgânica. Todos os componentes do solo deverão estar secos e peneirados para a retirada de partículas muito miúdas e do pó antes de ser usado. Não se deverão usar húmos de minhoca por este ser um regulador de solo.
    Na maioria das cidades a água que sai da torneira é de origem calcária, o que acaba prejudicando a planta, mas há um pequeno truque que consiste na adição de vinagre ou limão na água em pelo menos uma rega por mês. Assim, asseguramos a manutenção da acidez do nosso solo.

    Rega
    Nas azáleas a rega assume uma grande importância. Na época da floração o solo deverá ser mantido permanentemente com um alto teor de umidade. Se descuidarmos da rega nesta época, poderemos perder todas as flores.. Fora da floração a coisa muda, as raízes das azáleas são como fios de cabelos e secam rapidamente, e isso é fatal para a planta. Regue com freqüência durante todo o ano, menos durante as geadas e nunca deixe o solo encharcado permanentemente, nada de prato com água debaixo do vaso. É muito importante deixar o solo secar levemente entre as regas, pois a azálea é muito propensa a fungos do colo da raiz. Devemos fazer pulverizações nas folhas e ramos da azálea principalmente nos dia mais quentes e mais secos. As azáleas gostam de umidade no ar. Porém devemos tomar o cuidado de não usarmos águas calcárias tal prática pode ter conseqüências por vezes letais para nossa planta, uma vez que a presença do calcário na água pode originar o entupimento dos estomas e conseqüente asfixia da planta.  Pulverize as folhas com água destilada ou água da chuva. Nunca pulverize as flores para não diminuir sua exuberância e seu período de vida.

    Adubação
    As azaléias gostam muito de adubos ricos em fósforo, como o NPK 4-12-4 (farinha de ossos).
    Dois meses antes da floração deverá ser usado o adubo NPK 4-12-8 que seguirá até inicio da floração.
    Não adube durante a floração. Existem adubos de ação lenta e de varias formulações como Osmocote, que poderá ser usado. Uma mistura orgânica que produz resultados excelentes é: Torta de Algodão ou Mamona 50% + Farinha de osso 50% colocada na borda do vaso a cada trinta dias na proporção de uma colher de sopa rasa para vasos com 20 a 22 cm de comprimento (vasos menores ou maiores deverão receber quantidade proporcional ao seu tamanho, coloque a mistura em um potinho perfurado e enterrado no solo para que a mistura não se espalhe e com o tempo torne o substrato do vaso compactado – retire o potinho com a mistura a cada 2 meses). Use duas vezes por ano algum adubo que tenha ferro quelado. Algumas pedrinhas de Laterita misturado ao solo já servirão. Adube com micros nutrientes durante quatro semanas pelo menos uma vez por ano. De preferência a adubos foliares. O uso de enraizadores pode ajudar a fortalecer plantas fracas ou aumentar a floração.
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    Irrigação
    A irrigação é um dos pontos mais importantes no cuidado e manutenção de uma pimenteira. É importantíssimo o controle da umidade da terra, para evitar queda de folhas e frutos. A pimenteira não resiste por muito tempo em solos extremamente áridos.

    Vale a pena salientar que não deve-se encharcar o solo, pois as raízes podem apodrecer e consequentemente destruir a planta .

    Algumas pessoas utilizam-se da técnica de pausas longas e excessivas da irrigação para forçar, através da aplicação de stress na planta, o aumento do crescimento dos frutos. Obtém-se bons resultados, mas muito cuidado deve ser tomado para evitar o enfraquecimento da planta. Normalmente a irrigação é suspendida até que as folhas da planta comecem a cair, como ocorre quando as plantas começam a murchar. Assim que a pimenteira chega a esse estágio, rega-se normalmente por 1 ou mais semanas e depois novamente aplica-se o stress sobre ela. Muito cuidado porque qualquer descuido pode fazer com que você perca sua planta.

    Normalmente irriga-se de 1 a 2 vezes por semana, evitando-se ao máximo que a água contenha qualquer quantidade de sal, pois as pimenteiras são extremamente intolerantes a ele. A falta de umidade da terra pode ocasionar em crescimento ou desenvolvimento debilitado e anormal de flores e folhas, resultando no não desenvolvimento de frutos de forma saudável.

    Ao irrigar, derrame a água apenas na terra ao redor da planta, nunca em seus frutos e folhas. Eles podem apodrecer, adquirir fungos ou doenças com mais facilidade e em muitos casos ocasionar a perda de sua planta.

    Adubação
    As plantas do gênero Capsicum apreciam solos com abundância de nutrientes. Sabe-se que as pimenteiras são extremamente resistentes a certas condições de solo e clima que seriam normalmente considerados como impróprio para seu cultivo. Mas isso não deve ser motivo para deixar que cresçam sem muita atenção.

    Nitrogênio, potássio, fósforo, dentre outros, são elementos que auxiliam e muito na formação e crescimento de raízes, folhas e frutos.

    Com relação a adubação, a regra “quanto mais melhor” não deve ser aplicada. Se for fornecido muito adubo para planta, principalmente se os frutos nem se quer apareceram, vai fazer com que a planta tenha muitos galhos, folhas com crescimento excelente, mas com poucos frutos.

    Se no segundo estágio do transplante da muda para seu local definitivo de cultivo for utilizado adubo na preparação da terra, é necessário apenas uma manutenção a cada 20 dias, utilizando adubo liquido diluído na água de irrigação na proporção indicada na embalagem do adubo. Caso tenha utilizado a terra de forma direta, apenas preparada com o humus ou substrato, faça a manutenção com o adubo liquido a cada 14 dias. As orientações anteriores devem ser feitas até que ocorra o surgimento das flores.
    Assim que as flores surgirem, inicia-se aplicação de adubo liquido semanalmente.

    Proteja contra rajada de ventos fortes
    É importantíssimo proteger a pimenteira de baixas temperaturas (caso a região apresente essas condições climáticas) e principalmente contra rajadas de ventos extremamente fortes. Isso pode prejudicar em muito o desenvolvimento da planta e conseqüentemente suas flores e frutos.

    Luminosidade
    As pimenteiras requerem muita luz (principalmente solar) para desenvolverem-se de forma plena e saudável. Apenas como lembrete, evite a exposição direta e excessiva da luz solar principalmente entre os horários das 10:30 a 16:30. Uma incidência muito forte de luz solar pode queimar flores e folhas, bem como seus frutos.

    Algumas variedades possuem frutos extremamente pesados para a estrutura da planta (por exemplo, o Pimentão ou a Cubanelle). Para evitar danos a estrutura de sua planta, será necessário sustentá-la com suportes feitos manualmente, como tiras de bambu e barbante.

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    Língua-de-sogra - (Sansevieria)

    As Sansevierias (vulgarmente conhecidas como “línguas-de-sogra formam um gênero de cerca de 70 espécies, originárias de regiões tropicais e subtropicais do Velho Mundo. Integram, consoante os autores, as famílias Ruscaceae, Agavaceae ou Dracaenaceae.

    São plantas xerófitas, herbáceas ou arbustivas, suculentas, perenes, com folhas afiladas, que crescem, conforme as espécies, de 20 cm até 3 m de altura. Formam frequentemente aglomerados densos. A flores têm um tom branco esverdeado e ocorrem num racemo com 40 a 90 cm de comprimento. O fruto é uma baga vermelha ou cor-de-laranja.

    Cuidados - Requerem um substrato bem drenado e regas moderadas. Nos meses de Verão, apreciam regas frequentes, desde que o solo não fique encharcado, mas nos meses mais frios é melhor deixá-las secas. A temperatura média mínima recomendada é 10°, mas toleram breves períodos de temperaturas mais baixas, desde que permaneçam secas. As Sansevierias são difíceis de manter num espaço limitado, já que tentam sempre expandir-se, lançando rizomas subterrâneos muito fortes, que podem quebrar o plástico ou o barro dos vasos.

    Propagação. A propagação faz-se geralmente por separação dos rebentos que a planta com frequência lança. Muitas espécies também podem ser propagadas através de folhas (mas não as formas variegadas). A propagação a partir de sementes é um processo lento.

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    As lavandas são vibrantes e cheias de cor, com flores lilás, cor de rosa, brancas e azuis. As lavandas são uma das flores mais populares, com mais de 250 variedades. Elas fazem belas ondulações, cheias de cor.

    As lavandas têm milhares de variedades, a rosa e a roxa são as mais populares. Elas crescem de plantas anãs até 1 ou 2 metros; variedades grandes crescem até 8 m. Plantas antigas podem crescer tão alto quanto 4 metros, com abrangência de cerca de 3 m. Existe uma variedade para atender a cada vontade de qualquer pessoa. E são arbustos de baixa manutenção.

    Ao requisitar suas lavandas, certifique-se que são garantidas de enraizarem por conta própria ou em estoque, e enxertadas em ligustro. Certifique-se de falar com o seu viveiro sobre todos os detalhes antes de encomendá-las.

    Dicas para o plantio
    -
    Plante na primavera, logo que o solo possa ser trabalhado. O plantio tardio pode diminuí-las, e elas não terão crescimento normal no primeiro ano.
    - Em climas com invernos rigorosos, é recomendado que você as plante no outono.
    - Nos solos de calcário ou neutros, espace as lavandas em 1,5 m. Certifique-se que é uma área ensolarada, com pelo menos 6 horas de sol diárias.
    - Espalhe as raízes verticalmente. Lavandas entrelaçam suas raízes, perto da superfície do solo.
    - Coloque por cima terra limpa, adicionando um adubo equilibrado, e esterco seco.
    - Regue abundantemente até primeira floração, exceto se você tiver muita chuva. Use uma cobertura solta sobre as raízes.

    Como cuidar das lavandas
    -
    Tome cuidado ao manusear as plantas, para evitar prejudicá-las.
    - Corte o tufo ou grama das hastes para evitar danos do cortador de grama.
    - Tome cuidado ao cortar. Se você aprender a cortá-los eles terão um melhor crescimento no próximo ano.
    - Cuidado com as pragas. Brocas do caule fazem buracos na planta, deixando para trás serragem, coincidindo com o novo crescimento, causando distorções que só podem ser vistas quando analisadas perto da folha.
    - Distorções são causadas por condições climáticas e a proliferação de mofo no final do verão.

    Poda
    -
    Corte os ramos próximos do solo primeiro;
    - Use uma serra estreita para evitar danos;
    - Se for um arbusto grande, corte os brotos;
    - Remova os pendões de sementes;
    - O corte pode reduzir as flores.

    Plante lavandas numa área onde exista uma boa drenagem, elas não gostam de ter suas raízes encharcadas. Você pode regá-las inconstantemente, mas o faça totalmente. Limpe as ervas daninhas para lhes dar uma aparência limpa. Ponha cobertura levemente para conservar a umidade, e mantenha as ervas daninhas longe para que possam sair novos brotos.

    Considere o local para a lavanda, pois ela é resistente e vai crescer muito ao longo dos anos, bem como se espalhar.

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    Nome Popular: Mapuá, Ciclanto
    Nome Científico: Cyclanthus bipartitus
    Divisão: Angiospemae
    Ciclo de vida: Perene
    Família: Cyclanthaceae
    Origem: Floresta Amazônica

    Arbusto entouceirado, ereto, robusto, pode ser cultivado em vasos grandes ou diretamente no chão onde formam grandes maciços muito ornamentais
    Suas folhas são grandes, largas e com pecíolo longo, bipartidas, dando a impressão de serem duas folhas. Pode chegar até a 1,80 m de altura. O destaque desta planta são as suas folhagens, há florescimentos, mas sem importância ornamental.

    Na floresta o solo é úmido e o sol é filtrado pelas árvores, então cultivo deve ser feito à meia sombra (não suporta luz direta das 10 às 17 hs), em substratos ricos em matéria orgânica, permeável e mantida umedecida. Não tolera geadas.

    Como plantá-la em jardins:
    Prepare a terra do canteiro retirando plantas mortas e qualquer outro tipo de raízes, acrescente adubo animal de curral bem curtido, cerca de 1 kg/m2 de solo, misturando com composto orgânico ou turfa modificada o quanto necessite. Incorpore a mistura no canteiro.

    Retire a muda do saco de cultivo, abra um buraco do tamanho do torrão e acomode a planta, cuidando para que as raízes não fiquem dobradas. Colocque terra ao redor da muda e aperte de leve para fixar melhor. Regue bem.

    A umidade é essencial para este tipo de planta, então regas frequentes ou irrigação por mangueiras são necessárias para seu bom desenvolvimento.

    Como plantá-la em vasos
    Escolha um recipiente de boca larga, não precisa se muito fundo, cerca de 50 cm está adequado.
    Proteja o fundo e as paredes do vaso com tinta impermeabilizante e deixar secar bem alguns dias.
    Coloque no fundo do vaso brita e areia úmida. Pode substitui por um pedaço de geomanta.
    Coloque mistura de composto orgânico e adubo animal numa proporção de 6:1 respectivamente e plante a muda.

    Se o vaso se destinar para cultivo em interiores, substitua o adubo animal por granulado NPK, na  formulação 10-10-10 cerca de 100 gr por vaso de tamanho grande. Plante a muda e regue bem.

    O solo do vaso pode ser protegido com casca de pínus lavada, isto diminuirá a evaporação da água de regas.

    O ciclanto pode ser propagado por separação de touceiras. Se estiver em canteiro, abra o maciço e com uma pá reta corte uma porção da planta, sempre levando folhas junto.

    Plante do mesmo modo indicado para plantio em vasos e deixar em cultivo protegido longe do sol.
    Para esta tarefa não há épocadeterminada.

    O ciclanto ainda é pouco usado em paisagismo. Não necessita de manutenção, a não ser a retirada de folhas fenecidas.
    A planta pode ser usada em recantos de muros e junto a escadas mais protegidas e sem sol, onde nem todas as plantas ficam bem.

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    pimenteiras

    As pimenteiras são plantas que apresentam facilidade para seu cultivo, pois não requerem cuidados excessivos e são realmente atraentes pela apresentação de seus frutos, bem como seu sabor. Mas às vezes algumas pragas ou doenças podem surgir, causando aborrecimento e mesmo dando um certo trabalho para o cuidado com a planta, sendo uma delas é a Antracnose.

    Dicas de como combatê-la:
    A Antracnose é uma doença causada por fungos que podem atingir as plantas da pimenta em qualquer estágio de seu desenvolvimento. Seu aparecimento é favorecido pelo aumento da umidade relativa do ar, principalmente em períodos de chuva ou mesmo pela utilização de irrigação por aspersão (borrifar ou respingar).

    As áreas da planta atingidas por essa doença apresentam marcas circulares com núcleo escuro ou alaranjado. A doença é altamente destrutiva e propaga-se com grande velocidade devido a facilidade de transmissão de seus esporos através da água. Ela pode surgir tanto devido à sementes infectadas, de procedência duvidosa, bem como de restos de cultivo anteriores. Uma epidemia pode arrasar até 100% da produção se não for detectada a tempo.

    Caso seja detectado a presença desses fungos em uma de suas plantas, é aconselhável destruí-la por completo para evitar a propagação. Não se deve utilizar restos de outros cultivos como parte de composto para preparação do solo para uma nova plantação. O controle das ervas daninhas também é muito importante, pois elas geralmente são hospedeiras desses fungos. Outra dica interessante é evitar a irrigação por aspersão, ou seja, deve-se focar o despejo da água sobre o solo em torno da planta, nunca em seu caule, folhas e frutos. O excesso de nitrogênio na adubagem também favorece o aparecimento desses fungos.

    Em boa parte dos casos, utilizam-se fungicidas para o tratamento da doença. Mas isso não evita a possibilidade de uma epidemia. Por esse motivo o tratamento preventivo é de enorme valia para garantir a saúde de suas plantas.

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    Não existe segredo para ter plantas bonitas e saudáveis em casa é dar a elas condições próximas as de seu habitat de origem. Para tal feito basta pensar na composição da terra a ser usada, na incidência de luz, na água e na nutrição.

    Veja os segredos para tratar o jardim de vasos de um jeito carinhoso e encontre sugestões de acessórios que ajudam na manutenção.

    No caso do cultivo em vasos, prefira recipientes de barro ou cerâmica por imitarem o solo, possibilitando que as raízes respirem mais facilmente. À noite, evite deixar as espécies sob a iluminação artificial: assim como as pessoas, elas precisam passar horas no escuro. Quando chove, sempre que possível, coloque os vasos debaixo d’água, com isso as plantas ganham viço depois de um bom banho de chuva. Essas regras simples nasceram da observação e da sensibilidade dos apaixonados por jardinagem. Convivendo de perto com seus exemplares preferidos, você também pode descobrir como tratá-los da melhor maneira possível. Quem gosta de plantas já entende o assunto. Mesmo que a pessoa erre um pouco no começo, basta ter paciência e atenção à natureza para aprender. As espécies vão nos guiando.

    Água na dose certa
    Como saber qual é a quantidade de água de que cada espécie precisa? Um caminho é observar o desenvolvimento das plantas para descobrir suas necessidades. Grande parte dos exemplares morre por excesso de água e não por falta dela. É preferível regar freqüentemente e sem exageros. Terra encharcada propicia o aparecimento de fungos e pragas e provoca o apodrecimento das raízes.

    Para não errar na dose, veja algumas dicas:
    • Sinta a umidade da terra pressionando o dedo no vaso até 2,5 cm de profundidade. Regue apenas se perceber que o solo está seco.
    • Procure molhar as plantas pela manhã. Assim haverá tempo para a absorção e a evaporação de um eventual excesso. A umidade que persiste por toda a noite aumenta a chance de um ataque de fungos.
    • Use um regador que passe entre as folhagens sem machucá-las e libere um pequeno volume de água por vez. Os de bico longo funcionam bem.
    • Durante os meses de inverno, as regas devem ser mais espaçadas, pois as plantas entram em repouso.
    • Vasos de barro absorvem mais água que os de plástico e pedem um intervalo menor entre as regas. Mas é justamente a porosidade do material que permite que as raízes respirem melhor.

    Algumas espécies, como a avenca, necessitam ainda de umidade no ar. Para criar essa condição, um recurso é pulverizar água ao redor da planta todos os dias, mesmo sem molhar a terra. Isso cria um microclima apropriado. Outra sugestão é tentar reproduzir uma mata, agrupando vários vasos num mesmo local. Juntas, as plantas transpiram e liberam maior volume de vapor d’água. Longos períodos sem regas deixam as plantas ressecadas e debilitadas, algumas não se recuperam e acabam morrendo. Quando você viajar, peça para um amigo que goste de jardinagem assumir a tarefa de regar ou, se a ausência for curta, instale no vaso um gotejador de plástico com regulagem de vazão.
    Uma alternativa para manter a terra úmida é a técnica do barbante: coloque água em uma garrafa PET, feche e faça um furo na tampa. Passe um barbante pela abertura, de forma que ele chegue ao fundo do recipiente. Enterre a outra ponta do fio no vaso.

    O preparo da terra
    A chamada mistura básica, usada para a maioria das plantas, tem a seguinte proporção de tipos de solo e outros ingredientes: 1/3 de areia de rio (a areia de mar não deve ser empregada devido à grande quantidade de sal), 1/3 de terra comum e 1/3 de material orgânico (húmus, esterco), do qual as plantas vão retirar os nutrientes fundamentais. Para dar leveza à receita, pode-se substituir a areia por algum substrato pronto que contenha vermiculita (rochas trituradas), palha de arroz ou outro item que deixe a composição mais areada e mantenha a água e os nutrientes disponíveis por mais tempo. Espécies tropicais, como as samambaias, que apreciam a umidade, podem ser plantadas em outra proporção de ingredientes: 2/4 de húmus, 1/4 de terra e 1/4 de areia.

    Qualquer que seja o tipo de planta, as dicas abaixo ajudam a aproveitar melhor os nutrientes do solo:
    • As regas vão achatando a terra. Sempre que notar que ela está endurecida, revolva para afofar, com o cuidado de não ferir caules e raízes.
    • Se não conseguir deixar a terra soltinha, verifique se as raízes da espécie cresceram demais. Em caso positivo, é hora de transplantá-la para um vaso maior.

    Luz garante o verde
    Sem luminosidade, as plantas não realizam a fotossíntese, uma de suas funções essenciais. O pigmento verde clorofila, sob a ação da luz, retém gás carbônico, libera oxigênio e vapor d’água, que refresca os ambientes. A fotossíntese também é o processo pelo qual as espécies produzem os açúcares que as alimentam. É por isso que, em local escuro, as plantas enfraquecem a ponto de fenecer. Há, claro, exceções. As variedades de interior, de verde mais intenso, suportam melhor os ambientes com baixa luminosidade. Já as folhagens coloridas, como o cróton, e as espécies floridas não abrem mão de luz solar para realçar seus matizes. Se você cultiva exemplares dentro de casa, não se esqueça destes detalhes:
    • A claridade das janelas chega lateralmente às plantas, que tendem a crescer em direção à luz. Resultado: um lado fica mais farto e viçoso que o outro. Para evitar o problema, gire o vaso com regularidade.
    • Quem tem quintal ou varanda aberta pode fazer um rodízio: deixe os vasos que ficam em ambientes fechados tomando sol por alguns dias e traga os da área externa para o interior.

    Cuidados ao podar
    A remoção de partes da planta só deveria ser efetuada com um objetivo: dar saúde e vigor à espécie. Isso quer dizer retirar galhos secos, doentes e mal-formados, que danifiquem o equilíbrio do formato original da planta. A operação é conhecida como poda de limpeza. Excetuando esses casos, não se deveria podar, pois cada corte desnecessário faz a planta sofrer um estresse.
    No caso de plantas lenhosas, que tenham galhos duros e secos, recomenda-se, após o corte, passar algum cicatrizante no local, como o gel das folhas de babosa (Aloe vera) ou própolis em gotas. Espécies que dão flores merecem uma atenção a mais: sempre remova as flores secas e murchas. Flores mortas podem apodrecer e levar ao aparecimento de fungos.

    Adubo que revigora
    Os três elementos básicos para um solo sadio estão contidos na sigla NPK, que significa nitrogênio, fósforo e potássio. Eles podem ser comprados juntos, em um adubo à venda em lojas de jardinagem, ou separados, em fontes naturais. O nitrogênio é encontrado em húmus de minhoca, esterco e torta de mamona, o fósforo, na farinha de ossos, e o potássio, em cinzas de madeira obtidas da queima de lenha. Você pode pedir o material em uma pizzaria ou padaria. Já as cinzas de churrascarias contêm muito sal e prejudicam as plantas.

    Outras dicas para uma adubação correta
    • Use de preferência adubos orgânicos. Eles contêm os mesmos microorganismos do solo e tornam a terra nutritiva e fofa para que as plantas respirem melhor.
    • Retire cerca de um terço da terra do vaso, acrescente o adubo a ela, na proporção indicada, e depois recoloque a mistura no recipiente.
    • Após a adubação, molhe a terra. A água serve de condutor para os sais minerais e dissolve eventuais excessos, que podem prejudicar as raízes.

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