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  • Guanandi – (Calophyllum brasiliensis Cambess)

    Nome científico: Calophyllum brasiliensis Cambess, que quer dizer Folha Bonita do Brasil
    Nomes populares: Jacareúba, Santa Maria, Cedro-do-Pântano e Cedro-Mangue, entre outros

    Guanandi é uma árvore nativa do Brasil com maior vantagem ao meio ambiente e a  biodiversidade, ocorre em todos os estados brasileiros sendo versátil a todos os tipos de solos e climas.

    Adapta-se em terrenos onde outra espécie teria dificuldade, mesmo sendo elas terras pobres, pedregosas, rasas ou sujeitas a inundações.

    Tem uma enorme capacidade germinativa e é a única árvore de madeira de qualidade do mundo capaz de crescer em baixo d’água e também das poucas que conseguem conviver com cactos em clima desértico.

    Um fruto de guanandi pode atravessar a costa brasileira, e sua semente é capaz de germinar em solo africano depois disso.

    Madeira de  Lei para fabricação de móveis finos, para uso naval porque não apodrece em contato com a água, reconhecido desde os tempos do império, tendo merecido o primeiro decreto império brasileiro em 1835, declarando o guanandi a primeira madeira de lei do país, Já em 1810 um decreto determinava a exclusividade do corte para a coroa, foi muito utilizada na construção de navios das frotas portuguesas e inglesa.

    Altura – 20 à 30 m, tronco de 40 – 60 cm, corpo arredondado

    Folhas apostas e simétricas, de duas em duas quando muito jovens e de quatro em quatro nas adultas.

    Folhas Glabras, coriáceas, de 10 – 13 cm de comprimento por 5-6 de largura.

    Flores Brancas em florescência em cacho.

    Floresce durante os meses de Setembro / Novembro. A maturação dos frutos ocorre durante os meses de Abril / Junho

    Como plantar
    Manter as mudas em ambientes semi-sombreado até próximo de serem levadas ao plantio no campo, faça uma cova de 40 cm x 40 cm x 40 cm, o espaçamento ideal fica em torno de 3 X 2 m, o que possibilita de 1.000 a 1.500 mudas por hectare. Um tanto de esterco de curral e 200 g de adubo básico (NPK).- Nitrogênio (N), Potássio (K) e Fósforo (P) – e a adubação de cobertura, com Nitrogênio (N).

    Necessita também de podas, pois sua desrama é fraca.

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    Thysanoptera

    Thysanoptera é uma ordem de insetos, chamados genericamente de tripes. São insetos pequenos, variando de 0,5 a 13 mm, de cor escura na fase adulta. A sua principal característica morfológica são as asas do tipo franjada ou asas franjadas.

    Características
    Além do tamanho diminuto, que nos adultos varia de 0,5 a 14 mm de comprimento, os tripes caracterizam-se por apresentarem um aparelho bucal do tipo picador-sugador assimétrico, formado por uma única mandíbula, a esquerda. A coloração dos adultos é muito variável. Existem espécies de cor escura, castanha, amarela, alaranjada e também esbranquiçada.

    Devido a essa plasticidade no seu hábito alimentar, estes insetos ocupam um número variado de habitats, tais como: flores e folhas de inúmeras espécies vegetais, cascas de árvores, em galhas produzidas por eles ou por outros insetos. Podem também estar associados à ninhos de pássaros e mamíferos, ou ainda à formigueiros e cupinzeiros.

    É uma praga muito comum em Ficus. Em alguns lugares do Brasil o seu é muito conhecido como Tripes ou lacerdinhas, atacam muito as folhas dos fícus, fazendo com que elas venha a enrolar/dobrar, onde os lacerdinhas se multiplicam e danificando todas as folhas.

    Como combater: A melhor maneira para combater seria inseticida para plantas, aplicar nas folhas todas e depois de 10 minutos retirar as folhas que estão fechadas e depois de 1 mês fazer nova aplicação e sempre fazer o controle para ele não voltar.

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    Em interiores, as ervas necessitam de leve movimentação de ar. Você pode obtê-la deixando uma fresta da janela aberta durante duas horas por dia. Contudo, convém ter cuidado, pois, combinada com uma porta aberta, a fresta da janela forma uma corrente de ar, que resseca os brotinhos da planta e impede o seu posterior desenvolvimento.

    Multiplicação
    Geralmente as ervas multiplicam-se por meio de sementes ou, então, por estaquia de galhos. A vantagem das estacas é que elas podem ser plantadas em recipientes mais rasos, pois desenvolvem suas raízes mais perto da superfície.

    Seja qual for o método de multiplicação empregado, nunca encha inteiramente o vaso com o substrato (partes iguais de terra, areia e composto orgânico): deixe 2 cm de borda para facilitar as regas. E nunca se esqueça de revestir o fundo do vaso com pedrinhas para facilitar a drenagem.

    Recipiente
    As qualidades exigidas de um bom recipiente para o cultivo são: resistência ao ressecamento e umidade e aspecto decorativo. Os vasos comuns de barro geralmente são satisfatórios; mas nada impede que você mande fazer vasos com outros materiais.

    Se você for aproveitar um vaso velho, não deixe de lavá-lo muito bem. Vasos novos de materiais porosos, como os de barro, precisam ficar de molho a fim de absorverem umidade; caso contrário, poderão assimilar toda a água do substrato. Se você, mesmo dispondo de pouco espaço, quiser plantar várias espécies de ervas num único recipiente grande, lembre-se de que ele precisa de buracos de drenagem correspondentes ao seu tamanho.

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    Cryptomeria japonica
    Família: Cupressaceae
    Origem: Japão e China
    Altura:
    70 metros
    Diâmetro:
    Mais de 4 m de diâmetroLuminosidade: Pleno sol ou meia-sombra
    Luminosidade: Pleno sol ou meia-sombra

    A Araucária-do-Japão, é a árvore nacional do Japão, geralmente é plantada em torno de templos e santuários. Em outras partes do mundo é amplamente cultivada como ornamental pela belíssima coloração de sua folhagem e seu porte extraordinário, formando um conjunto único.

    Sai madeira é perfumada, rosa avermelhada, leve, mas muito forte, impermeável e resistente a deterioração. É extensamente utilizada no Japão para construção de casas e em interiores.
    Esse gigante da natureza possui crescimento rápido e de fácil cultivo.

    A Araucária-do-Japão é simétrica, uniforme e imponente, quando plantadas em conjunto, formam uma belíssima tela de privacidade e quebra ventos.

    Podem ser cultivadas em vasos e fazem belíssimas arvores de natal.
    Também é muito apreciada e altamente valorizada naquela região na arte do bonsai. Uma das poucas coníferas que regenera após um corte e promove novas brotações. Apreciam solos que retenham boa umidade e promovam boa drenagem.

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    Árvore da China ( Koereulteria bipinatta )
    Essa é sem dúvida a questão mais importante do plantio de árvores em ambientes urbanos. A escolha deve ser baseada em alguns aspectos práticos, para que consigamos escolher uma árvore que realmente satisfaça as nossas necessidades e melhore o ambiente, sem que prejudique as calçadas e arrisque nossa residência.

    Os principais aspectos a serem levados em conta estão listados a seguir:
    - Tipo de raiz da planta – plantas de raízes superficiais e muito vigorosas são péssimas escolhas para o plantio em calçadas. As raízes das plantas podem arrebentar o concreto das calçadas, estourar tubulações, e até mesmo danificar a estrutura da casa. Evite ao máximo o plantio de espécies desse tipo, como o fícus ou o flamboyant.

    - Resistência dos galhos da árvore – muitas vezes nos tentamos a plantar árvores de crescimento rápido, mas em geral, essas possuem galhos frágeis, que podem ser quebrados facilmente pelos ventos e chuvas, podendo ocasionar acidentes. Para evitar isso, não utilize espécies de crescimento muito rápido, como o flamboyant.

    - Queda de folhas – se você não quer ter que varrer sua calçada muitas vezes, procure escolher espécies cujas folhas não caem em determinada época do ano. Dê preferência a árvores de folhas mais largas, que sejam de fácil retirada.

    - Sombreamento – se você desejar um bom sombreamento da rua, utilize espécies com copa densa e ampla. Uma boa opção nesse sentido é o chapéu-de-sol.

    - Obstrução de passagem – procure não utilizar espécies que possuam galhos muito baixos, ou que sejam arbustivas, pois elas normalmente não produzem sombreamento, além de atrapalharem a passagem de pedestres nas calçadas. Procure não utilizar espécies como a espirradeira, que além de inadequadas, são extremamente tóxicas.

    - Clima da região – o clima da região é um fator importante. Algumas plantas de clima frio não se desenvolvem bem em climas quentes, e vice-versa. Procure se informar sobre a capacidade de adaptação da planta ao local de plantio.

    - Tipo de frutos - muitas pessoas já tiveram a infelicidade de ter o vidro do carro quebrado por uma manga que caiu de um pé plantado na calçada. Além disso, há um perigo ainda maior de cair um fruto pesado e duro sobre alguém, podendo até mesmo levar a pessoa a óbito. Evite espécies como a sapucaia no plantio em calçadas.

    - Toxidez- algumas plantas são muito tóxicas, além de atraentes para as crianças. Tome cuidado ao utilizar plantas que são tóxicas, já que seus efeitos podem ser desde queimaduras leves, até a cegueira ou mesmo à morte. Evite plantas como a espirradeira.

    Com base nesses fatores, fica muito mais fácil escolhermos qual planta colocarmos em nossas calçadas.

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    Cóleus (Solenostemon scutellarioides)

    Nome Científico: Solenostemon scutellarioides
    Nome Popular: Cóleus, Coração-magoado
    Família: Lamiaceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: Java e Malásia
    Ciclo de Vida: Perene

    O cóleus é uma planta herbácea muito apreciada pelo colorido de suas folhas. É uma planta de baixa manutenção, não exigindo podas e tolerando um pouco a estiagem. Atinge cerca de 40 a 90 cm de altura, de acordo com a variedade.

    Ela originou-se da hibridização entre espécies do gênero Solenostemon, como S. laciniatus e S. bicolor e atualmente conta com numerosas cultivares.

    Suas folhas são grandes e é interessante observar que as cores das folhas podem formar degradeés ou contrastar bruscamente. Suas folhas possuem coloração variada, em tons de verde, vermelho, amarelo e roxo.
    Possui flores azuladas que surgem em espigas, acima da folhagem, surgem em qualquer época do ano e têm importância ornamental secundária.

    Você pode também remover as flores, o que estimula o crescimento mais viçoso das folhas.

    É uma planta de rápido crescimento e relativamente rústica e de baixa manutenção, pois não exige podas. Entretanto, não tolera geadas ou temperaturas muito baixas.

    A planta se desenvolve melhor quando cultivada sob à meia-sombra ou pleno sol. Entretanto, suas folhas podem não ficar bonitas quando deixadas sob sol pleno, e perder sua coloração quando em ambientes escuros demais. Uma umidade do ar em torno dos 60% é ideal para a planta. Em locais muito secos, regas mais freqüentes podem ser necessárias.

    Se cultivado em vasos, você pode manter a planta compacta simplesmente arrancando as pontas dos galhos maiores, o que estimula o crescimento de pequenas ramificações. Apesar de perenes, nos jardins são tratados como plantas bienais por se tornarem espigadas e de mau aspecto com a idade. Quando a planta não estiver mais bonita, replante-a através de mudas feitas por estacas dos ponteiros.

    Procure manter o solo sempre úmido, regando novamente sempre que o solo estiver levemente seco, pois as folhas podem cair se o solo ficar seco demais.

    Como reproduzir: É fácil multiplicá-los por meio de sementes ou estacas retiradas dos ponteiros. Basta cortar a ponta de alguns ramos e enterrar a base em um vaso.

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    Licuala Grandis

    1 – Caule
    O caule de uma palmeira é do tipo estipe, com anéis que são as cicatrizes deixadas pela bainha das folhas. São alongadas, cilíndricas ou colunares, geralmente sem ramificações, ostentando no ápice um tufo de folhas.

    Existem vários tipos de caule, suas características muitas vezes, permitem o reconhecimento:
    - Caule único (Palmeiras monocárpicas não ramificadas: caule simples ou solitário compreende a maioria das espécies de palmeiras;

    - Caule entouceirado (Palmeiras policárpicas não ramificadas): caules múltiplos que formam touceira (arca-bambu, palmeira-de-macarthur, palmeira-laca, entre outras);

    - Caule ramificado (Palmeiras ramificadas): é muito raro, o único gênero conhecido é Hyphaene, que se ramifica a semelhança de uma árvore e ocasionalmente algumas palmeiras também ramificam como areca e fênix.

    Quanto à superfície do caule, podem ser lisos ou desprovidos de qualquer revestimento, com espinhos (Acromia aculeata), pêlos (Coccotrhnax crinita), revestidos de tecido fibroso (Taphis excelsia e Trachycarpus fortune).

    2 – Raízes
    O sistema radicular das palmeiras é fasciculado, do tipo “cabeleira”, ou seja, não possui raíz principal. Algumas espécies de mata úmida possuem raízes aéreas, que complementam o sistema radicular. Por não serem profundas, não prejudicam as estruturas de piso e parede como algumsa espécies de árvores. São ideais para ornamentar ambientes próximos às piscinas.

    3 – Folhas
    Podem ser pinadas ou palmadas (leque), são divididas em quatro partes:
    - Bainha: parte que liga a folha ao estipe (pode envolvê-lo parcial ou totalmente):
    - Pecíolo: liga a bainha ao limbo, parte livre da folha, pode ser curta ou alongada;
    - Ráquis: eixo principal do limbo, onde os folíolos se inserem;
    - Limbo: á a parte folhosa verde que pode ser inteira ou dividida em formas variadas.

    4 – Palmito
    É a região principal de crescimento da planta, sendo uma estrutura compacta protegida pela base das folhas (bainha) que, nesse local, se apresentam muito eretas e alongadas. O palmito pode ser visível ou não, no topo da palmeira. Esta é a característica que permite diferenciar a palmeira-real (Roystonea regia), da imperial (Roystenoa oleracea), a primeira tem seu palmito à msotra, a última o tem escondido pelas folhas e inflorescências. Também destacamos a palmeira-laca (Cyrtostachys renda) que se caracteriza pelo palmito extremamente vistoso de cor vermelho sangue no ápice.

    5 – Ambiente
    Grande parte das palmeiras é originária de regiões tropicais, algumas preferem à meia sombra, mas a maioria precisa ambientes ensolarados.

    6 – Inflorescência
    As flores das palmeiras não possuem valor estético. São agrupadas em uma inflorescência que recebe o nome de espádice, envolvidas por uma ou mais brácteas chamadas espatas, e podem se localizar abaixo, entre ou acima das folhas.

    7 – Fruto
    Conhecido como coco ou coquinho, é geralmente um fruto drupáceo carnoso, às vezes seco e fibroso. Apresenta valor ornamental e comercial, fornecem muitos produtos úteis ao homem como frutos (cocos, tâmaras), palmito, sagu, óleo, cera, fibras, material para construções rústicas, entre outros.

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    Leucophyllum

    Nome científico: Leucophyllum frutescens
    Nome popular: Folha-de-prata, chuva-de-prata, Texas SageFamília: Scrophulariaceae
    Ciclo de vida: Perene
    Origem:
    Estados Unidos e México 
    Porte:
    1,50  a 2,50 metros de altura
    Folhas: Cinza-prateadas, bastante ornamentais.

    Folha-de-prata - ( Leucophyllum frutescens )

    Arbusto com ramos e folhagens prateadas muito ornamental. As flores se apresentam solitárias em forma de sino, de corola cor rósea-lilás, com cinco lobos e as cores variam do branco ao roxo e se formam em mais de uma época do ano, mas predomina mais na Primavera

    Esta planta foi introduzida no Brasil recentemente e deve ser cultiva a sol pleno.
    Aprecia solos permeáveis e invernos de temperaturas amenas como nas regiões Sul e em regiões de altitude da região Sudeste.

    Não gosta muito de fertilizantes. Pode ser usada como planta isolada, cercas-vivas e vasos. Vai bem em plantações a beira-mar.

    Para que tenha floradas é  necessário podar quando estiver sem flores.
    Multiplica-se por estacas e sementes.

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    Amérstia
    A amérstia (Amherstia nobilis) , também é conhecida como ou rainha das flores, é considerada por muitos como a mais bela e nobre das árvores floríferas. Sua copa é majestosa, densamente folhada e apresenta um belo florescimento com várias flores em cachos pendentes. O rosa claro e o vermelho são as cores predominantes nas flores.

    A Amherstia nobilis é uma cesalpinácea da família das leguminosas nativa de Burma (atual Myanmar), pequeno país localizado na Ásia, mais precisamente na porção norte-ocidental da península da Indochina, tendo grande parte do seu território coberto por florestas tropicais, e da Índia onde chega a atingir de 10 a 20 m de altura..

    A Amherstia é espécie única no gênero e no Brasil foi introduzida pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Adaptou-se bem, porém deve ser cultivada em regiões tropicais e com inverno ameno, em solo rico em matéria orgânica, bem drenado com bom teor de umidade tanto no solo como no ar, sendo ideal o seu cultivo no litoral. Isto não significa que não possa ser cultivada em locais mais frios e secos; nestes locais durante os meses de estiagem devem ser feitas irrigações periódicas, pois suas folhas novas com a falta de umidade tendem a secar as bordas. Também precisa ser plantada a pleno sol, assim apresentará um florescimento abundante.

    O plantio das mudas deve ser feito em covas espaçosas (60 cm de diâmetro por 60 cm de profundidade) adubadas com 20 litros de esterco de curral bem curtido e 500 g de superfosfato simples ou farinha de ossos.

    flor da AmerstiaUma curiosidade é que as flores são parecidas com as flores das orquídeas.

    Durante o desenvolvimento inicial a coroa ao redor do caule deve ser protegida com cobertura morta, livre de gramíneas ou outras forrações. Após 3 meses de plantio já deve ser iniciada a adubação química trimestral com NPK 10-10-10 primeiramente com 50g aumentando as aplicações conforme o desenvolvimento da planta. Plantas obtidas por alporquia e bem nutridas florescem já no primeiro ano de plantio.

    As mudas de Amherstia são obtidas de alporquia e também através de sementes que devem ser coletadas debaixo da árvore logo que caiam , evitando que fiquem muito tempo expostas para que não ocorra um ressecamento das sementes dificultando a germinação.

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    cyrtopodium_saintlegerianum

    As Cyrtopodiums estão entre as orquídeas predominantemente brasileiras que florescem no terceiro trimestre do ano. De fato, quase todas as espécies desse gênero, quase que exclusivamente brasileiro, florescem nesta época.
    Entre as espécies mais robustas e ornamentais, temos Cyrtopodium saintlegerianum, que, com suas grandes flores amarelas e marrons, colore os cerrados da região central do Brasil, que, nesta época, apresentam as árvores sem folhas. Esta espécie é uma das poucas epífitas no gênero.

    Ocorrência e hábito vegetativo
    Centro-oeste brasileiro, como epífita, sobre palmeiras, às vezes no tronco, outras vezes na bainha das palmas.
    Produz grandes bulbos, de mais de 60 cm, recobertos por bainhas firmemente aderidas, com 6 e, por vezes, mais folhas.

    Cultivo
    O Cyrtopodium saintlegerianum deve ser cultivado buscando-se reproduzir, no mais possível, as condições predominantes no cerrado brasileiro, de onde ele é originário: vasos de pouca profundidade (ou fundo de drenagem ocupando 2/3 do vaso), com substrato bastante poroso e não compactado.

    Luz
    Pode ser cultivada em pleno sol, havendo boa ventilação e circulação de ar. Temperatura mais adequada Dias quentes, acima de 30 º no verão e abaixo de 20 º no período seco de inverno, com boa queda de temperatura à noite.

    Umidade e rega
    Está adaptada às condições do cerrado, com um longo período seco que antecede a época de floração. A rega é a normal, com duas ou três por semana, sal entre julho e setembro quando deve ser reduzida para uma vez por semana.

    Fertilização e tratos culturais
    Fertilizantes com NPK igual, com adições periódicas de cálcio e magnésio. Aceita bem a combinação de torta de mamona, farinha de ostra e cinza de madeira.

    Flor e floração
    Inflorescência apical, mais vezes com hastes secundárias. Produz centenas de flores quando bem florido, com um belo espetáculo visual.

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