Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • mangueira

    Existem quatro tipos principais de poda: poda de formação, poda de limpeza, poda verde e poda de frutificação. As três primeiras são indicadas para todas as frutíferas; a poda de frutificação é indicada para algumas frutíferas, como o pessegueiro, figueira, kiwi e videira.

    Material necessário
    Em qualquer das podas utiliza-se serrote, tesoura de poda pequena e tesourão para cortar galhos mais grossos, todas as ferramentas devem estar bem afiadas para facilitar o trabalho. Devemos ter cuidado com os galhos podados, estes devem ser retirados para fora do pomar e queimados logo em seguida para evitar o surgimento de doenças ou pragas.

    Poda de formação
    É chamada de formação porque é feita quando a muda está ganhando corpo, serve para orientar o crescimento da planta e também estaremos desde cedo, fazendo com que os ramos sejam bem distribuídos de forma a garantir que mais tarde a planta receba toda a luz e ventilação de que vai precisar para o seu pleno desenvolvimento.

    Quase sempre as mudas compradas nos viveiros já vêm bem-formadas, com 3 ou 4 ramos saindo de posições diferentes do tronco, constituindo o que é chamado de copa ou copada.

    As frutíferas de clima temperado são geralmente podadas nos três primeiros anos e conduzidas para crescer em forma de vaso ou taça. No primeiro inverno de sua vida a árvore se limita aos ramos básicos; do  primeiro para o segundo ano deixa-se brotar apenas mais três ramos novos sempre de posições diferentes e para fora, assim no  segundo ano a árvore apresentará seis ramos; no terceiro ano, deveremos ter doze ramos, são os que darão a forma definitiva da árvore. Devemos ficar atentos para o surgimento de brotos ladrões e do excesso de brotos novos que ocorrem logo após a poda e que devem ser eliminados.

    Os doze ramos da copa podem ser tutorados para que sejam conduzidos de forma mais aberta, com isso será facilitado os tratos culturais e as futuras colheitas, porque as árvores ficarão mais baixas.

    Poda de limpeza
    Este tipo de poda serve para todas as frutíferas e deve ser feita durante toda a vida destas. O objetivo é revigorar a árvore antes de cada safra. Recém plantada a árvore, devemos eliminar os brotos que surgem logo abaixo da copa e do ponto de enxertia, esses brotos são ladrões e se alimentam da seiva da planta enfraquecendo-a. Quando temos uma planta mais velha, com três, quatro ou mais anos, devemos também eliminar todo e qualquer galho seco, mal-formado ou doente que a planta apresentar. Também no interior da copa  surgem ramos ladrões que crescem verticalmente e devem ser eliminados.

    Outro problema é com ramos que se aproximam demais do solo sendo uma porta de entrada para pragas e doenças sendo os mesmos erradicados da mesma forma ( o ideal é manter distância de 30-40 cm entre o solo e os ramos da planta).

    Poda verde
    Deve ser realizada após o terceiro ano de vida, quando a planta está bem viçosa, no auge do crescimento. Se a folhagem for muito densa a ponto de comprometer a ventilação e a penetração de luz na árvore a safra será prejudicada. A poda verde é um raleio de folhas, excesso de ramos e brotações com pouco ou nenhum fruto.

    Poda de frutificação
    É utilizada somente nas fruteiras de clima temperado, é realizada quando as plantas estão em repouso, serve para eliminar ramos antigos, que deram frutos no ano anterior, permitindo que os ramos novos carreguem a safra com mais força e vigor. A seguir vamos falar de algumas plantas que necessitam de podas mais elaboradas para obter boas produções:

    Pessegueiro
    Os pessegueiros somente frutificam nos ramos novos, formados na última estação de crescimento ou nas pontas de ramos que já frutificaram. A poda de frutificação se faz quando a planta está em repouso vegetativo, eliminando os ramos que já produziram, os ramos vegetativos (que não irão produzir) e desbastando o excesso de ramos floríferos. Um sistema que dá bons resultados é o de eliminar, no inverno, os ramos que já produziram e floresceram, podando-os bem rente ao tronco. Esse mesmo sistema se aplica às nectarineiras.

    Figueira
    É uma árvore muito sensível a doenças como a ferrugem das folhas e a broca da figueira. Devido a esse fator  aliado ao figo só frutificar em ramos novos, adota-se uma poda drástica depois da colheita de cada safra. De julho a agosto todos os ramos velhos devem ser podados até o tronco. Devemos deixar apenas duas ou no máximo três gemas de onde brotarão os ramos novos.

    Kiwi
    O kiwi apresenta uma vegetação muito densa e vigorosa, devendo ser feita no inverno a eliminação dos brotos ladrões e a limitação dos braços frutíferos. Mantenha em cada braço de seis a oito borbulhas. Recomenda-se um desbaste no período vegetativo para reduzir um pouco a folhagem. Cuidar para que os ramos não cheguem muito próximos do chão.

    Videira
    Para as videiras são indispensáveis dois tipos de poda: a poda de inverno e a poda verde. A poda de inverno é feita durante o período vegetativo da videira, para decidir sobre o momento mais adequado, exige-se um olho bem experiente. É quando as gemas dos ramos que serão podados se mostrarem inchadas ou quando através do corte da ponta do ramo a videira começa a “chorar”. Usa-se como prática, podar as videiras durante a fase da lua minguante de agosto, porque neste período a seiva da planta se concentra nas raízes, não ocorrendo o perigo de a planta “chorar” demais, enfraquecendo-se.

    Quem não fizer a poda de inverno se arrisca a ver brotarem todas as gemas da planta, formando um número excessivo de ramos que vão carregar até três cachos, como resultado teremos ramos e frutos de mau aspecto. A poda de inverno disciplina o  crescimento, criando um equilíbrio na planta, com produção de qualidade.

    A poda de inverno pode ser curta, longa ou mista. A poda curta é indicada para as variedades Niágara (de mesa) é uma poda que preserva apenas uma ou duas gemas, cada ramo brotado da gema produzirá de um a três cachos. A poda longa é praticada nas culturas de uva Itália e Rubi. Ela preserva um ramo mais longo com um limite de doze gemas conforme o vigor da planta, faz-se isso porque a Itália só produz cachos a partir da terceira gema. A poda mista mantém alguns ramos curtos e outros longos. Pode ser utilizada com sucesso em todas as variedades de mesa. O critério da poda é do produtor que irá estabelecer quais os ramos que devem permanecer curtos ou longos para uma produção equilibrada.

    Em qualquer caso deve-se pincelar as gemas um ou dois dias após a poda com calciocianamida ou cianamida nitrogenada para estimular uma brotação mais uniforme das gemas.

    A poda verde inclui todas as operações realizadas durante o período vegetativo da videira, desde a brotação até a colheita, para que a planta produza melhor. Na desbrota deixe apenas dois brotos onde houver aglomerados deles, também se elimina os brotos do tronco da videira até a altura do arame da espaldeira.

    Após, eliminar os ramos que nascem nas axilas das folhas conhecidos por ramos netos. Devemos cortar a extremidade dos ramos herbáceos do ano, que devem ficar, no máximo, com seis folhas após o último cacho, isso favorecerá e estimulará o desenvolvimento dos frutos. Os cachos não podem ficar encobertos por folhas que impeçam a passagem do ar e da luz ou que dificultem a nossa visão sobre o cacho. Finalmente promova o desbaste, quando as bagas estiverem ainda pequenas eliminando os grãos que se apresentem defeituosos permitindo cachos de muito mais qualidade.

    38413

    Crassula ovataCrassula ovata

    As suculentas são plantas em geral originárias de regiões relativamente secas, que apresentam folhas ou caules carnudos que podem armazenar água. Existem muitos tipos de suculentas (incluindo os cactos), que podem ser facilmente cultivadas em interior e exterior. Neste último caso, estão as agaves (piteiras), que podem ser deixadas livremente no exterior.

    Outras, com folhas pequenas e delicadas ou revestidas de algum indumento branco, não devem ser deixadas à chuva. Alguns Pachyphytum e echevérias integram-se nesta categoria. Quando os colocar no exterior, ponha-os sob um vidro ou plástico transparente para proteger as folhas de quaisquer danos eventuais que uma chuvarada forte lhes possa causar.
    A exceção das havórtias e gastérias, que se dão melhor em lugares com alguma sombra, as suculentas cultivadas em interior necessitam de bastante sol direto. No entanto, como a luz proveniente de uma janela iluminada pelo sol tem uma incidência unilateral, as plantas suculentas devem ser regularmente giradas para evitar um crescimento desigual.

    Vire cada espécime uma vez por dia durante as estações de maior luminosidade. Uma planta que pareça estiolada (com um crescimento anormalmente grande e pouco denso) está provavelmente a receber uma luz insuficiente.
    Devido à sua defesa natural contra as secas, as suculentas não murcham tão rapidamente como as outras plantas quando privadas de água. No entanto, regue-as com certa frequência durante o período de crescimento ativo e apenas o suficiente para evitar que sequem completamente durante o período de repouso.

    Muitas plantas suculentas tem folhas ou caules delicados que podem facilmente ficar definitivamente marcados e danificados se as plantas forem regadas sem cuidado ou salpicadas. A melhor forma de regar qualquer destas plantas consiste em colocá-las num vaso ou outro recipiente contendo cerca de 5 cm de água e deixar que, por capilaridade, a água suba até umedecer a superfície da mistura. Em seguida, retire o vaso e deixe-o drenar.

    Nunca deixe os vasos em água por mais tempo do que o suficiente para umedecer a mistura até à superfície. Se, por qualquer razão, não convier regar cada suculenta individualmente através deste processo, use um regador de bico muito estreito e evite salpicar os caules ou folhas. Não é geralmente aconselhável regar de novo, mesmo durante o período de crescimento ativo, antes que a camada superior de 1 cm seque completamente.
    As suculentas de crescimento rápido devem ser adubadas com um adubo líquido de duas em duas semanas. As suculentas de crescimento lento não necessitam geralmente de qualquer adubação.

    pachyphytum-oviferumPachyphytum oviferum

    flor da Pachyphytum oviferumFlores da Pachyphytum oviferum

    A Flor de pedra (Pachyphytum oviferum), é uma das suculentas mais apreciadas.  As folhas, acinzentadas e matizadas de cor-de-rosa, apresentam uma camada de polvilho branco. Produz flores de um vermelho-vivo.

    Na sua maior parte, as suculentas contam-se entre as plantas de propagação mais fáci, seja por rebentos, estacas de folha ou semente.
    Os espécimes que não se ramificam produzem frequentemente rebentos, geralmente em redor da base, que podem normalmente ser retirados com cuidado, plantados em vasos pequenos e tratados imediatamente como plantas adultas.

    Outras suculentas, como, por exemplo, alguns membros da família Crassulocecie. podem ser propagadas por estacas de folha, as quais devem ser cuidadosamente retiradas, após o que devem secar por dois ou três dias. A folha seca pode então ser colocada sobre a superfície da mistura ou, no caso de uma folha comprida e lanceolada, ligeiramente enterrada pela base na mistura. Os outros dois principais tipos de suculentas são as plantas que se ramificam e as que produzem maciços. Estes podem ser facilmente divididos e imediatamente envasados.

    Um ramo de qualquer suculenta que se ramifique naturalmente pode ser cortado e, após secar durante três dias. tratado como um rebento.
    O método de propagação de suculentas por semente é basicamente o mesmo para todas elas. A melhor época para semear é na Primavera ou no princípio do Verão.

    Coloque cerca de 1 cm de areia grossa ou perlite no fundo do recipiente e encha-o até cerca de 1 cm da borda com uma vulgar mistura para enraizamento. Como as sementes da maioria das suculentas não toleram um excesso de água. é aconselhável misturar 1 parte de areia de uma grossura média para 3 partes tia mistura recomendada, o que melhorará a drenagem.

    Regue a mistura apenas o suficiente para a umedecer homogeneamente. Em seguida, espalhe um pouco de areia fina sobre a superfície, formando uma camada leve. Cubra o recipiente com uma placa de vidro ou plástico transparente para manter a umidade; conserve as sementes a uma temperatura mínima de 21°C e protegidas do sol direto até a germinação se iniciar. Esta demora cerca de duas ou três semanas, mas pode levar um pouco mais. Consoante as espécies. Logo que as sementes germinem, coloque as plântulas cm sol direto e abra ligeiramente a cobertura de vidro ou plástico para proporcionar uma certa ventilação.

    37588

    xaxim

    Nome Científico: Dicksonia sellowiana
    Nome Popular: Xaxim, samambaiaçu, samambaiaçu-imperial, feto-arborescente
    Família: Dicksoniaceae
    Divisão: Pteridophyta
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    O xaxim ou samambaiaçu é uma planta de tronco fibroso e espesso, suas folhas são bastante grandes e surgem no topo do tronco, diferentemente das outras samambaias. É resistente ao frio e apresenta crescimento muito lento, no entanto, é uma planta grande, chegando a 4 metros de altura. Devido ao seu diferencial, sua utilização no paisagismo é muito interessante. Além de sua beleza singular, serve de suporte e substrato para as mais diversas plantas epífitas, como orquídeas, bromélias e outras samambaias.
    No jardim, deve ser cultivado sempre à meia sombra ou sombra, gosta de terrenos baixos com solo rico em matéria orgânica, mantido úmido. Devido ao risco de sua extinção, deve ser utilizada racionalmente e suas mudas devem sempre ser originárias de plantas cultivadas e não das extraídas do ambiente natural. Aprecia o clima ameno. Multiplica-se por esporos e através da separação dos brotos com um parte do caule.

    Ela é uma das espécies vegetais mais antigas e contemporâneas dos dinossauros cujo tronco se extrai o xaxim que conhecemos, aquele vendido em floriculturas e até supermercados e ainda como matéria-prima para a fabricação de substratos. Planta típica da Mata Atlântica, esta samambaiaçu está na lista oficial das espécies brasileiras ameaçadas de extinção (Ibama), em razão da sua intensa exploração comercial desordenada destinada à jardinagem e floricultura.
    No ano 2001, uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) passou a proibir a extração dessa espécie da mata, já que era impossível defender a espécie da extinção. A área de maior ocorrência do xaxim na Mata Atlântica é a Floresta das Araucárias, nos estados do Sul do país e é justamente lá que acontece a maior exploração da planta.

    A velocidade de crescimento da samambaiaçu varia, mas costuma ser muito lenta – geralmente ela cresce cerca de 5 a 8 cm por ano. Por essa medida, estima-se que para conseguir um vaso com 40 a 50 cm de diâmetro são extraídas da mata samambaiaçus com idade mínima de 50 anos!

    O xaxim foi introduzido em jardins e casas para o cultivo de orquídeas, os orquidófilos foram os primeiros a utilizar o xaxim para o cultivo dessas plantas. Por serem mais baratos que os vasos de barro, o xaxim passou a ser consumido em grande escala. A difusão por plantas ornamentais dentro de residências em todo canto do país favoreceu o costume e tornou a utilização mais corriqueira, gerando assim um consumo gigantesco e como a espécie demora pra se desenvolver entrou em risco de extinção. A valorização do xaxim e das samambaias em geral são um comportamento típico da moda, como já aconteceu com outros tipos de plantas em determinadas épocas, como os antúrios, por exemplo, que há 20 anos eram muito procurados no país e a moda é comprar xaxim então todas as donas de casa compram, mas se houver uma conscientização tanto de quem vende como de quem compra, o xaxim poderá ser poupado.
    Hoje, existem no mercado produtos alternativos que substituem o xaxim, como vasos fabricados a partir da fibra do coco e resinas, resíduos de borracha e resinas e o mais atual com resíduos de cana-de-açucar e resinas e também substratos como palha de coco, ardósia, casca de pinus e carvão que tentam a todo custo substituir o xaxim, embora as vezes sem sucesso, já que o xaxim caiu nas graças da dona-de-casa.

    O substituto do xaxim:
    Para aliviar um pouco a exploração da samambaiaçu, uma das alternativas foi a descoberta da utilização da fibra de coco, chamada popularmente por coxim, casca triturada de Eucalyptus grandis misturada com carvão vegetal. A vantagem do coxim foi comprovada depois de 3 anos de pesquisas e estudos, e como qualquer produto, vantagens e desvantagens aparecem na medida em que é experimentado.
    O coxim tem aparência semelhante ao xaxim, facilidade de manuseio, grande retenção de umidade, resistência, durabilidade, boa aeração, drenagem, mesma composição de nutrientes, pH adequado e processo de industrialização mais barato. As desvantagens são que o consumidor tem de ter um pouco de paciência quando o vaso é novo, pois demora a reter umidade, o que faz com que ele deva ser emerso em água durante certo tempo antes da sua utilização. O coxim apresenta concentração de nutrientes muito alta, que pode não favorecer o desempenho da orquídea. Apesar das desvantagens, o coxim ainda é o substituto mais próximo do xaxim e o importante é sempre pesquisar para aprimorar o produto.

    As várias utilidades do coxim:
    Tomar água-de-coco é bom, mas como se livrar da casca? Na verdade, da casca do coco, a indústria produz fibras longas e curtas que servem para preencher colchões, compensados, divisórias e bancos de automóveis. No caso das fibras curtas ou o pó da casca, o aproveitamento é para a utilização como adubos orgânicos por serem mais ricos em potássio e nitrogênio. O uso desse tipo de adubo é feito pelas fazendas que produzem flores, principalmente na região sudeste do país. Para a produção da fibra, a receita é bem simples, pois com apenas seis cocos produz-se 1 quilo de fibra. Ao sair da máquina, a fibra é seca no sol e depois levada a uma prensa que a transforma em fardos de 100 kg prontas para o consumo.

    Ao optar por este ou outros produtos estamos ajudando a preservar a existência da Dicksonia selowiana nas matas e as orquídeas silvestres.

    53

    samambaia dágua

    Nome Popular: Samambaia d’agua
    Nome Cientifico: Ceratopteris thalictroides
    Familia: Parkeriaceae (Parqueriáceas)
    Origem: Todas as Regiões Tropicais
    pH: 5 a 9
    Temperatura: 18 a 30ºC
    Tamanho: Grande
    Reprodução: Plantas adventícias
    Crescimento: Rápido

    Esta planta cresce normalmente rapidamente, mas a adição do CO2 pode ser necessária para promover um melhor crescimento. Em alguns aquários abertos pequenos pode crescer para fora do aquário. Ramificado finamente é muito decorativo e fornece o contraste bom a outras formas da folha.

    Crescem rapidamente e ajudam a impedir o surgimento de algas, pois consomem grandes quantidades de nutrientes. Isto faz-lhe uma boa planta para novos aquários pequenos.

    23

    Ixora-rei - Ixora macrothyrsa

    Nome popular: Ixora-rei, ixora-africana
    Ciclo de vida: Perene

    Origem: Sumatra, Índia

    Folhas: Verde escuras

    Arbusto de textura semi-herbácea, ereto e ramificado.

    Floresce quase todo ano, com maior quantidade de flores que as demais espécies do gênero, floresce melhor nas regiões tropicais e subtropicais.

    O Ixora-rei (Ixora macrothyrsa) é um arbusto da família Rubiaceae, também conhecido como ixora-africana.

    O Ixora-rei pode atingir 2 metros de altura, cultivada de forma isolada ou em grupos, ideal para ser usada como maciço, pode também ser conduzida como arvoreta. Arbusto de textura semi-herbácea, ereto e ramificado.

    Época de frutificação e florada
    Floresce quase todo ano, com maior quantidade de flores que as demais espécies do gênero, floresce melhor nas regiões tropicais e subtropicais.

    Deve ser cultivado a sol pleno, muita água, mas não de solo encharcado, regas 2 vezes por semana são suficientes. Prefere clima ameno, não tolera clima frio e Solo rico em matéria orgânica.

    Cultivada de forma isolada ou em grupos, ideal para ser usada como maciço, pode também ser conduzida como arvoreta.
    Propaga-se por estaquia e alporque.

    38513

    gota-de-orvalho

    Família: Convolvulaceae
    Origem: Nativa do Brasil

    Herbácea rasteira, florífera, de ramagem fina e delicada, com folhas ovais, pequenas, distribuídas simetricamente, Suas flores são solitárias, brancas, pequenas e se abrem pela manhã, junto com a chegada do sol. Com 5 a 10 cm de altura, prefere clima tropical, com temperaturas entre 15 e 30ºC. A planta não é exigente com o solo a ser plantado, desenvolve-se bem até mesmo em solos secos.

    Seu cultivo é fácil, multiplica-se com facilidade por meio de mudas retiradas de campos onde já está plantada, mas pode propagar-se também por estacas, que enraízam em qualquer época do ano.

    Embora de aparência delicada, é uma planta rústica quando o assunto é sobrevivência, pois praticamente não apresenta problemas, mas por estar próxima ao solo, convém protegê-las de ácaros e pulgões. Caso apareçam, podem ser combatidos acaricidas para os primeiros ou inseticidas, que servem para os dois casos.

    Dicas: Pode ser usada como forração, substituindo até gramados e, também pendentes em um vaso.

    22

    Ascocenda

    Muitos apreciadores de orquídeas iniciantes perguntam qual a principal diferença entre uma Vanda e uma Ascocenda. Vanda é o nome de um gênero de orquídeas composto por aproximadamente 77 espécies. Ascocenda é um “gênero híbrido” proveniente do cruzamento de planta do gênero Vanda com outra do gênero Ascocentrum, gênero este composto por cerca de 13 espécies naturais. Não existe nenhuma Ascocenda espécie. Segundo recentes trabalhos de taxonomia, o gênero Vanda foi divido em 7 gêneros, mas para simplificar, continuaremos a nos referir aqui a todas as plantas como Vanda.

    A Vanda, tanto as nativas quanto os híbridos, sempre exerceram grande fascínio sobre a maioria dos colecionadores. Ostentando quase sempre vistosos cachos de grandes flores coloridas e muito duráveis enchem os olhos de qualquer pessoa que goste de Orquídeas. Uma planta de Vanda ou Ascocenda bem cultivada pode florir duas, três, ou mesmo mais vezes em um só ano, sendo que suas flores podem permanecer abertas por até sessenta dias a cada floração.

    A maioria dos híbridos que apresentam flores grandes, redondas e coloridas é obtido com a utilização como matriz da Vanda sanderiana, ou de algum descendente seu. Das 77 espécies de Vanda existentes, praticamente todos os híbridos existentes em nosso mercado não utilizam mais do que 8 espécies. Do gênero Ascocentrum também não são utilizadas mais do que três das treze espécies existentes.

    Até poucos anos atrás era bem difícil se conseguir no Brasil, mudas de Vanda. Com a facilidade de importação criada na última década, grande quantidades de mudas foram importadas e hoje já estão sendo colocadas à venda floridas em nosso mercado.

    Por se tratarem de crescimento monopodial, e em geral bastante lento, a obtenção de mudas por crescimento vegetativo não é tão simples quanto as plantas de crescimento simpodial, ficando na dependência de que alguma gema dormente existente no caule principal da planta desperte e gere um novo broto, que só poderá ser separado da planta mãe após cerca de seis a oito anos. A reprodução por semente ou meristema também é bastante lenta, sendo que uma planta produzida em laboratório costuma levar para florir pela primeira vez um período de tempo que chega a ser superior a dez anos.

    A necessidade de se reduzir este tempo levou os hibridistas a cruzarem Vanda com Ascocentrum, de florescimento precoce, mas que possui o inconveniente de ter flores muito pequenas. Nasceu assim um híbrido intergenérico que recebeu o nome de Ascocenda.

    Uma Ascocenda de primeira geração chega a florescer em cerca de cinco anos, mas suas flores em geral não ultrapassam cerca de 3 cm de diâmetro. Quando se cruza uma Ascocenda de primeira geração com uma Vanda, o novo híbrido mantém a precocidade da floração, e as flores já ultrapassam os 5cm de diâmetro. Em três ou quatro gerações, as Ascocendas já apresentam flores tão grandes que nada ficam devendo aos híbridos de Vanda puros, e são facilmente confundidas com estes.

    Cultivo
    Procuraremos passar algumas orientações básicas que, se seguidas com cuidado, permitem que qualquer pessoa possa obter sucesso no cultivo da maioria das Vandas ou Ascocenda híbridas. Visto que as espécies são bem mais delicadas, e conforme suas origens possuem exigências especificas de cultivo. Estas orientações são ainda dirigidas ao cultivo de plantas adultas, que já estão em fase de floração ou próximas desta.

    Vandas e Ascocenda podem ser cultivadas da mesma forma. São plantas que requerem alta luminosidade e gostam de calor. Deve-se entretanto, evitar colocação das plantas em local que recebam sol direto por muito tempo seguido pois isto pode queimar as folhas.

    Precisam também de bastante umidade, principalmente no ar ao seu redor, mas não gostam de ficar com suas raízes molhadas por muito tempo, motivo pelo qual preferimos cultivar Vanda sem nenhum substrato. Na verdade, suas raízes preferem ficar totalmente soltas no ar. Por este motivo, são geralmente cultivadas em pequenos vasos de plásticos ou de barro sem nenhum tipo de substrato ou com pequena quantidade de substrato que não retenha muita unidade. Desenvolvem muito bem quando plantadas em cachepots de madeira. Podem ainda ser amarradas em árvores sem nenhum problema, desde que em regiões não sujeitas a invernos rigorosos. Quando plantadas com pouco ou mesmo sem nenhum substrato, podem ser regadas diariamente ou mesmo mais de uma vez por dia, visto que com raízes totalmente expostas não existe o risco de se “encharcar” demais a planta.

    Por serem plantas que devido ao seu tipo de crescimento não dispõem de muito espaço para reserva de nutrientes, necessitam de adubação freqüente, sendo mais recomendável a aplicação de fertilizantes de uso foliar por meio de pulverização. Em plantas adultas podemos alternar aplicações de fertilizantes de fórmula balanceada com outros de fórmulas indicadas para floração. O intervalo entre as aplicações pode ser semanal ou no máximo quinzenal. Como na maioria das orquídeas de crescimento monopodial, as Vandas não apresentam períodos de dormência e, portanto podem e devem ser adubadas durante todo o ano, mesmo quando estão floridas. Aplique o fertilizante em pequena quantidade em toda a superfície das folhas e também nas raízes. No caso da planta estar florida, evite o contato do fertilizante com as flores, botões e haste floral.

    Quando uma Vanda ou Ascocenda começa a perder as folhas na base da planta, é um forte indício de desidratação, o que pode levar a planta à morte em pouco tempo. Se a planta estiver sendo cultivada sem substrato sem substrato, aumente a freqüência das regas ou transfira a planta para um ambiente mais úmido. Se, entretanto a planta estiver sendo cultivada com substrato, verifique primeiro se as raízes no interior do vaso estão em boas condições. Muitas vezes uma Vanda desidrata, pois suas raízes apodreceram por excesso de água. Se for este caso, retire todo o substrato da planta, mantenha a mesma em um ambiente úmido e procure induzir a formação de novas raízes com a utilização de indutores de enraizamento disponíveis no comercio.

    Plantas dos gêneros Ascocentrum, Aerides, Arachnis, Neofinetia,Renanthera, Rhynchostylis, entre outros possuem crescimento e comportamento bastante semelhantes aos da Vanda, e portanto podem ser cultivados da mesma forma que estas.

    birds

    Avenca

    Nome Científico: Adiantum sp
    Nome Popular: Avenca
    Família: Pteridaceae
    Divisão: Pteridophyta
    Origem: Estados Unidos, Brasil, México e Antilhas
    Ciclo de Vida: Perene

    As folhas da avenca são chamadas frondes e são grandes e subdivididas em muitos folíolos, de formatos interessantes como trapézio e cunha e com as margens recortadas, onduladas ou rendilhadas.
    As avencas são cultivadas em vasos, normalmente decorando ambientes internos.
    São delicadas e exigem umidade, meia sombra e boa drenagem, além disso, não toleram baixas temperaturas. No paisagismo, além de interiores podem ser utilizadas em canteiros e jardineiras, valorizando sua textura.

    É uma planta herbácea que pode atingir 50 cm de altura, formando touceiras. Existem várias espécies de avencas, mas todas se caracterizam por uma folhagem delicada suportadas por finos caules duros que se ramificam, de cor marrom escuro. As folhas podem variar dependendo da espécie, mas sempre são muito finas. Na avenca mais popular (Adiantum capillusveneris) as folhas são distribuídas de forma a lembrar um triângulo.

    Esta avenca em particular é originária da região mediterrânica. Suas raízes na verdade não são raízes, mas rizomas de tamanho reduzido e que formam um conglomerado. As novas folhas aparecem em qualquer época do ano, surgindo enroladas a partir da base, desenrolando-se conforme amadurecem, até que se abre totalmente um novo conjunto de folhas unidas sobre um mesmo caule.

    Devido à textura de suas folhas assim como o formato das mesmas tem um belo efeito visual, sendo normalmente cultivada em vasos e, muitas vezes em ambientes internos. Em canteiros ou jardineiras onde não receba luz solar direta também dão um belo efeito.
    Além de uma bela planta para enfeitar nossas casas há crenças sobre os poderes da avenca. Elas espantariam o mau-olhado, absorveriam energias negativas, etc.

    Na medicina popular são utilizadas como calmante, contra a tosse ou para tratar o couro cabeludo. Havia uma crença corrente em outros tempos que toda planta que lembrasse uma parte do corpo (um órgão, um membro, etc.) seria boa para curar problemas na parte com a qual se parece. Por esta razão desde a Antiguidade é utilizada como tônico para o couro cabeludo, já que sua folhagem lembra o cabelo. Também teria propriedades diuréticas, sedativas e antiinflamatórias.

    As avencas, como as samambaias, não têm flores, e portanto, não produzem sementes. O que elas produzem que fazem as vezes de sementes são esporos. Estes esporos são pontinhos marrons que ficam na parte inferior das folhas, e lembram um pó. Na natureza, estes esporos, assim que maduros, soltam-se da planta e são levados pelo vento, dando origem a novas plantas. No entanto, há a possibilidade de fazer a recolha destes esporos para reprodução, porém, não é algo muito fácil para amadores como quem escreve este post e como quem lê. Mas se quiser estragar algumas folhas de avenca para tentar esta possibilidade aí vai o passo-a-passo.

    Para começar os esporos devem estar maduros, bem escuros. Se estão maduros saem facilmente com o auxílio de uma faca (não aperte, não destrua a folha delicada da avenca). Embaixo do local onde fizer a raspagem, coloque uma folha de papel branca para aparar os esporos que forem se soltando (folha branca para que você possa ver os esporos que conseguir soltar da planta). Em uma sementeira utilize composto orgânico bem úmido para receber os esporos.
    Espalhe-os na superfície. Cubra a sementeira com um plástico ou tela bem fina e deixe em local sombreado. Depois de cerca de um mês, surge na sementeira uma espécie de musgo. São as novas plantinhas. Só transplante quando chegarem a uns 3 cm de altura. Para plantar deve-se preparar a terra misturando duas partes de terra comum, uma parte de calcário, uma de areia e outra de carvão vegetal, acrescentando um fertilizante preferencialmente orgânico.

    O calcário é essencial, visto que na Natureza, costuma ser mais freqüente em terrenos onde há a sua presença.

    Na reprodução da planta por divisão de touceiras é muito mais fácil conseguir novas plantas. A partir de uma com a touceira grande pode-se produzir muitas mudas. Deve-se retirá-la do vaso com extremo cuidado para não prejudicar as raízes. Não esqueça que as raízes não podem ficar sem a terra que as envolvem. Divida a touceira com as mãos, separando os rizomas. Assim tem-se um aglomerado de rizomas (menor do que o original) que deve ser plantado, utilizando uma mistura de terras como a descrita acima, não esquecendo de apertar a terra em volta da planta para firmá-la e regando abundantemente.
    O vaso deve não apenas comportar a planta a ser transplantada mas deve comportar a touceira que irá formar-se nos próximos 3 anos, já que esta manobra só deve ser feita em um espaço de 3 em 3 anos. A melhor época para sua reprodução é a Primavera. A adubação é recomendada a cada 15 dias na Primavera e no Verão.

    A avenca precisa de calor, muita umidade e proteção contra o vento. Mas a umidade que necessita não é apenas na terra. Ela precisa de umidade no ar que a cerca, ou seja, umidade atmosférica. Não deve ficar sob sol direto, isto é, o sol nunca deve atingi-la diretamente, mas alguma luminosidade o ambiente deve ter. Calor excessivo não faz bem às avencas. Em situações destas, aumente a umidade em volta da planta, colocando recipientes com água próximo a ela e borrifando o vaso com água. Deve ser regada constantemente para manter a terra bem úmida, mas sem encharcar.

    janela-num-dia-com-chuva_1543

    chorão salix-babylonica

    Nome que desperta curiosidade, mas que é tão comum nas ruas e praças de nossas cidades, com certeza você já deve ter apreciado esta bela espécie. Com nome popular de chorão, salgueiro-chorão ou salso-chorão, esta espécie da família dos salgueiros ou Salicaceae, tem sua origem na Ásia, mas foi disperso para todo o mundo.
    Nome Científico: Salix x pendulina
    Divisão: Angiospermae
    Ciclo de Vida: Perene

    Os salgueiros-chorões atuais mais difundidos como árvores ornamentais são resultantes da hibridização entre a cultivar Salix babylonica ‘Pendula’ com S. alba, originando S. x sepulcralis, e com S. fragilis , originando S. x pendulina. Sendo que S. x sepulcralis é um híbrido mais indicado para terrenos secos, enquanto que S. x pendulina é mais apropriado para terrenos úmidos.

    Possui caule elegante, podendo ser tortuoso de casca parda-escura, que com o passar dos anos pode rachar, por ser frágil, com altura entre 10 e 25 metros é considerada de porte médio, mas de grande beleza ornamental, inclusive é uma das mudas mais vendidas na Multiflora Fernandopolis, todos se encantam com sua copa arredondada que é formada por um conjunto de ramos longos que de tão flexíveis até podem tocar o chão. Suas folhas de cor verde a verde amarelada dão ar de sofisticação, suas flores surgem na primavera, pequenas, esverdeadas, reunidas em inflorescênsias do tipo amentilho. Planta dióica (com sexos separados).

    O fruto é do tipo cápsula. Sua aparência remete à contemplação, já que geralmente é plantada isolada, muito procurada para plantio junto a rios e lagos, possui crescimento rápido e atenção suas raízes invasivas podem danificar piscinas, tubulações de água e esgoto.

    O chorão tolera curtos períodos de estiagem e em solos muito úmidos ajuda a absorver o excesso de água, prefere solo fértil enriquecido com matéria orgânica, deve ser cultivada sob sol pleno, não tolera ventos fortes e sofre com geadas. No primeiro ano após o plantio mantenha a regularidade da irrigação, multiplica-se por alporquia e por estaquia.

    fenestr

    filodendro

    Características dos filodendros
    Os filodendros são plantas de folhagem decorativa, que exigem poucos cuidados. São também excelentes plantas de interior. As folhas desta planta diferem consideravelmente no tamanho e na forma em função das espécies. Podem ser cordiformes, lanceoladas ou palmi-nérveas. Algumas têm a margem lisa; outras são muito recortadas. As folhas de algumas espécies atingem os 60 cm de comprimento. Na maioria, os filodendros são plantas trepadeiras.

    Como prender a planta para trepar
    Prenda as espécies trepadeiras de filodendro a um tutor inserido na terra do vaso quando a planta se começa a desenvolver. Use um fio de nylon ou de ráfia.
    Para estimular a planta a emitir raízes aéreas para o tutor, envolva-o com uma camada de musgo de 5 em de espessura. Pulverize o musgo com água uma vez ao dia.

    Propagação
    Corte estacas de caule no início da Primavera. As estacas devem ter um comprimento de 7,5 a 10 cm e ser cortadas abaixo de um nó. Retire as folhas de baixo e coloque várias estacas num vaso que encheu com uma mistura de 1 parte de turfa umedecida e 1 parte de perlite ou areia grossa.
    Ponha um saco de plástico por cima do vaso, mantendo-o afastado da planta com uns pauzinhos, coloque dentro de casa e exponha-o a sol direto velado. Ao fim de três ou quatro semanas, as estacas devem ter enraizado. Retire o saco de plástico e regue pouco. Aplique mensalmente adubo líquido ao fim de cerca de três meses, mude cada estaca para um vaso separado e trate como plantas adultas.

    Como mudar de vaso
    Se as raízes tiverem enchido completamente o vaso, mude a planta para outro vaso. Encha-o com uma mistura de terra e terriço ou turfa grossa. Não faça esta operação durante o período de estado vegetativo de repouso.

    Como regar e adubar
    Regue de modo a umedecer toda a terra do vaso. Pare quando começar a sair água pelo orifício de drenagem do vaso. Deixe secar a camada superficial da terra do vaso antes de regar novamente. No Inverno, os filodendros atravessam um período curto de repouso vegetativo. Durante esse período regue a planta o suficiente para evitar que a terra do vaso seque completamente. No período de crescimento, adube com um adubo líquido próprio para plantas de duas em duas semanas.

    Onde cultivá-los
    Exponha os filodendros a sol direto, mas sempre de modo vigiado. Os filodendros não suportam durante muito tempo temperaturas inferiores a 13°C, mas dão-se bem à temperatura ambiente normal do interior da casa.

    moinho