Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • Para situações de emergência, saiba quais as principais doenças que podem afetar as plantas do seu jardim e a melhor forma de as curar.

    Infiltram-se no seu jardim sob os mais variados disfarces, confundindo muitas vezes o próprio jardineiro que nem sempre consegue distinguir os sintomas das principais doenças que afetam as plantas: as bactérias, os fungos e os vírus. Este trio ataca plantas com e sem flores, mas diferem num aspecto – um fungo sobrevive perfeitamente no solo, enquanto uma bactéria ou vírus necessita de uma planta hospedeira para subsistir.

    As causas
    - Fungos

    Estima-se que 70% das principais doenças das plantas são causadas por fungos – organismos minúsculos (apenas visíveis debaixo de um microscópio!) que produzem enormes quantidades de esporos (células que se separam e se dividem, sem fecundação, para formarem novas células), que são rapidamente propagados graças ao vento, à água, aos insectos ou aos animais. Existem mais de 10 mil tipos de fungos que, se não conseguem penetrar a cutícula e a epiderme (as barreiras mais fortes de uma planta), atacam as zonas mais sensíveis – os rebentos ou as áreas já danificadas por insectos. Uma planta infectada pode libertar até 100 milhões de esporos, uma quantidade difícil de combater, na medida em que rapidamente degrade as células das plantas, produzindo, em simultâneo, toxinas que interferem no funcionamento pleno do seu organismo. Os fungos são ainda difíceis de eliminar porque podem manter-se dormentes no solo, em restos de plantas que se encontram em decomposição ou numa planta saudável, à espera das condições climatéricas perfeitas para voltarem a contaminar.

    - Vírus
    Ainda mais pequenos do que as bactérias, os vírus apenas conseguem reproduzir-se a partir das células da própria planta. Infiltram-se nas plantas a partir das folhas ou do pé, normalmente por zonas já feridas por insectos, mas precisam de um meio de transporte, que pode ser um insecto, o pólen ou algumas sementes infectadas. Uma vez infiltrado, o(s) vírus, sendo que as plantas podem ser atacadas por mais do que um vírus em simultâneo, movimenta-se através dos vasos vasculares, provocando doenças que contaminam o organismo da planta.

    - Bactérias
    As doenças provocadas em plantas por bactérias são as menos frequentes, por uma simples razão – para crescerem e se multiplicarem as bactérias necessitam de água e de calor. Assim sendo, estão mais dependentes de climas quentes e húmidos para contaminarem as plantas. Transportadas pela água, insectos ou animais, as bactérias infiltram-se através de uma flor ou um corte numa folha ou no pé, podendo causar desde danos puramente superficiais, à murchidão ou mesmo a sua morte.

    - Deficiências Nutritivas
    Por vezes, a doença de uma planta não se deve às bactérias, aos fungos e aos vírus, mas sim a uma alimentação pobre. Se apresentar folhas pálidas ou vasos vasculares amarelados, pode ser um sinal que está a sofrer de deficiências nutritivas. Neste caso, o remédio chama-se “um bom fertilizante”, adequado à planta em questão.

    Os sintomas
    -
    Uma planta doente apresenta várias alterações ao nível do seu metabolismo, da cor, dos diferentes órgãos e anatomia, para além de poder passar a produzir substâncias anormais.

    - Alguns sinais de alerta são: míldio (um pó branco); bolores cinzentos ou pretos; bolhas cor de ferrugem; uma massa ou crescimento pretos; pintas pretas; leveduras e o aparecimento de cogumelos, entre outros.

    As curas
    Com as plantas a requererem “atenção médica”, é claro que o instinto diz-lhe para ir a correr buscar o seu fiel amigo o “pesticida”. No entanto, e porque se trata de um produto com químicos extremamente potentes, que infelizmente ao fazer bem a uma coisa estão a poluir o ambiente, o melhor é estudar todas as outras opções possíveis. Aqui vai uma ajuda:
    - Existem “sintomas” que, parecendo muito graves e estranhas, podem ser puramente passageiros, desaparecendo dentro de poucos dias ou quando o tempo melhorar. Esteja atento!

    - Por vezes, basta remover as flores, os rebentos, as folhas e/ou os pés infectados para eliminar o problema. Não aproveite esses restos para compostagem, desfaça-se deles imediatamente!

    - Em último recurso, recorra ao pesticida adequado, optando por uma solução pouco tóxica. Siga as instruções à risca e lembre-se que não vai resolver a situação ao borrifar o conteúdo de um recipiente inteiro sobre uma pobre doente planta – pode sim, acabar por intensificar o seu problema com a morte da planta, de plantas vizinhas e até do solo!

    - A prevenção é fundamental para um jardim que respira saúde. Quer saber o que fazer? Comece com um solo saudável, isto porque terra com saúde produz plantas com saúde e plantas saudáveis conseguem resistir mais facilmente às doenças. Um solo de qualidade deve ser limoso e enriquecido com fertilizante e técnicas de compostagem.

    - Mantenha o seu jardim livre de ervas daninhas e de detritos de plantas, que são elementos propícios para o desenvolvimento de todo o tipo de doenças.

    - As doenças são muitas vezes transmitidas de planta em planta devido aos utensílios de jardim mal lavados. Assegure que todas as suas ferramentas estejam devidamente desinfectadas (especialmente quando utilizadas para cortar ou eliminar folhas e outras partes doentes), bastando para isso uma mistura de água e lixívia.

    - Durante o processo de rega, tenha cuidado para não salpicar a folhagem das plantas. Ao respingar do solo para as folhas, está a colocá-las em risco de contrair uma doença. Se possível, deve regar de manhã cedo, assim as plantas têm tempo de secar antes do pico do sol que poderá queimar gravemente plantas muito molhadas. Por outro lado, quanto mais tempo as folhas estiverem molhadas, mais probabilidades têm de ser atacadas por bactérias, fungos e vírus.

    - É igualmente importante permitir uma boa circulação de ar entre todas as plantas. Para além de secarem mais rapidamente, as brisas podem facilmente levar as doenças para longe antes de estas terem tempo de se “agarrarem” a uma planta.

    - Se verificar que, ano após ano, os mesmos sintomas e doenças continuam a devastar o seu jardim, seria melhor começar a pensar em introduzir novas variedades de plantas e flores.

    - Quando comprar novas plantas, inspeccione-as muito bem antes de as levar para casa ou opte pelas variedades que se auto-proclamam e que são, de facto, plantas resistentes às doenças.

    - Por último, quando em dúvida consulte um especialista ou adquira um guia sobre as diferentes doenças bacterianas, virais e fungais, bem como os seus respectivos tratamentos, para o auxiliar em situações menos saudáveis.

    - No fundo, mais vale prevenir do que remediar… para um jardim resplandecente.

    0012

    flor-de-lótus

    Plantas aquáticas com folhas flutuantes e belas flores. Crescem facilmente em lagoas, piscinas pequenas, e mesmo tinas.

    Cultivo:
    Para se plantar em casa, deve-se procurar criar condições semelhantes às encontradas na natureza, ou seja, plantar num pote ou tanque com terra no fundo e água na parte superior, mas há que se tomar cuidado para que a água em repouso não se torne lugar propício para o depósito de ovos de insetos, sobretudo os transmissores de doenças como dengue, febre amarela, etc. Existem Larvicidas a venda no mercado.

    Pode ser cultivada em lagos, tanques e espelhos de água, sempre a pleno sol. Se a água contiver peixes, evite adubações pesadas, fazendo apenas uma fertilização leve caso seja muito necessário. Tolerante ao frio. Precisam de sol pleno e águas calmas, não gostam de lagos com fontes ou rios.

    Semeando a Flor-de-lotus
    Semeie quase na superfície em um pote de terra rica, aperte bem a terra para que não sai do lugar e coloque o pote então dentro da água de maneira tal que este fique com um par de centímetros de água acima da terra. As plantas novas pareceram de grama, e demoraram de 1 a 2 meses em emergir, (as folhas mas largas vão se desenvolver mais tarde). A media que as plantas cresçam, aumentar a profundidade do pote.

    portal

    arranjo-de-flores

    A artista floral prepara arranjos de flores para venda e para utilização em eventos. Os arranjos são elaborados em vasos ou cestas e a ornamentação varia de acordo com a criatividade do profissional ou do pedido do cliente.

    - Outros nomes da profissão de Florista
    Designer Floral
    Artista Floral
    Florista

    - Tarefas e responsabilidades da profissão de Florista
    Elaboram arranjos florais.
    Ajudam os clientes a escolher as flores de acordo com a ocasião.

    - Requisitos para a profissão de Florista
    1- Habilidades Necessárias
    Habilidade manual para elaboração de arranjos.
    Criatividade.
    Capricho.
    Saber se comunicar com clientes e fornecedores.
    Ser detalhista.

    2- Conhecimentos Necessários
    Conhecer várias tipos de flores.
    Conhecer harmonia entre tipos de flores e cores.
    Conhecer arranjos e materiais para utilização nos arranjos.

    3- Qualidades Pessoais
    Devem ser criativos e práticos.
    Bom senso estético de cores.
    Forte interesse em flores.

    4- Requisitos Físicos
    Visão normal para cores.
    Boa coordenação motora entre mãos e visão.
    Não deve ser alérgico.

    - Como iniciar na profissão de Florista?
    Fazer um curso de Arranjos Florais.

    - Local de trabalho da Florista
    Normalmente trabalham na própria residência ou em lojas.
    Utilizam flores artificiais, ferramentas e vasos.
    Trabalham em ambientes ventilados e bem iluminados.
    Interagem com clientes, fornecedores, etc.

    - Qual é o futuro da profissão de Florista?
    Boas perspectivas. A procura por profissionais do ramo tem aumentado nos últimos anos, devido à demanda por arranjos ter crescido bastante.

    512

    tulipas

    Atualmente existe cerca de 2000 variedades de Tulipas, a maioria híbrida, obtidas através de melhoramentos genéticos, embora a ciência esteja muito avançada na seleção de mudas mais belas e resistentes, com menos incidência ao ataque de pragas, nada pode substituir os cuidados que o homem pode proporcionar as plantas. Se você é um daqueles apaixonados por Tulipas e não sabe ao certo como mantê-las tão belas por mais tempo, vou ensinar algumas dicas práticas para você cuidar melhor da sua tulipa.

    1º Adquira sua tulipa em bons estabelecimentos, dê preferência ao botão ainda fechado e esverdeado.

    2º Mantenha o vaso em local fresco, arejado e com boa luminosidade

    3º Coloque uma ou duas pedras de gelo de manhã e à tarde sobre a terra, sem deixar que encoste na base da haste. É o suficiente para regá-las.

    4º Aproveite ao máximo o tempo de sua tulipa, pois ela irá durar de 7 à 10 dias.

    5º Assim que as folhas morrerem, retire os bulbos da terra, corte as folhas restantes, limpe e deixe-os em local fresco e arejado durante 3 meses. Não irrigue os bulbos neste período.

    6º Plante os bulbos em terra vegetal úmida e guarde o vaso na geladeira durante 6 meses

    7º Controle a temperatura mantendo-a sempre entre 2ºC e 5°C.

    8º Passado este período retire da geladeira e coloque em lugar fresco, arejado e com boa luminosidade, ela irá se transformar em uma linda planta novamente.

    No começo parece meio estranho mesmo, mas logo você verá que tem coisas no mundo que nos trazem muito prazer e cuidar de uma planta com tanto carinho é uma delas, mesmo que seja para apreciar sua beleza por no máximo 10 dias.

    5167

    antúrios

    Os antúrios são plantas resistentes que se dão bem tanto em interior como em ambientes externos, desde que fiquem à meia sombra, áreas quentes e úmidas. Mas às vezes, podem ficar com as folhas secas, manchadas ou até serem atacados po alguma praga. Por isso, fique atenta para solucionar os problemas mais comuns logo no início e ter sempre antúrios viçosos e bonitos enfeitando sua casa.

    1) As folhas amarelas aparecem quando a planta está em lugares úmidos e frios, então é preciso mudar o vaso para um local mais quente e arejado, e regar com menos frequência.

    2) As manchas marrons nas folhas são consequência da presença de fungos. Será necessário cortar as folhas mais atacadas e fazer aplicações de fungicidas para eliminar o fungo totalmente, impedindo que a doença se espalhe para outras plantas.

    3) Se aparecer pontos brancos nas folhas são as Cochonilhas Lanosas que costumam atacar os Antúrios. Deve-se removê-las com cotonete embebido em álcool, tomando o cuidado de não encostar nas folhas para que elas não fiquem queimadas. Se a planta estiver muito atacada, é recomendado aplicar um inseticida específico, de acordo com as indicações do fabricante.

    4) As folhas secas e quebradiças indicam a pouca umidade no solo e no ar. Aumente a frequência das regas, molhando o vaso sempre que a superfície do solo ficar ressecada, e borrife a folhagem, principalmente nos dias mais quentes.

    5) Quando os novos brotos ficarem pequenos e frágeis é indício de falta de adubo. Afofe a terra, complete o vaso com composto orgânico e faça adubações periódicas para manter o solo fértil.

    6) Quando as raízes ficarem expostas é sinal de que precisa ser mudada para um vaso maior. Aproveite a ocasião para renovar a terra do vaso com uma mistura própria para antúrios: uma parte de terra, uma de composto orgânico e uma de esterco de curral bem curtido.

    O replantio do Antúrio é feito, preferencialmente, a cada dois anos e nessa ocasião é aconselhável repor a matéria orgânica dos vasos, acrescentar terra vegetal, húmus de minhoca, torta de mamona, farinha de ossos, outros fertilizantes orgânicos, e até mesmo algumas pessoas sugerem a colocação de cascas de ovos secas, ao redor da planta.

    1961222pue9132moc

    A Natureza

    árvores

    São inúmeros os aspectos importantes da presença das plantas em nossa vida, mas entre os principais podemos destacar:
    1. Que nossa convivência com áreas verdes, nos proporciona paz e harmonia.

    2. Que as plantas deixam os espaços mais bonitos e agradáveis.

    3. Que elas têm o poder de reduzir a poluição do ar, funcionando como filtros que retém a poeira suspensa no ar e impedindo que a mesma entre em nosso organismo e ainda fazendo a fotossíntese transformando o gás carbônico em oxigênio.

    4. Que as plantas além de controlar a erosão com suas raízes, ainda protegem o solo.

    5. Que as plantas são indispensáveis para o controle da poluição dos cursos de água, pois agem como filtro para o lixo e outros poluentes.

    6. Que as plantas nos dão saúde já que são utilizadas na produção de remédios, naturais ou sintetizados.

    7. Que as plantas também ajudam a controlar a poluição sonora, funcionando como filtro para nossos ouvidos.

    8. Que as plantas ajudam no controle de enchentes, pois tornam a terra permeável, permitindo que a água desça e não fique acumulada sobre a superfície.

    9. As plantas ainda ajudam a reabastecer o lençol freático com a água que desceu das áreas permeáveis, garantindo assim um maior abastecimento.

    10. Que as plantas contribuem para o aumento da biodiversidade, pois além de fornecem abrigo ainda são fonte de alimento para a maioria dos animais.

    11. Que as plantas direta ou indiretamente contribuem para nossa alimentação.

    12. Que as plantas contribuem no desenvolvimento sustentável, muitas pessoas trabalham na produção, transporte, comércio, criação e execução de projetos de jardins. Essa é uma das áreas que mais cresce no Brasil atualmente.

    13. Que as plantas participam da economia, pois produzem madeira, celulose, resina, látex, perfumes, corantes, dentre outros.

    14. Que as plantas servem de proteção nas estradas, diminuindo acidentes.

    15. Que as plantas diminuem e conduzem ventos, agindo como uma barreira natural.

    16. Que as plantas amenizam temperaturas, não só por produzir sombra, mas também por aumentar a umidade relativa do ar.

    17. Que as plantas escondem ou realçam detalhes de construções, tornando os ambientes mais agradáveis.

    18. Além de tudo isso o contato com plantas nos acalmam e ajuda a combater o estresse diário. Por esses e outros motivos que as plantas se fazem tão presentes em nosso cotidiano.

    512

    briofitas

    São plantas sem sementes que não apresentam sistema de condução de seiva (avasculares), sendo os nutrientes e a água transportados por difusão simples de célula a célula. Por esse motivo, as briófitas, popularmente chamadas de musgos, vivem em locais úmidos pois dependem da água para sobreviver e para reproduzir. São facilmente localizadas no solo, sobre rochas, troncos de árvores.
    As briófitas, como os demais representantes do Reino Plantae, possuem clorofilas A e B, carotenos, xantofilas, amido, gorduras, celulose e hemicelulose. São criptógamas (sem flores), avasculares (sistema de condução ausente) e como uma alternativa à condição cormófita, são poiquilohídricas, não tendo controle sobre a perda de água do ambiente. Pertencem ao sub-reino Embryophyta (que inclui as plantas vasculares) porque o embrião se desenvolve a partir do zigoto, que é o produto da união das células sexuais.

    Reprodução:
    Apresentam reprodução assexuada e sexuada. No caso da reprodução sexuada existe um ciclo marcado pela alternância de gerações, isto é, uma fase haplóide (gametofítica) que é duradoura e outra, transitória, que é a fase diplóide (esporofítica).

    Ciclo de vida das Briófitas:
    Reprodução sexuada com alternância de gerações.
    Como nas plantas vasculares, o ciclo de vida das briófitas é caracterizado pela alternância de duas gerações diferentes (ciclo haplodiplobionte), uma gametofítica (haplóide) e outra esporofítica (diplóide); estas gerações, apresentam forma, função e número cromossômico distintos. O gametófito é originado a partir do esporo produzido pelo esporófito, é livre e dominante e produz os gametângios masculino, o anterídio, e feminino, o arquegônio, que dão origem aos gametas, anterozóides e oosfera, respectivamente. O esporófito é fixo e dependente do gametófito.

    As briófitas são o segundo grupo de plantas com maior riqueza de espécies, catalogadas cerca de 15.000, contribuindo significativamente para a biodiversidade do planeta. Estão intimamente relacionadas com a dinâmica da maioria dos ecossistemas terrestres, pois são importantes no balanço hídrico, contribuindo na captação e manutenção da umidade atmosférica, e na prevenção da perda de água, na retenção da umidade do solo, na ciclagem de nutrientes, e nas interações ecológicas, fornecendo habitat para outros organismos.
    Por serem mais sensíveis a distúrbios ambientais do que a maioria dos outros grupos vegetais, já que não possuem cutícula e absorvem água por todo corpo vegetativo (poikilohídricas), são utilizadas como bioindicadoras climáticas (reagem aos fatores climáticos), como indicadoras na avaliação dos efeitos da fragmentação de habitat (principalmente epífilas), da qualidade do ar, da água e do solo etc.

    aves-

    Avenca

    Nome Popular: Avenca
    Família: Pteridaceae
    Divisão: Pteridophyta
    Origem: Estados Unidos, Brasil, México e Antilhas
    Ciclo de Vida: Perene

    Suas folhas são chamadas frondes e são grandes e subdivididas em muitos folíolos, de formatos interessantes como trapézio e cunha e com as margens recortadas, onduladas ou rendilhadas. As avencas são cultivadas em vasos, normalmente decorando ambientes internos.
    São delicadas e exigem umidade, meia sombra e boa drenagem, além disso, não toleram baixas temperaturas. No paisagismo, além de interiores podem ser utilizadas em canteiros e jardineiras, valorizando sua textura.

    É uma planta herbácea que pode atingir 50 cm de altura, formando touceiras. Existem várias espécies de avencas, mas todas caracterizam-se por uma folhagem delicada suportadas por finos caules duros que se ramificam, de cor marrom escuro. As folhas podem variar dependendo da espécie, mas sempre são muito finas. Na avenca mais popular (Adiantum capillusveneris) as folhas são distribuidas de forma a lembrar um triângulo. Esta avenca em particular é originária da região mediterrânica. Suas raízes na verdade não são raízes, mas rizomas de tamanho reduzido e que formam um conglomerado. As novas folhas aparecem em qualquer época do ano, surgindo enroladas a partir da base, desenrolando-se conforme amadurecem, até que se abre totalmente um novo conjunto de folhas unidas sobre um mesmo caule.

    Devido à textura de suas folhas assim como o formato das mesmas tem um belo efeito visual, sendo normalmente cultivada em vasos e, muitas vezes em ambientes internos. Em canteiros ou jardineiras onde não receba luz solar direta também dão um belo efeito.
    Além de uma bela planta para enfeitar nossas casas há crenças sobre os poderes da avenca. Elas espantariam o mau-olhado, absorveriam energias negativas, etc. Na medicina popular são utilizadas como calmante, contra a tosse ou para tratar o couro cabeludo. Havia uma crença corrente em outros tempos que toda planta que lembrasse uma parte do corpo (um órgão, um membro, etc.) seria boa para curar problemas na parte com a qual se parece. Por esta razão desde a Antiguidade é utilizada como tônico para o couro cabeludo, já que sua folhagem lembra o cabelo. Também teria propriedades diuréticas, sedativas e antiinflamatórias.

    As avencas, como as samambaias, não têm flores, e portanto, não produzem sementes. O que elas produzem que fazem as vezes de sementes são esporos. Estes esporos são pontinhos marrons que ficam na parte inferior das folhas, e lembram um pó. Na natureza, estes esporos, assim que maduros, soltam-se da planta e são levados pelo vento, dando origem a novas plantas. No entanto, há a possibilidade de fazer a recolha destes esporos para reprodução, porém, não é algo muito fácil para amadores como quem escreve este post e como quem lê. Mas se quiser estragar algumas folhas de avenca para tentar esta possibilidade aí vai o passo-a-passo.

    Para começar os esporos devem star maduros, bem escuros. Se estão maduros saem facilmente com o auxílio de uma faca (não aperte, não destrua a folha delicada da avenca). Embaixo do local onde fizer a raspagem, coloque uma folha de papel branca para aparar os esporos que forem se soltando (folha branca para que você possa ver os esporos que conseguir soltar da planta). Em uma sementeira utilize composto orgânico bem úmido para receber os esporos. Espalhe-os na superfície. Cubra a sementeira com um plástico ou tela bem fina e deixe em local sombreado. Depois de cerca de um mês, surge na sementeira uma espécie de musgo.

    São as novas plantinhas. Só transplante quando chegarem a uns 3 cm de altura. Para plantar deve-se preparar a terra misturando duas partes de terra comum, uma parte de calcário, uma de areia e outra de carvão vegetal, acrescentando um fertilizante preferencialmente orgânico. O calcário é essencial, visto que na Natureza, costuma ser mais freqüente em terrenos onde há a sua presença.

    Na reprodução da planta por divisão de touceiras é muito mais fácil conseguir novas plantas. A partir de uma com a touceira grande pode-se produzir muitas mudas. Deve-se retirá-la do vaso com extremo cuidado para não prejudicar as raízes. Não esqueça que as raízes não podem ficar sem a terra que as envolvem. Divida a touceira com as mãos, separando os rizomas. Assim tem-se um aglomerado de rizomas (menor do que o original) que deve ser plantado, utilizando uma mistura de terras como a descrita acima, não esquecendo de apertar a terra em volta da planta para firmá-la e regando abundantemente. O vaso deve não apenas comportar a planta a ser transplantada mas deve comportar a touceira que irá formar-se nos próximos 3 anos, já que esta manobra só deve ser feita em um espaço de 3 em 3 anos. A melhor época para sua reprodução é a Primavera. A adubação é recomendada a cada 15 dias na Primavera e no Verão.

    A avenca precisa de calor, muita umidade e proteção contra o vento. Mas a umidade que necessita não é apenas na terra. Ela precisa de umidade no ar que a cerca, ou seja, umidade atmosférica. Não deve ficar sob sol direto, isto é, o sol nunca deve atingi-la diretamente, mas alguma luminosidade o ambiente deve ter. Calor excessivo não faz bem às avencas. Em situações destas, aumente a umidade em volta da planta, colocando recipientes com água próximo a ela e borrifando o vaso com água. Deve ser regada constantemente para manter a terra bem úmida, mas sem encharcar.

    942

    Oncidium

    A perguntas mais frequentes sobre as Orquídeas são:
    Qual a importância da adubação?;
    Como é feita a absorção do adubo pela planta?;
    Quais os tipos de adubos existentes (orgânicos, minerais, etc.)?;
    Quando cada um deve ser utilizado?;
    Qual a diferença entre adubação via solo e adubação foliar?
    Como cada uma deve ser feita?;
    É mais indicado usar adubos sólidos ou líquidos?
    Qual a diferença entre eles?;
    Existe um horário mais indicado para efetuar a adubação?;
    O que pode acontecer com orquídeas que não são adubadas adequadamente, tanto em relação à falta do produto quando ao excesso?;
    Existem cuidados ao manusear o adubo?
    O tipo de substrato influencia no tipo ou na quantidade de adubo?;
    Por que a adubação precisa ser suspensa durante as estações mais frias?

    As respostas seguem abaixo (não necessariamente na mesma ordem):

    O corpo de uma orquídea é formado por um conjunto de órgãos, como por exemplo, folhas, pseudobulbo, raízes, rizoma e flores, e esses órgãos por sua vez são formados por tecidos, que são formados por células, que são formadas por organelas, que são formadas por moléculas que são formadas por átomos ou elementos químicos.

    Nutrientes minerais, por definição, são elementos químicos essenciais para o desenvolvimento saudável dos seres vivos, entendendo-se por desenvolvimento saudável o aumento no tamanho de um dado órgão em si e, também, da planta como um todo, e a planta conseguindo cumprir seu ciclo vital.

    Sem os nutrientes minerais não existiriam as moléculas que consistirão as organelas, e consequentemente as células, os tecidos e assim por diante, e também não serão formadas as moléculas “mensageiras” como hormônios, que sinalizam paras as células quanto à necessidade de dividirem-se, alongarem-se ou se transformarem em células especializadas em determinadas funções no corpo da planta.

    A adubação tem por finalidade atender as demandas de nutrientes minerais nos momentos e nas quantidades que as plantas necessitam para desenvolverem-se de maneira saudável, uma vez que os nutrientes que chegam à elas geralmente não estão nas quantidades suficientes para proporcionarem o desenvolvimento que esperamos.

    Nas plantas de uma maneira geral a absorção de nutrientes minerais contidos nos adubos (adubos orgânicos ou minerais) se dá concomitantemente à absorção de água, e nas orquídeas as raízes são os órgãos especializados para este fim.

    É muito comum por aí, vermos recomendações de adubação foliar para as orquídeas, mas é extremamente equivocado direcionar propositalmente as freqüentes adubações para as folhas, quando na verdade temos o efeito esperado justamente pela solução de água mais adubo escorrer das folhas para os substratos e raízes. Então acaba sendo um grande desperdício de adubo e de tempo do aplicador de adubo insistir em pulverizar todas as folhas das plantas quando somente um jato único poderia ser direcionado às raízes.
    Read more »

    Tripes

    tripes

    Os tripes são insetos diminutos e apresentam coloração variável, sendo mais claros na fase jovens e mais escuro quando adultos. O formato da cabeça é quadrangular e os adultos apresentam dois pares de asas estreitas e com franjas, o que facilita a identificação desses insetos. Possuem aparelho bucal do tipo raspador.

    Alguns tripes alimentam-se somente de outros insetos e ácaros, entretanto, a maioria é fitófaga, isto é, alimenta-se de plantas. Os tripes são encontrados dentro de folhas enroladas ou na superfície inferior das destas.

    São pragas importantes de diversas culturas e quando presentes em grandes populações causam danos consideráveis às plantas. Plantas atacadas pelos tripes ficam com coloração prateada, as folhas ficam retorcidas e caem prematuramente. Além do dano direto que provocam pela alimentação os tripes também podem transmitir vírus para as plantas, o que causa, muitas vezes, sua morte.

    Os tripes adultos possuem poucos milímetros de diâmetro e asas estreitas com longas franjas em suas margens. A coloração é normalmente amarelada ou preta brilhante. As ninfas, fase jovem dos tripes assemelham-se muito aos adultos com o corpo bastante alongado, porém não apresentam asas. Quando perturbadas, muitas espécies de tripes podem curvar a ponta de seu abdome para cima.

    O ciclo de vida dos tripes inclui o ovo, dois estágios de ninfa que se alimentam, um estágio de pré-pupa e pupa que não se alimentam e o adulto. Os ovos são muito grandes em relação ao tamanho da fêmea e são depositados dentro do tecido da planta.

    Controle cultural
    A remoção de botões florais e frutos, desde que não sejam prejudiciais à cultura, auxiliam no controle dos tripes, além da queimada ou enterramento de plantas remanescentes de culturas anteriores, além da limpeza das áreas em torno para minimizar plantas hospedeiras dos tripes.

    Controle biológico
    Ácaros predadores e nematóides. Fungos entomopatogênicos também têm demonstrado eficiência no controle dos tripes.

    Controle químico
    Solução de óleo mineral com sabão. Alguns agrotóxicos são utilizados para o controle dos tripes, no entanto, deve-se atentar para populações resistentes da praga.

    cerquinha