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  • flor de azaléia

    Muitas flores de diferentes cores e tamanhos surgem em diversos lugares com a chegada da Primavera. A estação faz as pessoas pensarem mais na flora e estimula a vontade de ficar em contato com a natureza.

    Para a Primavera, o foco atual é a consciência ambiental, o envolvimento com a natureza e a harmonia. Na decoração, isso se reflete nos materiais naturais com o uso freqüente das fibras, valorizando arranjos mais personalizados e casuais. As folhagens também aparecem como uma forte tendência, valorizando a necessidade da consciência ambiental e preservação do meio ambiente.

    A correria do dia a dia, no entanto, muitas vezes não nos permite desfrutar ao máximo esse momento e acabamos por deixar de lado esse prazer.

    A decoração com flores cumpre uma função especial, ela aumenta a integração social e cria um ambiente mais cordial, além de inspirar o relacionamento social e até melhorar o humor.

    As flores que estarão em alta para a Primavera são os Amaryllis, as tulipas, os Jacintos e as Azaléias
    Na hora de fazer os arranjos, a ordem é criar e personalizar o ambiente, não há regras rigorosas. A tendência é investir em algo único e pessoal. Um visual natural é muito importante para o design floral e isso é combinado com um toque casual e criativo. Os arranjos não são estáticos, eles continuam a crescer e a mudar.

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    adubo bonsai

    É por meio da adubação que o bonsai obtém os nutrientes necessários para o bom desnvolvimento, o que também garante saúde e, consequentemente, maoir resistência às doenças e às prgas ooprtunistas. Para que isto aconteça, é necessário que seja adubado na época certa e com o fertilizante mais adequado. Saiba quando e como é que deve adubar o seu bonsai.

    Qual a importância de adubar os solos?
    A composição do solo é um dos aspectos mais importantes para o desenvolvimento saudável de uma árvore e, o bonsai não é exceção. A fertilização e a adubação do solo de um bonsai é uma atividade obrigatória, pois é uma forma de repor na terra os elementos que o bonsai consome.
    Adubando-se os solos, deve-se ter em consideração algumas técnicas para assegurar um bonsai saudável:
    - As raízes são o suporte e a fonte de alimento de um bonsai e, como tal, devem estar bem nutridas, oxigenadas e úmidas;

    - Uma boa mistura do adubo no solo aperfeiçoa a fertilização e a recolha de nutrientes;

    - Quando a terra está adubada a drenagem da água em excesso é mais fácil de ser efetuada e isso impede o apodrecimento das raízes;

    - O equilíbrio entre a capacidade do vaso e o estado de desenvolvimento da planta obriga à conservação e renovação periódica do solo;

    - A periodicidade da fertilização de uma planta depende do tipo de bonsai e depende do estado do solo. As árvores necessitam de três nutrientes básicos: o nitrogênio, o fósforo e o potássio (NPK). Além destes, é também importante o cálcio, o ferro e o magnésio. Estes podem ser encontrados em fertilizantes químicos ou orgânicos.

    Quando se deve adubar um bonsai?
    A adubação de um bonsai deve ser feito no início da Primavera e no final do Verão e o início do Outono, uma vez que é nestas épocas que uma planta cresce mais. Por outro lado, estas são as duas épocas climatéricas mais importantes ao longo do ano para as plantas. Os aspetos essenciais para a correta fertilização de um bonsai são:
    - No início da primavera, deve fertilizar um bonsai todas as semanas com o auxílio de adubos líquidos. No Outono, é necessário utilizar adubos sólidos para que o solo fique mais enriquecido e para que os bonsai consigam sobreviver ao Inverno;

    - Independentemente de ser um bonsai de interior ou exterior, antes de colocar adubo na terra, deve sempre regar o seu bonsai. Porque se não o fizer, o solo fica seco e isso dificulta a recolha e absorção dos nutrientes;

    - Durante os meses de crescimento das plantas, nomeadamente Março/Junho e Setembro/Outubro, o período entre fertilizações deve ser alargado para trinta dias, de modo a evitar o desenvolvimento excessivo da planta;

    - Não se deve adubar um bonsai durante a estação de Inverno, nem durante os períodos de calor extremo do verão;

    - Após o transplante de vaso, deve aguardar um período mínimo de três a quatro semanas até voltar a adubar a terra de um bonsai;

    - Nunca deve fertilizar um bonsai quando este apresenta folhas meladas ou tenha um aspeto doente.

    Tipos de adubos para o seu bonsai
    Existem vários tipos de adubos que podem fertilizar corretamente um solo e, para adquirir os mais adequados, deve-se procurar uma loja de jardinagem ou até mesmo uma drogaria. Assim, no caso de se tratar do seu primeiro bonsai, pode pedir a ajuda e o conselho dos técnicos especializados. Dos vários tipos de produtos que alimentam um bonsai, destacam-se os seguintes:

    Hormônios de enraizamento: Estes hormônios permitem que a planta consiga desenvolver as suas raízes de uma forma mais sólida e consistente. Os hormônios em pó são conhecidas por serem as mais eficazes.

    Adubos líquidos: Um adubo líquido é um produto que se dissolve na água e é aplicado no momento da rega do bonsai. Trata-se de um produto que atua rapidamente, é limpo e é muito fácil de ser utilizado. É o fertilizante que é utilizado com mais frequência.

    Adubos sólidos: Um adubo sólido é um fertilizante que se coloca diretamente na terra de um bonsai e é aplicado de uma maneira uniforme, sem estar em contato com o tronco da árvore. É um fertilizante que garante um efeito de longa duração, não queima as plantas e melhora a qualidade da terra do bonsai.

    flor03

    floresta

    A floresta é parte integrante do nosso ecossistema, tendo uma importância vital para o equilíbrio ambiental e ecológico do nosso planeta. Preservar as florestas é sinônimo de proteger e a garantir a qualidade de vida, é preservar o futuro.

    Além da beleza paisagística as florestas constituem habitats únicos para variadíssimas espécies de seres vivos, incluindo comunidades humanas.

    As florestas ocupam cerca de 30% da área terrestre do nosso planeta e contêm cerca de 70% do carbono presente nos seres vivos. O desenvolvimento da floresta é um processo muito lento e é necessário muito tempo para que se estabeleçam os equilíbrios fundamentais entre as diferentes espécies e o meio físico envolvente.

    O acelerado ritmo das atividades humanas e as agressões frequentes aos espaços florestais não são compatíveis com a lenta capacidade de resposta dos ecossistemas florestais, conduzindo à sua progressiva degradação e destruição.

    Podemos ajudar a preservar as florestas e matas de muitas formas, porém, a maior contribuição que devemos dar à natureza é estudá-la para compreendê-la, tomarmos consciência de sua importância no equilíbrio ecológico do planeta e socializar esta compreensão com os nossos semelhantes na forma de ensinamentos, de sensibilização e nas atitudes corretas em prol das árvores, dos arbustos, das herbáceas, etc. Devemos aprender e ensinar, enquanto aprendemos, que as plantas são extremamente necessárias à nossa sobrevivência, além de trazerem muitos benefícios para nós, trazem também para uma imensa multidão de animais e para o ambiente em geral.

    Existe uma variação ambiental gradual no tipo de florestas que existem no nosso planeta, mesmo assim, podemos considerar três tipos principais de floresta, classificados de acordo com a latitude: As florestas tropicais, temperadas e boreais.

    Floresta tropical
    As florestas tropicais caracterizam-se por possuírem a maior diversidade de espécies. Um quilômetro quadrado pode conter mais de 100 espécies diferentes de árvores. As florestas tropicais são assim denominadas por se localizarem entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, sendo encontradas na região amazônica, na América Central, na Indonésia, Austrália e na África.

    A  maior floresta tropical úmida do mundo é a Floresta Amazônica. A sazonalidade nestas florestas consiste em apenas duas estações: a estação úmida e a estação seca e a duração do período de dia e noite varia pouco ao longo do ano, sendo sempre próxima de 12 horas.

    A temperatura é elevada e também varia pouco ao longo do ano, sendo a diferença entre a temperatura média dos meses mais quentes e dos meses mais frios à volta de 5º C. A precipitação anual é elevada (geralmente superior a 2000 mm) e distribuída equitativamente ao longo do ano.

    A fauna é muito rica, sendo constituída por inúmeras espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, etc. Os solos são, em geral, pobres em nutrientes. A decomposição da matéria orgânica é rápida. Nestas florestas existem várias camadas de copas, existindo um gradiente de espécies em altura. As copas são contínuas, permitindo a penetração de muito pouca luz para o solo.
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    Não se esqueça que:
    A exposição constitui um dos fatores os mais importantes que condicionam o desenvolvimento de uma planta. Algumas precisam de calor e de luz, outras de sombra. Reserve a cada exposição o tipo de vegetal adequado, quando se familiarizar com a orientação dos lugares. Para isso, até poderá ser útil a utilização de uma bússola.

    norte

    Ao Norte
    Trata-se sem dúvida da exposição a mais fresca, a não ser a mais fria, entre todas. No Norte, o sol nunca vem. Coloque as plantas de sombra (fetos, azáleas, etc.) e evite absolutamente as plantas de sol porque vão sentir com certeza.

    leste

    Ao Leste
    Trata-se da exposição que está ensolarada apenas de manhã (o sol levanta-se ao Leste), durante um tempo mais ou menos longo segundo os obstáculos (árvores, construções, relevo…). Esta situação responde as necessidades dos vegetais que precisam de um mínimo de luz para desenvolver-se, mas que temem o sol pungente. É o caso dos Rododendros e das Camélias, que o sol da tarde queima de maneira severa enquanto algumas horas de sol cedo de manhã não lhes causa nenhum prejuízo. Evite plantar contra um muro exposto ao Leste as plantas que reclamam muita luz, arrisca-se a fazer sofrer as plantas e vão florescer menos.

    sul

    Ao Sul
    As inclinações e lugares expostos no sul beneficiam do máximo de sol e das temperaturas as mais quentes. É também um dos lugares mais secos numa grande parte do território, porque a chuva vem raramente do sul (exceto os microclimas locais). Instale neste lugar os vegetais de luz (Árvore de seda, Roseiras, Lavandas, etc.). Em contrapartida, evite absolutamente instalar neste lugar os vegetais de sombra. Senão, vai ter uma decepção. Note também que os legumes precisam quase todos de uma exposição no sul; em boa lógica, a horta deve portanto ser orientada de maneira a beneficiar do máximo de sol durante o dia.

    O efeito “sul” é reforçado ao pé de um muro, este efeito retorna uma parte do calor e luz do sol. Em região fria, este tipo de lugar será mais favorável aos vegetais friorentos, que beneficiarão de temperaturas mais clementes no inverno. Em região quente, é o lugar o mais difícil de crescer vegetais, porque é pungente e muito seco no verão.

    oeste

    No Oeste
    É o lugar ideal para as plantas que precisam bastante sol e que gostam de umidade. Com efeito, a exposição ao oeste recebe muita umidade (existe microclimas locais pelos quais a umidade vem de uma outra direção, sobretudo perto da montanha ou da beira mar). As zonas orientadas para o oeste beneficiam de um sol equilibrado, mais forte que o da manhã, mas menos escaldante que os lugares situados no sul, que podem ser escaldantes. Muitos vegetais agradam-se nestas condições (Hortênsias, Fúcsias, Gerânios Vivazes, etc.).

    folhas-purpuras

    As folhas púrpuras precisam em geral de sol, enquanto as folhagens douradas temem. Não é portanto, fácil de juntar os dois.

    Todos os intermediários possíveis
    É raro que um lugar dado seja perfeitamente orientado no Sul ou no Leste, e trata-se geralmente de intermediários (Sudeste, ou Sul Sudeste por exemplo). Tome em conta para adaptar a sua seleção e plantar em cada lugar as plantas

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    O Brasil abriga cerca de 40 espécies de Encyclia que estão distribuídas por todo território do nosso país. Este gênero de orquídea vegeta em locais com maior luminosidade e boa ventilação, como nos cerrados, matas secas e outros tipos de vegetação que estão associados às formações rochosas. São geralmente epífitas, mas existem muitas espécies rupícolas e raras terrestres.

    Dentre as espécies de Encyclias nativas do nosso país, vamos conhecer um pouco mais sobre duas espécies que foram recentemente descobertas e descritas para Minas Gerais. Estas espécies são completamente diferentes das outras encyclias encontradas até então, pois apresentam algumas peculiaridades em suas morfologias.

    Encyclia marxianaEncyclia marxiana : É uma planta de porte pequeno e flores bem menores que as outras encyclias. Uma das características marcantes dessa espécie é ter sua coluna completamente coberta pelos lobos laterais, característica esta que não aparece em outras espécies brasileiras.
    Apenas algumas encyclias  do México possuem esta peculiaridade. Outra característica importante desta espécie é a presença de uma intensa verrugosidade em seu pedúnculo e em suas cápsulas, além das flores não ressupinadas.
    A Encyclia marxiana é epífita e vegeta nas margens de córregos, em matas com alta incidência de luz e ventilação. Até então foram encontradas poucas plantas dessa espécie, aparentemente é uma orquídea de distribuição rara na natureza. Floresce no início do inverno.

    Encyclia oliveirana
    Essa orquídea epífita vegeta nas margens de córregos nas matas bem iluminadas do cerrado, sua floração ocorre no início do inverno e tem as mesmas características morfológicas da espécie antes citada. Mas ao contrário da mesma, a Encyclia oliveirana tem uma distribuição bem mais ampla, ela já foi encontrada nas cidades mineiras de Botumirim, Capelinha, Comercinho, Pedra Azul, Veredinha e Turmalina. As pequenas flores têm desenhos lineares em suas pétalas e sépalas que as deixam muito belas, além de um agradável perfume.

    Essas duas encyclias são de fácil cultivo, adaptam-se melhor quando plantadas em toquinhos de madeira rugosa, como ipê, placas de madeira e também em cachepots. Como a maioria das encyclias elas não toleram excesso de umidade, e exigem muita luz e ventilação.

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    Areca-Palm

    Antes de plantar qualquer tipo de plantas em um jardim é necessário saber qual o melhor tipo de planta para se adaptar ao ambiente onde ela vai ser plantada. Uma preocupação bastante comum e que traz grandes conseqüências é quanto a proliferação das raízes das plantas que podem invadir as tubulações de esgotos e de água potável tomando conta da estrutura dos canos de modo que eles possam entupir e interromper o seu processo de funcionamento.

    As plantas dependendo do seu tamanho podem alcançar proporções tamanhas que se tornam inviáveis para manter em um jardim de tamanho mediano, a não ser em jardins imensos como os de mansões e parques.

    Escolhendo a palmeira certa
    As palmeiras dão vida ao jardim transformando completamente o ambiente, mas é preciso conhecer o tipo de palmeira que vai ser plantada no seu jardim a fim de não se arrepender depois. Há mais de 2.500 espécies de palmeiras existentes no mundo, na América as palmeiras se classificam em duas variedades diferentes que são as palmas do sul e as palmas do norte que se adaptam tanto para calores extremos e seca, assim como frio extremo.

    Esse tipo de palmeira pode ser encontrado em floriculturas e podem ser de varias espécies assim como vários tamanhos e formatos. Cabe ao comprador observar o tipo de palmeira que se encaixa bem ao seu clima e ao local onde ela irá ser plantada. Esteja sempre muito tento quando você for comprar uma palmeira para estar comprando a muda certa, pois depois de plantada e crescida não da mais para ser transplantada, se não ela morre. O tamanho da palmeira também é muito importante para que ela fique bem no seu jardim e não fique desproporcional ao resto do ambiente.

    Concluindo
    Para determinar o tipo de palmeira para o seu jardim é necessário fazer uma pesquisa que pode ser pela internet em floriculturas online que poderão tirar duvidas e ajudar você na hora da escolha certa. A Palmeira Areca é a mais recomendada para o jardim, mas ela não gosta de exposição direta do sol, mas toleram diferentes tipos de claridade, assim como ventos, frio e calor. Mantê-las sempre regadas quando a superfície da terra estiver seca e tirar as folhas mortas para não contaminar o solo. Com apenas alguns cuidados o seu jardim pode ficar lindo com as palmeiras adequadas.

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    Fazer carinho em suas plantas, é conhecer a sua terra
    Poucas plantas podem passar-se de terra, exceto nos Trópicos. Trata-se então de um elemento fundamental que se deve bem conhecer.

    Uma terra tem numerosas características. Para o jardineiro, o mais importante é conhecer a sua textura e sua acidez. Numa terra ligeira e ácida, será necessário proceder de uma outra maneira que em terra pesada e alcalina. Três componentes regem a textura de uma terra, a argila, os limos e a areia.

    argila

    A argila, pesada, mas generosa
    A argila torna a terra maleável, adesiva. As terras argilosas são às vezes chamadas “barro” ou “terra de olaria”. Reclamamos porque no inverno a argila é parecida com almácega e no verão, tende-se e fica dura. Trata-se, no entanto, de um tipo de solo muito produtivo, mas que é necessário descompactar. Nunca se deve acrescentar de areia ou de cascalho uma terra muito argilosa, sob pena de transformá-la em betão. O uso de turfa é possível ser mais, mas difícil na prática, porque se mistura mal com uma terra adesiva. É melhor alimentar a terra argilosa com matéria orgânica, como estrume decomposto, a enterrar. Um trabalho um pouco penoso no início, mas que lhe garantirá um jardim luxuriante. Os buxos e numerosos arbustos de grande desenvolvimento apreciam este tipo de terra.

    areia

    A areia tem pelo contrário uma textura muito lassa. É impossível formar um monte quando se pressiona na mão. No verão, a terra arenosa tem tendência a formar uma poeira. No inverno, nunca cria poças, mesmo após uma forte chuva. Ao contrário da argila, a areia é pobre, porque os elementos nutritivos são provocados pelas chuvas, que lavam facilmente a terra. As terras arenosas são frequentemente ácidas, o que portanto, agrada às plantas de terra de urze: rododendros, azáleas, etc. Deverá em contrapartida trazer regularmente alimentos para alimentar as plantas, sob a forma de adubos, composto, de estrume, etc. Não é preciso colocar grande quantidade (em grandes regas) dado que tudo vai ser levado em profundidade no solo, fora do alcance das plantas cultivadas

    limo

    O limo, bem equilibrado
    Os limos são intermediários entre as argilas e a areia, uma terra limosa não é nem demasiada porosa, nem demasiada adesiva. Se dispuser de tal terra, poderá cultivar numerosas plantas, sem ter que alterar a textura do solo. Este tipo de solo não é, contudo muito frequente, exceto perto dos cursos de água, em fundo de vale, em certas regiões do litoral, etc.

    Na maior parte dos casos, a terra de jardim comportará estes três elementos (areia, limo, argila) em quantidades variáveis. É manipulando a terra, olhando como a água comporta-se, etc. que poderá determinar de que categoria o seu solo aproxima-se. Poderá então encarar “os corretivos” a trazer para melhorá-la, ou seja, os elementos que vão lhe permitir alterar a sua estrutura,  são as emendas.

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    Heliconia_rostrata
    PLANTAS TROPICAIS
    Entre as inúmeras plantas das florestas tropicais da América Central e do Sul, encontram-se diversas variedades que se adaptam magnificamente aos terrários. As lojas especializadas oferecem uma vasta gama de plantas deste tipo, indo ao encontro de todos os gostos.

    DieffenbachiaEncontram-se nas lojas de plantas em diversas variedades. Trata-se de uma planta de solo, que só se deve utilizar enquanto pequena ou num terrário de grandes dimensões, com animais tranqüilos ou pequenos; as folhas são muito frágeis.

    Philodendron Encontram-se nas lojas de plantas, em diversas variedades.

    Philodendron panduriforme – Trepadeira de folhas de tamanho médio; como muitas outras plantas semelhantes, cria raízes aéreas que se ramificam decorativamente na água, de modo que a planta passa a dispensar a terra.

    Philodendron martianumPlanta rija e decorativa, que precisa de muita luz.

    Philodendron scandens Adapta-se quer como planta de solo, quer como trepadeira. Sendo rija e de folhas pequenas, é muito versátil em termos de utilização. Multiplica-se facilmente, bastando para isso cortar e plantar a parte superior da planta.

    Spathiphyllum – As variedades mais pequenas adaptam-se bem a um terrário. Planta de solo, produz ocasionalmente rebentos brancos.

    SyngoniumEncontram-se no mercado, em diversas variedades. Trata-se de uma planta trepadeira, cujas folhas são um pouco mais sensíveis que as das Philodendron.

    Ananases (Bromeliaceae), bromélias – O seu crescimento típico e as suas características de epífitas tornam estas plantas especialmente indicadas para a criação de pequenas paisagens inconfundíveis.

    Vriesea splendensTrata-se de uma espécie grande de belas folhas recortadas, mas no mercado encontram-se variedades de menores dimensões. Epífita; as folhas dispõem-se em roseta, como na maior parte dos Ananases, formando uma espécie de cisterna, que também tem de ser regada. A planta utiliza esta cisterna para armazenamento de água e nutrientes e muitos animais servem-se dela como bebedouro, ou para reprodução, como alguns anfíbios.

    Vriesea psittacinaVariedade de pequenas dimensões. Epífita, sensível as acumulações de umidade.

    TillandsiaExistem diversas variedades, com características epífitas. Podem crescer ligadas apenas a madeira, sem suporte de tecido vegetal. Necessitam de muita luz e de um elevado grau de umidade noturna.

    Guzmania – Encontram-se em diversas variedades e ainda na forma de híbrido. De tamanho variável, adaptam-se a vários tipos de terrários. Epífita, sensível as acumulações de umidade.

    Cryptanthus – Existem diversas variedades no mercado. Planta muito decorativa, cresce sobretudo no solo e apenas ocasionalmente como epífito. Os rebentos são facilmente quebrados por animais grandes, portanto convém cultivá-los separadamente.

    Nidularium – Encontram-se em diversas variedades e também sob a forma de híbrido. Epífita, geralmente bastante grande, mas fácil de cuidar.

    Aechmea fasciata, Aechmea chantinii, Aechmea fulgens – Plantas grandes, com características epífitas. Rijas, adequadas apenas a terrários de grandes dimensões.

    Billbergia – Surge em diversas variedades. Epífita grande, que produz rebentos com facilidade.

    Cactos das espécies Rhipsalis e LepismiumEncontram-se diversas variedades no mercado. Trata-se de cactos epífitos, que descobriram um nicho ecológico próprio nas florestas tropicais. É necessário evitar acumulações de umidade; estas plantas são aconselháveis apenas para animais leves e pouco impetuosos.

    Tradescantia Encontram-se em diversas variedades e formas, quer como planta de solo, ou como trepadeira. Multiplicam-se facilmente através do corte da sua parte superior.

    Maranta leuconeura, Calathea makoyana, Calathea ornata Plantas de solo; a exceção da primeira, Maranta leuconeura, adequadas apenas a terrários de grandes dimensões. Tem grande necessidade de luz.

    Peperomia Existem em diversas variedades. Essencialmente planta de solo, algumas das suas variedades são epífitas. Evitar as acumulações de umidade, visto as raízes com facilidade. Adequadas a animais leves e pouco impetuosos.

    Polypodium aureum Feto epífito, adequado apenas a terrários de grandes dimensões.
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    Nem todas as ervas são árvores além das grandes diferenças entre as diversas espécies de plantas.

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    As plantas herbáceas
    Do ponto de vista botânico, “as ervas” designam todas as plantas que não formam madeira e que têm apenas tecidos tenros. Como por exemplo, as primaveras, os tomates, os fetos. Naturalmente, a erva no sentido corrente, ou seja, as plantas da família das gramíneas (as festucas, os miscanthus, o trigo, etc.) é uma planta herbácea. Do mesmo modo, as bananeiras, os bambus e as palmeiras são, num plano botânico, apenas ervas! Para além destas plantas específicas, as plantas herbáceas atingem raramente grandes tamanhos, em comparação com as árvores.

    Além disso, as plantas herbáceas podem viver um ano ou mais. Se viverem apenas uma estação (como os tomates ou as rosas da Índia) são chamadas anuais. Se viverem dois anos (como a digital comum) são bianuais. E quando vivem vários anos, são vivazes, perenes ou ainda perpétuas. Existem vivazes de curta duração de vida (o goivo, os agastaches, o funcho vivaz, a coquelourde…), são perenes mas na prática, devem ser substituídas cada dois ou três anos.

    Pinus_aristata

    As árvores
    A situação é felizmente menos complicada do que as plantas herbáceas! Uma árvore vive muitos anos. O pinheiro com o rabo de raposa (Pinus aristata), é muitas vezes considerado a árvore que vive mais anos e que cresce mais lentamente.

    Lagerstroemia 'Tuscarora'

    Os arbustos
    São as mais numerosas e situam-se entre as plantas herbáceas e as árvores. Os arbustos formam madeira, basta-nos cortar um tronco de lavanda para ver o seu crescimento, como no carvalho ou no pinheiro. Mas os arbustos têm uma dimensão inferior à das árvores. Em geral, classificam-se em árvores se excederem os 6 m, e em arbustos ou outros vegetais de madeira se tiverem dimensões inferiores a esta.
    Esta distinção é arbitrária e não corresponde á realidade na natureza. Por exemplo, alguns arbustos são verdadeiras árvores (o lírio da Índia, ou Lagerstroemia, atinge 8 m em condições excepcionais) enquanto algumas árvores pelo contrário só podem permanecer no estado de arbustos se a situação for desfavorável.

    Para complicar as coisas, o nome de algumas plantas contém a palavra “árvore” quando se trata apenas de arbustos, ou mesmo de plantas herbáceas. A árvore aos faisões (Leycesteria), a hortelã em árvore (Escholtzia) ou a árvore das borboletas (buddleia) não são verdadeiras árvores, enquanto a árvore dos lenços (Davidia) é uma autêntica árvore.

    Lianas

    As lianas ou plantas trepadeiras
    Formam talos finos em relação ao seu comprimento. Uma grande Clematite nunca excede 1 cm de diâmetro, e uma venerável Bignone pode atingir 10cm de diâmetro. Na natureza, as lianas correspondem à plantas que penduram as outras para ir procurar luz. Existem lianas anuais.

    jacintos azuis

    As plantas com bulbo
    Têm reservas subterrâneas carnudas, como a cebola e a Tulipa. A forma da reserva é muito variada num plano botânico e segundo os casos, falamos de corme, de garra, de rizoma ou de tubérculo. Não é preciso conhecer estas diferenças em detalhe. Saiba simplesmente que em todos os casos, a planta armazena reservas debaixo da terra e que para manter-se, deve poder reconstituir as suas reservas anualmente.

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    pinheiro marítimoPinheiro marítimo, bom indicador de um terreno ácido.

    Cuidado com as plantas que exigem um solo ácido ou alcalino
    A acidez de um solo constitui, com a sua textura, este é um fator essencial para as plantas que têm exigências específicas na matéria. Uma terra alcalina se caracteriza geralmente pelo seu teor em calcário. Uma terra ácida defina-se pela ausência total de calcário. Uma planta que exige um solo ácido sofrerá em terra calcária. Ao contrário, uma planta de terra calcária vai sofrerá em solo ácido. É portanto, importante conhecer a acidez da sua terra.

    Para isso, vários métodos podem ser utilizados. Primeiro, utilize seu sentido da observação, certas plantas que crescem de maneira espontânea traem uma terra ácida, como os Juncos, as Digitalis, as Giestas, e as urzes naturalmente, dado que “a terra de urze” é um terriço ácido. Pelo contrário, as plantas de terra calcária, como o Carvalho pubescente, o Cítiso, o Bordô campestre, as Íris, o Rosmaninho, etc., sugerem que o solo dos arredores seja rico em calcário.

    Estas informações são úteis porque onde estes vegetais crescem de maneira espontânea, não terá dificuldade normalmente em fazer crescer as formas cultivadas. Relativize, no entanto, estas indicações, porque a natureza do solo pode variar sobre uma curta distância. Para mais segurança, efetua uma medida mais precisa.

    Uma escala de medida
    A acidez mede-se através do pH (para “potencial Hidrogênio”). É sempre compreendido entre 1 (acidez extrema) e 14 (alcalinidade total), um valor de 7 é considerado como neutro (nem ácido, nem alcalino). No jardim, o pH situa-se entre 5 (terra muito ácida) e 9 (terra muito calcária). O pH exato não pode ser adivinhado e deverá munir-se de um kit especial, graças ao qual poderá estimá-lo. Seu emprego é muito simples e informativo.

    Assim, para valores compreendidos entre 6 e 7, a terra é ligeiramente ácida. É mais favorável aos vegetais de terra de urze, mas poderá cultivar numerosas plantas. Um pH mais fraco indica uma terra muito ácida: os legumes vão crescer mal, certos arbustos arriscam não se darem bem, como a Árvore Judée, as Lavandas, os Cistes. Em contrapartida as Camélias, os Bordos do Japão, as Hortênsias, apreciarão estes solos.

    Os solos alcalinos
    Além de um pH de 7, uma terra é alcalina (diz-se também “básica”, porque rica em “bases”, a outra denominação das matérias alcalinas). Conterá portanto, uma parte importante de calcário, sobretudo se o pH for compreendido entre 8 e 9. Manter Rododendros e Andrômedas por exemplo será difícil. Os vegetais mais sensíveis ao excesso de calcário, como as Roseiras e as Hortênsias, arriscam-se a amarelar devido ao clorose férrica, um mal frequente em terra calcária. Única solução: fornecer-lhes um tratamento anticlorose (em rega) uma vez que os sintomas aparecem. Uma adubação regular de composto maduro ao pé das plantas vai evitar este problema. Numerosas plantas prosperam em solo calcário sem a qualquer preocupação: os Pinhos, as Figueiras, os Buxos, os Cotonéasters, etc.

    A natureza não é assim tão mal feita, numerosas plantas permanecem indiferentes à acidez do solo, e vêm tanto em terra ácida que calcária. Como por exemplo: os Agapantos, as Clematites, as Heras cultivadas, as Macieiras, o Lilás, etc. E se quiser alterar o pH da sua terra, é possível. Acrescente enxofre em pó ou sulfato de ferro para acidificá-la. Incorpore pelo contrário cal apagada ou dolomita para reforçar o seu caráter alcalino.

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