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  • Cattleya tigrina

    Assim como nós, as plantas também precisam de alimento, portanto, precisamos adubar as orquídeas, seja com substratos, fertilizantes organominerais ou ainda com fertilizantes com NPK, pois muitas vezes o amarelamento das folhas é por falta de nutrientes (principal nitrogênio). Abaixo algumas dicas que poderão lhe ajudar a cuidar melhor de sua orquídea, que são plantas especiais e delicadas.

    Luz - Orquídeas gostam de muita luz, que é essencial para o seu desenvolvimento e floração. No entanto, elas não gostam de receber o sol direto, pois este contato pode queimá-las. Então escolha sempre um local de meia sombra.
    Dica: Existem telas de sombreamento especiais para proteger as orquídeas do sol intenso.

    Água - A maneira correta de se regar uma orquídea consiste em colocar seu vaso dentro de uma lâmina d’água de mais ou menos 3 cm de espessura e esperar que a água suba por capilaridade, umedecendo o substrato. Nunca deixe água empoçada no vaso, prato ou cachepô de sua orquídea. Lembre-se: Elas não devem ficar com as raízes encharcadas.

    Obs.: A super irrigação pode trazer doenças e até matar susa plantas. Faça o teste afundando o dedo indicador, mais ou menos 2 cm, perto do centro do vaso. Se o dedo sair úmido, ainda não é necessário de regar.

    Nutrição – A orquídea é uma planta muito especial e evoluída, portanto precisa de uma nutrição completa com todos os minerais necessários para o equilíbrio do seu metabolismo vegetal.
    Obs.: Se sua orquídea ficar com um “fino pozinho branco” nas folhas, isso pode ser resíduo de sais minerais. Sinal de que você está nutrindo ela demais ou de maneira errada, e isso pode desidratá-la com o tempo. Elimine estes resíduos lavando a sua orquídea em água corrente, principalmente suas folhas e raízes.

    Ambiente - A umidade relativa do ar indicada para a maioria das orquídeas é de 50 a 70% e a temperatura entre 22 e 27ºC. Porém, algumas podem suportar baixas temperaturas, já outras não sobrevivem abaixo dos 15 graus. Ambientes ventilados são importantes para o desenvolvimento e floração das orquídeas, por isso o ideal é mantê-las ao ar livre principalmente nos períodos sem flor.
    Obs.: Nunca exponha sua orquídea a ventos muito fortes, pois podem danificar a planta além de afastar os insetos úteis na sua polinização.

    Fixação e Suporte – A orquídea precisa estar sempre bem fixada e segura onde estiver plantada para poder crescer com força e vitalidade. Utilize os tutores (hastes flexíveis longas) e os arames de fixação para estabilizar sua planta no vaso e “tutorar” as hastes florais para que as mesmas não caiam com o peso dos brotos e flores!
    Obs.: Se você preferir plantar sua orquídea no galho de uma árvore, prefira os encontros entre tronco e galhos! Nestes espaços as raízes conseguem se fixar melhor. Além disso, formam uma espécie de “vaso natural” onde acumular naturalmente umidade e outras matérias necessárias à adaptação da orquídea no novo ambiente.

    Poda - O Corte ou a poda de sua orquídea é apenas para retirar flores murchas, folhas mortas, secas ou com doenças e as hastes florais já secas.
    Obs.: Utilize preferencialmente uma tesoura de jardinagem pequena e bem afiada, sempre esterilizada com fogo a cada novo corte para evitar contaminações.

    Crescimento – Quando a sua orquídea emanar diversas raízes para fora do vaso, será hora de transplantá-la para um vaso maior ou fazer uma divisão, levando os novos brotos para um segundo vaso.
    Obs.: O vaso não deve ser grande demais (a planta fica folgada, solta) nem pequeno demais (a planta apertada e sem espaço pra crescer).

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    zamioculca

    Para lugares fechados, a dica é folhagem africana, chamada Zamioculca. É ideal para escritórios, salas, um ambiente mais escuro.
    Ela é da família da Comigo-ninguem-pode que é tóxica; o Guaiambé também da mesma família é usada como medicinal. Nunca lí nada sobre o fato dela ser tóxica, no entanto não deixe que seus animais comam suas folhas, no mínimo não terá sua planta destruída.
    Os cuidados no cultivo da Zamioculca dentro de casa
    O solo deve ser orgânico com excelente drenagem, resiste bem a ambientes com luminosidade deficiente. Se o solo for rico em matéria orgânica não haverá necessidade de adubação química. É uma das plantas que mais resiste à falta de luz.

    Como fazer a poda
    Retire-a do vaso, faça a divisão da touceira e replante a parte que quiser. O que sobrar pode presentear suas amigas.

    A Zamioculca tem ótima resistência com pouca luminosidade, é um curinga para interiores. Mas é bom lembrar que, um arzinho renovado deve correr em qualquer ambiente com plantas, mas até sem ele ela suporta.

    Ela também é conhecida como brilhante, por manter o brilho das folhas sob pouquíssima luz. As folhas parecem até enceradas.

    O solo ideal para a Zamioculca deve ter boa drenagem e ser rico em matéria orgânica:
    1 parte de terra comum
    1 parte de terra vegetal
    1 parte de areia de construção lavada
    1/3 parte de húmus de minhoca.

    A rega deve acontecer umas 2x por semana, ou sempre que o substrato estiver mais pra seco.

    O crescimento é lento, o máximo de cuidados que ela exige é a retirada de folhas secas e murchas. Adubar a cada 3 meses com húmus de minhoca preferencialmente ou NPK 10-10-10, sem encostar nas hastes, só em volta do vaso, 1 colher de sopa não muito cheia, num vaso grande.

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    ipe branco

    Ipê que não floresce – Os ipês são plantas de cerrado e na região de origem sofrem longos tempos de estiagem. Nas ruas esta condição é bastante parecida, pois só recebem água em época de chuva. No jardim, o ideal é que sejam regadas apenas quando o solo estiver seco e que sejam adubadas frequentemente com um tipo de fertilizante rico em fósforo.

    Para adubar árvores de jardim procure se basear na projeção da copa da árvore, para chegar o mais perto possível das raízes alimentadoras. Faça sulcos no solo, em volta de toda a árvore e, depois de aplicar o adubo, regue abundantemente para que a árvore absorva o produto.

    O estêrco de coelho pode ser aproveitado para fazer adubação de plantas. Sendo muito concentrado, deve ser aplicado em menor quantidade (cerca de 10 litros por metro quadrado de canteiro) e sempre, é claro, bem curtido. O importante antes de aplicar qualquer tipo de estêrco é molhar bastante o solo.

    Rega das violetas – O ideal é que as regas sejam feitas pelo processo de capilaridade. Este processo é o mais indicado porque evita que as folhas da planta sejam molhadas, favorecendo o surgimento de doenças. Mas é bom saber que as violetas também devem ser regadas, de vez em quando, por cima, com muito cuidado para a retirada dos sais, que ficam acumulados no solo e que prejudicam a planta.

    Adubação de Antúrios – O melhor fertilizante para antúrios é a calda de estêrco de gado, pois ela apresenta uma boa dosagem de nitrogênio. Prepare a calda da seguinte maneira: deixe de molho, por uns 8 ou 10 dias, cerca de 1 kg de esterco de gado, bem curtido, em 10 litros de água. Na hora de utilizar, mexa bem e regue com essa calda os antúrios.

    Plantas de caule logo e frágil precisam ser tutoradas para evitar que se quebrem com a ação do vento ou das chuvas. O cuidado maior deve ser dado à amarração da planta, para impedir o estrangulamento dos ramos. Por isso, o amarrilho mais indicado deve ter a forma de um “8″ deitado.

    Evite usar açúcar, sal, aspirina ou outros produtos para conservar suas plantas em vaso. Algumas espécies podem até gostar dessa técnica caseira, mas o melhor mesmo é comprar conservantes apropriados para essa finalidade. Eles são vendidos em casas de produtos para jardinagem, e têm a garantia de que suas plantas ficarão vistosas por mais tempo.

    Para conduzir a trepadeira com criatividade, bastam alguns acessórios, que podem ser encontrados em casa com facilidade. Veja a sugestão: aqui a planta se apoiou numa velha armação de guarda-chuva e um cano fino de PVC.

    Na hora de regar suas plantas procure usar água na temperatura ambiente . Isso evita que a planta sofra choques térmicos.

    Cortando os pistilos das flores elas permanecerão vistosas por mais tempo nos vasos com água.

    Para borrifar as folhas da sua planta e evitar que as flores se molhem ficando com aspecto feio, utilize um macete bem simples: proteja-as com uma folha de papel. Evite borrifar água nas plantas quando o sol estiver muito forte. O ideal é fazer este trabalho sempre nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde.

    Na hora de escolher um bom lugar para deixar as suas samambaias, preste atenção nas portas e janelas. Elas se desenvolvem melhor longe das correntes de ar.

    Combater formigas não é muito fácil, até porque existem muitas espécies diferentes. De qualquer forma aqui vai uma dica: Plante seus próprios repelentes como a menta, lavanda, manjerona, absinto, cravo-da-índica e o alho. As formigas detestam o aroma dessas plantas. Ou impeça que subam nas árvores enrolando ao redor dos troncos das frutíferas uma faixa melada com algum tipo de graxa. como na figura:

    Na hora de fazer o plantio ou reenvasamento de uma planta, caso o novo vaso seja de barro, lembre-se de deixá-lo de molho em água por 24 horas. Assim se evitará o ressecamento constante do solo.

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    azalea

    Os cuidados constantes que recebem as árvores bonsai permitem viver mais anos do que os seus congêneres naturais. Há dois tipos diferentes de tratamento de bonsai com características muito diferentes: interior e exterior. Realmente, não existem tipos de bonsais de interior se não as condicionar a viverem no interior de uma casa. Os bonsais de interior são espécies que não suportam as geadas. A adaptação de um bonsai ao interior de um lugar dependerá das condições ambientais, tais como a luz, temperatura, umidade, etc.

    A respeito da luz, podemos dizer que é o elemento mais importante para o crescimento do bonsai. Portanto, devemos sempre tentar situá-los perto de uma janela com luz clara. Para evitar que o nosso bonsai se desidrate, devemos manter uma umidade no ambiente de 50% no mínimo. Quanto maior seja a temperatura maior a necessidade de um clima úmido o bonsai terá.

    É importante destacar que os bonsais de interior não suportam muito bem as correntes de ar. Os bonsais de exterior, como o seu próprio nome indica, necessitam das mesmas condições que as árvores que vivem na Natureza. Por norma geral, situam-se em zonas iluminadas, mas porque o Verão tem temperaturas elevadas, abrigam-se em zonas com sombra e abrigados do vento para evitar queimaduras nas suas folhas. Acerca da temperatura, é recomendável protegê-los das geladas. Para os bonsais entrarem em repouso Invernal, necessitam de uma temperatura que oscila entre os 0 e os 5ºC.

    Os bonsais, ao viverem num espaço reduzido, necessitam de rega periódica. A norma é regá-los quando a superfície da terra está seca. É aconselhável que se reguem com água da chuva. Se isto não for possível, um truque é deixar a repousar água da torneira durante 5 ou 6 dias num recipiente para que assim se elimine o problema das manchas de cloro. Também é necessário algum cuidado na rega, os bonsais necessitam de pulverização pois elimina a sujidade e o pó que podem ter nas folhas.

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    floreira
    1. Remexer a terra para deixá-la fofa. Misture adubo orgânico.

    2. Retirar todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca;

    3. Para melhorar a qualidade do solo, pode-se fazer uma mistura básica. Misturar uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica, acrescentar: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio;

    4. Adicionar a mistura à terra e mexer bastante.

    5. Para corrigir ainda mais o solo, acrescentar areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos;

    6. Escolher as plantas de acordo com o local onde vai ficar ao floreira ou o vaso: se bate sol ou fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc.;

    7. Para plantar as mudas, faz-se um buraco de bom tamanho, retira-se o plástico da muda e coloca-se o torrão dentro do buraco;

    8. Para plantas com caules finos e altos, colocar um tutor para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta;

    9. Para regar as plantas, dá-se preferência às primeiras horas do dia. Evitar rega-las quando estiver calor;

    -Para vasos com plantas com caule regar por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso;

    - Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encher de água o prato que fica sob o vaso;

    - Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão;

    10. Retirar as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixar as flores murchas para reprodução;

    11. Combater as pragas, pulverizando com inseticidas;

    12. Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso onde estão, têm que se mudar para um vaso maior.

    Replante como ensinado no passo 7.

    Como plantar uma floreira para janelas
    1. Prepara-se a floreira: cobrir o fundo da floreira com 3cm de argila expandida para favorecer a drenagem (cacos de cerâmica ou cascalho podem substituir a argila). Preparar uma mistura de solo com três partes iguais de terra vegetal, areia e húmus. Espalhe sobre a camada de argila, mantendo cerca de 2,5 cm do bordo da floreira;

    2. Escolha as espécies: Em janelas de apartamentos: por exemplo, os grandes efeitos são dados por plantas pendentes. Onde há bastante incidência de luz solar, pode-se optar por gerânios pendentes, que se mantém floridos praticamente o ano todo;

    3. Plantando: Pressionar ligeiramente a superfície da terra, antes de colocar as mudas. Lembre-se de manter um espaço entre elas, para que possam desenvolver-se sem ficarem aglomeradas. Colocar um pouco mais da mistura de terra para uniformizar a superfície e regar ligeiramente. Adubar as plantas quinzenalmente na Primavera/Verão e mensalmente no Outono/Inverno.

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    Sedum pachyphyllum

    1. 5 cm de pedra britada N° 2 (Malha 30 milímetros) no fundo do vaso.
    2. Por cima 5 cm de carvão de lenha, em pedaços pequenos, mais ou menos com 5 cm de diâmetro.
    3. Uma camada de areia grossa lavada, de rio, com 5 cm.
    4. Preencher o resto do vaso com um solo composto de:
    * 50% de areia grossa,
    * 20% de solo comum argiloso,
    * 30% de substrato fibroso, pode ser fibra de coco,
    * 30g de calcário dolomítico,
    * 10g de Yoorin Máster.

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    anturio

    Não há um critério rígido para a escolha das plantas, cada pessoa têm um gosto e preferências. Contudo, pode-se seguir uma orientação, visando um melhor aproveitamento.

    Anuais e Perenes
    As plantas ornamentais podem ser anuais e perenes. As anuais exigem replante anual, as que semeiam em determinadas épocas e uma vez terminada a floração devem ser arrancadas, pois não terão maior duração. Exigem sementeiras anuais em datas apropriadas, transplante, adubação e regas especiais.

    As plantas perenes duram anos e anos, florescendo, algumas vezes durante todo o ano. Requerem cuidados como podas, limpeza e adubação.

    Flores e Folhagem
    As chamadas plantas de flores são aquelas que se cultivam pela beleza de suas flores. As plantas de folhagem, que também podem dar flores, cultivam-se pela beleza das folhas, quer devido às formas, quer ao colorido.

    Pleno sol
    Acalifa, Altéia, Alamandra, Azulzinha, Amarelinha, Bambú de Jardim, Bambuza, Bico de Papagaio, Bouganville, Brinco de Princesa, Buxinho, Camarão, Camélia, Cavalinha, Cheflera, Cinerária, Costela de Adão, Cravo, Cravina, Cravo Francês, Crista de Galo, Cróton, Dália, Dracena, Fênix, Fetusca, Flor Ave do Paraíso, Gerbera, Gerânio, Grama Amendoim, Hibisco, Ipoméia, Junco de Jardim, Jasmim, Lanterna Chinesa, Ligustro, Lóbelia, Manacá, Mussaenda, Murta, Maria sem Vergonha, Onze Horas, Oleastro, Palmeira Ráfia, Palmeira Petrópolis, Papiro, Petúnia, Pingo de Ouro, Pinheiro Dourado, Pitósporo, Rabo de Gato, Rabo de Raposa, Russélia, Roseiras.

    Meia-Sombra
    Antúrio, Asplênio, Aspargo, Avenca, Banana Imbê, Begônia, Beijo de Frade, Bromélia, Chifre de Veado, Columéia, Crisântemo, Dinheiro em Penca, Espiga Dourada, Filodendro, Gloxínia, Hortência, Iris, Licuala, Lírio, Maranta, Orquídea, Peixinho, Peperômia, Prímula, Punhal Malaio, Renda Portuguesa, Ripsális, Spatifilio, Samambaias.

    Meia Sombra ou Pleno Sol
    Amor Perfeito, Árvore da Felicidade, Azaléia, Carijó, Cica, Copo de Leite, Comigo Ninguém Pode, Estrela Azul, Espirradeira, Ficus, Gravatá, Gravatinha, Helicônia, Ixôra, Jibóia, Léia, Maravilha, Palmeira Areca, Ruélia, Kalanchoe.

    Lista de Plantas
    Muitas pessoas não sabem que tipo de planta é própria para o plantio a pleno sol, isto é, plantas que podem receber diretamente os raios do sol.Também sentem dúvidas sobre quais as plantas que devem ficar a meia-sombra, ou seja, receber luminosidade indireta. Existem ainda as plantas que tanto podem ficar a meia-sombra como a pleno sol. Para ajudá-los na escolha da planta mais indicada para seu jardim, nós preparamos três listas com o nome das plantas indicadas para cultivo.

    O Amor Perfeito além de ser muito bonito, pode ser cultivado tanto a ar livre, sob sol forte, como a meia-sombra. De uma forma ou de outra, ele sempre ficará bonito.

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    Ferramentas necessárias
    Na construção do jardim são necessários alguns acessórios, ferramentas, alguns do quais podem ser improvisados.
    Indispensável: uma pá, uma enxada para jardim, uma colher de jardineiro, dois regadores (pequeno ralo fino, grande ralo grosso) uma tesoura para cercas vivas, um canivete, pulverizador, uma mangueira.

    Preparando o Solo
    O solo do jardim pode ser melhorado por você. Em terrenos muito duros ou compactos serão melhorados pela adição de um pouco de areia ou de cinza de madeira.
    Nos terrenos arenosos (beira-mar) será necessário juntar um pouco de terra argilosa (barro).
    Quanto a fertilidade será dada pelos adubos, que podem ser adicionados em maior ou menor quantidade.

    Plantando
    Preparado o solo convenientemente, tem o lugar o plantio.
    Comece de preferência pelas plantas arbóreas e arbustivas, terminando pelas herbáceas e pelo gramado, o que deve ser feito em último lugar, a fim de se evitar pisoteio.
    Para fazer o gramado é preciso que a terra esteja suficientemente adubada, de preferência com adubo animal bem curtido.

    A razão dessa sequência está no fato de, para as plantas de porte maior serem necessárias covas maiores, que ao serem feitas poderiam prejudicas as plantas herbáceas e o gramado.
    Além disso, para o perfeito palntio das árvores e arbustos, quanto mais livre estiver a área mais perfeito será o trabalho. Vale lembrar que após o plantio de arbustos, devem ser protegidos pour uma estca a fim de não penderem ou mesmo caírem.

    A piquetagem (*) prévia do terreno, mancando-se os lugares das plantas, é de gtande utilidade.

    Após o plantio, mesmo que o solo esteja úmido, é preciso molhar as plantas novamente para que as raízes fixem-se melhor à terra.

    Manutenção do Jardim
    Na conservação do jardim diversas são as operações necessárias ao bom aspecto do conjunto.

    As regas  devem ser abundantes e feitas de preferência à tarde. Feitas por meio de regadores, maiores ou menores, ou por meio de mangueiras, empregando-se água fresca e limpa, são a vida do jardim.

    Fazer capinas  para limpeza dos canteiros, extirpando as ervas daninhas que sempre aparecem, são operações que não exigem explicações.

    Podar os gramados, roseiras, arbustos e árvores ornamentais são outras operações que não devem ser descuidadas.

    Colocar estacas para manter o porte elegante das plantas, mesmo das herbáceas, a colocação de estacas é de toda conveniência, podem ser por meio de estacas de bambu ou de outro qualquer material. Convém, entretanto, acentuar que as estacas devem ser dissimuladas, de modo que as plantas apresentem a aparência mais natural possível.

    Outro cuidado que se deve ter na conservação do jardim é o da supressão das folhas velhas, necessário ao bom aspecto do pequeno jardim.

    (*) Piquetagem é a operação que materializa no terreno o posicionamento de uma determinada linha, em função dos pontos que a definem.

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    aceroleira
    Nome Populare:
    cereja-das-antilhas
    Família: Família Malpighiaceae
    Origem: Originário da América Central.

    É uma árvore pequena de até 3,0 m de altura tem a forma arredondada e muito ramificada. De folhas verdes ovais, suas flores rosadas de 1 a 2 cm de diâmetro, são reunidas em grupos de 3 a 5 flores.

    As flores surgem em geral depois de um período de crescimento da planta. São autofecundáveis mas também ocorre a polinização cruzada, isto é, com pólen de outra flor sendo as abelhas responsáveis pela polinização.

    O fruto, a acerola,  é uma baga vermelha de até 2,5 cm com 2 a 3 sementes duras, de polpa acidulada. E com dos frutos com maior teor de Vitamina C.

    Cultivo
    A aceroleira necessita de local ensolarado e clima tropical mas em regiões de clima mais ameno também pode ser cultivada.
    O regime de chuvas precisa ser entre 1200 a 1600 mm anuais, bem distribuídas.
    Caso a irrigação com a água da chuva não seja suficiente, a aspersão com mangueiras ou gotejamento poderá suprir sua falta nos períodos de seca.

    Como plantar e adubar
    Adquira muda de tamanho padrão, em torno de 1,0 m de altura e plante com tutor, amarrando com cordão de algodão para não danificar a casca.

    A pós notar que a muda está se desenvolvendo,cortar os pequenos ramos até 70 cm a partir do solo para fazer uma boa copa.

    Na cova de plantio não esquecer a areia no fundo, o adubo animal, farinha de ossos e o adubo químico granulado como foi ensinado no texto de plantio de frutíferas.

    As pragas mais comuns da cultura são pulgões, cochonilhas e nematóides.

    Para os dois primeiros, usar óleo de nim ou aqueles chás de plantas tóxicas, como os de folhas de alamanda.
    Para nematóides é um pouco mais difícil, as mudas devem ser certificadas de produção em solos não infestados por esta praga.

    Frajola

    renda portuguesa

    No Rio de Janeiro, assim como ma maioria dos estados do Brasil as temperaturas tem sido muito altas. Marcando 40ºC com a sensação térmica de 45ºC. E como as plantas podem sobreviver a todo este calor?

    Que atitudes podemos tomar, para que as plantas sobrevivam?
    Abaixo algumas sugestões para minimizar os problemas decorrentes deste calor:
    - Não se pode correr o risco de uma desidratação, em se tratando de qualquer ser vivo. Portanto regue com maior frequência suas plantas. Pode-se aumentar de 30% a 50% a periodicidade sem causar nenhum prejuízo. O ideal é regá-las pela manhã ou no fim do dia, porém, se não for possível, regue-as a qualquer hora, é melhor molhar que deixar secar.
    Sempre que possível, borrife água nas folhas das plantas de ambientes internos, para aumentar a umidade relativa do ar.

    - Se você for se ausentar, e não houver a possibilidade de alguém ficar para molhá-las, acrescente ao solo, vermiculita (à venda em lojas de produtos de jardinagem), serragem, fibra de coco ou até mesmo um gel para retenção de água, para que o substrato fique úmido por mais tempo.

    - Permita que os ambientes fiquem bem ventilados, deixando portas e janelas abertas sempre que possível (de preferência ventilações cruzadas).
    Plantas murchas, com as folhas enrolando, são plantas com sede.
    Seguindo as recomendações acima suas plantas suportarão bem o calor.

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