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  • Solanum Ovigerum

    Pertencente à família das Solanáceas, a planta-ovo (Solanum ovigerum) nada mais é do que um parente muito próximo da berinjela.

    É originária do Japão e a curiosidade fica nos seus frutos, após uma linda florzinha roxa nascem esses frutos que ficam incrivelmente parecidos com ovos, aqueles de galinha mesmo.

    Por demorarem a amadurecer permanecem por várias semanas no pé, o que faz com que a planta fique carregada de “ovos”, chamando bastante atenção de quem observa. É uma planta que enfeita muito os jardins.

    Seu cultivo é bem fácil, podendo ficar em vasos ou plantadas diretamente no solo. É bem resistente. Tem preferência por locais onde pegue sol, mas não em demasia. Aprecia solos férteis e regas diárias.

    Para plantar as sementes deve-se usar terra vegetal, dessas que se compra em lojas de plantas.
    Coloque a terra num vaso, cubra as sementes com um pouco de terra e molhe. Após 15 dias já estará aparecendo uma mudinha, em 30 dias ela já estará grande.

    Lembrando que os ovos não são comestíveis.

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    Diversas espécies de flores podem ser cultivadas, desde que ofereça as condições ideais de cultivo.

    É importante salientar que cada espécie tem suas características específicas com relação ao clima, temperatura, umidade, adubação, solo, entre outros, exigindo, neste caso, estudos mais aprofundados relativos às espécies escolhidas.

    Ao receber uma planta em vaso certifique-se que a terra ou xaxim está devidamente molhado ou úmido. Faça essa checagem diariamente regando a terra sempre que necessário e evitando molhar flores e folhas.

    Após molhar a terra deixe-a escorrer para eliminar o excesso de água, evitando que as raízes fiquem diretamente submersas e acabem por apodrecer.

    Nunca coloque a planta diretamente sobe o sol durante um grande período de tempo, na maioria das vezes as plantas necessitam de luz direta ou indireta, porém sempre por um curto espaço de tempo e de preferência durante o inicio da manhã ou pelo final da tarde quando o sol está mais brando.

    Para finalizar não deixe sua planta recebendo correntes de ar, a necessidade de um ambiente fresco não significa que sua plantinha deva ficar de frente a ar condicionados ou ventiladores.

    Cuidados específicos com algumas espécies de flores plantadas
    Floríferas de corte:
    crisântemo, rosa, gipsofila, gradíolo, cravo, estrelícia, lírio, margarida, antúrio, estatice, gérbera e outras;

    Floríferas envasadas: violeta africana, prímula, senécio, crisântemo, begônia, antúrio, calceolária, ciclâmen, gloxínia, orquídeas e outras.

    Como cuidar de arranjos?
    Ao receber um arranjo floral, complete o compartimento de água imediatamente, usando sempre água fresca e limpa.

    Mantenha seu arranjo sempre em local fresco, evitando exposição direta ao sol, ao vento e a ar condicionado e/ou aquecedores que ressecam o ambiente, diminuindo a vida das flores de seu arranjo.

    Troque a água de seu arranjo por completo diariamente sempre usando água fresca e limpa, evitando proliferação de micro organismos.

    Algumas flores são mais sensíveis que outras, por esse motivo é comum que algumas delas pereçam primeiro. Caso isso aconteça apenas remova cuidadosamente as flores murchas podando-as ou retirando-as do arranjo.

    Como cuidar de Bouquês
    Ao receber um bouquê de flores, corte o caule das flores delicadamente na diagonal, aproximadamente 1 cm. de haste , arranque as folhagens que forem ficar submersas na água e coloque o bouquê em um vaso ou compartimento com água fresca e limpa imediatamente.

    Mantenha o vaso com flores sempre em local fresco evitando exposição direta ao sol, ao vento e ao ar condicionado ou aquecedores que ressecam o ambiente, diminuindo a vida das flores.

    Troque a água do vaso ou do compartimento com as flores por completo diariamente sempre usando água fresca e limpa, evitando a proliferação de micro organismos. O caule deve ser podado pelo menos de dois em dois dias seguindo a forma indicada acima.

    Algumas flores são mais sensíveis que outras, por esse motivo é comum que algumas delas pereçam primeiro. Caso isso aconteça apenas remova cuidadosamente as flores murchas podando-as ou retirando-as do vaso.

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    Na vida vegetal existem 5 fatores principais
    Água;
    Luminosidade (artificial ou natural);
    Temperatura;
    Ventilação;
    Adubação (alimentação).

    Plantas de Interior – Manutenção
    - Retire das hastes as folhas inferiores que possam ficar em contato com a água do vaso;

    - Corte 2 cem da base da haste em diagonal;

    * Os cortes devem ser feitos assim que receber as flores e a cada troca de água;

    * Utilize uma tesoura de poda ou estilete bem afiados, para não provocar o esmagamento dos canais de absorção da haste floral;

    * É melhor que estes cortes sejam feitos com a parte da haste a ser cortada dentro da água,
    evitando assim que se formem bolhas de ar nos canais de absorção;

    - Sempre utilize água limpa e troque-a frequentemente;

    - É aconselhável utilizar produtos conservantes ou hidratantes (encontrados nas lojas de produtos e acessórios para floristas);

    - Os recipientes devem ser mantidos sempre limpos;

    - Mantenha as flores em local limpo, fresco e arejado.

    Plantando em vasos
    Se for plantar em vários vasos, o aconselhável é que sejam de tamanhos os mais variados e de diversas alturas, e depois colocá-los uns ao lado dos outros. Os menores devem conter as plantas de sombra e os maiores as de sol. Ao plantar em vasos, você deve observar alguns critérios para a colocação da terra e também a drenagem.

    Qualquer que seja o vaso, ele terá um furo no fundo para escoar a água das regas. Esse furo precisa ser tampado para que somente a água passe por ele, pois, se a terra também passar, a planta estará perdendo os nutrientes necessários para sua sobrevivência.
    Você pode utilizar cacos de telha, cerâmica, pedra britada ou argila expandida para tapar esse orifício.

    Outro cuidado é não colocar terra até o limite da borda, para não dificultar as regras. O ideal é deixar uma altura livre de cerca de 02 cm da borda do vaso para que a água não transborde.

    Decorativas e Eficientes
    Mantenha suas plantas em vasos de barro, que deixam a terra respirar melhor.

    Pulverize-as com água filtrada uma vez por semana, para ajudar as partículas acumuladas a chegarem à terra.
    A variedade para escolher é grande. Há arbustos, espécies floríferas, pendentes, pequenas árvores.
    Colorido e tamanho das flores mudam bastante.

    Não esqueça de verificar sempre se não há nenhuma praga, e mantenha as plantas livres de folhas e galhos secos.
    Poda e adubação também são essenciais, observando sempre o período ideal e as quantidades indicadas para cada espécie cultivada.

    Rega de Vasos
    Cada planta tem uma necessidade de água. Para saber se sua planta necessita de água, coloque o dedo no substrato, pressionando-o.
    Se o dedo ficar sujo, com partículas aderidas, não precisa molhar.
    Se o dedo praticamente limpo, apenas com poeira seca, é hora de regar.

    Se as plantas que você tem em vasos pequenos parecem não receber bem a rega, você pode usar do seguinte truque:

    Para ter a certeza que a terra está igualmente úmida, coloque o vaso dentro de uma bacia com agua, (um dedo abaixo da borda do vaso)e deixe o tempo suficiente até as bolhas de ar terminarem . Você terá um vaso umedecido por igual.

    Faça a limpeza das plantas, retirando flores e folhas velhas, secas e doente.

    Sistema rega na ausência
    Você pode produzir um sistema de rega automático com muita facilidade:
    Faça uma “mecha”, com barbante torcido ou um outro tipo de material absorvente. Em seguida enfie uma ponta da mecha na terra do vaso e a outra ponta num recipiente com água.

    Coloque o recipiente na mesma altura do(s) vaso(s) para facilitar a transferência da água, fique atento à umidade na mecha e na terra.
    Não se esqueça que as plantas precisam de chuva, suas folhas… necessitam dessa lavagem para poder “respirar “.

    Nunca deixe a água acumular no pratinho, isto pode provocar o apodrecimento das raízes e morte das plantas.

    Plantas de varanda
    Especialmente quando esta está virada para o sol. Proteja-as deste e do vento com uma rede própria, em forma de abrigo.
    Arranje uma caixa cheia de areia ou terra umedecida e enterre aí os vasos, depois de saturados de água.

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    Platyccerium,

    Há milhões de anos atrás, samambaias enormes dominaram florestas imensas, muito antes de surgirem as plantas atuais. Elas não desenvolvem sementes, mas propagam-se através de esporos ou pela divisão de seus risomas. A maior parte dos gêneros utilizados em paisagismo são provenientes dos trópicos, destacando-se Adiantum, Asplenium, Polypodium, Pteris e Platyccerium, com diversos tamanhos e formas.
    Foram provavelmente o primeiro grupo vegetal vascularizado. Suas características permitiram-lhes atingir maiores dimensões do que qualquer outra planta terrestre existente até então, transformando-as nas primeiras plantas a abandonar por completo o meio aquático. Entretanto, ainda necessitam de água para a reprodução.

    Seu habitat pode ser tanto um vaso de xaxim (coxim) como o tronco de uma árvore, uma pedra ou mesmo o próprio solo ou a água, como as samambaias aquáticas. O sucesso no cultivo destas plantas depende da capacidade de reproduzirmos em casa as condições naturais em que estas vivem nas matas. A maior parte das espécies preferem ambientes sombreados ou à meia sombra, solo levemente úmido, rico em matéria orgânica e os substratos devem ser: areia, turfa e um composto orgânico completo de resíduos vegetais de poda e cascas de frutas, hortaliças acrescentando adubo animal de curral curtido, areia e terra).

    Para as plantas do tipo chifre-de-veado (Platycerium), avencas (Adiantum), asplênios (Asplenium) e outras samambaias, a luz é fator muito importante, pois dela necessitam para fazer a fotossíntese. Mas a luz direta do sol tende a queimá-las.

    Seu cultivo externo poderá ser feito sob ripados, com sombra de mais de 50%, sob árvores, em varandas com sol pela manhã.
    Dentro de casa, junto a janelas sem sol direto em cima, também podemos colocá-las, de modo a que a luz solar seja coada por cortinas.

    O vento é um dos seus maiores inimigos, causando “queima” das folhas mais jovens e perda de água por evaporação, ficando desfolhadas.
    Locais arejados são necessários para evitar fungos, mas devem ser abrigados dos ventos fortes.

    Samambaias também não gostam de alterações de lugar, pois elas acostumam-se com a luminosidade, temperatura e umidade local, podendo definhar e até morrer caso sejam mudadas. Normalmente são cultivadas em xaxim, que retêm mais a umidade e permitem que as raízes respirem melhor.

    Principais pragas:
    As pragas mais comuns são pulgões, cochonilhas, ácaros e lagartas que devem ser retiradas manualmente ou através de uma pinça, para evitar o uso de inseticidas.
    Podem também ocorrer algumas doenças, causadas por fungos ou bactérias. Nestes casos, as folhas apresentam manchas e as raízes apodrecem, devendo-se eliminar as partes doentes.
    Vários tipos de cochonilha atacam e são mais comuns na samambaia de folhas compridas, também chamada de samambaia-espada (Nephrolepis).
    Para combatê-la poderemos usar o sulfato de nicotina, que é fumo deixado de molho na água, coado e aspergido, óleo de nim ou nossa receita caseira de chá de alamanda.
    Insetos em geral não apreciam as samambaias.

    Os cuidados em casa
    *
    Manter a planta em local sombreado fora do vento (evite trocá-la de lugar).

    * As regas devem ser frequentes, mantendo o substrato levemente úmido, mas não encharcado. Por isto, a presença da areia no substrato é fundamental, evitando que as raízes fiquem apodrecidas.
    No inverno, irrigar 1 vez por semana e, no verão, irrigar 2 a 3 vezes por semana. Em dias quentes poderemos colocar água no borrifador e passar uma nuvem sobre elas, propiciando o clima úmido de sua preferência.

    *  Adubar uma vez por mês.

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    Plantas ou Flores da estação
    As chamadas plantas anuais tem um período de vida curto e são mais apropriadamente denominadas de estação.

    São cultivadas a partir da semente, crescem, florescem, dão sementes e morrem, completando seu ciclo de vida.
    Algumas são cultivadas ao longo do ano e é possível substituir as que já feneceram por outras, mantendo o mesmo padrão ornamental.

    Nomes Populares: Petúnia
    Família: Solanaceae

    Originária do Brasil e Argentina. Planta herbácea de longos ramos flexíveis, folhas opostas, ovais e pilosas. Flores vistosas, tubulares, solitárias ao longo do caule e na ponta dos ramos, nas cores do branco ao púrpura escuro, também bicolores.

    Tem um ciclo de alguns meses, conforme a região e podem ser cultivadas em qualquer tipo de clima, o ano inteiro.

    Cultivo
    Semeadura em qualquer época do ano, cultivo em local ensolarado e solo de cultivo com composto orgânico e bem drenado.

    O tamanho do vaso não precisa ser grande, principalmente se for cultivada como pendente.
    Recomendam-se então que seja de plástico para menor peso e de boca larga, quando poderá colocar mais de uma muda, tornando o vaso mais cheio.

    No paisagismo:
    Para jardineiras ou vasos pendentes e mesmo em conjunto com outras plantas anuais ou perenes, faz belo efeito ornamental.

    Uma dica: ao plantar em conjunto com plantas perenes, deixe-a no recipiente original. Quando seu ciclo terminar poderá substituí-la por outra.

    Na composição de folhagens de cor escura, a colocação de petúnias brancas ou mesmo bicolores de branco e vermelho dá uma nota alegre ao conjunto.
    Já com folhagens variegadas ou prateadas, o uso de flores em púrpura ou rosa são de melhor efeito.

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    Margarida-Branca

    As chamadas plantas ou flores anuais tem um período de vida curto e são mais apropriadamente denominadas de estação.

    São cultivadas a partir da semente, crescem, florescem, sementam e morrem, completando seu ciclo de vida.
    Algumas são cultivadas ao longo do ano e é possível substituir as que já feneceram por outras, mantendo o mesmo padrão ornamental.

    Nome Técnico: Chrysanthemum anethifolium Brouss ex Willd.
    Nomes Populares: Margarida branca, paquerete, margarida-glauca, céu-estrelado.
    Família: Asteraceae

    Originária do Norte da África, Ilhas Canárias, esta planta herbácea perene pode chegar de 60 a 80 cm se altura. Caule verde flexível e ramificado, folhas branco-azuladas, e são muito decorativas. Suas numerosa flores brancas são formadas no período que corresponde aos meses de Verão e Outono. Tolerante a baixas temperaturas, sendo indicada principalmente para as regiões de altitude do sul do país.

    Adequada para plantio em grupos a pleno sol, formando conjuntos isolados ou em bordaduras, em solos férteis e com boa drenagem.
    O preparo do canteiro deve receber os cuidados de destorroar, retirar inços, colocar composto orgânico e adubo animal curtido, misturando bem e nivelando.

    Esta planta é, em geral, comercializada em sacos de tamanho médio ou vasos, quando já tem bom desenvolvimento e já apresentam flores.

    Fazer um buraco no canteiro de mesmo tamanho e altura do torrão.
    Colocar a muda, juntando mais terra ao redor e fixando-a no lugar.
    Regar a seguir.

    Para fazer a propagação desta planta poderemos utilizar as sementes ou fazer estaquia de ramos em areia ou substrato tipo composto de folhas e areia, mantido úmido e com saco plástico em cima até perceber que inicia seu desenvolvimento.

    Plantar então em vasos até o momento de levar para os canteiros.

    No paisagismo
    Também pode ser cultivada em vasos de médio porte, dentro de canteiros ou em locais onde receba sol.
    Para compor maciços sobre gramados ou mesmo em arranjos em grandes vasos ou jardineiras sua presença sempre se fará notada.

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    Nomes Populares: Boca de leão
    Família: Angiospermae – Família Scrophulariaceae

    Planta herbácea originária da Europa,  que vive cerca de 2 anos, ereta, de folhas delicadas estreitas verde-escuras na página de cima e mais claro na inferior.

    Flores de forma peculiar que lembram um focinho de felino, daí seu nome popular, de uma cor ou bicolores, dispostas em espigas terminais e eretas. Muito florífero, para jardins e canteiros, floresce do inverno em diante.

    Cultivo
    Aprecia sol e solo fértil. A preparação do canteiro para receber as mudas deve passar pelo revolvimento da terra, retirada de inços e plantas fenecidas.
    Adicionar adubo animal de curral cerca de 3 kg/m² de canteiro, composto orgânico e adubo NPK formulação 10-10-10, cerca de 100 gramas/m², revolvendo bem.

    Plantar em linhas desencontradas para grandes maciços ou em linha dupla para renques nos canteiros junto a muros, espaçamento de 30 x 30 cm.

    A época de plantio para os Estados mais ao Sul do país vai de fevereiro a junho, para Sudeste de março a maio e para as demais regiões de abril a maio.

    Para propagação usam-se as sementes, que são bem pequenas, há mais de 5 000 unidades em um grama.
    Preparar a sementeira com terra peneirada e nivelar.
    Semear em linhas, regar e cobrir com plástico para manter a umidade.

    Deixar em cultivo protegido.
    Quando notar a emergência, retirar o plástico, mas manter a umidade.
    Quando as plantinhas estiverem com 6 folhinhas transplantar para recipiente maior ou saquinhos, aguardando o início do florescimento para levar para o canteiro.

    No paisagismo
    Para vasos de boca larga, tipo bacia ou em vasos altos também fazem belo efeito junto a piscinas e entradas de residências.

    Como as flores são oferecidas em várias cores, pode-se optar por canteiros monocromáticos ou de cores misturadas, pois são harmônicas entre si.

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    ageratum-houstonianum

    Família: Angiospermae
    Família: Asteraceae

    É uma planta  originária do México, herbácea de cultivo anual, de altura em torno de 0,30 a 0,40 m de altura e formato irregular.

    As folhas são de cor verde-claro, pilosas, cordadas e de borda denteada. As flores são em capítulos azuis ou branco rosadas, muito pequenas, reunidas em racemos nas pontas dos ramos. Floresce do final do inverno até o verão.

    Tolera bem temperaturas baixas, mas poderá ser cultivada em boa parte do país em regiões de climas com verões mais amenos.

    Cultivo
    Local ensolarado, solo fértil, com bom teor de matéria orgânica, solto e bem drenado.
    Preparação do canteiro com iompeza das ervas daninhas e plantas fenecidas, revolvendo bem.
    Adicionar adubo animal de gado ou aves bem curtido, composto orgânico e adubo granulado NPK formulação 4-14-8, cerca de 100 gramas/m².

    As floriculturas comercializam as mudas de agerato em caixas com 15 unidades.
    Seu espaçamento de plantio é de 0,20 a 0,40 m, para fazer um maciço.
    Ao retirar a muda do saquinho em que veio, é preferível rasgar o plástico para não danificar as raízes.
    Abrir a cova do tamanho do torrão, depositar a muda e chegar a terra com as mãos, apertando de leve para fixar.

    Depois do canteiro pronto, regar, repetindo todos os dias se não chover.
    Após uma semana, tornar a rega mais espaçada, não esquecendo da água para suas plantas principalmente em dias quentes e se o tipo de solo for arenoso.

    Se colocar o agerato como bordadura de canteiro, as plantas atrás dele deverão ser mais altas, do tipo arbustivo.

    A melhor época de plantio é do meio ao final do inverno.

    A propagação do agerato é feita no início do outono, fazendo parte das tarefas da estação.
    Colocar terra peneirada comum de canteiro ou mistura em partes iguais de terra e areia em recipiente.
    Este poderá ser bandeja plástica comercial, caixotes de madeira forrados com plástico ou velhos baldes e bacias. Regar com jato fino.

    Semear, procurando não amontoar as sementes que são bem pequenas, colocando de 4 a 5 por alvéolo a uma profundidade de 5 mm.
    Tapar com plástico e manter a umidade até a emergência, que será por volta de 15 dias.
    Quando atingir no mínimo 6 folhinhas poderá transplantar para bandeja de alvéolos grandes ou para saquinhos.

    Quem estiver fazendo para comercializar mudas deverá colocar 15 unidades no caixote.
    Manter em cultivo protegido até a hora de comercializar ou levar para canteiro, que será no início do florescimento.

    No paisagismo
    É uma planta interessante para extensos canteiros formando uma forração, em cultivo unitário de espécie ou ornamentando canteiros de palmeiras ou cicas.

    Também em canteiro com plantas de flores brancas, como o jasmim-do-cabo (Gardênia jasminoides) ou azaléias (Rhododendron simsii) fazem belo efeito.
    Também pode ser usada em jardineiras ou como complemento de vasos com palmeirinhas e pleomele verde (Pleomele).

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    rosa vermelha

    Todos sabem que a rosa é uma das flores mais populares do mundo, ela é cultivada desde a Antiguidade. Elas estão inseridas em uma cultura ainda muito fechada no paisagismo e jardinagem.

    Podem  ser silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras, cercas-vivas. Para entender o universo e sua variedade imensa de cores, tamanhos e formas é tarefa difícil, mas que com um pouco de dedicação e cuidado, pode ser facilmente entendido.

    Plantio
    Gostam de locais ensolarados e bem arejados. Quando bem cuidada, a roseira floresce o ano todo. Para isso, precisa de pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Um local arejado evita o surgimento de fungos nas folhas e flores.

    Elas se desenvolvem bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível uma terra mais argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus também é benéfico para as rosas. O espaçamento entre cada muda plantada dependerá do tipo da rosa: as arbustivas precisam de um metro entre as mudas; as trepadeiras, de um a dois metros; as cercas-vivas, de 50 a 80 cm; as híbridas-de-chá e sempre-floridas, 50 cm; as miniaturas, 20 a 30 cm; e as rasteiras, 30 cm.

    Se o plantio for feito com mudas prontas, vendidas em sacos plásticos, não há restrição de época. Já para o plantio com mudas “de raiz”, o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

    Comece a preparar a terra oito dias antes de plantar as roseiras. Cave a terra a uma profundidade de 30 a 40 cm e misture de 10 a 15 Kg de esterco curtido e 100 a 200 g de farinha de ossos por m².
    Conserve as mudas na sombra até a hora do plantio, e plante-as o mais rápido possível. Retire-as da embalagem e mergulhe-as em água por dois a três minutos.

    Localize o ponto de enxerto, ele fica na junção entre a raiz e o galho principal. Ao plantar, ele deve ficar fora da terra cerca de 1 cm. Coloque a muda e vá completando com terra aos poucos, colocando-a levemente em torno da raiz. Depois, regue bem.

    Também dá para plantá-las em vasos, embora não se desenvolvam tão bem. Para isso, você deve misturar 10 litros de terra comum de jardim ou horta, 10 litros de húmus de minhoca ou composto orgânico, 100g de farinha de osso e 50g de fertilizante granulado NPK 10.10.10.

    Cuidados
    Logo após o plantio das mudas, até a primeira floração, regue uma vez por dia, de preferência à tarde. Depois, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas, é possível suspender as regas. Seguir esses procedimentos é importante, pois roseiras não gostam muito de água, então, a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.

    Pode-se fazer de duas a três adubações por ano. A primeira deve ser feita logo após a poda anual, que ocorre entre julho e agosto, já a segunda pode ser feita entre novembro e dezembro, e a terceira, entre janeiro e fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, com esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona.

    As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são: 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico; 200g de farinha de ossos; 100g de torta de mamona.

    A primeira poda da roseira deve ser feita um ano após o plantio, e repetida todo ano, entre os meses de julho e agosto. Os dias frios do inverno são ideais para se fazer a poda das roseiras, é ela que irá incentivar o surgimento de novos brotos e aumentar a floração. Para começar, faça uma limpeza, cortando todos os galhos secos ou fracos, o corte depende da espécie (para as mais rasteiras, entre 20 e 25 cm, para as rosas maiores, entre 80 cm e 1 m).

    Também é importante livrar a roseira das flores murchas, durante o ano todo, pois esse procedimento impede a formação de sementes e garante maior quantidade de flores.

    Há também ácaros, trips e besouros, que precisam ser combatidos com agentes. Já as doenças, como mofo-cinzento, mofo-branco, mancha-´reta e míldio, devem ser tratados como produtos específicos vendidos em casas especializadas.

    As pragas e as doenças são grandes inimigas das roseiras. Os pulgões são os mais comuns, e podem destruir a plantação se não forem combatidos (a melhor maneira é com calda de fumo, veja receita abaixo). As formigas-cortadeiras também costumam aparecer para picotaras folhas da roseira, um bom formicida é suficiente para combatê-las.

    Em vasos, a rega das roseiras deve ser diária, principalmente nos dias quentes. Após 50 dias, também é importante aplicar fertilizante líquido na raiz, de acordo com as indicações do fabricante, e repetir o processo periodicamente.

    Colheita
    Em roseiras novas, corte as primeiras com hastes bem curtas e as subsequentes com hastes um pouco mais longas. Em plantas formadas, as hastes podem ser cortadas até 2/3 do comprimento do galho.

    Receita – Calda de fumo
    Ingredientes: 20 cm de fumo de corda (adquirido em tabacarias ou lojas especializadas) e ½ litro de água

    Modo de preparo
    Deixe o fumo de molho na água durante um dia. Para aplicar sobre as plantas, utilize de três a cinco colheres de sopa desse preparado diluído em um litro de água. Pode aplicar com o auxílio de borrifador. . O uso não é recomendado após oito horas do preparo.

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    Nomes Populares: Aneto, endro ,dill – a erva calmante, funcho bastardo, anega.

    A origem do nome Dill provém de antiga palavra nórdica que significa “dormir”; vem do mediterrâneo e sul da Rússia, África e Ásia. Egípcios descreveram como calmante, na Idade Média era preferido na proteção contra a bruxaria; conhecida na Nova Inglaterra como meeting seeds, semente das assembléias, pois durante os longos sermões as mães davam às crianças. Na Grécia faziam coroas para os heróis. Nos tempos bíblicos era usada no pagamento de taxas com o hortelã e o cominho. No séc XIII serviam após comidas pesadas para assentar.

    Partes usadas: Folhas e flores.

    Características e Cultivo: Planta anual e rústica, com 20 a 60 cm de altura. Folha aromática, plumosa, com segmentos filiformes e azul esverdeados. O caule é oco, estriado, ramificado e azul-esverdeado. As flores são muito pequenas, fortemente aromáticas e amarelas, dispostas em umbelas, desabrochando em meados do verão.

    Clima temperado até 600 metros de altitude. Deve ser protegida dos ventos, mas deve ser plantada em local arejado e ensolarado.

    Solo bem drenado, argilo-arenosos, levemente ácidos; pulgões costumam atacar; companheiro do repolho e alface, mas não aceita cenouras por perto;espaçamento de 15 a 40 cm entre plantas e 30 a 90 cm entre fileiras.

    Semeadura vai de agosto a novembro.
    Folhas estão boas para corte de 4 a 6 semanas após a semeadura, com as plantas entre 20 e 30 cm de altura. As flores para se obter as sementes devem ser colhidas quando os frutos se apresentarem castanhos. Não deve ser plantado perto do funcho, pois se hibridam com facilidade.

    Propriedades medicinais: Usado em dietas sem sal pois é rico em sais minerais; combate flatulências, aumenta leite das mães, é um sonífero natural. aplicado em compressas alivia inflamações oculares.

    Fervido em azeite e colocado sobre furúnculos quente, alivia a dor amadurecendo-os. Bom para a digestão e para o fígado. Combate cólicas intestinais.
    * Infuso - 2 gs de sementes em 100 ml de água por 10 minutos. Tomar 3 vezes ao dia depois das refeições.

    * Macerado - 4 gs em 100 ml de vinho branco por 5 dias. Filtrar e tomar como infuso. Para cólicas de nenês – chá com 2 colher de chá de sementes em infusão de 200 ml de água por 15 minutos. Adoce com mel.

    Como propriedade cosmética ela é usada para clarear a pele, endurecer as unhas e perfumar o hálito.

    Uso caseiro: Fazer com a flor saquinhos para gavetas (espanta traças), almofadas e poutporris. O infuso das flores esfregado no couro cabeludo livra-o de parasitas; alguns veterinários também utilizam para destruir piolhos e outros parasitas. Moscas e mosquitos também não gostam do seu cheiro, poutpourris com lavanda afastam os insetos.

    Uso culinário: sopas, peixes, conservas, legumes, tortas de maçã, pastéis e frangos, manteiga, saladas de batata, queijo-creme, ovos, salmão, carne grelhada, maionese, legumes suaves, molhos para peixes, picles, bolos e pães(sementes); usar as flores para pôr em conservas de pepino e couve flor. Molho de iogurte para temperar salada de pepino fica excelente com aneto.

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