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    Para repartir a orquídea, o ideal é que quando estiver pelo menos 8 (oito) pseudobulbos é que se faça o replantio, pois assim sendo, é possível com um ano a primeira flor surgir.

    Para plantar ou transplantar, é quando o pseudobulbo novo estiver crescendo fora do vaso, sem apoio, podendo colocar num vaso maior. Em geral é replantada quando começa ultrapassar o vaso ou quando o substrato estiver muito velho.

    A troca do vaso pode ser feita em qualquer época do ano, mas sempre quando acabar a floração. E ainda, deve-se esperar que emitam pelo menos duas raízes, para, então separar a planta mãe.

    Para a divisão das mudas:
    1. Retire toda a planta do vaso;
    2. Retire todo o substrato, as bainhas e espatas secas e podres, as raízes velhas ou compridas;
    3. Divida as mudas cortando o rizoma com uma lâmina afiada ou tesoura de poda; lembrando que o material deve ser esterilizado no fogo de chama azul, ou óleo de nim misturado com água sanitária;

    Para garantir a fitossanidade é bom limpar as partes maiores da planta com uma esponja macia. E, com sabão neutro e uma escova de dente lavamos as partes mais sensíveis, como raízes etc. usando água corrente.

    1. Fazer uma camada de drenagem, preferencialmente 1/3 do vaso utilizando cacos de cerâmica, argila expandida etc.;

    2. Depois de lavado o coxim desfibrado, a casca de pinus tratada e os pedaços de bambu, colocamos sobre a camada de drenagem e um pequeno tufo de coxim debaixo das raízes. Completamos o vaso com coxim ate 1cm abaixo da borda do vaso.

    3. Coloque a muda no vaso de forma que o toco do rizoma encoste-se á borda e a guia fique voltada par frente, ou seja o pseudobulbo mais antigo deve estar mais encostado na parede, e, o mais novo voltado para o centro do vaso.

    Uma observação a ser feita é:
    As orquídeas de crescimento monopodial devem ser colocadas no centro do vaso.
    1. utilizando-se de uma vareta, faça o tutor, amarrando os ramos maiores com fios flexíveis, dando duas voltas na vareta e apenas uma na planta, deixando uma certa folga.

    2. detalhe interessante: aperte bem o substrato para planta ficar firme e se sentir segura.
    Caso queira apenas colocar num vaso maior ao em vez de dividir as mudas, siga os itens acima, porém lembrando da regra do tamanho de vaso e pulando o item 3.

    Não regue a planta nos próximos 2 dias, aguarde a cicatrização de suas raízes, procure borrifar suas folhas pelo menos duas vezes ao dia, com água fresca, de preferência a tirada da caixa d’água, onde a incidência de cloro é menor.

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    Embora sua distribuição seja bastante irregular, as orquídeas são encontradas praticamente em todas as regiões do planeta, com exceção da Antártida. Devido a grande distribuição geográfica, é natural que um grupo tão diverso também apresente adaptações aos mais diferentes climas, bem como a multiplicidade dos agentes polinizadores presentes em cada região. Trata-se de uma família em ativo ciclo evolutivo e seus gêneros mais próximos cruzam-se com certa facilidade na natureza, desafiando o antigo conceito botânico em que uma espécie é formada por todos os indivíduos capazes de cruzar com a produção de descendentes férteis

    A predominância das espécies ocorre nas regiões tropicais, notavelmente nas áreas montanhosas, que representam barreiras naturais e isolam as diversas populações de plantas. Algumas áreas principais são as ilhas e a área continental do sudeste asiático e a região das montanhas da Colômbia e Equador onde se pode encontrar um grande número de espécies, devido ao isolamento das espécies pelas diversas ilhas ou separadas pelas cadeias de montanhas, ocasionando elevado número de endemismos. O terceiro local em diversidade possivelmente é a mata Atlântica brasileira com mais de mil e quinhentas espécies.

    Outras áreas importantes são as montanhas ao sul da Himalaia na Índia e China, as montanhas da América Central e o sudeste africano, notadamente a ilha de Madagascar.
    O Equador é o país onde existe o maior número de espécies registradas, chegando ao número de 3 549, imediatamente seguido pela Colômbia, com 2 723, Nova Guiné, com 2 717, e Brasil, que totaliza 2 590.

    Entre outros, Borney, Sumatra, Madagascar, Venezuela e Costa Rica, são países com elevado número de espécies.
    Podemos dividir de maneira grosseira a presença de orquídeas pelos continentes do seguinte modo:
    - Eurásia – entre 40 e 60 gêneros
    - América do Norte – entre 20 e 30 gêneros
    - América Latina e Caribe – entre 300 e 350 gêneros
    - África tropical – entre 125 e 150 gêneros
    - Ásia tropical – entre 250 e 300 gêneros
    - Oceania – entre 50 e 70 gêneros

    Os tipos de orquídeas que predominam em cada uma dessas áreas também são muito variáveis. Nas regiões tropicais úmidas, onde a luz e a umidade são abundantes, porém a competição com espécies arbóreas é muito forte, as orquídeas assumem um hábito predominantemente epifítico.

    Em busca de luz sob a sombra de árvores de mais de até 40 metros de altura, estas ervas crescem sobre os galhos e troncos, a alturas variadas de acordo com as necessidades de cada espécie. Suas raízes, expostas ao ar, obtêm a maior parte dos nutrientes do material em decomposição ao seu redor, da água da chuva que lava as folhas das árvores no alto, ou da poeira existente no ar. Entremeado ao velame, existe um fungo chamado Micorriza que auxilia na decomposição de matéria orgânica e na transformação desta em sais minerais, para facilitar sua absorção. Em casos extremos de umidade, as orquídeas podem absorver a água e os nutrientes pelos poros em suas folhas, relegando as raízes apenas a função de sustentar a planta sobre o substrato. Nenhuma orquídea assume a função de parasita, ou seja, sua presença não prejudica seus hospedeiros embora haja casos excepcionais em que o galho de uma árvore não suporte o peso de uma grande colônia de orquídeas e venha a quebrar.

    Há também muitas espécies terrestres, algumas destas, nas regiões tropicais, mantêm-se em desenvolvimento constante durante todo o ano. A grande quantidade de matéria orgânica disponível no solo da floresta favorece o surgimento de algumas poucas espécies saprófitas, orquídeas desprovidas de clorofila que obtêm toda a matéria orgânica de que precisam do material em decomposição ao seu redor.
    Em regiões de clima temperado, onde a grama é predominante, ou em regiões de secas como as áreas de savana e os campos ruprestes, as orquídeas são basicamente plantas terrestres, com raízes subterrâneas bem desenvolvidas, às vezes com a formação de tubérculos equipando-as para resistirem ao frio e à neve, ou à seca prolongada e ao fogo. O frio congelaria as espécies epífitas que não têm raízes abrigadas para armazenarem os nutrientes necessários para a brotação na primavera. Também o fogo consumiria inteiramente as plantas epífitas. Nestas áreas de clima sazonal, as plantas normalmente passam por um estágio de dormência, em que, muitas vezes, sua parte aérea seca para evitar danos à sua fisiologia devido à seca, ou ao frio extremo.

    Algumas espécies são consideradas ameaçadas de extinção na natureza, tanto pelas coletas indiscriminadas como pelo corte das florestas para agricultura e mesmo pela utilização de agentes desfoliantes em guerras ocorridas no passado. Surpreendentemente, a maioria das espécies consideradas ameaçadas de extinção estão entre as mais comuns em cultivo e das quais há maior produção comercial.

    A maioria das espécies realmente raras não está presente nestas listas por não apresentarem verdadeiro valor comercial e pouco interesse despertarem. De modo geral, pelo seu baixo valor comercial, os governos não fazem levantamentos sobre a população de orquídeas presentes na natureza e os que existem são apenas resultado de estudos acadêmicos pontuais.
    É interessante ressaltar ainda o fato de que um único fruto de orquídea carrega centenas de milhares de sementes e que a existência de dois ou três indivíduos em cultivo pode produzir no espaço de poucos anos elevadíssima quantidade de plantas, tornando a ameaça de extinção desta planta muito diferente da ameaça de extinção de uma animal, que produz apenas poucos filhos por gestação,bonequinha 5

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    A maioria das flores de outras plantas utiliza-se de ofertas de alimento aos agentes polinizadores para atraí-los. As orquídeas, sendo plantas tão econômicas, que vivem de recursos tão esparsos, desenvolveram outras técnicas de atração que raramente incluem estes prêmios em forma de alimento. As formas mais comuns são o mimetismo a alguma forma que interesse aos insetos, cores, perfumes ou cera.

    Adaptaram-se também em sua forma de modo a forçar os agentes polinizadores a carregarem o pólen ao visitarem as flores, porém de maneira tão completa que somente o agente polinizador correto ajusta-se ao mecanismo da flor, outros visitantes não carregam o pólen. Isto ocorre devido ao fato de todo o pólen estar condensado em somente um polinário e este ser removida completo de uma vez, ou seja, a chance de polinização da flor é única.

    Da mesma forma o labelo de suas flores apresenta grande variedade de estruturas que objetivam colocar o agente polinizador na posição correta para que as polínias aderidas a ele alojem-se na posição exata no estigma da flor.
    Por serem plantas geralmente epífitas, o material disponível para sua nutrição é limitado e a água disponível somente a partir das chuvas ou umidade presente no ar, assim as orquídeas aprenderam a tirar o maior proveito possível dos poucos recursos disponíveis.

    Adaptaram-se para o armazenamento de água em caules espessados, quase suculentos, chamados pseudobulbos, ou em raízes altamente porosas revestidas de uma camada esponjosa capaz de absorver umidade do ar, conhecida como velame, ou em folhas bastante espessas, ou ainda, quando terrestres, em pequenos tubérculos radiculares.

    Pela mesma razão, geralmente são plantas que apresentam longo período de repouso com baixo metabolismo, e rápido crescimento ou floração somente durante a estação em que os recursos são mais abundantes. Muitas perdem as folhas para evitar a desidratação nos períodos mais secos ou durante o período de repouso.
    Pela sua estrutura reprodutiva, as orquídeas obrigatoriamente necessitam do auxílio de agentes externos para o transporte de pólen ao órgão feminino de suas flores, uma vez que a massa polínica é pesada demais para ser levada pelo vento, e a parte receptiva do órgão feminino não é exposta o suficiente para recebê-la. Assim, as orquídeas selecionaram as estratégias mais fascinantes para promover a polinização.

    As flores podem possuir cores e aromas que atraem a atenção de polinizadores diversos, como abelhas, borboletas, mariposas diurnas e noturnas, besouros e beija-flores. Sua forma e tamanho também correspondem ao tipo de polinizador.
    Algumas flores podem assumir formas extremas. Orquídeas do gênero europeu Ophrys, por exemplo, apresentam a cor e a forma do labelo, ornado por cerdas, de maneira tal que se assemelham a fêmeas de uma certa espécie de abelhas. De forma que o macho, atraído pelo feromônio produzido pela própria flor e pela sua forma, copula com esta por engano, levando consigo as polínias, que depositará na próxima flor que visitar.
    Outras, como o gênero africano Angraecum, com flores noturnas, produzem néctar em tubos extremamente longos na base dos labelos, de modo que somente certas mariposas noturnas com probóscides igualmente longas, podem alcançá-lo. Ao posicionar-se diante das flores, as mariposas esbarram sua cabeça nas anteras, fazendo com que as polínias sejam atiradas e presas em si.

    As flores das orquídeas do gênero Coryanthes, continuamente secretam um líquido que se deposita em um recipiente formado por seu labelo. Ao tentar coletar este líquido os insetos caem dentro do labelo e somente podem sair por pequena abertura. Ao passar por este estreito espaço levam as polínias em suas costas.
    O labelo das flores do gênero Bulbophyllum são presos à coluna por uma estrutura muito delicada que permite que ele balance com o vento mimetizando o movimento dos insetos.
    As flores do gênero Catasetum podem ser masculinas, femininas ou hermafroditas.

    As flores masculinas são mais vistosas que as femininas e apresentam duas antenas muito sensíveis próximas ao labelo, as quais, quando tocadas pelos agentes polinizadores, ejetam o polinário com força suficiente para, se não atingirem o inseto, percorrerem mais dois metros de distância em uma fração de segundo.
    Algumas orquídeas, ainda, não produzem néctar, mas perfume. Certas abelhas visitam suas flores para recolherem este perfume, que se acredita ser usado por elas para a síntese de feromônio.
    Algumas espécies auto polinizam-se com facilidade em um processo chamado cleistogamia. Enfim, há incontáveis exemplos de estratégias de polinização entre as orquídeas, descrevê-los todos transformaria esta página em um livro. Outros mecanismos de polinização são discutidos nos diversos artigos sobre as espécies de orquídeas.

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    tilia

    Nome vulgar: Tília; tília de folhas grandes; tília da Holanda.
    Família: Tiliaceae
    Origens geográficas : Europa.
    Dimensão adulta: Altura até 30 metros, largura até 20 metros.
    Folhagem: Caduca.
    Tipo de solo: De preferência profundo, rico e fresco .
    Clima: Até – 28°C.
    Exposição: Semi-sombra /sol.

    A tília de folhas grandes (Tilia platyphyllos Scop.), é originária da Europa (Centro e Sul). Na Península Ibérica estende-se pelas montanhas do Norte e Centro.

    Cultiva-se com frequência, por ser uma das árvores que proporcionam uma sombra agradável e reproduz-se com facilidade por estaca ou mergulhia, se bem que apresenta um crescimento um pouco lento.

    Trata-se de uma árvore robusta, de folha caduca, que pode ultrapassar os 30 m de altura. A copa é ampla e ramosa, de folhagem densa , que pela disposição quase horizontal das folhas, projeta uma sombra muito intensa. As folhas são grandes, alternas, amplamente ovadas ou arredondadas, de margem finamente serrada, cordiformes, um pouco assimétricas na base, pubescentes na página inferior, onde os pêlos formam tufos no encontro das nervuras. As flores são pequenas de cor branca, creme ou amareladas, muito aromáticas que surgem em Maio. O fruto é seco e ovóide.

    A tília possui um importante valor ornamental  sendo por isso utilizada frequentemente. Devido à sua forma resistente à poluição é muito utilizada nos parques e arruamentos.

    flores de tiliaFlores da Tília

    Aplicações
    As flores de tília e brácteas são amplamente utilizadas em infusões calmantes. A casca emprega-se nas infecções hepático-biliares. A casca na passado era utilizada para a obtenção de fibras utilizadas no fabrico de cordas.

    A sua madeira é macia, leve, de textura fina e uniforme, quase sem marcas, de cor castanho claro, excelente para ser talhada, pelo que foi a preferida pelos escultores e fabricantes de estatuetas. Era também utilizada no fabrico de utensílios domésticos e o seu carvão era utilizado para fabricar pólvora e para desenhar. Com a madeira podem ainda fabricar-se colméias para abelhas.

    As suas flores são ricas em néctar, são frequentemente visitadas pelas abelhas proporcionando assim a base para um mel de boa qualidade.

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    brighamia insignis

    Não é de fato uma palmeira, apesar do nome ser palmeira-do-Havaí. Trata-se de uma planta bulbosa de caule suculento, com folhas relativamente grandes, se comparadas a seu porte, e frutos esverdeados.

    Desenvolve-se bem em vasos com boa drenagem, terra solta e levinha com matéria orgânica. Espécie gravemente ameaçada de extinção em seu ecossistema de origem.

    De clima tropical, ela gosta de muita luz, mas não toleram a luz solar direta. Portanto, devemos ter cuidado para armazená-lo em um local um pouco sombrio. Ele não gosta de muita umidade,por isso a rega não deve ser excessiva. Recomenda-se ocasionalmente (quando for regada) de um fertilizante líquido.

    Embora a palmeira-do-havaí seja uma planta muito resistente, requer uma atenção especial. Quando envelhece, as folhas inferiores da planta ficam amarelas e, em seguida, elas deverão serão cortadas. Às vezes é possível que do tronco escape um leite fluido, mas não é perigoso. As folhas podem também ficar amarelo, se a planta for atacada por insetos. Na maioria dos casos, é suficiente lavar as folhas.

    Seguindo as dicas sobre cuidados, você terá uma planta que vai crescer muito e você vai desfrutar de suas flores durante o inverno.

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    leea rubra

    Originária da Índia e Sudeste asiático, a Leia-rubra é um planta arbustiva semi-herbácea de estatura mediana, cerca de 2 m, e com impressionante folhagem escura arroxeada de grande brilho. Gosta de solo drenado, adubado e rega constante.
    Aprecia a exposição solar plena, mas tem sucesso à meia-sombra também. Sensível a ventos muitos fortes.

    Graças a essas características é uma planta bem útil para dar um toque de cor para jardins de folhagens ou então para decorar uma casa com cores quentes.

    Como Cuidar
    Esta planta é de origem tropical, ideal para tê-la em jardins ou então em vasos na varanda.

    Com um solo bem equilibrado e fértil e regas regulares você não terá grandes problemas para fazer essa planta se destacar, apenas seja cuidadoso nas podas, pois ela tem recuperação muito lenta de danos.

    A léia rubra é uma planta própria para cercas vivas e pode ser cultivada sob pleno sol ou meia-sombra.

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    delphiniums

    Nome Científico: Delphinium elatium

    Família: Ranunculacae

    Origem: Pirineus e Sibéria

    Características: herbácea perene, ereta, pouco ramificada, florífera, com folhagem recortada ou dividida em forma de filamentos longos. Sua inflorescência é terminal, vistosa e ereta. Possui numerosas flores que se formam no verão.

    Porte: de 1 a 2 metros de altura.

    Variedade: Grupo Elatum (cultivares “Klingsor”) e Híbrido do Pacífico (nas cores branco, rosa, roxo ou azul).

    Clima: temperado e subtropical

    Solo: arenoso, permeável e rico em matéria orgânica.

    Plantio: a propagação é feita por meio de sementes, que devem ser plantadas em local com exposição plena ao sol e em terreno adubado com esterco de curral curtido. Necessita de irrigação frequente, mantendo o solo sempre úmido, porém sempre tomando o cuidado para não encharcar e nem molhar diretamente flores e folhas.

    Problemas: atenção aos ácaros. Para combatê-los, use acaricida ou inseticida.

    Dica: como flor de corte, tem boa durabilidade e grande valor ornamental.

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    Tanacetum vulgare

    A Tanacetum vulgare também é conhecida pelos nomes de cantiga-de-mulata, tanaceto, atanásia, erva-de-São-Marcos, entre outros. É  uma erva medicinal encontrada na Europa, América do Norte e América do Sul em abundância.

    Cultivo
    Clima:
    Clima temperado. É sensível a seca.
    Luminosidade: Sol pleno.
    Solo: Arenoso, mas bem drenado.
    Propagação: Sementes e divisão de raízes.

    Composição:
    A cantiga de mulata é uma planta medicinal herbácea perene muito robusta. Possui um talo ereto cerca de 1 m . As folhas são apinhadas com inúmeros folíolos profundamente dentados, com uma cor verde escuro e de aroma forte. As flores são pequenas de cor amarelo dourado agrupadas em capítulos formando um corimbo denso e aplanado. O verão é a altura ideal para florescerem.

    Indicações Terapêuticas
    É usada principalmente contra parasitas, e também para hemorróidas, pois é tóxica a vermes intestinais.

    A infusão das suas flores é usada como um antihelmintico recomendado contra a àscaris e os oxiuros.

    Na sua aplicação externa, o seu azeite é usado para combater o reumatismo.

    Outras propriedades
    Perturbações gástricas, lavar feridas, asma, tosse, bronquite, histeria, problemas nos rins, afecções nervosas, problemas  menstruais, flatulência, gota, e epilepsia.

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    Obedecendo a algumas exigências básicas, consegue-se ter em casa, plantas como pitangueiras, romãzeiras e até mesmo jabuticabeiras.

    As espécies que mais se adaptam a esse cultivo são?
    Acerola; Romãzeira; Pitangueira; Limoeiro; Jabuticabeira.

    Para que elas possam crescer fortes e sadias vão precisar de:

    Muito espaço
    Uma das principais exigências para ter uma frutífera plantada em vaso, é ter espaço suficiente para que ela cresça e se desenvolva bem. Então, procure escolher um vaso grande, bem espaçoso, para que as raízes cresçam sem problemas. Não se preocupe com o formato – redondos, quadrados, retangulares… o importante é que os recipientes sejam bem espaçosos.

    Boa drenagem
    Quando for preparar o vaso para o plantio, é fundamental garantir um bom sistema de drenagem para escoar a água das regas. Antes de colocar a mistura de terra, coloque uma camada de argila expandida no fundo do vaso.

    Uma mistura nutritiva
    Prepare a mistura de solo da seguinte forma: 1 parte de terra vegetal, 1 parte de húmus de minhoca e 1 parte de areia. Encha o vaso com a mistura até mais ou menos a metade e ajeite a muda de forma que ela fique na altura adequada à borda do vaso. Se for preciso, abra mais a cova ou coloque mais terra para chegar na altura desejada.
    Lembre-se de fazer a tarefa com cuidado, preservando o torrão de terra da muda, pois ele protege as raízes. Agora complete o vaso com a mistura de terra e faça uma rega abundante.

    Um local protegido no início
    Terminado o plantio, é recomendável cobrir a superfície da terra com pedriscos: além do vaso ficar mais bonito, a cobertura protege e mantém a umidade. E por falar em proteção, no início, a planta deve ficar num local arejado, mas longe dos ventos fortes. Além disso, nesse período inicial do plantio da muda, ela deve receber bastante sol, mas nos horários mais amenos, de preferência na parte da manhã.

    Depois, é preciso sol direto e boa nutrição
    Após o período de adaptação, a planta deve receber diariamente pelo menos 4 horas de luz solar direta. É preciso também cuidar da nutrição das frutíferas. No cultivo em vasos, as adubações devem ser realizadas com maior freqüência e adequadas à espécie escolhida. De forma geral, dê preferência às adubações orgânicas com esterco curtido, torta de mamona, húmus de minhoca, etc.

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    morangos
    Ter morangos em casa, sempre frescos, sem agrotóxicos e sentir a magia de você mesmo ter cultivado são uma compensação incomparável. Realmente vale a pena plantar qualquer coisa que seja em casa.

    Os morangos podem ser cultivados em vasos com muito sucesso. O ideal conseguir mudas de morango, basta retirar um broto (estolho – é um tipo de caule rastejante que emite brotações laterais que em intervalos sucessivos pode criar gemas com raízes e folhas. Desta forma o estolho permite a propagação vegetativa da espécie.) dela e plantar na sombra.

    Se não for possível arrumar uma muda, pode a partir de um simples morango. É bem simples, basta pegar um morango bem maduro, e retirar aquelas partículas minúsculas agarradas (aquelas que quando se faz a vitamina de morango sempre ficam no fundo do liquidificador) na superfície, que são suas sementes. Em uma jardineira, coloque areia fina e jogue as  sementes retiradas, na areia. Não precisa cobrí-las, pois ao irrigar elas se cobrirão, pelo fato de serem muito miúdas. Lembre-se de regar com cuidado, sem revirar muito a areia. Irrigue todos os dias e mantenha ajardineira no sol. Em 30 ou 40 dias estarão várias mudinhas nascendo.

    Espere elas crescerem por 2 meses e replante uma a uma em vasos individuais. Os vasos devem ser de preferência com a boca com um diâmetro grande, pois os morangueiros se espalham. Use substrato agrícola para enchê-los. Irrigue diariamente e passados 20-30 dias, comece a adubar com “ouro verde” o famoso NPK comprado em qualquer loja de material agrícola. Em 3 meses você terá a satisfação de colher seus próprios morangos.

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