Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • Octomeria-Grandiflora

    Para recuperar plantas desidratadas, ou uma traseira de uma planta que tenha boas gemas proceda da seguinte maneira:

    1 – Retire do vaso a planta ou traseira (com gemas);

    2 – lave com água limpa, escovando com delicadeza e cuidado suas partes mais sensíveis. Pode ser com uma escova dental macia ou uma esponja plástica;

    3 – Apare as raízes boas, para que fiquem com no máximo 10 cm de comprimento;

    4 – Elimine todas as raízes mortas;

    5 – Peque um pouco de fibra de coco macio ou sphagnum vermelho, levemente umedecido em água limpa, apertando bem o material para eliminar o excesso de água. Adicione nessa água algumas gotas de hormônio vegetal.

    6 – Coloque com cuidado a planta sobre o substrato que será colocado no fundo de um saco plástico transparente;

    7 – Feche completamente esse saco plástico com um arame forte, tendo o cuidado de virar a sua borda para baixo, a fim de evitar a entrada da água do exterior;

    8 –  Coloque esse saco plástico num lugar sombrio;

    9 – Após dois ou três meses, você notará o aparecimento de raízes e brotos;

    10 – Durante esses dois ou três meses não abra o saco;

    11 – Cuidado para não ficar armazenada água no fundo do saco plástico, isso poderá provocar o apodrecimento da planta;

    12 – Não tire a planta desse ambiente (pequena estufa) durante os meses de inverno;

    13 – A planta recuperada deverá ser plantada num vaso plástico, pulverizada e levemente adubada até a sua total recuperação.

    flor12

    arvore_pitanga

    Origem: América tropical.

    Informações de seu habitat natural
    É uma planta de exterior muito frequente em solos úmidos de regiões acima de 700 m de altitude. Sua frequência é maior nos planaltos do sul do país, onde pode chegar a representar a espécie dominante dos estratos inferiores.
    É igualmente abundante em solos aluviais da faixa litorânea (restinga), onde chega a formar agrupamentos quase puros. Rebrota intensamente das raízes e produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis, amplamente disseminadas por pássaros.

    A Pitanga possui pequenas flores brancas e solitárias que florescem durante os meses de agosto-novembro. Os frutos são pequenos e comestíveis de cor vermelho brilhante e amadurecem de outubro / janeiro. As folhas dos novos brotos têm um tom avermelhado.

    Como bonsai ele pode ser cultivado assim:

    bonsaipitanga

    Ambiente
    É uma planta de exterior, podendo se adaptar em interior durante os meses de verão, desde que próxima a uma janela com uma boa ventilação. No exterior pode ser cultivado a pleno sol, resultando uma maior produção de frutos e diminuição no tamanho das folhas. Durante o inverno, se ficar exposta a baixas temperaturas possivelmente perderá todas as folhas.

    Rega: Nos meses de verão, regue generosamente. Repita a operação quando o solo estiver ligeiramente seco. Durante o inverno, a cada quatro semanas.

    Adubação: Utilize adubo líquido. Do início da primavera até o final do verão, adube a cada quinze dias. Durante o outono e inverno, a cada quatro semanas.

    Transplante: Transplante sempre que a massa de raízes estiver se tornando mais compacta, normalmente a da um ou dois anos. Nessa época, aproveite para fazer uma poda vigorosa das raízes.

    Poda: Regularmente corte os galhos e os brotos indesejados que interferem na forma, com o objetivo de manter um estilo definido. Devem ser podados os novos brotos que tiverem seis a oito pares de folhas, deixando-se apenas um ou dois pares. Para os galhos mais grossos, a melhor época é o início da primavera.

    Aramação: Os galhos e ramos que estiverem começando a tomar a consistência de lenho ou madeira podem ser aramados. A melhor época é no final do verão, devendo permanecer até o início da primavera.

    Propagação: Dá-se facilmente através de sementes retiradas de frutos frescos, imediatamente após sua coleta.

    Dicas: Quando for iniciar um bonsai de pitanga ou cereja a partir de semente, procure escolher aquelas provenientes de plantas precoces, cultivando no chão ou em vasos grandes nos primeiros três a quatro anos para estimular o crescimento e a produção de frutos. Uma outra forma e rápida de se conseguir uma pitangueira produzindo é através do método de alporquia, utilizando algum tipo de hormônio enraizante.

    C2girl19

    Essa é a dica da simplicidade para entrar no clima da primavera e das flores e encher a casa de vida. Transformar nossos utilitários de cozinha, louças e peças com outras funções, em vasos para nossas lindas flores, trás um toque super singelo à decoração. Vale tornar qualquer peça num elegante cachepô, até na hora de receber os amigos para o chá.

    arranjo_xicaras
    A xícara de café fica perfeita para um arranjo de cactos. Como não é necessário fazer muitas regas, a xícara cumpre bem a função para esse tipo de planta. E as conchas ganham destaque no conjunto.

    louca_cafe_romatica

    E pra quem gosta de louças românticas, usar o bule de bolinhas como uma grande vaso para um buquê de flores é mais uma dica de encher os olhos. Eu adorei o efeito.

    O que falar desse lindo jardim de suculentas. Cada uma dentro de uma taça de vinho, combinando variedades numa composição bem elegante. É uma dica muito fácil de reproduzir. Quanto mais taças, mais bonito o resultado.

    vasos_copos

    O saleiro perdeu a tampa? Ótimo, ficou perfeito pra se transformar num vaso de parede. Pense em usar na cozinha, quem sabe até plantando o seu temperinho preferido.

    Mas pra quem faz questão de manter o bom humor, combinar uma porcelana com formato de carinha como um vaso onde as plantas se transformam nos cabelos, com certeza é uma opção que vai tirar muitos sorrisos das pessoas. Eu me diverti muito com a proposta. Sugerem uma mente fértil de onde brotam muitas idéias.

    E aí, gostaram da dica, qual é a sua opinião?

    vaso_saleiro

    barraflor

    cymbidium-amarelo

    Dicas práticas e um pouquinho de teoria, para você não ter mais dúvidas sobre este assunto.

    Toda planta necessita de 14 a 17 elementos químicos para ter uma vida saudável. Três destes elementos elas dependem bem mais. São o nitrogênio, o fósforo e o potássio. Cálcio, magnésio e enxofre ela também precisa em quantidade razoáveis. Por isso, o grupo destes 6 elementos químicos é chamado de macro-nutrientes. Outros elementos são também necessários, mas em proporção bem menores. Daí serem denominados micronutrientes. Entre eles citamos o boro, o zinco, o ferro, o magnésio e o cobre.

    As plantas obtêm estes elementos químicos fundamentalmente do solo, que é uma autentica e poderosa fábrica de fertilizantes. Certo. Mas você perguntaria: e as plantas epífitas, as orquídeas, por exemplo, que vivem sobre as árvores? Bem, elas têm de usar de um estratagema todo especial. Se você reparar direito, vai ver que, na natureza, na maioria das vezes elas costumam desenvolver-se nas proximidades de forquilhas e axilas de galhos. A razão disso é que, nestes locais, sempre acaba se acumulando um pouco de detritos de origem vegetal (sementes, casca, pequenos frutos, folhas, etc.) e de origem animal (penas, excrementos, cartilagens, cascas de ovos, insetos mortos, etc.). Que depois de algum tempo se decompõe e se transformam em nutrientes. Em outras palavras, embora vivam por sobre as árvores sem se alimentar delas, de um jeito ou de outro as epífitas sempre encontram os nutrientes que precisam.

    Em vasos, plantadas em substrato inerte (xaxim ou casca de árvores, por exemplo) isso não acontece. Elas ficam privadas deste recurso. Vem daí a importância das fertilizações.

    Regra nº 1
    Orquídeas devem ser adubadas sim, mas só nos meses quentes ou quando estão em pleno desenvolvimento vegetativo.

    Regra nº 2
    Como o crescimento dessas plantas é bastante lento, é tolice dar às orquídeas doses grandes de fertilizantes de uma só vez. Elas simplesmente não usam, e você desperdiça o fertilizante e joga o seu dinheiro no lixo.

    Regra nº 3
    A luz é indispensável no processo de absorção de fertilizantes através das folhas. A umidade do substrato também é fundamental. Quando a planta está desidratada, a absorção foliar diminui drasticamente.

    Regra nº 4
    Evite fazer a adubação nas horas mais quentes do dia. A temperatura ideal gira em torno de 20º C. Regar as orquídeas na véspera da adubação foliar também é muito recomendável.

    Genericamente falando, fertilizante é qualquer substância, natural ou manufaturada que, acrescentada ao substrato, incremente o desenvolvimento das plantas. Em outras palavras, qualquer coisa que possa ser aproveitada pela planta como alimento.
    Quanto à origem dos nutrientes, existem dois tipos de fertilização: a orgânica e a inorgânica.

    Adubo orgânico
    É aquele cujos elementos químicos são provenientes da decomposição de matéria de origem animal ou vegetal. É o caso dos estercos, compostos, farinhas e tortas, como a torta de mamona, por exemplo.

    Antigamente, a adubação orgânica era a única possibilidade. No caso das orquídeas cultivadas em vaso, no entanto, estes adubos, quando em estado sólido, têm o inconveniente de entupirem parcialmente os espaços entres as fibras de xaxim (ou similar), prejudicando a aeração das raízes da planta.

    Além disso, costumam alterar o índice de pH do substrato e transmitir fungos.

    Dica nº 1
    Se você quiser fazer adubações orgânicas nas suas orquídeas, o ideal é usar calda de esterco (veja adiante) ou doses mínimas de torta de mamona. Esta substância é um subproduto da fabricação do óleo de mamona, e é muito rica em nitrogênio, fósforo e potássio.

    Adubo Orgânico
    70% de torta de mamona
    10% de farinha de osso
    10% de cinza vegetal
    10% de esterco de aves (bem curtido)
    Misture tudo e coloque a quantidade de uma colher de chá sobre o substrato, na parte traseira da planta, a cada 3 meses.

    Adubos inorgânicos
    A partir do símbolo químico dos 3 elementos mais exigidos por qualquer planta, generalizou-se o nome do mais famoso adubo químico: NPK.

    São obtidos a partir da extração mineral ou do refino de petróleo. É o caso dos fosfatos, cloretos, sulfatos, salitres-do-chile e do famoso NPK.

    NPK, aliás, nada mais é do que a representação química dos três componentes principais destes adubos. N de nitrogênio, P de fósforo e K de potássio – os três elementos químicos que, como já vimos, as plantas mais dependem para viver.

    Nitrogênio
    É o elemento químico do qual as plantas necessitam em maior quantidade. Estimula a brotação e o enfolhamento, e é o responsável pelo “verde saúde” das folhas.

    Dica nº 2
    Uma dose bem aplicada de nitrogênio deixa as folhas das orquídeas mais carnudas e com um verde mais intenso. A falta desse elemento inibe os processos vegetativos, reduzindo o tamanho das folhas e dando-lhes uma cor verde-amarelada.
    A aplicação de nitrogênio em excesso, no entanto, acaba estimulando demais o crescimento, tornando os tecidos vegetais flácidos e sem resistência para enfrentar o ataque de pragas e doenças.

    Fósforo
    É outro elemento básico na vida vegetal. Junto ao nitrogênio, é fator de precocidade e qualidade. Sua ação principal relaciona-se com a florada e a frutificação, com o desenvolvimento de raízes e o enrijecimento dos órgãos vegetativos.

    Dica nº 3
    As plantas bem nutridas de fósforo são altamente resistentes às doenças. A falta deste elemento químico pode ser notada pela cor avermelhada das folhas, pelo crescimento lento demais e pela pouca exuberância da floração.

    Potássio
    É um macronutriente com um importante papel na vida vegetal. Sua presença na seiva das plantas é indispensável, principalmente para maximizar os efeitos da adubação nitrogenada. Além de contribuir muito para o desenvolvimento e a saúde do sistema radicular.

    Dica nº 4
    Quando o teor de potássio aumenta na seiva, ocorre uma economia de água nos tecidos das plantas. É que este elemento químico tem a propriedade de regular o fechamento dos estômatos, os poros vegetais, reduzindo as perdas de água pela transpiração e, portanto, conferindo à planta maior resistência à falta d´água e baixas temperaturas.

    Dica nº 5
    Durante a fase de crescimento, adube as suas orquídeas a cada 15 dias com adubos foliares, mas deixe para regar 48 após a aplicação.

    Dica nº 6
    Evite o uso de água clorada para misturar com os fertilizantes.

    Dica nº 7
    Não esqueça que a diferença entre o remédio que cura e o veneno que mata às vezes está apenas na dosagem. Concentrações altas de fertilizantes são altamente tóxicas para as plantas.

    Fórmulas de adubos químicos mais recomendados
    Plantas adultas
    Fertilizante líquido NPK 18-18-18 ou 20-20-20, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverizado sobre as folhas.

    Plantas novas
    Fertilizante líquido NPK 30-10-10, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverização sobre as folhas.

    Na época da florada
    Fertilizante líquido NPK 30-10-10, ou 10-30-20, a ser diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante, e pulverizado nas folhas a partir do surgimento das espatas (botões) até o final da floração.

    Calda de esterco
    Num balde de 20 litros de água, deixe em infusão cerca de 1 litro de esterco (5% do volume do balde), por 10 dias.

    Use a calda resultante para diluir na água das regas das orquídeas, numa proporção de mais ou menos 10% de calda para 90% de água.

    beijaflor9

    Miltonia

    Miltonia spectabilis var Moreliana

    Receberam esse nome de Lord Fitzwilliam Milton, um orquidófilo inglês.

    Crescem em climas mais frios e seu cultivo é mais desafiante.

    Anos atrás Miltonia subordinava diversas espécies de clima mais frio, do noroeste da América do Sul e outras da América Central que acabaram por serem removidas para outros gêneros, a maioria para Miltoniopsis, hoje considerados mais próximos de Cyrtochilum. As espécies remanescentes são dez. As espécies deste gênero são por vezes referidas como orquídeas amores perfeitos, mas as flores das miltoniopsis são as que mais se assemelham aos amores-perfeitos. É muito comum usar esta designação para qualquer dos gêneros, o que pode gerar confusão.

    As miltonia assemelham-se mais às oncidiums do que as miltoniopsis. A miltonia mais semelhante a um amor perfeito é a espécie Miltonia spectabilis. Os taxonomistas debatem hoje se deverão juntar o gênero miltonia ao gênero oncidium devido aos muitos pontos comuns entre ambos.

    Habitat: São endêmicas desde a América Central ao sul do Brasil e Argentina.

    Luz: A maioria prefere pouca luz ou luz intermediária.

    Temperatura: Variando conforme a espécie.

    Ventilação: Deve ser boa. A ventilação pode ajudá-lo a controlar a temperatura, sendo mais importante ainda para evitar o aparecimento de insetos e fungos. Lembre-se: ventilação não é vento canalizado.

    Água: Cuidado geral. Na época em que a planta não esteja apresentando crescimento vegetativo tanto a adubação como as regas devem ser diminuídas.

    Umidade: Depende da espécie.

    Adubação: Cuidado geral.

    9360

    Brassia

    brassia_REX_Sakata

    Brassias são epífitas tropicais originárias da América Central. Possuem floração que variam do amarelo, verde pálido e tonalidades de marrom. Seu nome é em homenagem a William Brass, um ilustrador botânico do século XIX.

    Habitat: Florestas tropicais da América Central e Sul. Aceita cultivo doméstico sem muitos cuidados.

    Luz: Clara similar a da Cattleya.

    Temperatura: 13 a 24°C.

    Ventilação: Deve ser boa. A ventilação pode ajudá-lo a controlar a temperatura, sendo mais importante ainda para evitar o aparecimento de insetos e fungos. Lembre-se: ventilação não é vento canalizado.

    Água: Cuidado geral. Na época em que a planta não esteja apresentando crescimento vegetativo tanto a adubação como as regas devem ser diminuídas.

    Umidade: Média. Não deve secar. Mas deve ter boa drenagem.

    Adubação: Cuidado geral.

    49

    Vanilla1 barbellata
    Aqui vão algumas dicas para você cultivar suas orquídeas e ter plantas fortes, saudáveis e bem floridas.
    As orquídeas, de modo geral (Laelias, Cattleyas), demoram em média de 5 a 6 anos para florir.
    Depois, se forem bem tratadas, elas florescem todos os anos.Os pseudobulbos que já deram flores, servem de reserva de alimento para os que virão nos anos seguintes.

    1. Luz
    A luz é essencial na vida de uma orquídea.
    Uma boa forma de fornecer iluminação adequada para suas plantas é construir um viveiro, que seja coberto com tela de sombreamento.Procure adquirir uma tela que dê 5O a 7O % de sombra.
    Dessa forma, elas receberão claridade em luz difusa suficiente para realizarem a sua função vital que é a fotossíntese.
    Plantas com folhas amareladas são um indicativo de excesso de luz, ao passo que uma coloração verde escura quer dizer pouca luz, de forma que você terá que observar suas plantas para dar a elas um lugar adequado.
    Você vai saber que acertou o local quando elas apresentarem uma coloração verde alface.2

    2. Temperatura
    As orquídeas, normalmente, suportam temperaturas entre 1O a 3O graus centígrados ( o ideal é de 15 a 25º ).
    Algumas aceitam temperaturas ainda mais baixas, como Dendrobium (olho de boneca), Cymbidium, Miltonias.
    Outras não se adaptam ao frio intenso ( catleias ). É também o caso de algumas plantas nativas da região Amazônica.
    Por isso é importante observar esse detalhe quando da aquisição de suas plantas.

    3. Umidade
    As orquídeas possuem um tecido esponjoso em volta de suas raízes, o velame, que absorve a umidade do ar.
    Portanto, elas não precisam de tanta água, desde que a umidade relativa do ar esteja acima dos 50%.
    Caso contrário, elas podem desidratar rapidamente.
    Em dias quentes, é necessário manter o ambiente úmido e molhar não apenas as plantas, mas também o próprio local.
    Fazer isto pela manhã ou no final da tarde, quando o sol está baixo.Seu orquidário deve ser bem ventilado, porém devem ser evitadas correntes de vento, que também desidratam as plantas.

    Quando devo regar?
    Regue bem as plantas e só molhe de novo quando estiverem secas. Coloque o dedo no substrato, e caso esteja seco está na hora de fazer nova rega.As Vandas devem ser molhadas todos os dias, no inverno de manhã e no verão a noite.
    É interessante verificar em qual substrato a orquídea está plantada:
    - musgo: secagem lenta
    - mistura de casca de pinus e carvão: secagem rápida
    - seixo britado (pedrisco): secagem rápida.

    3 – Troca de substrato
    - A cada 2 anos faça o replante. O ideal é utilizar um substrato que não seque muito rápido, nem se mantenha muito úmido;
    - Em um vaso não muito grande, introduza um fio de poliuretano nos furos internos do vaso, passe pelo fundo de modo a ficar com duas alças, depois coloca-se um pouco de brita no fundo do vaso, pois as plantas não toleram encharcamento e pode ocorrer apodrecimento das raízes, em seguida casca de pinus misturada c/ carvão com granulação maior (2 cm), depois coloca-se um pouco de musgo, e por último a planta;
    - Finalmente amarre uma das alças na parte traseira da planta e a outra na frente;
    - Encoste a parte traseira da planta no vaso.

    4. Adubação
    As orquídeas necessitam de alimento como qualquer outra planta.
    A adubação orgânica faz com que a planta absorva os nutrientes devagar, pois o adubo é sólido e vai sendo diluído lentamente.
    Você aplica uma pequena quantidade no canto do vaso a cada início de estação.

    Já na adubação inorgânica, a planta absorve o alimento rapidamente, pois o adubo (NPK) é aplicado diluído na água (os orquidófilos mais experientes recomendam usar metade da dosagem indicada pelos fabricantes), e deve ser aplicado regularmente, a cada semana ou quinzena.
    Na verdade, o ideal é usar as duas formas, alternadamente.
    Separe as plantas pequenas das adultas e aplique uma formulação rica em Nitrogênio (30-10-10) para as menores.
    Enquanto, para florescer, pulverize 2 meses antes da floração com um adubo químico mais rico em P e K (10-30-30).
    Por outro lado, o adubo orgânico pode ser feito com farinha de osso (P), torta de mamona (N) e cinza de carvão vegetal ou de casca de arroz (K).

    5. Pragas e Doenças
    Plantas bem alimentadas, dificilmente estão sujeitas à pragas e doenças.
    Falta de arejamento e de iluminação podem ocasionar o aparecimento de pulgões e cochonilhas. Planta encharcada pode ser atacada por fungos ou bactérias, causando apodrecimento de brotos novos.
    Para solucionar esses problemas existem no mercado produtos de contato e produtos sistêmicos, tanto inseticidas como fungicidas.
    Os de contato são usados na prevenção, enquanto que os sistêmicos são usados de forma curativa.

    Eis algumas marcas desses produtos:
    - inseticidas de contato: Malathion, Cipermetrina
    - inseticidas sistêmicos: Tamaron
    - fungicidas de contato: Manzate, Dithane M45, Captan
    - fungicidas sistêmicos: Cerconil, Aliette
    - lesmicida: Mesurol
    - bactericida: Kocide
    - acaricida: Folidol
    - formicida: k–otrine

    6. Divisão e Replantio
    A divisão e replantio devem se feitos quando a planta estiver emitindo raízes novas, não importando quando isto ocorre (inverno ou verão), já que cada planta tem sua época própria de enraizamento.

    Na divisão, cada parte deve ficar com pelo menos três bulbos, tendo sempre o cuidado de esterilizar (com fogo) as ferramentas de corte, afim de se evitar a contaminação por vírus ou outras doenças.

    7. Floração
    Geralmente, cada espécie tem sua época de floração uma vez por ano.
    No verão temos a floração de C. bicolor, C. granulosa, C. velutina, L. tenebrosa.
    No outono, C. labiata, L. perrinii .
    No inverno, C. walkeriana, C. trianaei, C. loddigesii, .
    Na primavera, C. intermedia, C. nobilior, C. warneri, C. gaskeliana, L. purpurata.

    Existem orquídeas, como certas Vandas, que, se bem tratadas, chegam a florir até duas vezes por ano; em casos raros, até tres vezes.
    O mesmo acontece com certos híbridos, cujos pais têm diferentes épocas de floração.
    O ideal é você ter plantas com diferentes períodos de floração.
    Assim você terá flores o ano todo.

    rosec1

    calliandra haematocephala

    Para os bonsaístas a  árvore Calliandra e a preferida. O formato de suas folhas, seu tronco rígido e a facilidade com que ela aumenta sua massa foliar, fazem dela uma ótima escolha para quem deseja começar a cultivar bonsai.

    Nome Popular: Esponjinha

    Nome Científico: Calliandra (selloi, brevipes… o segundo nome científico depende da cor das flores, ou da ausência de floração)

    Origem: Regiões tropicais e subtropicais das Américas, entretanto são encontradas também na Ásia e na Índia. Existem mais de 120 espécies de Calliandra diferentes.

    Ambiente: As Calliandras precisam de muita luz para florescer abundantemente, sendo o ideal colocá-las no exterior, protegidas com telas de sombreamento (sempre que possível). Em regiões com estações bem definidas, é possível mantê-las dentro de casa, desde que seja em um local com bastante luminosidade e boa ventilação. Nunca as coloque próximas a fontes de calor.

    Características: É um pequeno arbusto de folhas perenes e delicadas, de um verde bem claro e vibrante quando ainda são brotos, e mais escuros quando envelhecem, que se fecham à noite ou quando a planta perde muita água. Algumas espécies possuem flores que vão do branco ao rosa e ao vermelho, em formato de pompom.
    Os brotos das flores (começam a aparecer no final da Primavera e ao longo do Verão), parecem pequenas framboesas e surgem da axila das folhas. Das flores, surgem frutos, que se partem quando maduros, espalhando as sementes (como o legume vargem). A coloração do tronco é de um tom cinza claro, quando novo, tornando-se marrom com o tempo e podendo ficar quase negro.

    Adubação: Fertilizante líquido, para bonsai, a cada duas semanas (lembrando sempre de usar metade da quantidade indicada na embalagem) durante a estação de crescimento (início da Primavera até o final do Outono) e durante o inverno, adube apenas a cada trinta dias. O incremento de fósforo (P) no fertilizante ajudará a estimular o surgimento de flores. Outra opção é o uso de adubos com longa duração (que liberam os nutrientes toda vez que são molhados), como o Osmocote.

    Rega: Mantenha o solo sempre úmido. Como na maiorias das plantas, o ideal é que se regue em abundância, até que a água escorra pelos orifícios do fundo do vaso. Em dias de muito calor, às vezes, se faz necessário regar até 3 vezes por dia. Durante o inverno, regue menos, principalmente se a planta estiver em locais muito frios, mas mantenha o solo sempre úmido.

    Poda: Deve ser feita durante o período de crescimento, cortando os novos brotos deixando apenas um ou dois pares de folhas, tão logo o broto tenha  desenvolvido cinco ou seis novas folhas. Isso fará com que a planta adquira  uma aparência compacta, com bastante massa foliar.

    Transplante: De dois anos em dois anos, de preferência na Primavera, cortando-se certa de 2/3 das raízes. É importante utilizar um substrato com boa drenagem, com pelo menos 30 ou 40% de pedriscos de 2mm.

    Aramação: Arame apenas os galhos mais jovens, durante o Verão, pois os galhos mais velhos quebram com facilidade, devido à sua rigidez.

    Dica: A Calliandra é facilmente cultivada através do plantio de sementes ou por estaquia, sendo que com a estaquia, você consegue árvores com aparência mais velha.

    anjo

    Hemerocallis
    Como obter floradas exuberantes
    Os hemerocallis são tolerantes a uma grande variedade de condições e exigem pouco cuidado. Porém, com alguns cuidados especiais, os resultados serão compensadores.

    ONDE PLANTAR
    Sol -
    O ideal é plantar as mudas em local que receba, no mínimo, 6 horas de sol direto por dia. As cultivares de flores mais escuras, beneficiam-se de sombras parciais nas horas mais quentes.

    Solo - Esta espécie prefere solos leves, porosos, ligeiramente úmidos e ricos em matéria orgânica. Após a adubação, o solo deve ficar solto, auxiliando o bom desenvolvimento das raízes.

    Solos muito úmidos: realizar drenagem antes do plantio.
    Solos argilosos: adicionar adubo, matéria orgânica ou areia.
    Solos arenosos:
    adicionar adubo ou matéria orgânica, aumentando a retenção de água.

    QUANDO PLANTAR
    Podem ser plantadas o ano inteiro, porém, a época ideal para plantio é o início do outono. Dessa forma, as mudas estarão bem desenvolvidas para alcançar floração já na próxima primavera/verão

    COMO PLANTAR
    1- Prepare o solo adubando-o com matéria orgânica, areia e turfa (cerca de 2 quilos de turfa por m²), misturando bem as partes. É importante que o solo seja preparado no dia do plantio, a fim de evitar perdas de Nitrogênio.

    2- Faça covas maiores que a massa da raíz.

    3- Plante de forma que a coroa da planta (parte em que as raízes se encontram com as folhas) esteja de 2 a 4cm abaixo da superfície do solo. A faixa branca na base da folhagem deve ficar sob o solo.

    4- Compacte o solo, firmando as raízes e regando bem.

    O espaçamento varia conforme o porte da cultivar.
    Porte médio e grande: 30 a 40 cm (cerca de 9 mudas por m²)
    Porte mini: 15 a 20 cm (cerca de 17 mudas por m²)

    CUIDADOS
    Água -
    Essencial para o bom desempenho das plantas e das florações. É muito importante que os hemerocallis recebam água suficiente, especialmente na primavera, quando as plantas formam os botões, e no verão, estação da floração plena.

    pass

    Jaqueiras

    jaqueira
    A jaqueira Artocarpus integrifolia L, / Artocarpus heterophilus Lam., Moraceae, Dicotyledonae – originária da Ásia (Malásia. Índia), foi trazida para o Brasil pelos portugueses; aqui a planta adaptou-se muito bem.

    É árvore de porte ereto, elevados (atinge 20 a 25m. de altura), tronco com diâmetro acima de 1 m, tem copa densa e irregular com folhas verde-escuras coriáceas e brilhantes. As flores, sem pétalas, agrupam-se em inflorescências masculinas e femininas localizadas no tronco e ramos mais grossos. O fruto composto – a jaca é formado pela reunião de frutos simples, soldados em torno de um eixo central; é um sincarpo, com formação globosa, oval ou alongada, tem comprimento em torno de 70cm. e peso de até 40 Kg. Maduro a sua casca tem cor amarelo-acastanhada e aroma peculiar e forte. As sementes numerosas – até 500 unidades por fruto – são envolvidas, individualmente, por uma polpa (bago) amarela, visguenta, aromática, sabor doce, de consistência mole a dura. A planta é melífica.

    Os tipos – variedades – mais cultivados da jaqueira são: jaca-dura (com frutos grandes e bagos de consistência rígida); jaca-mole (frutos menores, bagas doces com consistência mole) e jaca-manteiga (com bagos adocicados e de consistência intermediária) comum no Rio de Janeiro.

    Utilização da jaqueira:
    Madeira
    : é branco-acinzentada que escurece, ao contato com o ar, tomando a aparência de mogno. É madeira de lei, utilizada em construção naval (cavername), e na construção mista (carpintaria e mercenaria).

    Planta: utilizada em florestamentos, em sebes quebra-ventos, para proporcionar sombra a animais em pastos e como planta ornamental.

    Folhas: verdes, picadas ou moídas, são destinadas ao arraçoamento de aves, caprinos, ovinos e suínos.

    Fruto: ao natural os bagos são consumidos frescos pelo homem; processados compõem doces, compotas, polpas congeladas, refrescos, sucos, bebidas (licor). Os animais consomem o fruto fresco picado, em sua integra. Em medicina caseira o bago é utilizado no tratamento de tosses (propriedades expectorantes).

    Semente: rica em amido pode ser consumida assada; assada e moída produz farinha utilizável para preparo de biscoitos, doces, outros. Em medicina caseira a semente trata desarranjos intestinais. Ainda, lenhada, a jaqueira tem uma resina medicinal de propriedades cicatrizantes.

    Necessidades da jaqueira:
    Clima: planta de regiões quentes e úmidas, de clima tropical úmido, a jaqueira também desenvolve-se em regiões de clima subtropical e semi-árido desde que haja a utilização da irrigação artificial (Ceará).
    A planta requer temperatura média anual de 25ºC, chuvas acima de 1.200 mm/ano (bem distribuídos), umidade relativa do ar em torno de 80%, dias ensolarados. Geadas são danosas à jaqueira.

    Solos: profundos, bem drenados, férteis, areno-argilosos não sujeitos a encharcamento, pH entre 6 e 6,5.

    Propagação/Formação de mudas:
    A propagação da jaqueira pode dar-se via vegetativa – borbulhia em janela aberta e encostia (produzem mudas para plantios comerciais) e via sexuada (utilizando-se de sementes).

    Formação de mudas via sementes:
    Sementes – os frutos fornecedores das sementes devem ser obtidos de árvores precoces, vigorosas, sadias e de boa produção; as sementes devem ser retiradas do fruto e mergulhadas em água fria por 24 horas e semeadas, a seguir (baixa viabilidade).
    O semeio é feito colocando-se 2 a 3 sementes, em posição horizontal, a 3 a 5cm. de profundidade; quando mudinhas tiverem 5 cm. de altura efetuar o desbaste deixando a mais vigorosa. Alcançando 15 a 20 cm. de altura a muda estará apta a ser plantada em local definitivo. As irrigações devem ser feitas sem excessos.

    Plantio/Tratos Culturais:
    O preparo do solo pode necessitar das operações de derruba, destoca, queima, controle de cupins e formigas, aração/gradagem do terreno, com antecedência hábil ao plantio.Espaçamento a utilizar podem ser 10 m. x 10 m. ou 10 m x 8 m. que proporcionam densidades de 100 a 125 plantas por hectare respectivamente.
    As covas podem ter dimensões de 50c. x 50 cm. x 50 cm. ou 60 cm. x 60 cm. x 60 cm. e são abertas 60 dias antes do plantio quando separa-se a terra dos primeiros 15 a 20cm. de altura.Sugere-se para adubação de fundação, a mistura da parte da terra separada a 15-20 litros de esterco de curral bem curtido e a 500g. de calcário dolomítico e lança-se ao fundo (logo após sua abertura); o restante da terra é misturada a 500g. de superfosfato simples a 100g. de cloreto de potássio enchendo-se a cova pouco antes do plantio.

    O plantio é efetuado no início da estação chuvosa; na cova abre-se espaço para torrão da muda de modo a que a superfície do torrão fique 5cm. acima da superfície do solo. Retira-se o fundo do recipiente da muda, coloca-se o torrão na cova e vai-se retirando o plástico, chegando-se terra e comprimindo-a. Prepara-se “bacia” com terra em volta da muda e cobre-se com palha ou capim sem sementes. Irriga-se com 20 litros de água; caso haja falta de chuvas pós plantio, irrigar a muda, semanalmente, com 20 litros de água.

    Eliminar ramos secos, ou doentes ou praguejados ou ainda aqueles mal situados que dificultem formação da copa ou frutificação.
    Sugere-se, para adubação em cobertura, a aplicação das quantidades de adubos abaixo relacionadas – por planta, por vez; no início da estação chuvosa, em cobertura sob a copa, incorporando a mistura levemente ao solo.
    (1) Superfosfato Simples
    (2) Cloreto de Potássio
    (3) Esterco de curral, aplicação única no início das chuvas
    (4) primeira aplicação no “pegamento” da planta, segunda fim das chuvas.

    Pragas da Jaqueira:
    Entre as pragas da jaqueira cita-se:

    Abelha-cachorro (rapuá); abelha preta que pode estragar flores; controla-se por destruição de seus ninhos e pulverização com produtos químicos a base de diazinom, malatiom (Malatoe) ou paratiom,(Folidol).

    Arlequim-da-mata: besouro de patas longas, corpo grande, com cores verde, vermelho e preto cuja larva branca (lagarta) broqueia abrindo galerias no tronco; controla-se limpando-se orifícios – por onde lagarta expele serragem – e aplicando 1cm. de pasta fosfina (Gastoxim) ou paratiom (2cc) ou gasolina (2cc), vedando-se o orifício, logo após, com argila ou cera de abelha, objetivando-se matar a larva do besouro.

    Besouro-do-fruto: besouro pardo com riscos escuros nas asas, que ataca frutos destruindo a polpa; é controlado pela pulverização dos frutos com produtos a base de malatiom, diazinom, carbaryl.

    Cigarrinhas dos brotos: ataca brotos e pedúnculo do fruto; mesmo controle da Irapuá.

    Cochonilhas: atacam folhas; podem ser controladas pela pulverização de mistura de óleo mineral para agricultura + inseticidas fosforados (malatiom, diazinom, paratiom).

    Bicho-cesto: lagarta que se alimenta de folhas. Pode ser controlada pela pulverização de produtos químicos inseticidas à base de triclorfom e carbaryl.

    Colheita/Rendimento:
    - O ponto de colheita é demonstrado pelo aroma forte que os frutos exalam e por som ôco que emitem quando neles se bate. Uma jaqueira pode produzir frutos por um eríodo de 100 (cem) anos.
    - Plantas provenientes de mudas de sementes iniciam frutificação no 5º ou 6º ano pós transplante com frutos pequenos e pouco numerosos; com a sucessão dos anos tamanho e número aumentam. A produção de uma jaqueira adulta pode alcançar 50 a 100 frutos por árvore e por ano.
    - Frutos devem ser conservados em ambiente fresco e seco e consumidos o mais rapidamente possível.

    5567