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    Quando o Outono começa a se anunciar, somos surpreendidos pela floração rosa da Chorisia speciosa (syn. Ceiba speciosa), ou sumaúma.

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    flor sumaumaFlor da Sumaúma

    Esta espécie originária do Brasil e Argentina é considerada semi-caduca, mas na nossa latitude ela comporta-se realmente como caduca. A particularidade de florescer após a queda da folha faz com que a sua espetacular floração seja notada com maior intensidade nos nossos jardins.

    Esta árvore está cada vez mais utilizada de forma isolada, surgindo nos últimos anos como árvore de arruamento, mas de forma menos expressiva. As suas características morfológicas, forma, textura, volume e cor adquirem valor ornamental em todas as suas partes constituintes, não havendo um aspecto mais relevante do que outro.

    O seu tronco, de forma comum enquanto jovem vai engrossando na base com a passagem do tempo, acabando por adquirir uma forma de garrafa. A cor esverdeada do tronco permite-lhe ampliar a sua capacidade fotossintética, desenvolvendo-se mais facilmente em situações de pouca luminosidade, como seja em situações de sob-coberto, alem de conseguir crescer mesmo quando se encontra sem folhas. O tronco desenvolve espinhos de considerável dimensão que podem ir caindo de baixo para cima ao longo dos anos. Mesmo assim, muitas árvores conservam os espinhos até à idade adulta. Esta árvore pode atingir os vinte metros de altura.

    ramos da sumaúmaRamos da Sumaúma

    As folhas compostas, digitadas são igualmente interessantes e ornamentais, mas verdadeiramente interessante é a sua flor, de cor rosa intenso, grandes, com 5 pétalas rosadas com pintas vermelhas e bordas brancas. Há uma variedade menos comum, com flores brancas.

    O fruto, igualmente invulgar, constitui-se por cápsulas verdes que, quando maduras, abrem-se expondo as sementes envoltas em fibras finas e brancas que auxiliam na sua dispersão aérea. A esta fibra chama-se paina, ou sumaúma, que pode ser utilizada no enchimento de travesseiros. No entanto as espécies mais utilizadas para esta finalidade são efetivamente a Ceiba pentandra, na América do sul ou a Ceiba indica na região asiática, pertencentes ao mesmo gênero mas de espécies distintas.

    fruto da sumaúmaFruto da Sumaúma

    O valor ornamental da Chorisia não fica por aqui, porque além do seu exotismo, é ainda de fácil propagação e de crescimento muito rápido, nos primeiros 10 anos, abrandando depois a sua taxa de crescimento.

    A sumaúma prefere solos ricos e bem drenados, mas necessita de rega no período estival. Pode ser plantada em zonas de sombra que o seu crescimento não será afetado pela falta de luminosidade, embora produza menos flores.

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    Cattleya Guttata Lindl

    As Cattleyas Guttatas são plantas robustas que seus pseudobulbos podem atingir até 1,30 m de altura.

    Guttata - O nome vem de gutta, gota, malha pinta. Alusão às pintas em marrom, castanho e carmesim de suas flores.

    Origem - Dispersa por toda região litorânea do sudeste brasileiro, vegetam em pedras ou mesmo em areia de restingas, desde o nível do mar até altitudes elevadas da Serra do Mar, em árvores mais altas e que permitam a entrada de maior luminosidade.

    Hábito da planta - É planta de grande porte com pseudobulbos longos e cilíndricos de 70 a 1,30 cm, esverdeados e encimados por duas até três folhas coriáceas e elíptas com 15 a 30 cm de comprimento. Apesar de ocorrer em árvores de encostas, a região litorânea é seu habitat típico. Crescem até enraizadas na areia, em pedras e dunas, a pequenos arbustos e a outros tipos de vegetações de restinga, quase expostas ao sol e a ação do vento constante e forte nessas áreas.

    Floração - Florescem a partir do mês de Março, estendendo-se até Maio nos estados sulinos brasileiros. As flores de 8 cm de diâmetro (um pouco menores que as da Tigrina ou Leopoldii), de espatas simples e geralmente secas, em hastes de mais ou menos 20 cm de altura, sempre em cachos, de 3 até 15 flores. As que vegetam em dunas e restingas o número de flores chegam até 20 ou mais. A duração das flores é de 10 dias. Elas possuem muitas substâncias e coloridos do amarelo-esverdeado até verde-amarronzado e com pintas (algumas sem) marrom-avermelhadas sobrepostas. Existem formas (colorações) albina, rósea, lilacina, verde-esbranquiçada, áurea, avermelhada, cobreada, chocolate, amarelada e alaranjada. O labelo é trilobado e mais estreito do que da Tigrina, com suas porções laterais branco-rosadas que cobrem a coluna, e sua área frontal é ápice rugosas com tonalidade rosa-escura.

    Curiosidades - Muito usada na criação de híbridos de flores pintalgadas, conhecidos no meio orquidófilo como Sardentinas ou Pintadinhas‘.

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    Aspérula-odorífera

    O gênero Galium é cosmopolita e inclui aproximadamente 400 espécies anuais e perenais. Galium aparine é uma erva daninha comum ao longo da Europa e da Ásia do Norte e Ocidental. Galium odoratum, além destes locais, também é encontrado na Sibéria e África do norte, e é a espécie ornamental melhor conhecida e mais difundida. Ela proporciona uma boa cobertura decídua em solo de áreas sombrias. Galium verum está difundido nos prados da Ásia ocidental e América do Norte. O nome Galium vem do grego “gala”, leite, porque várias espécies são usadas para coalhar leite para a produção de queijo. Várias espécies contêm asperulosídeos que produzem cumarina, responsável pelo doce aroma de feno recém-ceifado quando as folhas secam. Asperulosídeos podem ser convertidos em prostaglandinas (Compostos semelhantes a hormônios que estimulam o útero e afetam os vasos sanguíneos), dotando muitas espécies de grande interesse para a indústria farmacêutica. Raízes de algumas espécies contêm uma tintura vermelha, semelhantes àquela produzida por Rubia tinctorum, uma espécie próxima relacionada.

    Galium odoratum é uma planta herbácea perene que forma extensas coberturas nos bosques frondosos. Um emaranhado de radículas e de rizomas subterrâneos origina, no começo da Primavera, caules ascendentes, apresentando verticilos de folhas lanceoladas, rugosas na margem. Estes caules terminam em hastes bíparas de folhas brancas e odoríferas. O fruto é um diaquênio munido de sedas. A espécie é vulgar na Europa, Ásia e América, sendo colhida, e mesmo cultivada, desde a Idade Média, para servir de aditivo de bebidas alcoólicas e do tabaco.

    São colhidas as cimeiras. Corta-se delicadamente a planta inteira, é secada rapidamente à sombra ou num secador, a 40°C no máximo. Não deve ficar escura: liberta então um perfume de cumarina (como o feno) e tem um gosto amargo. Deve ser conservada ao abrigo da luz em invólucros fechados. Contém sobretudo, glicosídeos vizinhos da cumarina, um tanino e um princípio amargo. É uma erva adstringente, ligeiramente amarga, aromática quando seca, com efeitos tônico, diurético e sedativo. Melhora função hepática, relaxa espasmos, fortalece vasos capilares e reduz coagulamento do sangue. É utilizada pelas suas virtudes calmantes, em casos de irritabilidade excessiva ou esgotamento, como espasmolítico, contra as palpitações e para regularizar a pulsação, contra as insônias infantis e também das pessoas idosas. Prepara-se uma infusão a quente na proporção de duas colheres de café da planta para duas chávenas de água, a tomar durante o dia, ou uma maceração a frio com as mesmas proporções. Em dose mais forte, a aspérula pode provocar vertigens, vômitos e dores de cabeça. Externamente, é usada em banhos ou compressas para tratar feridas purulentas, dermatoses e úlceras. Usado em homeopatia para inflamação do útero.

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    Grevillea_robusta
    É a maior planta do gênero Grevillea. É nativa da costa leste da Austrália. É uma árvore de crescimento rápido, de folha perene, que atinge 18-35 m de altura e tem folhas verdes delicadamente denteadas e bipinuladas, semelhantes à folhagem dos fetos.

    As folhas têm geralmente 15-30 cm de comprimento com o lado inferior branco acinzentado ou cor de ferrugem. Suas flores são de cor laranja-ouro com floração tipo Callistemon, com 8-15 cm de comprimento na primavera, num caule de 2-3 cm.

    As sementes, maduras no final do inverno ou começo da primavera, frutificam em folículos marrom escuro, com cerca de 2 cm de comprimento, com uma ou duas sementes chatas, com asas.

    Quanto jovem pode ser cultivada como uma planta de interior por tolerar a sombra, mas prefere lugares ensolarados, por isso cresce melhor em zonas quentes. Se plantada ao ar livre, as mudas jovens necessitam de proteção contra geada. Necessita água ocasionalmente, mas é tolerante à seca.

    Não existem recomendações específicas nem informações publicadas sobre adubação de grevílea nas condições brasileiras. A espécie, entretanto tem maior desenvolvimento em solos de maior fertilidade, sendo ainda bastante sensível à competição por plantas daninhas na fase inicial de seu crescimento. Esta característica indica potencial de resposta favorável à adubação principalmente de base. Recomenda-se em solos muito pobres quimicamente a aplicação de pelo menos 100g por cova de superfosfato simples. A espécie possui sistema radicular bastante profundo, capaz de translocar nutrientes das partes mais profundas do solo para a superfície, através da deposição da serapilheira.

    A grevílea é extremamente susceptível a formigas cortadeiras. Recomenda-se o controle rigoroso de formigas antes de seu plantio. Observa-se também ocorrência de uma broca nas raízes, provocando taxas elevadas de mortes de plantas logo após o plantio. Esta praga ainda não foi identificada. Há relatos da presença de uma lagarta desfolhadora, trazendo prejuízos acentuados ao crescimento pelo desfolhamento completo das árvores como sendo, Bombycades aspilaria Gueneé (Lepdoptera: Geometridae ennominae). Como medida de controle desta praga, deve-se monitorar a intensidade de seu ataque e adotar o controle biológico.

    No Brasil a grevílea não tem apresentado problemas graves devido a doenças. Em outros países a mais importante é a Asterolecanium pustulans que praticamente a eliminou no Caribe. Esta doença também foi detectada na Índia e na África do Sul, mas não chegou a provocar sérios danos nestes países. Doenças fúngicas nas folhas, como Phyllostica sp., Cercospora sp. e Amphichaeta grevillea também chegaram a causar sérios problemas em canteiros de mudas na Índia e no Sirilanka.

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    borboleta e flor Elas embelezam os jardins e são fonte de grande admiração, as flores exibem na natureza uma grande diversidade de formas, cores e cheiros. Tanta beleza não é por acaso. Elas têm o papel crucial de atrair polinizadores. E para atraí-los utilizam diferentes mecanismos, desde a oferta do néctar, como alimento altamente energético; cores nas tonalidades melhor enxergadas por determinado animal; ao uso de cheiros fortes, tudo de acordo com o gosto do cliente, ou melhor, do polinizador. Tudo isso é possível porque elas evoluíram junto com seus polinizadores (co-evolução), assim, o ambiente selecionou aquelas flores que melhor atraem o polinizador, e este possui as melhores estruturas para usufruir dos recursos alimentares oferecidos e de quebra fazer a polinização. Os polinizadores, que podem ser animais ou o vento, são responsáveis pelo transporte do pólen de uma flor para a outra. Após ser polinizada, a flor formará os frutos e as sementes que garantirão a perpetuação da espécie no ambiente. Dessa forma, muitas espécies que são polinizadas principalmente ou unicamente por besouros possuem flores tipicamente brancas ou com cores pouco vistosas, mas com odor forte. Isso porque os besouros não retiram seus alimentos exclusivamente das flores, mas principalmente, de outras fontes, tais como a seiva, os frutos, as fezes e a carniça. Por isso, eles possuem o olfato mais desenvolvido do que a visão, o que explica o fato das flores polinizadas por eles gastarem mais energia para produzir cheiros do que cores. Estas podem ser grandes e solitárias, como nas magnólias, algumas espécies de lírios, papoulas e rosas selvagens; ou pequenas e agregadas em inflorescências, como nas Araceae e em alguns membros da família da cenoura e erva-doce (Apiaceae). A família das Anonáceas (graviola, araticum, pinha, fruta-do-conde) também são exemplos de espécies polinizadas por besouros. As moscas que se alimentam de matéria orgânica em decomposição, também são atraídas por flores mal cheirosas e frequentemente escuras, como por exemplo, a planta suculenta africana Stapelia gigantea e outras espécies da família Asclepiadaceae. Aproveitando-se dessa atração por cheiro desagradável, plantas do gênero Arum têm flores que formam uma engenhosa armadilha natural. A flor abre à noite e libera substâncias com cheiro de fezes, que atraem moscas e besouros de esterco. Estes penetram na flor e não conseguem sair devido a secreções de óleo que os fazem escorregar. Isso para que em seus movimentos, transfiram pólen dos órgãos masculinos para os órgãos femininos da flor fazendo a autopolinização. Algum tempo depois, ocorrem mudanças anatômicas que provocam o enrugamento da flor, fornecendo como que uma “escadinha” para o inseto sair. Além de ter autopolinizado a flor, o inseto ainda sai carregando o pólen que acabará levando para uma outra planta dessa espécie polinizando-a. As flores polinizadas por borboletas e mariposas ao contrário, possuem odores adocicados. Algumas espécies de borboleta enxergam o vermelho como uma cor bem distinta, por isso, algumas flores polinizadas por borboletas são vermelhas ou alaranjadas. Borboletas e mariposas possuem o aparelho bucal longo, como um tubo, que fica enrolado quando elas não estão se alimentando. Para se alimentar, elas esticam esse longo “tubo” e sugam o néctar (como pode ser observado na imagem acima). Por isso, as flores polinizadas por estes insetos possuem estruturas longas, em forma de tubo, onde está guardado o néctar. Assim, apenas borboletas e mariposas, por possuírem aparelho bucal longo, conseguirão alcançar. São exemplos de flores polinizadas por borboletas e mariposas: As margaridas, Ixora (Ixora sp), Barba-de-barata, (Caesalpina pulcherrinia), Justícia (Justicia carnea), dentre outras. Um exemplo de como a relação planta e polinizador pode ser altamente especializada é o caso das mariposas fêmeas da espécie Tageticula yucasella. Durante a noite, elas polinizam as flores de iúca (Agavaceae). Mas em troca da realização deste trabalho, a mariposa põe seus ovos na flor. Isso para que quando desenvolver as sementes, suas larvas possam utilizá-las como alimento. Estima-se que apenas 20% das sementes produzidas sejam consumidas pelas larvas em desenvolvimento, demonstrado que esta estratégia é vantajosa tanto para as mariposas que garantem alimento para que suas larvas sobrevivam, como para a iúca que é polinizada garantindo a formação de suas sementes. borboletas azuis

    cactos

    Materiais necessários:
    Faca, estilete ou gilete bem afiado;
    Álcool para esterilização para evitar fungos;
    Enxerto (para a base pode ser Matucana auranthiaca Hibrido, Opuntia , cereus ou outros;
    Elástico (liga) ou fita para prender o cacto na base.

    1º Passo
    Fazer toda esterilização do material que vai ser usado (Faca, estilete ou gilete)

    2º Passo
    Cortar a base que vai ser feita a enxertia até onde se possa ver o tecido
    vascular que é um ponto branco onde irá juntar os dois cactos. No caso
    da Opuntia como base não precisa ter tanto cuidado quanto a isso, pois,
    ela é bem vascularizada. Logo depois faça o corte no cacto que vai ser enxertado.

    3º Passo
    Juntar a base e o cacto que será enxertado e colocar o elástico para prender
    bem os dois pedaços e não haver espaço ou bolha de ar entre eles, tendo o
    cuidado de não apertar tanto, pois, pode machuca-los.

    Aguarde em torno de seis dias para que as partes se juntem e só depois tire o elástico para que as duas partes fiquem bem fundidas. Depois aguarde mais uma semana antes de colocar na terra para que a base esteja cicatrizada de preferência colocando nessa base pó em canela, pois ajuda na cicatrização.
    Assim as plantas terão um maior aceleramento no crescimento.
    Alguns cuidados devem ser tomados. Por exemplo: alguns cactos são próprios de enxertos, ou seja, não sobrevivem caso percam a base. Caso não sejam esses cactos próprios de enxertos, quando se perde a base em caso de apodrecimento, se tira o cacto enxertado antes que a putrefação o alcance assim terá chances de salvar o cacto. Caso queira, depois de um tempo com o cacto já enraizado e forte refaça o enxerto, mas não faça isso logo após retirada do enxerto, pois, o cacto pode estar debilitado.

    verão

    Cacto
    Segundo o Feng Shui os cactos são considerados Guardiões, por serem purificadores de ambientes e, de acordo com os especialistas desta técnica milenar, os cactos agem como uma barreira para os raios gama emitidos por computadores e aparelhos de TV.

    Você sabia que uma única planta é capaz de purificar o ar de uma sala de 9 m2 poluição, gerada por verniz, tintas, colas, fibras sintéticas e fumaça de cigarro? Pois é, um estudo recente, conduzido pelo cientista americano Bill Wolverton, da Nasa, comprovou que os poluentes são absorvidos porbactérias que vivem nas raízes e folhas das plantas como jibóia, comigo-ninguém-pode, espada-de-são-jorge.

    Os cactos respiram pelo caule, é neles que se localizam os estômatos. A maioria dos cactos não tem folhas, somente espinhos. Embora os espinhos sejam considerados folhas modificadas (se transformaram para se adaptar às necessidades da planta).

    Os cactos, vivem regiões áridas e isoladas, com isso, ajudam as pessoas a conhecer a sua força interna em momentos de solidão. Pelo fato de os cactos armazenarem água (elemento que simboliza sentimentos e emoções) o mesmo favorece aqueles que se defendem muito das próprias emoções.

    Ter cactos por perto é um lembrete de vitalidade, persistência e integração com tudo o que esta a nossa volta.

    Os cactos precisam de sol, ventilação e pouquíssima umidade. A exceção fica por conta dos mini-cactos (aqueles que encontramos até em supermercados em pequenos vasinhos) que, em geral tem menos de três anos. Como são bem jovens, os mini-cactos apresentam uma resistência menor a exposição ao sol. Assim sendo, é melhor colocá-los em áreas arejadas e devem tomar luz indireta (como pelos vitrais das janelas.

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    Laeliocattleya Rubra
    1- Coloque uma camada de pedra no fundo do vaso (2 a 3 dedos) para permitir a rápida drenagem do excesso de água, a menos que o vaso seja do tipo raso e de barro. Nesse caso, um pedaço de tela será suficiente, para proteger a abertura do vaso contra lesmas e outros bichos.

    2- Complete com fibra de coco desfibrado. Se houver pó, jogue o pó de fibra de coco num balde com água para dispersar o pó. Jamais use o “pó de xaxim” eles estão proibidos de serem comercializados. As raízes necessitam de arejamento.

    3- Certas orquídeas progridem na horizontal, Laelia e Cattleya, por exemplo, e vão emitindo brotos um na frente do outro. Para esse tipo de planta, deixe a traseira encostada na beira do vaso e espaço na frente para dar lugar a novos brotos. Comprima bem o xaxim para firmar a planta, a fim de que, com o vento ou um jato d´água, ela não balance, pois a pontaverde da raiz ira roçar o substrato, secar e morrer. Coloque também luma estaca de bambu para melhor sustentação.

    4- Há orquídeas que dificilmente se adaptam dentro de vasos. Nesse caso, o ideal é plantar em tronco de árvore ou casca de peroba ou palito fetos com fibra de coco, protegendo as raízes com um plástico até a sua adaptação. Alguns exemplos dessas espécies são: C. Walkeriana, C. schilleriana, C. aclandiae, a maioria dos Oncidiuns, Leptotes, Capanemias.

    5- Orquídea monopodial (que crescem na vertical), como Vandas, Ascocendas, Rhynchostylis, Ascocentrum, devem ser plantadas no centro do vaso ou serem colocadas em cesto sem nenhum substrato.
    Nesse caso exigem um cuidado especial todos os dias. Deve-se molhar não só as raízes, mas também as folhas com água adubada bem diluída.

    Por exemplo, se a bula de um adubo líquido recomenda diluir um mililitro desse adubo em litro de água, ao invés de um litro, dilua em 20 litros ou mais e borrife, a cada duas ou três horas, principalmente em dias quentes e secos.

    Você pode perder a paciência, mas não a planta. Como exigem alta umidade relativa, pode-se, por exemplo, usar um recipiente vem largo como uma tina furada, encher de pedra britada e colocar a planta com o vaso sobre as mesmas, de modo que as pedras molhadas pela rega, assegurem a umidade necessária para a planta toda. Não se esqueça de quetanto o recipiente quanto o vaso devem ter furos suficientes para a rápida drenagem do excesso de água.

    Observação: Se plantadas em vasos com xaxim, a rega pode ser mais espaçada. Devem, por exemplo, estar protegidas contra o tempo de chuva prolongadas, para evitar o excesso de umidade. Quando perceber que o substrato está seco molhe a planta.

    Materiais Necessários
    Procure ter à mão os materiais necessários para um plantio ou replantio adequado:

    1. tesoura de poda: para corte de raízes mortas (são escuras e ocas).

    2. Maçarico a gás: Para esterilizar o instrumento de corte a fim de evitar a transmissão de viroses e outras doenças.

    3. Pinça: Auxilia na limpeza e retirada do substrato antigo.

    4. Etiqueta de identificação: todas as orquídeas devem estar devidamente etiquetadas, para facilitar à identificação, constando, se possível a procedência, a data de replantio e época de floração. Assim, se na mesma época a planta não florir, é sinal de que algo está errado com o cultivo.

    5. Estaca de sustentação: São indispensáveis para orquídeas com hastes longas, como Oncidium, Phalaenopsis e Cymbidium. Há estacas de arame, plástico e bambu.

    6. Amarrilho: È Usado para fixa a haste floral na estaca de sustentação.

    rainha-da-noite

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    A propagação dos Cactos
    Os cactos propagam-se por meio de sementes e por estacas. A semeadura consiste no método mais fácil, no entanto os resultados demoram a aparecer. Você pode adquirir sementes em lojas especializadas ou com viveiristas que só trabalham com cactos.

    Utilize vasos com 10 cm de diâmetro e prepare a seguinte mistura:
    - Duas partes de terra turfosa, duas partes de areia e uma parte de vermiculite (esse material enriquece a textura e a drenagem).
    - Deixe uns 2 cm entre a superfície do solo e a borda do vaso.
    - Antes do plantio, regue o composto, permitindo que o excesso de água drene completamente.-
    - Espalhe as sementes de maneira homogênea e deixe à superfície do solo, sem enterrálas.
    - Cubra o vaso com uma lâmina de vidro, ou com plástico auto-adesivo (ou transparente), a fim de impedir a evaporação da água. Mantenha o conjunto em local quente (com cerca de 27ºC).
    A germinação costuma demorar de três a oito semanas para acontecer. Por isso, não se preocupe se o vaso parecer inerte. De início as mudas não requerem muita luz. Como as sementes podem germinar em épocas diferentes, porém, torna-se mais seguro providenciar um pouco de luminosidade desde o começo.

    Quando as mudas começam a surgir, assemelham-se a pequenas bolinhas verdes;descubra o vaso, após 4 meses de semeadura para permitir o acesso de ar fresco nas plantas. E quando estas plantas já estiver com aproximadamente 5 cm de diâmetro e 2,5 cm de altura e suportarem o contato manual. Uma vez que as cactáceas apresentam crescimento muito vagaroso, pode levar entre seis meses e um ano para as mudas atingirem tal estagio.

    Durante esse período, mantenha os pequenos vasos a temperatura ambiente, certificando-se de que recebam uma boa luminosidade e regas corretas.
    Por estacas ou brotos, corte a parte da planta deixe cicatrizar o corte por uma semana em um local protegido sem molhar. Depois plante.

    Preparando a terra para plantas os cactos
    As cactáceas exigem um solo de boa drenagem, poroso, que sustente suas raízes expandidas com as regas continuadas e controladas; caso contrário, todo o sistema radicular pode apodrecer. Para garantir a florada, faça um composto misturando sete partes de terra comum, três partes de esterco curtido de curral. (Esterco que se transformou em húmus)e uma parte de areia grossa. Corrija esta terra colocando um pouco de calcário, farinha de osso e superfosfato.

    Quando plantar os cactos
    Os cactos devem ser replantados quando o vaso estiver pequeno para a planta. Uma dica para não machucar as mãos na hora de transferir para o outro vaso é dobrar a folha de jornal várias vezes, em forma de tira e envolver o cacto para desprender suas raízes com a outra mão (torcer levemente o vaso sem forçar muito, para não quebrar a planta), se ela nãosair, vire o vaso de cabeça para baixo e bata no fundo, com delicadeza. Se ainda houver resistência, introduza um lápis no furo de drenagem e empurre o torrão para fora do recipiente.

    Depois de solto é só encaixar o cacto no vaso novo que deve já estar preparado com uma camada de drenagem de pedras britas ou carvão grosso e outra de composto de terrapreparada por cima. Com uma ferramenta de jardinagem, apóie com cuidado a planta no centro do vaso e pressione a terra do vaso, para firmar o cacto, mantenha cerca de 1,5 cm de vão livre até a borda, para conter a água das regas.

    Água e regas para os cactos
    A quantidade de água necessária para o cultivo dos cactos é muito importante para a manutenção destas plantas depende de vários fatores, como: terra, drenagem, temperatura, etc. Podemos chegar a uma média – conforme as estações do ano. No inverno os cactos mais velhos devem receber água a cada 15 dias e os mais jovens a cada 10 dias. E no verão se estiver plantado no jardim pode-se aguar toda semana. (tudo isso depende do clima e umidade do ar). Toda terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada.

    Frajola

    vaso

    Você quer iniciar um jardim, ou apenas um canteiro de flores, quem sabe alguns vasos para enfeitar sua casa.
    Qualquer que seja sua intenção, seu projeto começa com a preparação da terra para o plantio.
    Este é o passo inicial que vai refletir em todo resultado de seu trabalho.
    Então, vamos a algumas dicas simples que farão com que suas plantas lhe agradeçam com um sorriso de beleza!

    A mistura básica indicada para o plantio de plantas ornamentais é:
    1 parte de terra comum – aquela que você consegue quando cava o chão;
    1 parte de terra vegetal ou terra preta – rica em matéria orgânica, vendida em sacos;
    1 parte de areia – aquela usada em construção.

    Algumas plantas exigem diferentes composições de substrato. As mais comuns são:
    Argiloso
    2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia.
    Areno-argiloso
    1 parte de terra comum, 1 de terra vegetal, 1 de composto orgânico e 1 de areia.
    Arenoso
    1 parte de terra comum, 1 de terra vegetal e 2 partes de areia.

    Rico em matéria orgânica
    1 parte de terra comum, 1 de terra vegetal, 2 partes de composto orgânico húmus.
    Ao escolher a planta, procure informações sobre o tipo de substrato mais adequado para ela.

    Dicas para os vasos
    Lembre-se de que as plantas demoram mais para se adaptar a vasos do que a canteiros.

    Os cuidados básicos são: Regas – Adubação e Substrato.

    Na montagem de seu vaso, não se esqueça do sistema de drenagem no fundo. Você pode usar argila expandida, cacos de telha, britas ou até pedaços de isopor.
    É bom cobrir com uma manta para filtrar a água das regas e depois coloque o substrato.

    O tipo de material escolhido para o vaso vai ter influência na questão da rega – a cerâmica, por exemplo, vai exigir regas mais constantes ou então que seja feita a impermeabilização do vaso.

    Como em toda natureza, até mesmo em nossas vidas, o importante é o equilíbrio – Não afogue sua planta com excesso de água – pode causar sua morte.
    Uma boa dica é usar casca de pinus sobre a terra para manter a umidade.

    A adubação deve ser feita na primavera, quando as plantas acordam do sono do inverno.
    Sobre a adubação é importante lembrar que: O excesso de adubo pode matar a planta! Portanto, antes menos que mais.

    A escolha do substrato
    É um grande erro usar apenas a terra vegetal como substrato. É preciso que seja feita a mistura adequada para que haja aeração, caso contrário ele pode endurecer muito e sufocar a planta.

    Ainda uma dica: Escolha a sua planta de acordo com o lugar onde vão ficar os vasos – sombra ou sol, luz plena ou meia luz. Existem plantas ornamentais para cada tipo de ambiente.
    Vamos lá, coloque flores em sua casa – Você vai sentir a diferença em sua vida.

    barrinha de tulipas (Small)