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  • jacinto

    Essas belas bulbosas que florescem na primavera formam um atraente arranjo para jardins, vasos grandes e jardineiras, quando plantadas em grupos. O colorido pastel das flores fornece um alegre toque para interiores de decoração mais formal.

    A espécie Hyacinthus orientalis tornou-se o pai de numerosos híbridos que praticamente a substituíram no cultivo, sendo muito difícil encontrar a planta original mesmo na Europa, onde sua cultura popularizou-se. Um grupo de híbridos de H. orientalis, conhecido como jacintos holandeses, tomou o lugar das variedades naturais, apresentando cor branca, amarela, rosa, vermelha, malva e azulada.
    As inflorescências medem de 10 a 15 cm, sustentadas por uma haste de 10 cm. Muito perfumadas, surgem na primavera, ou mais cedo quando forçadas. A variedade ‘Jan bos’ tem cor vermelha; a ‘Delf Blue’, azul; e a ‘City of Haarlem’, amarela.

    Outro grupo de híbridos forma os jacintos romanos, H. orientalis albulus, um pouco menores, com 15 cm de altura total e coloração rosa ou azulada. Florescem entre dezembro e maio, no hemisfério Norte.

    Primavera e verão
    Nas regiões de clima frio, onde são muito utilizados, os jacintos fornecem tipos diferentes de bulbo, que são plantados conforme a época de florescimento. Se você cultivar bulbos que suportam geadas, use os que produzem florada na primavera – época normal para as flores desabrocharem. Para se obter floradas de inverno, existem bulbos preparados de maneira a forçá-los a uma produção temporã.
    Independentemente do tipo de bulbo, se você quiser que ele floresça dentro de casa, terá de adquirir exemplares novos a cada ano.
    No entanto, após o florescimento, plante-o em áreas externas, a aproximadamente 15cm de profundidade, e ele produzirá novas floradas nos anos subseqüentes.

    Outono e inverno
    Em março, quando quiser um exemplar que floresça em pleno inverno, plante os bulbos preparados.
    Para florescimento em novembro, plante bulbos normais em julho.

    Você pode usar uma vasilha sem furos de drenagem, tendo cuidado com as regas, a fim de não encharcar o solo. Coloque uma camada de composto no fundo do recipiente e disponha os bulbos bem próximos entre si; preencha os espaços entre eles com mais composto, mas deixe que o pescoço dos bulbos apareça por cima da superfície.
    Posicione o vaso em local fresco, escuro e úmido ou cubra-o com uma camada de 15cm de turfa.

    Quando a ponta das folhas surgir por entre a turfa, transfira para um lugar com boa iluminação, a 10°C, aumentando a temperatura devagar, até atingir 18°C.
    Se o vaso estiver dentro de casa, regue sempre.

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    Abutilon striatum

    Com cliclo de vida perene, as espécies do genêro Abutilon, originarias de zonas tropicais e subtropicais da América do Sul, desenvolvem-se rapidamente, tornando-se vigorosos arbustos de textura semi-lenhosa, de ramagem ramificada e escandente, que podem alcançar de 2 a 3 metros de altura quando conduzidas como trepadeiras sobre um suporte adequado, como treliças e cercas, ainda mais quando colocadas em jardins ou jardineiras amplas.

    Apresentam folhas cordiformes, alongadas e verdes, com margens serrilhadas. A floração pode se estender durante todo o ano de forma esparsa, mas é mais intensa na primavera e verão.
    Os ramos são recurvados para baixo, como se estes fossem pesados.

    As flores têm um formato peculiar, sendo popularmente comparadas a sinos, lanternas-chinesas e balões. Elas apresentam cálice vermelho, pétalas amarelas, e são pendentes.

    Algumas variedades possuem folhas manchadas de amarelo. Produzem belas flores pendentes, que aparecem especialmente no verão. Se a planta for cultivada em ambientes quentes, poderá florescer o ano todo, com flores brancas, amarelas, alaranjadas, cor-de-rosa e vermelhas, resultantes de hibridizações.

    Entre as variedades de maior efeito decorativo estão as que possuem flores de um amarelo intenso ou aquelas de tonalidade vermelho-alaranjada.

    A. vitifolium cresce até 2,5 m; tem folhas verdes aveludadas e flores bem abertas.

    Plantadas em vasos, atingem a altura média de 1,5 m, podendo crescer ainda mais quando colocadas em jardins ou jardineiras amplas. Seus ramos delgados sustentam várias folhas de recortes marcantes e coloração verde-escuro.

    A. megapotamicum apresenta pétalas amarelas com um exuberante cálice inflado e vermelho. Suas folhas são alongadas.
    Sua utilização paisagística é ampla, podendo ser plantada isolada ou em grupos, maciços ou renques. Adaptam-se, também, ao plantio em cestas suspensas evidenciando as flores pendentes.

    Podem ser cultivada em todo o território brasileiro, sem problemas com o clima e são tolerantes a geadas fracas.
    Suas flores produzem néctar e são atrativas para beija-flores, abelhas e borboletas.

    Primavera e verão
    Todos os anos, em setembro, replante seu abutilon de vaso, em mistura nova, antes que comece o crescimento ativo. Mantenha o vaso úmido e não deixe a terra em torno da planta secar completamente, se ela estiver no jardim. Nos períodos de calor, as espécies cultivadas dentro de casa devem ser pulverizadas com água todos os dias.

    Desenvolvem-se melhor à temperatura de 10 a 15°C. Quanto mais intenso o calor, mais ar fresco necessitam, em especial se cultivadas em ambiente abafado. A planta absorve com rapidez uma grande quantidade de nutrientes. Por isso, deve ser adubada a cada duas semanas com um fertilizante de boa qualidade.

    Durante todo o ano, e em especial no verão — época de maior crescimento — procure colocar seus abutilons em lugares onde recebam bastante luz, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Ambientes sombreados demais prejudicam o desenvolvimento dessa planta. Quando cultivadas em vasos, devem ser colocadas ao ar livre para receber iluminação.
    Efetue a poda na primavera, para que a planta fique bem formada. Corte os brotos laterais pela metade e amarre o caule a um suporte de bambu.

    Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra. Aprecia o clima ameno, podendo ser cultivadas em regiões subtropicais, mediterrâneas ou tropicais de altitude. Adubações semestrais estimulam intensas florações. Multiplica-se por estaquia.

    Abutilon thompsoii possui folhas verdes e é a única espécie sem folhas pilosas. Necessita de muita luminosidade para a folhagem ficar viçosa. Suas flores têm colorido avermelhado e nascem de setembro a março, em regiões quentes e amidas. É uma exuberante folhagem para pátios e jardins. Com podas adequadas esta espécie cresce rapidamente.

    Outono e inverno
    Pode ser feita uma segunda poda no outono, para estimular o crescimento arbustivo.
    e obter uma folhagem mais compacta.
    Caso você more em região muito fria no inverno, com temperatura abaixo de 5°C, sua planta poderá perder as folhas. Proteja-a com plástico transparente e não adube até o desenvolvimento recomeçar, por volta de setembro.
    Durante os meses frios, regue apenas para manter o solo úmido: caso a terra seque completamente, a planta poderá morrer.

    Propagação
    A planta pode ser propagada por meio de estacas de galho feitas entre setembro e outubro. Com uma faca afiada, corte 12 a 15 cm de cada ramo superior. Plante as estacas numa mistura de terra argilosa e areia, e mantenha-as em local quente e bastante ventilado, pois assim soltarão raízes dentro de poucas semanas. Umedeça a mistura constantemente.
    Quando as mudas brotarem, transplante cada uma delas para um vaso de barro ou um recipiente de plástico. Se preferir, adquira sementes em lojas especializadas ou em viveiristas (aproveite para pedir algumas dicas) e semeie no próprio jardim ou em caixotes cheios de composto orgânico com areia.
    A germinação ocorre a uma temperatura média de 21°C, tanto no chão quanto em sementeiros.

    Cuidados na compra
    Procure adquirir plantas viçosas e com bastante ramagem. Evite os exemplares muito “espinhados”, a não ser que possa podá-los de imediato. Descarte também os que pareçam ressecados e os plantados em misturas secas.

    Problemas e soluções:
    Quase sempre imunes a pragas, as plantas do gênero Abutilon têm cultivo fácil. O único problema é o pulgão.
    Para exterminá-lo, pulverize com inseticida ao ar livre, para evitar a inalação de gases tóxicos.

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    arranjos em vaso

    Assim como a composição das flores, a escolha do vaso certo para cada arranjo e ambiente é fundamental para obter um conjunto belo e harmonioso. Um local rústico merece modelos de madeira ou ferro e espécies coloridas para dar um ar campestre.

    O vaso de ferro com espécies coloridas é uma ótima opção para locais com decoração rústica e campestre

    Os de vidro são os mais usados e dão charme à casa. Eles combinam com todas as espécies. No entanto, é preciso cuidar muito bem e trocar a água com frequência, já que deixam sujeira e folhas mortas aparentes. O modelo ideal a ser escolhido ter boca larga, com pelo menos 15 cm. Assim o arranjo ficará mais vistoso.

    Na lista de opções, ainda há espaço para as bases de porcelana, cerâmica, aço inox, alumínio e resina, que podem receber diferentes tons. Vasos verdes fazem papel de caule e são muito indicados para todos os ambientes.

    Já o preto é um curinga e combina com diferentes propostas. O único com restrições é o branco, que pode apagar o ambiente. Se a cor for escolhida, as flores devem apresentar tonalidades vibrantes.

    Os redondos são muito indicados para centros de mesa. Eles são baixos, não atrapalham o dia a dia ou a conversa durante a refeição e sempre impressionam. Mas é o volume que deve determinar a escolha nesses casos. Se você optar por colocá-lo na lateral, o melhor é um vaso fino com astromélias, copos de leite ou orquídeas.

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    jardins
    Algumas plantas são naturalmente mais vigorosas e saudáveis do que outras. O ideal é escolher esses tipos de plantas para o seu jardim – especialmente se você não tiver muito tempo para cuidar das ervas daninhas, pragas e doenças.
    Sempre que possível, escolha plantas resistentes a doenças. Elas são cultivadas para resistirem a infecções – uma maneira ideal de evitar as doenças. O cultivo de verduras resistentes a doenças evita a contaminação com produtos químicos de seu alimento. As variedades de plantas resistentes de flores populares, como as rosas, diminuem o tempo gasto, a preocupação e os gastos.

    Existem disponíveis vários níveis de proteção:
    Algumas plantas têm resistência a várias doenças para proteção máxima. O tomate caqui, por exemplo, resiste a diversos tipos de murcha: vírus do tabaco, nematóides e manchas cinzas nas folhas. O pouco que fica acaba danificando-o;
    Algumas plantas resistem somente a uma doença. Mas se essa doença for um problema na sua região, essas plantas valerão seu peso em ouro;

    Outras plantas são tolerantes a doenças, o que significa que podem adquiri-las, mas que mesmo assim crescerão bem.
    Para descobrir mais coisas sobre as plantas resistentes às doenças de sua região, consulte o serviço de um profissional experiente. Você também pode inserir seu nome na lista de correspondências de catálogos de sementes e criadouros que descrevam as plantas resistentes a doenças.

    As doenças podem atacar suas plantas quando você menos suspeitar de sua existência. Felizmente, você pode prevenir algumas doenças antes que elas ataquem, seguindo as dicas a seguir.
    Pulverize solução contra a murcha das plantas naquelas susceptíveis aos fungos nas folhagens. Esse produto é um óleo de pinho modificado a ser espalhado em uma camada fina que evita que a folhagem da sempre-viva seque no inverno.

    Um efeito colateral inesperado da camada é que ela evita que os esporos dos fungos penetrem nas folhas sensíveis. Faça a mistura, de acordo com as orientações do rótulo, e experimente-a em flox, monardas, pepinos, melancias, tomates e maçãs.

    Experimente sprays de bicarbonato de sódio para prevenir as doenças de fungos. Misture 2 colheres de chá de bicarbonato de sódio em 500ml de água com 1/2 uma colher de chá de óleo de milho. Agite bem, coloque em um spray e mãos à obra. Pulverize as plantas mais sensíveis sempre depois das chuvas para ajudar a prevenir doenças como o bolor em pó.

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    Se você for plantar um gramado ou renová-lo, há alguns elementos importantes que devem ser considerados antes de simplesmente espalhar umas sementes de grama no solo. A escolha certa das sementes ou mudas que serão usadas e a maneira correta de plantio são muito importantes para se obter um gramado saudável. É preciso também manter as pragas afastadas durante o crescimento.

    Primeiramente decida que tipo de grama você quer plantar. A maioria dos tipos de grama são gramas de inverno que ficam verdinhas rapidamente e que podem entrar em período de semi-dormência no período quente do verão. As gramas da estação quente, como a grama esmeralda, ficam verdes mais tarde, mas sobrevivem ao clima mais quente do verão.
    Existem basicamente dois tipos de gramas de jardim, aquelas em touceira e as rasteiras.

    As gramas em touceira espalham-se lentamente a partir de novos brotos na base da planta. As gramas rasteiras, que compõem a maior parte das gramas de jardim, se espalham através de rizomas ou estolões, ramificações que rastejam sobre ou logo abaixo do nível do chão, formando brotos na ponta.

    As duas espécies formam tapetes espessos se elas forem bem cuidadas. As gramas rasteiras formam um gramado melhor para áreas de tráfego intenso. Então é preciso levar em consideração a zona climática onde você mora. Nem todas as variedades crescem sob qualquer condição.
    Em seguida, faça um teste do seu solo. Informe ao laboratório especializado em testes de solo sobre o tipo de grama que você pretende plantar e eles farão as recomendações necessárias. Acrescente adubo e fertilizante, se for necessário, de acordo com o relatório de teste do solo.

    Aplaine o solo; acerte o terreno e adicione terra às depressões. Não use o subsolo na camada superficial; os gramados precisam de um solo bem drenado para que as raízes cresçam. Entulho de construção em baixo da superfície impede que as raízes cresçam profundamente, fazendo com que algumas partes da grama morram. Cultive o solo completamente, removendo pedras, raízes, torrões e resíduos.

    Use um ancinho para nivelar a área e laminar o solo, prevenindo irregularidade.

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    Cambria

    Plantas exóticas são aquelas que foram introduzidas em determinado ambiente sendo, no entanto, originárias de outras regiões ou países. Às vezes, estas plantas se adaptam tão bem que se proliferam e avançam sobre a vegetação nativa, podendo causar grandes desequilíbrios ecológicos. Quando isso acontece, a planta passa a ser considerada invasora.

    Talvez ainda desconhecemos as conseqüências deste fato em toda a sua extensão. Porém, o conceito de biodiversidade vem se tornando familiar a nós. Já sabemos que o Brasil é um dos países mais ricos em diversidade de espécies e a presença de plantas exóticas invasoras constitui uma ameaça, porque os ambientes naturais estão sendo alterados. Plantas nativas, cujas funções e propriedades ainda nem conhecemos bem podem estar sendo gradualmente exterminadas e nem sabemos o que estamos perdendo. Não é raro ouvirmos: “isto é mato, não presta pra nada”. Estamos assim assinando nosso testemunho de ignorância, só respeitamos o que conhecemos.

    O Brasil possui uma das maiores floras medicinal do planeta, porém apenas 20% do total de espécies consumidas para este fim no País são conhecidas com alguma profundidade científica. Ainda não houve tempo, interesse ou investimento apropriado para que estudos científicos aprofundados pudessem ser viabilizados.

    Assim, a medida que a vegetação nativa vai se extinguindo, seja pelo desmate ou pela substituição por plantas exóticas, estamos perdendo informações que poderiam ser de valor tanto científico como econômico.

    É difícil de acreditar que os beijinhos tão coloridos e delicados que crescem na serra do mar são invasores, ou que o perfumado lírio-do-brejo deve ser erradicado antes que cause graves desequilíbrios na Floresta Atlântica, ou que árvores como a santa-bárbara, a uva-do-japão, o alfeneiro e o pau-incenso são capazes de grandes invasões biológicas e alterações de difícil reversão nas nossas florestas nativas. A realidade é que estas plantas pertencem a outros países e, aqui, por mais que sejam belas ou úteis, estão causando desequilíbrios possivelmente irreparáveis a longo prazo.

    Torna-se mais fácil entender a importância da flora nativa se considerarmos que há milhares de anos ela vem interagindo com o ambiente, passando por um rigoroso processo de seleção natural que gera espécies adaptadas e em equilíbrio com o nosso meio. Já as espécies introduzidas de outras regiões, não sofreram tal processo e, em hipótese alguma serão um substituto ideal para a vegetação nativa em todas as funções que esta desempenha no ecossistema. A invasão de uma planta exótica pode significar não só prejuízo à flora nativa, mas também à fauna, que estava harmoniosamente adaptada às espécies nativas.

    Esta função de equilíbrio ambiental proporcionada pela vegetação nativa, jamais poderá ser comparada a culturas homogêneas de espécies exóticas, como o pinus e eucalipto. No entanto, sabemos do valor econômico destas culturas que hoje se tornaram a importante fonte de matéria prima; mas o seu plantio deve ser restrito a áreas agrícolas específicas, respeitando a lei ambiental.

    O que será necessário para que nossas cabeças acordem e nossos olhos se abram para a riqueza e beleza das plantas brasileiras? Será que um dia vamos parar de plantar só pinus, roseiras, limoeiros, eucaliptos e amores perfeitos nos nossos jardins e chácaras?

    O Brasil tem muitas regiões fitogeográficas, cada qual com características e vegetação próprias, uma riqueza de mais de cinqüenta mil espécies de plantas, um patrimônio fantástico, único, que a natureza nos oferece, o qual continuamos denominando de “mato”. Ainda somos tomados por um forte sentimento de inferioridade, damos mais valor a plantas que vieram da Europa, Ásia, Austrália, ou seja de onde for, enquanto a nossa grande riqueza vai sendo consumida, pela ignorância ou pela ambição. Neste ponto estamos sendo brasileiros desprezíveis, demonstrando sermos incapazes de administrar este capital, ao invés de sairmos em defesa de nossas florestas, campos e rios. Ainda não entendemos que as leis ambientais propiciam nossa sobrevivência e qualidade de vida; para nós elas são apenas um grande atrapalho na busca do lucro imediato.

    A raça humana está transitando neste planeta como uma espécie exótica e invasora, destituída de seu vínculo em si tão óbvio com o ambiente, se espalhando como uma praga que massacra tudo a sua volta e ainda acha que tem razão, exaurindo os recursos naturais sem perceber que com isto está sentenciando sua própria morte. Se você não quer fazer parte desta massa mentalmente entorpecida, se informe, comece a gostar dos “matinhos”. Vamos valorizar o que é nosso, patriotismo também se faz em jardins, chácaras e fazendas. Plante plantas nativas, conserve as nossas florestas.

    paisagem09

    orquídeas
    O vaso demasiadamente grande não é o ideal
    Quando se planta uma orquídea, o bulbo mais velho deve ficar junto à parede do vaso, permitindo assim o seu crescimento adequado, em direção ao lado oposto.
    1/3 da parte do vaso deve ser preenchida de cacos de telha, que desse modo permitirá uma drenagem adequada.
    Não se deve apertar demasiadamente o xaxim.
    Ao se instalar uma nova planta, devemos ampará-la com um tutor, facilitando assim o seu enraizamento e porte erecto.
    Os raios solares não devem atingir a planta por tempo muito longo. A meia luz é adequada para sua orquídea.
    As raízes das orquídeas precisam de bom arejamento, portanto não encharque sua planta.
    As orquídeas, em sua maioria, toleram mais a estiagem que períodos de muita chuva ou regas constantes.
    Uma leve umidade será ideal para suas plantas
    Só devemos regar a orquídea quando o xaxim estiver completamente seco
    Os jatos suaves são ideais. Os aplicados com violência só causam problemas
    A água da chuva é a melhor que existe para a sua planta, desde que não seja em excesso.
    O corpo humano precisa de alimento e os vegetais também. O alimento da orquídea, como todos os vegetais é o adubo. A adubação da orquídea deve ser feita em doses homeopáticas e períodos intercalados
    Adquira somente adubos inorgânicos de comprovada utilização na orquidofilia.
    Não se deve adubar em demasia a orquídea, pois muito adubo é prejudicial.
    A cada 20 ou 30 dias, faça uma pulverização foliar, isto é, diretamente nas folhas usando para isso uma bomba de flit, sem uso comum
    Depois dessa aplicação, deixe de regar com água por 48 horas.

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    violetas
    Violetas são plantas bem fáceis de cuidar. O vaso de barro é o melhor porque absorve o excesso de umidade.

    Como fazer:
    1. mergulhar o vaso em água algumas horas;
    2. fazer uma camada no fundo do vaso colocando um pedaço de cerâmica sobre o orifício;
    3. encher o vaso com a terra ( uma mistura de duas partes de terra de jardim, duas de terra vegetal e uma de vermiticulita);
    4. fazer uma pequena cavidade com o dedo e introduzir uma folha sadia, sem enterrar;
    5. molhar até a água escorrer para o prato;
    6. jogar o líquido fora e regar novamente;
    7. quando nascerem outras folhas, retirar a folha matriz para forçar o crescimento;

    Local: com boa luminosidade, mas sem incidência direta dos raios solares. Se colocar o vaso no parapeito da janela, ir virando o vaso, semanalmente, obedecendo sempre o mesmo sentido.
    Rega: ferver a água ou deixar descansando um dia para que o cloro evapore, não molhar a flores e as folhas da violeta.

    Colocar água no pratinho, no verão molhar duas vezes por semana, no inverno molhar uma vez só a cada mês, fazer uma rega por cima, deixando que a água leve embora os sais minerais que concentram sobre o solo prejudicando-o.
    Para que floresça novamente mantenha-as sempre em local bem iluminado e retirar as flores mais velhas, nas próximas 3 (três) semanas diminuir a quantidade de água, adubar corretamente.

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    solo
    Solos não Coesivos (Granulares):
    Como solos não coesivos compreendem-se os solos compostos de pedras, pedregulhos, cascalhos e areias, ou seja, de partículas grandes (grossas).
    Estas misturas, compostas por muitas partículas, individualmente soltas, que no estado seco não se aderem uma à outra (somente se apoiam entre si), são altamente permeáveis. Isto se deve ao fato de existirem, entre as partículas, espaços vazios relativamente grandes e intercomunicados entre si.
    Em um solo não coesivo, em estado seco, é fácil reconhecer, por simples observação, os tamanhos dos diferentes grãos.
    A capacidade para suportar cargas dos solos não coesivos depende da resistência ao deslocamento, à movimentação, entre as partículas individuais. Ao se aumentar os pontos, ou superfície de contacto, entre os grãos, individualmente, por meio da quantidade de grãos por unidade de volume (compactação, aumenta-se a resistência ao deslocamento entre as partículas e, simultaneamente, melhora a transmissão de força entre os mesmos.

    Solos Coesivos: Individualmente os grãos destes tipos de solos são muito finos, quase farináceos, se aderem firmemente um a outro e não podem ser reconhecidos a olho nu. Os espaços vazios entre as partículas são muito pequenos. Devido à sua estrutura estes solos apresentam resistência à penetração de água, absorvendo-a muito lentamente. Entretanto, uma vez que tenha conseguido penetrar no solo, a água também encontra dificuldade para ser extraída do interior do mesmo.
    Ao receber água, tendem a tornar-se plásticos (surge a “lama”). Apresentam maior grau de estabilidade quando secos.
    Devido às forças adesivas naturais (coesão) existentes entre as pequenas partículas que compõem estes tipos de solo, é que a compactação por vibração não é a ideal nesta situação. Estas partículas tendem a agrupar-se, dificultando uma redistribuição natural entre elas, individualmente.

    Solos Mistos: Como já foi dito, na natureza a maioria dos solos está composta por uma mistura de partícula de diferentes tamanhos, ou seja, de grãos finos (coesivos) com outros de maior granulometria. Seu comportamento está diretamente relacionado à percentagem de partículas finas existentes, em relação às partículas grossas.
    É importantíssimo se dizer que solos mistos compostos de partículas redondas e/ou lisas são muito mais susceptíveis à compactação que aqueles compostos por partículas com arestas vivas ou angulares. Entretanto, ao se comparar solos com igual grau de compactação, aqueles que possuem partículas angulares e/ou de arestas vivas (alto grau de rugosidade) possuem maior capacidade de carga que aqueles compostos por partículas de textura lisa, ainda que estes últimos apresentem menor granulometria.

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    O local para a colocação dos vasos depende das necessidades de sol e umidade para todo tipo de bonsai que você adquiriu.
    O lugar ideal seria uma varanda ou uma janela onde seu bonsai pegue sol pela manhã, escritórios, ambientes com ar condicionado costumam ser fatais, dentro de casa, não coloque sobre eletrodomésticos. A tendência que os brotos e folhas têm de buscar a luz do sol poderá provocar desequilíbrio na forma da copa do bonsai. Evite-o, girando o vaso a cada dois ou três meses, sem mudá-los de lugar pois as plantas não gostam de ficar de um lado para outro.

    A rega é fundamental para a saúde do bonsai. Os intervalos entre elas determinam a umidade no torrão do bonsai. É a observação e atenção, que vão determinar o intervalo entre as regras. De maneira geral, o horário ideal para regar suas plantas é pela manhã bem cedinho ou na final do dia, com água em quantidades suficiente para vazar pelo orifício de drenagem do vaso, se colocar prato ou bandeja, nunca deixe água acumular no fundo do vaso, isto apodreceria as raízes e fatalmente seu bonsai morreria afogado ou cozido.

    Não considere borrifos ou pulverização como rega, a pulverização é benéfica para as folhagens, porém, nunca dispense a rega. Em locais onde a água tem muito cloro convém deixar um recipiente aberto com água descansar por um dia ou dois dias antes de regar suas plantas. Caso haja um ressecamento acidental, regar apenas pode não adiantar, pois a terra fica impermeável, mantendo, mantendo um torrão seco no miolo das raízes. Deve-se então mergulhar o vaso até cobrir toda a terra por no máximo 10 minutos. Viagens com mais de dois dias serão fatais. Retire-os do sol e deixe alguém de sua confiança responsável pelas regas. Sempre que possível agrupe plantas para melhorar as condições de umidade.

    Mantenha a forma inicial de seu bonsai, removendo os ramos e brotos que crescerão muito, de maneira geral, sempre que o ramo atingir dez pares de folhas, reduza a dois ou quatro pares conforme o desenho desejado. A poda da copa é muito importante para a saúde do bonsai, é necessário criar espaços negativos por entre os ramos e galhos para que o sol penetre dentro da árvore. Se seu bonsai tiver com arames, verifique se o mesmo não está cortando o córtex (casca) de algum galho, se for necessário remova-o com alicate de cortar fios. Não tente desenrolar o fio, pode partir o galho.

    Importante:
    Algumas plantas perdem sua folhagem no outono, não se desespere, é uma hora para trabalhá-lo.

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