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  • Capaz de causar surpresa e encantamento no mais experiente botânico, algumas das variedades mais raras de plantas têm características únicas para adaptar-se aos seus habitats, por vezes inóspitos. Da espécie mais resistente do mundo, passando por plantas dançarinas e fétidas e belas flores gigantes. Conheça algumas plantas mais incomuns e com a aparência mais estranha do planeta.

    Welwitschia mirabilis: A planta mais resistente do mundo.
    Ela não é bonita de se olhar, mas esta planta comum na Namíbia é realmente um dos tipos mais curiosos encontrados na natureza. Não há realmente nada parecido. A Welwitschia tem em apenas duas folhas e um caule robusto com raízes. Duas folhas que continuam a crescer até se parecerem à juba de uma criatura da ficção científica.
    Ao invés de ganhar altura, seu caule engrossa e pode chegar a quase dois metros de altura e oito metros de largura. Sua vida útil estimada é de 400 a 1,5 mil anos. Ela pode sobreviver por até cinco anos sem chuva. A planta conhecida por ser muito saborosa e é conhecida por ‘Onyanga’, que significa cebola do deserto.

    Welwitschia mirabilis
    Dionaea muscipula: a Vênus carnívora
    Ela é a mais famosa de todas as carnívoras, devido à natureza única, ativa e eficaz das suas armadilhas. Mas, além de famosa ela também é ameaçada de extinção. A planta tem duas folhas articuladas cobertas de uma penugem e ultra sensível que detecta a presença de tudo, desde formigas a aracnídeos. A armadilha se fecha em menos de um segundo.

    Dionaea_muscipula
    Rafflesia arnoldii: A flor mais larga do mundo
    Ela é uma das plantas mais exóticas e raras do mundo, mas você provavelmente não vai querê-la no seu jardim. Apesar de bela, ela é a maior flor do mundo e, quando está florida, dela desprende um odor fétido semelhante à carne podre. Por essa característica ela é conhecida como ‘planta cadáver’ pelos nativos da Indonésia, seu país de origem.
    Recentemente catalogada na família Euphorbiaceae, a Rafflesia arnoldii pode ter um metro de diâmetro e pesar de 6 a 11 kg. Ela é bela, salpicada de flores e tem uma cor vermelho ferrugem.
    Suas flores duram apenas três dias por semana e esse cheiro desagradável que produz atrai insetos polinizadores que a ajudam a perpetuar a espécie. Mas apenas 10 ou 20% das mudas sobrevivem. Com alguma sorte, em nove meses ela floresce.

    Rafflesia arnoldii

    flores-em-série4

    ipoméias

    As trepadeiras não possuem um caule ou um tronco suficientemente firmes para se susterem de pé. Por esse motivo, desenvolvem-se junto ao solo, criando raiz até encontrarem um ponto de apoio – um muro ou uma planta. Ao trepar, as plantas podem alcançar mais luz ou “fugir” dos predadores.

    São plantas aventureiras e oportunistas. Algumas são anuais e vivem apenas durante uma estação de crescimento, enquanto outras, perenes, asseguram uma presença constante no jardim. Cobrem geralmente muros e vedações, mas podem combinar-se com outras plantas, oferecendo resultados interessantes. Podem ser plantadas em vasos, sobre estruturas ou simplesmente sobre uma cerca. Plantar trepadeiras sobre um edifício pode ajudar a realçar a sua beleza ou a esconder alguns aspectos mais desagradáveis.

    Por que escolher uma trepadeira?
    -
    Num jardim pequeno, as trepadeiras podem revestir muros, poupando espaço;
    - Servem de cobertura a edifícios ou outras estruturas e produzem um efeito escultural sobre árvores velhas ou mortas;
    - Podem plantar-se sobre bonitas estruturas, como arcos, pérgolas, caramanchões, túneis e obeliscos, ou simples estacas;
    - Crescem sobre outras plantas, de forma a florir em épocas diferentes, criando efeitos originais.

    Características a saber, na escolha das plantas
    -
    Se são de sol ou sombra;
    - Folhagem caduca ou perene;
    - A altura que alcançará;
    - O método de trepar;
    - Se precisa ser atada ou não;
    - Se há necessidade de suportes;
    - Se não é demasiado vigorosa para os suportes que escolheu;
    - Se não vai danificar a fachada da casa ou muro ou bloquear as calhas;
    - Cores folhagem e flores, perfume.

    Métodos de trepar
    Gavinhas nas hastes –
    Passiflora, Vitis
    -
    Apresentam estruturas, que podem ser folhas ou ramos modificados, capazes de se enrolar no suporte, permitindo assim a fixação e ascendência da planta.

    Crescimento vertical – Bouganvilllea, Jasminum, Rosa, Rubus, Solanum
    Apesar de não serem trepadeiras, podem ser conduzidas sobre diversos suportes, desde que bem tutoradas e amarradas. Durante o crescimento, os seus ramos iniciam eretos e pendem após atingir certo comprimento.

    Ventosas adesivas – Parthenocissus
    Ótimas para revestir muros, este tipo de trepadeira emite diretamente do caule, raízes modificadas que penetram e fixam no suporte, com muita aderência.

    Pecíolos – Clematis, Tropaelum
    Sebes, vedações

    Hastes flexíveis pouco apertadas – Cucúrbita
    Muros

    Hastes flexíveis muito apertadas – Actinidia, Campsis, Jasminum, Lonicera Wisteria
    Caules e ramos jovens são capazes de se enrolar na estrutura, durante o crescimento da planta.

    Raízes aéreas – Campsis, Cucurbita, Hedera, Fícus
    Ótimas para revestir muros, este tipo de trepadeira emite diretamente do caule, raízes modificadas que penetram e fixam no suporte, com muita aderência.

    Gavinhas nas folhas - Falsa-vinha ou hera-de-inverno (Partenocissus tricuspidata)
    Esta bela trepadeira pode proporcionar o fechamento total de muros.

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    Nos cuidados específicos das principais carnívoras, é importante antes, falarmos sobre o substrato usado para o cultivo.
    O solo deve ser basicamente pobre em nutrientes, de pH baixo (ácido). A exceção fica por conta de algumas espécies de Pinguicula, que necessitam de pH alto. Não há exatamente um consenso entre os cultivadores no que diz respeito ao substrato que deve ser usado.

    Alguns utilizam a mistura de pó de fibra de coco e musgo (do gênero Sphagnum) em partes iguais; outros preferem uma mistura de: pó de de fibra de coco, musgo e areia em partes iguais.
    Para eles, a areia melhora a drenagem do solo, tornando-o mais próximo do tipo de solo do habitat natural de algumas carnívoras.

    A areia deve ser de rio e não do mar (pois contêm muitos sais, prejudiciais a estas plantas). Esta areia deve ser bem lavada, até que a água escorra de cor clara. Com o passar do tempo (em média 2 a 3 anos), o musgo se decompõe, sendo necessário replantar a carnívora em um novo substrato.

    Tanto o pó de fibra e coco como o musgo são ser encontrados em lojas de produtos para jardinagem.

    dionéia
    Dionéia:
    Necessita de muita luz, calor e umidade. O ideal é mantê-la em um local onde receba um pouco de sol direto por dia. Recomenda-se manter o substrato sempre úmido, regando duas vezes ao dia ou mantendo o vaso em um pratinho com água (sempre sem cloro). Não há necessidade de adubações.
    Para obter novas mudas em casa: Retirar mudas laterais que se formam com o tempo e plantar em outro vaso. Outro método simples é retirar uma folha saudável, sem a parte da “boca”, e deixá-la deitada em um vaso com a mistura descrita acima. Mantenha num local sem luz direta, com o substrato sempre úmido até surgirem novas mudinhas. A multiplicação por sementes e por meristema são métodos bem mais complicados para serem realizados em casa.

    Drosera
    Droseras:
    Conhecidas popularmente como droseras, elas possuem um líquido parecido com cola que cobre suas folhas e atrai os insetos pelo do seu odor. Os cuidados são os mesmos recomendados para as dionéias, resumindo-se em muita luz, calor e umidade. Não há necessidade de adubações.
    Para obter novas mudas em casa: As droseras se multiplicam com muita facilidade por meio de sementes que se soltam quase o ano todo. Só é necessário colocar as mudas novas em outros vasos preparados com o substrato.

    sarracênia psittacina
    Sarracênias:
    Os cuidados são os mesmos recomendados para as dionéias e droseras. Não há necessidade de adubações.
    Para obter novas mudas em casa: As sarracênias multiplicam-se por meio da divisão de touceiras. A nova muda deve ser plantada num vaso pequeno preparado com o substrato.

    Nepenthes alata x ventricosa
    Nepenthes:
    A Nepenthe é uma das poucas plantas carnívoras que se adapta à meia-sombra: gosta de local sem sol direto, mas com muita luminosidade. Recomenda-se regá-la de duas a três vezes por semana. Embora existam controvérsias, alguns cultivadores indicam uma adubação mensal com uma mistura de farinha de osso com torta de mamona.
    Para obter novas mudas em casa: A multiplicação é feita por meio de estacas: corte um pedaço de 15 cm da planta com 2 a 3 folhas. Espete 5 cm da estaca para dentro do substrato.

    barcuore

    plantasbeiramar

    Quando estamos junto ao mar, em zonas no litoral e temos de planear um jardim, muitas vezes somos confrontados com algumas dificuldades: que plantas escolher uma vez que o ar do mar (salitre) pode queimar ou danificar seriamente as plantas que não estejam perfeitamente adaptadas. Quais são essas plantas?

    Se formos passear à beira mar verificamos que de fato também lá existem jardins, então o que temos de fazer é observar que tipo de plantas são utilizadas e mais importante, verificar se as plantas que estão nesses jardins se encontram de boa saúde e se estão bem adaptadas. Há casos em que as plantas foram mal escolhidas e acabam por morrer ou definhar.

    Abaixo segue uma listagem de plantas e respectivas características que estão perfeitamente adaptadas às zonas marítimas.

    O tamarix (Tamarix gallica) é um arbusto/árvore que tem uma floração espantosa, cor de rosa e é muito utilizado para formar cortinas corta vento. É especialmente resistente ao ar do mar. É muito usado em programas contra a desertificação.

    tamarix gallica

    O pitosporum (Pitosporum tobira) é também bastante resistente ao ar do mar e pode ser plantado mesmo na primeira linha do mar. A floração é pouco vistosa, mas sente-se a vários metros de distância.

    Pittosporum_tobira
    O metrosidero (Metrosidero excelsa) é uma árvore de grande porte. A floração é abundante de um vermelho vivo. É a espécie mais resistente ao salitre. Será comum encontrar e observar espécimes plantados mesmo sobre a areia. A árvore quando adulta pode emitir raízes aéreas (adventícias) que podem mesmo chegar ao solo formando uma espécie de lianas grossas e muito densas.

    Metrosiduselsa

    O acer (Acer pseudoplatanus) é uma espécie caduca que tolera muito bem o ar do mar. É também super resistente aos ventos e inclusive à poluição.

    Acer_Pseudoplatanus

    O crataegus vulgar (Crataegus spp.) é um arbusto resistente ao ar do mar. As suas flores são semelhantes às das rosas silvestres (pertence à família das rosáceas), e com as suas bagas vermelhas podem ser confeccionadas diversas receitas.

    Crataegus

    O pinheiro larício (Pinus nigra) é outra espécie bem adaptada aos climas marítimos. É uma conífera que mantém as suas agulhas durante todo o ano.

    Pinus_nigra

    O chorão das praias (Carpobrotus edulis) é muito resistente e foi introduzido no litoral europeu com o objetivo de estabilização de taludes e dunas, devido à sua rápida proliferação foi posteriormente considerada uma invasora. Os seus frutos servem de alimento a diversos animais contribuindo assim para a sua proliferação noutras zonas mais distantes do mar.

    chorão das praias (Carpobrotus edulis)

    Esta espécie não deve ser utilizada nem propagada.

    Outras plantas para zonas maritimas: Quercus ilex, Pinus radiata, Atriplex, Elaeagnus, Olearia, Pyracantha, Senécio, Ulex, etc.

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    pergolado (1)

    Quando pensamos em instalar uma pérgola no nosso jardim temos um objetivo em mente: cobrir com vegetação uma determinada área que normalmente está reservada para tempos de lazer e convívio com os amigos.

    Mas, que tipo de planta escolher? Que cores? Caduca ou perene? Mix de plantas ou uma só espécie? Queremos mais flores (cor) ou mais verde (vegetação)?

    Tudo isto tem de ser levado em linha de conta na escolha final que, como é lógico depende do gosto de cada um. Aqui fica uma breve listagem de plantas trepadeiras disponíveis e bem adaptadas para cobrir pérgolas e outras estruturas de suporte de plantas.

    Madresilva (Lonicera japonica) – Trepadeira de crescimento rápido com caules volúveis, ou seja, basta terem algo onde se agarrar e sobem a vários metros de altura. Possui flores bastante atrativas e com um odor adocicado. Servem de alimento a muitas borboletas.

    Lonicera japonica
    Hera (Hedera helix) – Trepadeira de rápido crescimento, mas que precisa ter um apoio para crescer, agarrando-se a tudo através das suas raízes aéreas.

    hedera_helix-hera
    Roseiras trepadeiras (Rosa spp.) – Trepadeira, com muitas e grandes flores rosa de aroma moderado, pode atingir os 5 m de altura. Necessita de ser conduzida recorrendo a tutores.

    rosa spp -trepadeira
    Clematite (Clematis) – Planta sensível, mas com uma enorme variedade de formas, de flores e cores. Os seus caules são volúveis e como tal necessitam de tutores. Esta planta trepadeira é caduca e necessita de poda para se desenvolver e dar cada vez mais flores. super floração não comparável às outras variedades.

    Clematis
    Glicínia (wisteria sinensis) – Planta de crescimento muito rápido e com uma floração espetacular, as cores disponíveis são o rosa, o branco e o azul. Os seus ramos são denominados de lianas sendo bastante fortes. Pode atingir vários metros de altura, os seus caules volúveis agarram-se por tudo, árvores, telhados, pérgolas, etc.

    Glicínia

    Bougainvillea (Bougainvillea spectabilis) – Planta trepadeira que necessita de ser conduzida, sobe também por árvores tal como a espécie anterior. Existe nas cores amarelo, branco, vermelho vivo, laranja e roxo, esta última possui uma super floração não comparável às outras variedades.

    bougainvilleas
    Jasmim (Jasminum officinale) – Trepadeira de crescimento rápido, com floração abundante e muito perfumada, cujo aroma se sente a vários metros de distância. A cor mais comum é o branco puro, mas existem já variedades amarelas e rosa. Tem o inconveniente de com o passar dos anos ficarem com as folhas interiores secas sendo bastante difícil de eliminar a não ser cortando totalmente a parte mais velha.

    jasminum-officinale

    Vinha virgem (Parthenocissus tricuspidata) – Planta trepadeira de crescimento rápido, que é muito apreciada não pela sua floração mas pela folhagem que varia de um modo espetacular durante o ano. Na primavera as folhas são de um verde muito vivo. No verão e início do outono as folhas amarelecem. No final do outono as folhas passam para vermelho vivo. No inverno perde as suas folhas (caduca). Agarra-se sem necessitar de qualquer tipo de sustentação, devido a gavinhas que funcionam como ventosas. Pode ir até aos 15 m de comprimento.

    vinha virgem - Parthenocissus quinquefolia

    Bignonia (Bignonia grandiflora) – Esta trepadeira tem uma floração abundante e as suas flores são muito grandes. As cores são variadas, mas a mais bela é a variedade que possui flores vermelho alaranjado. Os seus caules são volúveis sendo necessária uma estrutura de suporte. Apresenta sensibilidade à cochonilha e alguns afídeos; quando sofre um corte esta planta liberta uma espécie de leite que é muito apreciado pelos ditos insetos. As suas flores atraem um grande número de espécies de insetos e borboletas.

    campsis-grandiflora

    Polygonum (Polygonum multiflorum) – Planta trepadeira de floração super abundante de cor branca, rosa ou azul consoante à variedade. Sobe bem em qualquer tipo de estrutura e forma um conjunto muito denso. As suas flores são muito pequenas, mas como são numa enorme quantidade dão um tremendo efeito em qualquer pérgola.

    polygonum_multiflorum

    Por último pode também recorrer a plantas hortícolas com fins alimentares, exemplos disso são o feijão, a ervilha-de-cheiro que cresce bastante e dá uma floração abundante e com um odor muito agradável. E porque não o tomateiro, o pepino, as abóboras, o melão, a meloa, a vinha, o kiwi, etc. Neste caso (plantas hortícolas) terá de substituir as plantas todos os anos, mas acaba por ser interessante ver este tipo de plantas crescerem e dar frutos.

    flocor

    Para ajudar aos admiradores de plantas a começar com composições de fácil manutenção e de resultado garantido aqui ficam algumas sugestões de plantas para vasos e floreiras. Podem ser suspensos, grandes, pequenos, o importante é que realmente sejam fáceis de realizar e manter e que tragam um toque de cor e frescura ao espaço a que se destinam.

    Planta para sol
    Estrelas do meio-dia(gazania), Margaridas (Bidens tinctoria), Petunias (Petunia Prism Sunshine). Para a verdura, erva-dos-escudos (Lysimachia nummularia). Esta mistura de cores explosivas estará perfeitamente adaptada ao sol e trará a cantos mais sombrios um fantástico toque de calor e luz!.


    Em branco e azul
    Bela-luisa (Aloysia citriodora), Planta do Caril(Helichrysum italicum), Gervão roxo(Stachytarpheta jamaicensis) em várias tonalidades. Pode também opotar por plantas cujas folhas tenham tons azulados. Além de um toque de frescura no verão poderá ainda usufruir do aroma da bela-luisa ao entardecer.

    Romantismo
    1 morangueiro (pode ser fraboo), confete (Diascia Flying Colors Appleblossom), hortelãs verdes ou variegatas, aliando assim cor, sabor e cheiro.

    beija-flor

    polianthes tuberosa

    Nome Científico: Polianthes tuberosa
    Nome Popular: Angélica, Angélica-de-bastão, Angélica-dos-jardins, Jacinto-da-índia
    Família: Agavaceae
    Origem: México
    Ciclo de Vida: Perene

    A Angélica é uma planta bulbosa e possui flores brancas e perfumadas que simboliza a pureza. Suas folhas são longas, estreitas e de cor verde, formando moitas semelhantes a capim. O florescimento ocorre no final do verão e outono, com inflorescências do tipo espiga, em hastes eretas e altas, sobressaindo sobre a folhagem e com numerosas flores.

    As flores pequenas, de cor branca ou levemente rosada e liberam um delicioso e intenso perfume à noite. Elas se abrem gradativamente da base da inflorescência ao topo. Também podem ser simples ou dobradas, de acordo com a variedade.

    Com seu perfume envolvente e beleza, é indicada para adornar caminhos e áreas de convivência, como varandas, pátios ou simplesmente próximo a portas e janelas. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Convém arrancar os bulbos após o secamento da folhagem, para que repousem durante o inverno em ambiente fresco e seco.

    Os bulbos devem ser plantados no local definitivo, no início da primavera, em canteiros ou vasos bem preparados e fertilizados.
    Sua multiplicação é feita através da separação dos bulbos.

    Passaro na janela de Primavera

    Sprekelia formosissima

    Nome Científico: Sprekelia formosíssima
    Nome Popular: Lírio-asteca, Flor-de-lis, Lírio-jacobino, Lírio-de-saint-james, Lírio-orquídea
    Família: Amaryllidaceae
    Ciclo de Vida: Perene

    Conhecida como Lírio Asteca, da espécie Sprekelia formosíssima, ela assemelha-se muito ao Amarílis. É uma planta linda, com flores singulares, de beleza exótica e cor vermelha escarlate. Sua folhagem é também bastante ornamental.

    Originário do México, o Lírio-asteca é muito semelhante ao Amarílis no modo de cultivo. Ela se adapta muito bem às nossas condições climáticas. Cresce e floresce nos meses quentes e entra em período de dormência no inverno se houver frio, perdendo todas as folhas e adquirindo uma aparência “sem-vida”, após esse período nascem folhas e flores novamente.

    De cultivo simples, basta cobrir o bulbo de terra, deixando a ponta superior para fora, regando sem exagero tão somente para manter a terra úmida. É bastante exigente em fertilidade, irrigação e drenagem. Seu substrato deve conter boa quantidade de matéria orgânica e deve se muito bem drenável. No inverno as regas devem ser suspensas, para que o bulbo não apodreça enquanto estiver em dormência.

    Na primavera produz uma longa haste com uma única flor vistosa, de cor vermelho escarlate. As flores são simétricas bilateralmente, da mesma forma que uma orquídea: elas têm uma ampla pétala ereta superior, duas estreitas pétalas laterais, e três pétalas inferiores, parcialmente unidas. Os estames e o estigma são longos. Após a polinização cruzada, forma-se um fruto, do tipo cápsula, deiscente, com sementes negras.
    É mais frequente o plantio do Lírio-asteca em vasos. Desta forma, colocando-o próximo a uma janela ensolarada é possível vê-lo florescer quase todos os anos. No entanto, ele pode ser plantado no jardim, de preferência em canteiros elevados, com solo arenoso a rochoso. Em regiões sujeitas a geadas e frio intenso no inverno, deve-se recolher os bulbos no outono, para serem armazenados secos em sacos de papel, em local protegido da umidade e frio. O plantio dos bulbos deve ser efetuado na primavera, após a última geada.

    Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável e rico em matéria orgânica. Não exige podas e seu cultivo é considerado fácil. Fertilizações anuais durante o replantio e crescimento estimulam as florações e una folhagem viçosa. Aprecia irrigação freqüente durante o crescimento e floração. No inverno, deve-se suspender as regas para não apodrecer o bulbo que inicia o período de dormência.

    Multiplica-se por sementes e, mais comumente, por divisão dos bulbilhos formados junto ao bulbo mãe. Mesmo quando bem cultivados os lírios-astecas podem não florescer todos os anos.
    Divida e replante os bulbos apenas durante o período de dormência.

    Elas são propensas a pulgões que se escondem nas fendas das folhas. Mantenha-se atento para estes insetos quando as folhas emergirem. Um pouco de adubo uma vez ou duas vezes durante a estação de crescimento mantém a planta feliz.

    A tendência natural é florescer no início da primavera.

    anjo

    hibisco
    A maioria das flores é encontrada durante todo o ano, mas nem sempre com a mesma quantidade e qualidade, o que interfere bastante no preço!

    Para contribuir na sua escolha e para que sua decoração esteja impecável, confira as principais flores de cada mês:

    Janeiro: antúrio/ áster/ boca de leão/ cáspia/ cravina/ crisântemo/ lisiantus/ orquídea/ tropicais

    Fevereiro: angélica/ áster/ cáspia/ gladíolo/ orquídea/ crisântemo/ tropicais

    Março: angélica/ áster/ cáspia/ gladíolo/ orquídea/ crisântemo/ tropicais

    Abril: angélica/ gypsophila/ gladíolo/ crisântemo/ orquídea/ tropicais

    Maio: árter/ gladíolo/ rosa/ crisântemo/ tropicais/ gypsophila/ tango/ orquídea/ tulipa

    Junho: angélica/ rosa/ crisântemo/ tropicais/ orquídea/ tulipa

    Julho: angélica/ crisântemo/ orquídea/ tulipa

    Agosto: copo de leite/ girassol/ orquídea/ tulipa/ íris/ crisântemo

    Setembro: copo de leite/ lírio/ girassol/ tropicais/ tulipa/ íris/ gérbera/ crisântemo

    Outubro: copo de leite/ lírio/ tango/ tropicais/ tulipa/ gladíolo/ gérbera/ crisântemo

    Novembro: copo de leite/ gérbera/ boca de leão/ lizianthus/ rosa/ tango/ gypsophila/ chuva de prata

    Dezembro: copo de leite/ girassol/ lírio/ chuva de prata/ gérbera/ rosa/ tango/ chuva de prata/ gypsophila

    Na ordem: angélica, tulipa, crisantemo (primeira linha), áster, gypsophila, lírio (segunda linha), girasspl e orquídea (terceira linha).

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    adubo organico
    Os adubos são produtos que, por apresentarem elevados teores de elementos nutritivos (sobretudo macronutrientes principais), vão atuar nas culturas de forma essencialmente direta, isto é vão permitir-lhes uma maior absorção dos nutrientes que elas exigem em quantidades mais elevadas

    Estão divididos, relativamente à sua composição, em minerais e orgânicos. Sendo o objetivo deste trabalho dar a conhecer os fertilizantes orgânicos, apenas esclareceremos as funções dos adubos orgânicos.

    A utilização de adubos orgânicos já vem de há muito tempo. Desde a altura da civilização Grega e Romana. Foi o resultado da necessidade cada vez maior, por parte destes povos, de conseguirem solos ricos o suficiente para abastecê-los de alimentos. A adubagem orgânica tem vindo a sofrer alterações com o decorrer dos tempos, devido a uma necessidade cada vez maior de alimentos.

    Esta técnica consiste essencialmente no enterramento de vegetais, o que provoca uma série de problemas e dúvidas quanto á sua viabilidade econômica. Além desses problemas, o emprego de adubos orgânicos deve ser preciso, ou seja, consoante o vegetal que cultivamos, devemos ter em conta o adubo utilizado. Por exemplo, se quisermos uma grande disponibilidade de azoto no solo devemos considerar o enterramento de leguminosas. Outro ponto a considerar é que o vegetal utilizado deve estar num estado físico específico, ou seja, em fase de vegetação muito avançada.

    O que são Adubos Corretivos?
    Embora os adubos desempenhem, normalmente, o principal papel na quantidade e até mesmo na qualidade das produções agrícolas, a sua ação só poderá manifestar-se de forma eficaz desde que no solo não existam outros fatores que, atuando desfavoravelmente, limitem a sua capacidade produtiva.

    Desses diversos fatores assumem particular interesse no nosso país os que se referem à reação e teor de matéria orgânica dos solos, cujo controlo deverá ser efetuado mediante a aplicação dos produtos genericamente designados por corretivos agrícolas.

    Os corretivos, são fertilizantes que vão atuar por forma essencialmente indireta. De fato, embora os produtos utilizados como corretivos agrícolas possuam, quase sempre, elementos nutritivos e, como tal, susceptíveis de ter algum efeito fertilizante direto, a sua principal função é exercida indiretamente, ou seja, provocam a melhoria das propriedades físicas, químicas e biológicas dos solos.

    Produtos que se incorporam ao solo com o fim de melhorar a sua condição física ou de corrigir a sua reação química ou ainda para estimular a sua atividade biológica. A ação destas substâncias manifesta-se na melhoria da textura do solo, tornando-o mais permeável ao ar e à água ou menos resistente à penetração das raízes na sua reação, conferindo-lhes a acidez mais apropriada ao desenvolvimento das plantas na solubilização dos nutrientes e ainda na atividade bioquímica do solo.

    Tal como os adubos podem ser colocados em diferentes grupos consoante a sua origem e os seus efeitos.

    Vamos apenas caracterizar os corretivos orgânicos, uma vez que é apenas a nossa função.

    Os corretivos orgânicos têm por finalidade aumentar, ou pelo menos manter, o teor de matéria orgânica nos solos, substância importantíssima.

    Os corretivos orgânicos, por sua vez dividem-se em estrumes naturais e estrumes artificiais. Tomam-se como exemplo as substâncias resultantes dos tratamentos de lixos e dos esgotos, as algas, as turfas, os detritos das culturas, entre outros.

    Os adubos orgânicos são os corretivos mais frequentemente usados. Tanto a qualidade como composição, no caso dos adubos orgânicos, dos estrumes está dependente das idades dos animais e das suas dietas alimentares.

    Os estrumes naturais têm diferentes nomes com base na sua origem.

    Os estrumes naturais são também, hoje em dia utilizados como fontes energéticas, obtendo-se como produtos resultantes outros corretivos orgânicos.

    Os estrumes artificiais como o próprio nome indica não são obtidos naturalmente, ou seja, resultante de processos biológicos ou decomposição de vegetais e animas. Estes estrumes são obtidos a partir de vários métodos, que obedecem, no entanto, todos eles a um princípio comum que é: umedecer os produtos vegetais, aplicar fermentos umificantes, fornecer conveniente alimentação a estes fermentos e comprimir bem a pilha depois de se iniciar a fermentação. Como fermentos umificantes, temos normalmente camadas de estrume natural ou artificial intercaladas com camadas de detritos a transformar. Estes estrumes têm um período de formação um pouco elevado, ou seja, de 3 a 4 meses. Quando devidamente fabricados, os estrumes artificiais têm propriedades muito semelhantes às dos naturais. Infelizmente o custo de mão-de-obra e a escassez da matéria-prima colocam estes corretivos como hipóteses pouco viáveis do ponto de vista econômico.

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