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  • bonsai_casa

    Não há árvores de interior, mas existem condições especiais de interior que permitem seu cultivo.

    Dentro de casa faltam condições (sol, vento, umidade…) para a vida sadia de um bonsai.

    Precisamos então fornecer condições dentro da casa semelhantes às do exterior.

    O lugar ideal para colocar um bonsai dentro de casa é perto de uma janela grande e bem iluminada (sem cortinas), onde os raios de sol possam atingir suas folhas (no mínimo por duas horas diárias).

    O ambiente das casas geralmente é seco demais para a saúde de um bonsai. O melhor local para colocar o bonsai dentro de casa é uma sala fresca e arejada, longe de lareiras, ou eletrodomésticos que transmitam calor.

    florzinha-branca

    papoulas

    Da espécie Eschscholzia californica, esta papoula é nativa da América do Norte, onde é muito popular seu uso como florífera e forração.

    Apresenta folhagem glauca, ramificada e finamente dividida em segmentos quase filiformes. As flores são simples, com pétalas delicadas, com textura de seda, nas cores amarela e laranja. Elas abrem-se pela manhã em dias ensolarados fechando-se à noite e em dias nublados. Aprecia o clima ameno (subtropical e subtropical de altitude).

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solos preferencialmente arenosos, drenáveis e irrigados regularmente. A papoula da Califórnia parece apreciar solos pobres, florescendo com mais abundância nestas condições. Plantar em bandejas ou diretamente no local definitivo.

    Nome científico: Echscholzia californica
    Nome popular: Papoula da Califórnia
    Clima: Subtropical, Temperado, Tropical
    Luminosidade: Sol Pleno
    Cor da folhagem: Verde
    Época de floração: Inverno
    Características: Atrai abelhas e borboletas.
    Planta ornamental.  Pode ser plantada em vasos

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    Enterolobium Contortisiliquum

    Nome Científico: Enterolobium Contortisiliquum Nome Popular: Tamboril, timburi, timbaúva, orelha-de-macaco, orelha-de-negro, tambori, timbíba, timbaúba, timboúva, timbó, tambaré, ximbó, orelha-de-preto, tamburé, pacará, vinhática-flor-de-algodão, araribá, árvore-das-patacas
    Família: Fabaceae
    Origem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    O tamboril é uma árvore decídua e frondosa, que alcança de 20 a 35 metros de altura e de 80 a 160 de diâmetro de tronco. Suas folhas são alternas, bipinadas (recompostas), com 3 a 7 pares de pequenos folíolos oblongos. Apresenta copa ampla, com ramificação cimosa e raízes longas e calibrosas.

    As inflorescências surgem na primavera e são do tipo capítulo, globosas, com cerca de 10 a 20 flores brancas. Os frutos que se seguem são vagens, recurvadas e semilenhosas, em formato de rim ou de orelha, o que rendeu a esta espécie diversos nomes populares. Eles surgem verdes e se tornam pretos em junho e julho, quando amadurecem. Cada fruto pode conter de 2 a 12 sementes, brilhantes e de cor marrom. O tamboril ocorre naturalmente em florestas pluviais e semidecíduas do norte ao sul do Brasil. É uma árvore que fornece boa sombra na primavera e verão e perde suas folhas no inverno, deixando a luz do sol passar.

    Desta forma ela é bastante apropriada para arborização de regiões com estações bem marcadas. É uma espécie pioneira, de rápido crescimento inicial e muito rústica, apropriada para áreas de reflorestamento. Sua madeira é leve, macia, pouco resistente e utilizada para o fabrico de canoas, caixotaria em geral, brinquedos, compensados, etc. As saponinas encontradas nos frutos e na casca são aproveitadas para produção de sabões.

    Estas saponinas dos frutos também são responsáveis por intoxicações em herbívoros, que ocorrem geralmente durante a escassez de alimentos. Deve ser cultivada sob pleno sol, em solo fértil, preferencialmente úmido e irrigado no primeiro ano de implantação.

    Multiplica-se por sementes. Após a quebra da dormência com desponte, escarificação, ácido sulfúrico ou água, as sementes germinam em 10 a 20 dias. Elas devem ser semeadas em saquinhos preparados com solo adubado. Após 4 meses em viveiro, sob meia-sombra as mudas já podem ser plantadas no local definitivo.

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    Neoregélia Compacta

    Família: Bromeliaceae.
    Ambiente: Sol Pleno
    Clima: Tropical.
    Origem: Brasil
    Época de Floração: Verão.
    Propagação: Sementes, Brotações.
    Mês da Propagação: Ano Todo.
    Persistência das folhas: Permanente

    Bromélia de pequeno porte, risomatosa, nativa do Brasil, com folhas dispostas em rosetas compactas, com cerca de 15 a 20 centimetros , de consistência rija, na cor vermelha, muito decorativas. Inflorescência discreta, representada por flores pequenas na cor lilás, subtendida ao nível do copo da planta.

    Propaga-se por rebentos que surgem em perfilos, distantes da planta matriz. Trata-se de uma das mais populares Bromélias utilizadas nos espaços suspensos, tanto nas árvores, como nas placas dos jardins verticais. Utilizada frequentemente nos vasos e jardineiras a sol pleno.

    Também podem ser utilizada como forrações, criando maciços ou grupos isolados. Por serem espécies epífitas, são muito interessantes para composições verticais, principalmente por serem de porte menor e por suportarem o sol pleno. Em locais de pouca luz, a planta perde seu colorido atraente, tornando-se verde.

    barrinha de frutinhas

    Tradescantia zebrina
    Nome Científico: Tradescantia zebrina
    Nome Popular: Lambari, trapoeraba-roxa, trapoeraba-zebra, judeu-errante
    Família: Commelinaceae
    Origem: México
    Ciclo de Vida: Perene

    O lambari é uma herbácea perene, muito rústica, de folhagem prostrada e suculenta. Suas folhas são muito decorativas, ovaladas, brilhantes, de coloração verde escura, com duas listras de variegação prateadas na face superior e, completamente arroxeadas na face inferior.

    As flores são pequenas e róseas, de importância ornamental secundária. Pelo seu aspecto compacto, pequeno porte e adaptação à sombra, o lambari torna-se uma excelente forração para situações de sombra e meia-sombra, onde dificilmente os gramados vingam, como sob a copa de árvores e outros locais cobertos.

    Seu plantio em vasos, jardineiras e cestas suspensas também é muito apreciado, evidenciando sua bela folhagem pendente. Nestes casos, adubações leves e regas freqüentes estimulam seu crescimento vistoso. Devem ser cultivados à meia-sombra ou sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, mantido úmido.

    Planta tipicamente tropical, não é tolerante ao frio rigoroso e às geadas, mas adapta-se muito bem às estufas em países de clima temperado. Devido à sua facilidade de propagação, pode escapar ao cultivo e se tornar invasiva em determinadas situações. Multiplica-se facilmente por estacas ou pela divisão da ramagem enraizada.

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    planta aquática

    Quais plantas aquáticas podem deixar o local mais bonito? Existem espécies que ajudam a manter a água limpa?

    Há uma grande diversidade de plantas aquáticas que podem ser manejadas em lagos. Várias delas apresentam benefícios ao meio ambiente. Enquanto algumas são ideais para manter a água limpa, outras, por exemplo, servem para deixar o lago mais bonito. Há ainda espécies que reúnem as duas finalidades.

    Na hora de decidir pelo tipo de planta, a combinação de espécies com funções diferentes é uma boa opção de escolha. Isso porque, se uma delas não se adaptar ou for danificada ou destruída por algum predador, outra continuará viva no lago. Além disso, é bom contar com plantas que desabrocham em épocas distintas. Assim, as chances de manter o local florido a maior parte do ano aumentam bastante.

    As plantas de superfície das espécies Eichhornia (como aguapé ou baronesa), Pistia (alface d’água) e Salvinia (marrequinha) são alternativas para “filtrar a água”, como também as submersas Cabomba caroliniana e Myriophyllum aquaticum. A limpeza da água ocorre a partir do processo natural do desenvolvimento dessas plantas. É que, para crescer, elas necessitam retirar os nutrientes presentes no meio aquático, o que elimina a sujeira do ambiente.

    A espécie Eichhornia, inclusive, pode ser utilizada em áreas que recebem materiais e resíduos jogados pelo esgoto, até mesmo metais pesados. Porém, é importante ressaltar que a planta pode virar uma praga, caso não receba regularmente cuidados necessários. Se a água possuir nutrientes em abundância, a taxa de reprodução será elevada e toda a superfície do lago será tomada pela vegetação.

    Periodicamente, faça a manutenção necessária
    Com as próprias mãos, retire o excesso de ramos e as espécies não-desejadas, como plantas invasoras, principalmente gramas
    Limpe a margem do lago, retire lixo se houver e deixe apenas as espécies que estão sendo cultivadas.

    As espécies flutuantes, quando encontram condições favoráveis, formam uma grande população, recobrindo toda a superfície da água, podendo causar danos em tubinas, dificultando a utilização de barcos, alem de impedir a entrada de luz, levando à morte espécies de plantas submersas, além dos peixes. Também poderá abrigar moluscos transmissores de doenças ou larvas de mosquitos. Por isso, recomenda-se a retirada freqüente de alguns ramos, de modo a evitar a proliferação descontrolada da planta. Diversas espécies de salvínia (Salvinia auriculata, Salvinia biloba, Salvinia herzogii e Salvinia molesta) e de Pistia (alface-d’água – Pistia stratiotes) também são plantas ornamentais. Para embelezar o lago com flores, ainda pode ser cultivado nas margens o copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica).

    A cavalinha-gigante (Equisetum giganteum) vai bem na beira de lagos. Outras plantas ornamentais recomendadas para colorir e dar mais vida à área abandonada são: flor de lótus (Nelumbo nucifera); ninféia (Nymphaea alba, Nymphaea caerulea e Nymphaea rubra); e a própria aguapé, das espécies Eichhornia azurea e Eichhornia crassipes. Contudo, essas plantas são difíceis de ser encontradas no varejo, mas, em geral, casas de aquário têm espécies disponíveis para venda. Entretanto, vale lembrar que, antes de fazer qualquer alteração na vegetação do lago e em seu entorno, é necessário assegurar que não haja por perto plantas nativas, que são protegidas por lei ambiental.

    De acordo com a lei federal nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, do Código Florestal, são consideradas de preservação permanente áreas “ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d’água naturais ou artificiais”.

    Saiba mais sobre as espécies aquáticas

    Plantas flutuantes - Podem recobrir toda a superfície da água e necessitam de sol pleno:
    Aguapé e Baronesa (Eichhornia crassipes e Eichhornia azurea)

    Servem tanto para limpeza da água quanto para ornamentação; as flores são em tons lilases ou azuis e lembram as orquídeas, mas não resistem ao corte para colocar em vasos

    Alface d’pagua ou Erva-de-Santa-Luzia (Pistia stratiotes)
    Essa espécie surgiu na América tropical e é caracterizada pelas flores pequenas e folhas verdes-claras de textura aveludada em forma de roseta; pode ser usada em aquários e alguns peixes a utilizam como alimento

    Ninféia ou Nenúfar (Nymphaea)
    Corresponde a várias espécies com flores amarelas, purpúreas, azuladas ou brancas, nativas da África, Ásia, Europa e até mesmo do Brasil

    Mururê ou Rainha-dos-Lagos (Pontederia rotundifolia)
    Oriunda dos trópicos da América, tem flores pequenas, rosadas a lilases, reunidas em inflorescências alongadas

    Salvínia, Marrequinha e Erva-de-sapo  (Salvinia spp)
    Plantas de beleza delicada, dotadas de folhas ovais, pequenas e aveludadas; parentes da samambaia, não produzem flores, têm capacidade despoluidora; a espécie Salvinia auriculata é encontrada em grande quantidade no pantanal brasileiro, onde é conhecida como orelha-de-onça

    Hidrocótile (Hydrocotyle leucocephala)
    Apresenta crescimento rápido e se reproduz por estacas; as flores são brancas e pequenas, pouco vistosas, mas as folhas são arredondadas e flutuantes

    Vitória-régia (Victoria regia)
    Nativa da Amazônia, essa planta é ornamental, mas ainda não foi “domesticada”; como é sensível ao frio, não é uma boa opção para a região sudeste e sul; as folhas são grandes e as flores perfumadas, variando do brando ao rosa.

    Plantas palustresDesenvolvem-se em locais encharcados, próximos a lagos e tanques
    Cavalinha (Equisetum giganteum)

    Planta nativa do Brasil que gosta de brejos e locais úmidos e cresce na beira de lagos; as folhas parecem escamas pequenas e não produzem flores, pois são Pteridófitas (samambaias)

    Zeantedeschia aethioca
    Erva proveniente de lugares úmidos da África, possui flores pequenas e amarelas envolvidas por uma folha ou creme em forma de cone; ornamentais, são resistentes ao corte para enfeitar vasos

    Filodendro e Imbé (Philodendron)
    Há diversas espécies nativas do Brasil; as folhas grandes e recortadas são ornamentais, apesar da pouca atratividade das flores que, em geral, têm forma de copo, com cores esverdeadas ou amareladas.

    Plantas marginais – Vivem em locais rasos, mas com as raízes e parte do caule com folhas submersos, ambiente propício para abrigar rãs, insetos e outros animais aquáticos. Várias espécies palustres são também marginas como cavalinha, copo-de-leite e filodendro.

    Submersas - Crescem embaixo d’água:
    Cabomba caroliniana

    Nativa do continente americano, é fácil de se multiplicar; é utilizada sobretudo por criadores de peixes, pois o seu volume abriga alevinos, apesar de ser facilmente ameaçada por algas e caramujos; as flores são discretas e as folhas se destacam em aquários

    Mil-folhas (Myriophyllum aquaticum)
    Tem enraizamento no lodo existente no fundo dos lagos com até dois metros de profundidade, ou nas margens, de onde os ramos avançam para a água; crescem bem em aquários; as folhas são delicadas e lineares

    Microsório (Microsorum pteropus)
    Trata-se de um tipo de samambaia, cujas folhas são estreitas e alongadas; crescem dentro da água em tufos sobre troncos e até pedras.

    Utricularia (utriculária)
    Delicada erva que vive submersa; há diversas espécies cultivadas e algumas são originárias do Brasil; as flores brancas, amarelas purpúreas ou azuladas crescem fora da água e, geralmente, são pequenas, mas numerosa.

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    Camélia

    A Camélia é uma perfeita coringa dos jardins.

    É uma planta arbustiva, de crescimento lento, podendo atingir até 6,0 metros de altura, de folhagem perene, com folhas ovais de um verde bandeira brilhante e muito decorativo.

    Essa característica das folhas a torna perfeita para arranjos florais, visto a longa durabilidade das folhas nos ramos. E as flores, que são colhidas junto com os ramos, aguentam também vários dias em vaso.

    Pode ser cultivada em todo país, com exceção dos locais extremamente quentes. É planta resistente a geadas, agüentando tranqüilamente frio intenso.

    Cultivada a sol pleno, também pode ser plantada a meia-sombra em locais muito quentes. Exige solo fértil, profundo e bem drenado (algo comum a maioria das ornamentais).

    A camélia pode ser facilmente moldada por poda para adquirir diversos formatos visuais e também, estimular a intensa floração.

    As flores semelhantes a rosas dobradas, podem ter múltiplas cores como branca, rosa, vermelha e castiçadas entre essas cores. O florescimento se inicia no outono e dura de 2 a 4 meses em sucessivas e constantes florações.

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    Na maioria dos casos, a chamada meia-sombra é a condição ideal para o cultivo de orquídeas.

    A luminosidade é um fator importante na saúde das orquídeas, que dificilmente toleram exposição direta ao sol. Em regras gerais, orquídeas se adaptam bem na chamada meia-sombra: embaixo de árvores, sob ripados de madeira ou mesmo na varanda ou janela de um apartamento em que não incida sol direto.

    Quase todas as orquídeas se desenvolvem em locais onde são protegidas da luz solar direta. Apenas algumas espécies vivem sob sol direto, mas, neste caso, elas são protegidas do vento forte ou constante.

    O primeiro passo para fornecer a quantidade ideal de luz a sua planta, é identificar a espécie ou o gênero. Assim você poderá escolher o local mais adequado para fixar ou apoiar a sua orquídea.

    Todas as orquídeas se adaptam bem em temperaturas entre 15 e 25 graus centígrados. Entretanto, existem orquídeas nativas de altas latitudes que suportam temperaturas baixas, como as dos gêneros Cymbidium, Odontoglossum, Miltônias colombianas e as nativas de regiões muito elevadas. Geralmente as orquídeas não toleram bem o frio, como espécies nativas da Amazônia em que seu habitat natural são pântanos de temperaturas altas e muita umidade (C. áurea, C. eldorado, C. violace, Diacrium, Galeandra, Acacallis).

    A intensidade de luz que cada espécie necessita varia de planta para planta. O Dendrobium, por exemplo, gosta de luminosidade em 60% e até mesmo um sol fraco nas primeiras horas da manhã. Outras, como o Paphiopedilum, Miltônias colombianas e diversas micro orquídeas são plantas que não suportam bem temperaturas e luminosidade muito elevadas e devem ficar sempre em condições de sombra.

    As orquídeas podem vegetar na sombra, meia sombra, luminosidade intensa e pleno sol (raras exceções).

    De modo geral as orquídeas não devem receber luz solar direta, com exceção dos primeiros raios matinais.

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    Tritônia, também conhecida como Crocosmia ou “Mombretia”, uma bulbosa africana de fácil cultivo. É forte e resistente.

    Plantada em qualquer época do ano, produz flores na primavera, continua por todo o verão até a chegada do período frio, quando entre em dormência.

    Os bulbos e folhas são semelhantes aos gladíolos, e as flores lembram a Freesia e a Angélica, salientes em hastes florais de 60 a 90 cm.

    Aceita qualquer tipo de solo e multiplica-se rapidamente de ano para ano. Uma haste produz inúmeras flores, predominando a cor vermelho alaranjado.

    Na fase inicial de cultivo necessita de rega freqüente, mas sem exageros.

    Nome científico: Crocosmia crocosmiiflora
    Nome popular: Tritônia
    Clima: Subtropical, Tropical
    Luminosidade: Sol pleno
    Época de plantio: Em todas as estações do ano.
    Época de floração: Primavera
    Características: Ornamental, pode ser plantada em vasos.Pode ser usada como Flor de corte.

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    doença

    Folhas amareladas podem esconder pragas como pulgões (foto ao centro). Remova-as imediatamente com escova de dente e sabão de coco.

    Embora resistentes, as orquídeas podem apresentar sintomas de diversas doenças. Quanto menos adaptadas as condições ambientais, maior a incidência de doenças.

    Pragas e doenças atacam as orquídeas por muitos motivos e hoje existem diversas formas de controle e combate de pragas e doenças, naturais ou industrializadas.

    O controle adequado de luz, umidade e adubação correta do substrato favorecem o não aparecimento de doenças e pragas. A disposição dos vasos com distância mínima de 20 cm também é aconselhado, para que parasitas não migrem de uma planta para outra.

    A esterilização de tesouras e o próprio manuseio de plantas doentes devem ser feito com atenção, para que não se passe doenças para plantas sadias logo depois. Mudas, que são mais sensíveis às doenças, devem ficar separadas de plantas adultas.

    Em geral, muita umidade pode trazer problemas crônicos para as raízes, causando seu apodrecimento. O acúmulo de água é também causa da perda e amarelamento das folhas, deixando-as com uma coloração verde-garrafa. É também excesso de umidade que atrai fungos que podem matar uma planta adulta num curto espaço de tempo.

    Pragas também são comuns em orquídeas, como os pulgões. Uma planta sob ataque de um pulgão comum, da família dos afídeos (Aphidae), que adora sugar seiva de hastes novas (hastes de Oncidium são um alvo comum), e de botões florais, o que pode acabar com uma bela floração em poucos dias.

    Além de danificar as flores, os pulgões podem transmitir certos tipos de vírus, notadamente o OFV (Orchid Fleck Virus). Outras pragas como Lesmas, caracóis, nematóides e cochonilhas variadas, que comem as raízes ou atacam as folhas e flores.

    No caso de lesmas e caracóis, recomenda-se a retirada manual através de armadilhas de miolo de pão embebido em cerveja ou mesmo cortes pequenos de chuchu. Para retirada completa dos ovos (que medem de 1 a 3 mm) e o restante dos caracóis, deve-se afundar o vaso da planta por uma ou duas horas em água e repetir este processo nas próximas duas ou três semanas seguintes.

    Ao comprar uma planta, procure sempre conhecer sua procedência, para não levar para casa uma espécie contaminada por vírus, nematóides, caracóis e fungos, por exemplo.

    Se o problema dos pulgões e cochonilhas persistir, tente o uso do fumo de rolo. Ferva 100g de fumo de rolo picado em 1,5 litros de água. Acrescente uma colher de chá de sabão de coco em pó. Espere esfriar e borrife sobre as plantas infectadas. É importante ferver o fumo, pois pode ser portador de vírus.

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