Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • Jardins, hortas, pomares, arranjos florais. Para mantê-los sempre bonitos, a manutenção com as tesouras de poda são essenciais.

    Tesoura-Cerca-viva

    Cerca-viva: indicada para o corte e a manutenção de cercas-vivas e arbustos. Com lâmina curva para melhor agarre dos galhos e amortecedor de impacto, o cabo desta tesoura é de alumínio e tem o punho ergonômico que auxilia para a execução do trabalho de corte sem cansaço. Corta pequenos caules, sem exigir esforço.

    Tesoura-Floral

    Arranjos florais: para a manutenção e arranjo de plantas e flores, essa tesoura de lâmina serrilhada permite cortes limpos e fáceis. Afiáveis e resistentes à corrosão, a ferramenta ganha em durabilidade e ainda é leve e manejável.

    Tesoura-para-Colheita

    Colheita de flores e frutas: a lâmina curta e curva desse modelo evita danos a flores e frutas na hora da colheita. A tira de couro para a trava dos punhos oferece mais segurança e o cabo antideslizante auxilia na empunhadura precisa. Para quem tem árvores frutíferas em casa, hortas ou xodó com plantas floríferas, essa tesoura com lâmina de aço inoxidável protege contra a oxidação, evita a contaminação de pragas de uma planta para outra e facilita a limpeza e manutenção da ferramenta.

    ferramentas de jardim

    palmito-jussara

    Nome científico: Euterpe edulis
    Família: Palmae

    Ocorrência: ocorre do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul em toda a Mata Atlântica.

    Importância: comestível e ornamental.

    Ecologia da planta: é uma espécie esciófita; mesófita ou higrófita (vive em ambiente úmido) ocorre em floresta pluvial Atlântica; a dispersão das sementes se dá por pássaros (ornitocoria); gosta de clima quente e úmido, na bacia do Paraná ocorre nas formações vegetais higrofitas principalmente em matas ciliares.

    Propriedades: Para o homem sua utilidade além do palmito comestível, reside no fato de que sua madeira pode ser utilizada, desde que em ambiente seco, na fabricação de ripas que são aproveitadas na construção de telhados, paredes e assoalhos das casas. Tem sido muito utilizada em paisagismo.
    Seu crescimento é lento e sua frutificação se dá em média oito anos após o plantio, sendo este um dos motivos para a sua extinção em locais onde era abundante.

    Cultivo: as sementes germinam logo que os frutos se abrem e inicia-se a dispersão, devem ser colocadas sob sombreamento de 50% em serragem ou solo rico em húmus, as sementes germinam irregularmente por um período de 7-40 dias. As mudas devem ser transplantadas para os sacos plásticos ou em tubetes 40mm; estão prontas para serem plantadas no campo em 5 meses.

    Descrição botânica: árvore de 10-15 metros de altura; com estirpe de 10-20 cm de diâmetro, regularmente anelado. As folhas pinatipartidas têm 1,0-1,5 metros; fornece frutos do tipo drupa elíptica arredondado.

    Fenologia: floresce nos meses de setembro a dezembro, os frutos amadurecem de abril a agosto.

    Outras informações: o palmito-juçara tem sido explorado com fins comerciais há muito tempo, no interior do estado de São Paulo encontra-se extinto em florestas naturais. É necessário incentivar as áreas de plantio, e não consumir produtos frutos de exploração predatória. A palmeira demora de 8 a 10 anos para se desenvolver.

    jardineiro1

    Billbergia

    Considerada por muitos Colecionadores com as Aristocratas do reino das bromélias, produzem flores externas de intenso colorido e nuances maravilhosas. Esta categoria tem nome em homenagem ao botânico sueco Gustavo João Billberg. Sua distribuição na natureza vai desde o sul do México até a Argentina, onde são encontradas em sua maioria como epífitas. Crescem em grandes grupos sobre os galhos de arvores vivas ou troncos caídos, em locais abertos, perto da orla das florestas, onde conseguem receber luz mais intensa.

    A maioria das espécies forma tubos cilíndricos, verticais e rígidos. Suas folhas são resistentes, tendo nas bordas fortes espinhos, sempre com faixas de cor cinza prata e, em alguns casos, também manchadas ou salpicadas de vermelho e branco. As espigas florais são surpreendentes, em tons de azul, verde ou amarelo, ofuscadas por grandes ramos de brácteas rosa – choque ou vermelhas. Suas flores têm vida curta, durando apenas uma ou duas semanas.

    Quase todas as espécies possuem um período definido de floração, sendo que a maioria desabrocha na primavera. Quase sem exceções, as Billbergias se dão muito bem em vasos dentro de casa, desde que em locais bem iluminados. Após a floração a maioria das Billbergias produz bulbos bastante próximos a planta mãe. Formando lindos maciços. A maneira mais fácil de se retirar mudas é retirar toda planta do vaso e limpar o substrato ao redor da base da mesma.

    Os bulbos podem ser retirados com uma tesoura de poda ou faca afiada esterilizada, enquanto a planta antiga poderá se recolocada no vaso para produzir novas mudas. As regas devem ser realizadas em dias alternados. Devem ser  nutridas com um fertilizante rico em potássio – o K da formula NPK – mas atenção: ao se fazer uso de fertilizantes químicos deve se ter muito cuidado, pois as bromélias têm um poder de absorção extraordinário e com isso recomenda-se que se utilize a metade da dosagem recomendada pelo fabricante.

    É importante ressaltar  aqui que as bromélias temem o elemento cobre e que este pode levá-las a morte. Na dúvida é melhor se utilizar do adubo orgânico – esterco de gado ou cavalo curtido e peneirado colocado em volta de toda planta uma vez por mês.

    O esterco de galinha e cama de frango devem ser evitados, por serem muito fortes e conterem alta concentração de fósforo o que causa a queima das folhas. Deve-se utilizar como substrato uma mistura de esterco peneirado com Rendimax Floreira ou similar em partes iguais. No jardim o mesmo substrato pode ser utilizado.

    No paisagismo, elas poderão ser largamente utilizadas para formação de maciços, bordaduras  e canteiros dando um maravilhoso contrate quando se utilizarem a rosinha de sol (Aptenia Cordifolia) ou a Tillandsia Cyanea como forração.

    estações do ano

    farinha de ossosA farinha de ossos é um fertilizantes natural rico em fósforo, cálcio e nitrogênio, elementos essenciais ao crescimento, floração e frutificação das plantas. É um adubo orgânico muito seguro, não queima as plantas. Além disso é um forte estimulante da floração e frutificação.

    A farinha de ossos é o principal fertilizante orgânico fonte de fósforo, elemento absorvido pelas raízes das plantas e determinante para o aumento da produtividade de hortas, árvores, arbustos, trepadeiras e gramados. A concentração de fósforo no produto está em torno de 27%.

    55

    Orquídeas híbridas

    Plantar orquídeas em vasos demasiadamente grande não é o ideal. Quando se planta uma orquídea, o bulbo mais velho deve ficar junto à parede do vaso, permitindo assim o seu crescimento adequado, em direção ao lado oposto.

    1/3 da parte do vaso deve ser preenchida de cacos de telha, que desse modo permitirá uma drenagem adequada. Não se deve apertar demasiadamente o substrato.

    Ao se instalar uma nova planta, devemos ampará-la com um tutor, facilitando assim o seu enraizamento e porte ereto. Os raios solares não devem atingir a planta por tempo muito longo. A meia luz é adequada para sua orquídea.

    As raízes das orquídeas precisam de bom arejamento, portanto não encharque sua planta. As orquídeas, em sua maioria, toleram mais a estiagem que períodos de muita chuva ou regas constantes.

    Uma leve umidade será ideal para suas plantas. Só devemos regar a orquídea quando o substrato estiver completamente seco.

    Os jatos suaves são os ideais. Os aplicados com violência só causam problemas. A água da chuva é a melhor que existe para a sua planta, desde que não seja em excesso.

    O corpo humano precisa de alimento e os vegetais também. O alimento da orquídea, como todos os vegetais é o adubo.

    A adubação da orquídea deve ser feita em doses homeopáticas e períodos intercalados. Adquira somente adubos inorgânicos de comprovada utilização na orquidofilia.

    Não se deve adubar em demasia a orquídea, pois muito adubo é prejudicial.
    A cada 20 ou 30 dias, faça uma pulverização foliar, isto é, diretamente nas folhas usando para isso uma bomba de flit, sem uso comum. Depois dessa aplicação, deixe de regar com água por 48 horas.

    formigas

    orquídeas

    As orquídeas ornamentais encantam as pessoas ao redor do mundo por serem plantas exóticas e de rara beleza. Possuem espécies diversificadas e, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, não exigem tantos cuidados assim. Sua cultura é fácil quando tratada da maneira adequada. Precisam estar sempre à meia-luz, ou seja, com uma luminosidade constante de 50% e com uma adubação correta a cada fase da planta. Quando bem tratadas, podem florir uma vez ao ano, sempre na mesma época.

    As orquídeas podem ser cultivas em variados locais. Podem estar em vasos, em pedaços de madeira, em fibras de coco, diretamente em árvores ou placas de xaxim. Cada espécie é adequada a um local. O melhor não é plantar orquídea em vasos muito grandes.

    O fundamental no cuidado com estas plantas é na hora de regá-las, pois elas não se desenvolvem em substratos muito úmidos. O recomendado é mantê-los bem drenados. Caso contrário, as raízes se encharcam e a planta adoece e morre. As orquídeas devem ser molhadas assim que o substrato seca. Basta observá-las. Se ficar seco em torno de três dias, a orquídea deve ser regada de três em três dias, por exemplo. O melhor é regá-las no final da tarde ou no começo da manhã. Uma dica para saber se o substrato está úmido ou seco e cavar um pouco e colocar o dedo, sentindo se já está próprio para regar ou não.

    Outro cuidado importante para manter as plantas saudáveis é fazer uma adubação correta. Assim como o excesso de água, o excesso de adubação prejudica a planta. A aplicação do adubo pode ser feita no vaso, colocando uma colher de café de adubo orgânico de um lado do vaso. Conforme a irrigação, o adubo vai se dissolvendo e a planta vai absorvendo os nutrientes necessários. A próxima aplicação deverá ser feita em outro canto do vaso, sempre variando o lugar. Os intervalos entre as adubações podem ser feitos a cada três meses ou mais. Caso a orquídea esteja em xaxim ou fibra de coco esses próprios substratos já são fornecedores de nutrientes e, portanto, não há a necessidade de adubá-los. Os melhores adubos orgânicos são a torta de mamona e a farinha de osso ou a mistura conhecida como Bokashi. Esses adubos são encontrados facilmente no mercado.

    As orquídeas são plantas que dificilmente são atacadas por pragas e doenças. Porém alguns insetos como pulgões e cochonilhas podem se implantar nelas. Caso isso aconteça, a retirada dos pulgões pode ser feita misturando água e detergente e borrifando essa mistura na planta. Já com as cochonilhas o indicado é retirar esses insetos raspando as folhas da plantas com uma escova dental macia; fazendo isso embaixo da água. As plantas mais protegidas de doenças e pragas são as penduradas.

    Quando as raízes das orquídeas ocuparem todo o vaso é hora de colocá-la em um vaso maior ou dividi-la. Após a floração as flores secas devem ser retiradas e a haste deve ser podada com tesoura esterilizada. As espécies que podem se fixar em árvores podem ser colocadas lá sendo amarradas junto ao tronco da árvore.

    A prática de mini-orquidários está sendo bastante difundida entre os adoradores de orquídeas. Com essa prática é possível ter orquídeas florescendo durante todo o ano. Basta adquirir plantas com floração em épocas diferentes. Os cuidados são os mesmo. As orquídeas são cultivadas em vários vasos e embelezam a casa ao longo das quatro estações.

    flores-em-série4

    Dombeya Wallichii
    Nome Científico: Dombeya Wallichii
    Nome Popular: Astrapéia, Dombéia, Astrapéia-rosa, Flor-de-abelha
    Família: Malvaceae
    Origem: Madagascar
    Ciclo de Vida: Perene

    A astrapéia é uma arvoreta ou arbusto de ótimas características ornamentais, que se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade. Ela apresenta ramos pubescentes, e porte pequeno para um árvore, alcançando cerca de 2 a 5 metros de altura. As folhas são grandes, cordiformes, perenes, de cor verde brilhante e pubescentes na página inferior. As inflorescências surgem no outono e inverno, e são umbeliformes, sustentadas por longos pedúnculos, pendentes, globosas e com numerosas flores de cor rosa a avermelhada, ricas em néctar e delicadamente perfumadas.

    Produz frutos do tipo cápsula, que se dividem em cinco partes. A astrapéia é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções.

    flores da dombeya
    As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o côco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta. Além disso essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas.

    Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis. Deve ser cultivada sob  sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

    Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapéia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros.

    margaridinha-rosa

    Dendrobium Thong Chai Green

    A rega numa orquídea deve ser moderada e você deve estar sempre muito atento ao nível de umidade no substrato

    O substrato da planta deve estar levemente úmido, mas nunca encharcado. Orquídeas adoram umidade no substrato, mas detestam água em abundância, estagnada no fundo do vaso. Por isto, pires ou pratos debaixo do vaso jamais. Água acumulada no fundo dos vasos faz raízes da planta apodrecerem, comprometendo fatalmente sua orquídea. O uso de vasos e placas de xaxim pendurados em 45 graus facilita a drenagem da água, assim como o uso de pedra de brita de até dois centímetros no fundo do vaso.
    Regue com maior abundância durante nos dias quentes. Nas estações mais frias, reduza a rega.
    Muita umidade também favorece o aparecimento de fungos e nematóides, que têm a capacidade de entrar em dormência por meses ou até anos nos vasos. Daí a predileção do cultivo de orquídeas em locais arejados.

    A água deve ser borrifada de preferência no início da manhã, uma vez por semana se a planta estiver em local úmido. O uso de borrifador é o ideal, pois regadores e mangueiras espirram muita água, passando fungos ou vírus de uma planta para outra e removendo os nutrientes.

    Muitas orquídeas conseguem retirar parte das suas necessidades diárias de água de que precisam do ar. Por isto é uma boa idéia manter orquídeas próximas a aquários, que aumentarão subtilmente a umidade do ar.

    Em alguns casos, recomenda-se antes da rega levantar o vaso com cuidado e perceber seu peso, para saber se a rega é necessária ou não. Em plantas presas em placas de xaxim as regas costumam ser mais frequentes, visto que o tempo de secagem da placa é mais rápido.

    regador

    Lirio tocha

    Nome Científico: Kniphofia Uvária
    Nome Popular: Lírio-tocha, tritoma
    Família: Asphodelaceae
    Origem: África do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    O lírio-tocha é uma planta herbácea, entouceirada de aspecto exótico. Suas folhas são verdes, glabras, afiladas, longas com margens serrilhadas. No entanto, o que chama a atenção nesta espécie são suas inflorescências, altas, densas, compostas por numerosas flores tubulares e sustentadas por hastes compridas e fortes.

    Com um belo colorido em degradé, as flores se abrem de baixo para cima, conferindo tonalidades mais vivas no ápice da inflorescência enquanto a base vai adquirindo cores mais claras. Há muitas variedades de lírio-tocha disponíveis, com flores de cores quentes em geral, como amarelo, laranja, vermelho ou creme, mas que podem ter épocas de floração e portes diferentes. A floração ocorre na primavera e verão.

    É muito adequado para o plantio isolado ou em grupos, na formação de bordaduras e maciços. Atrai os beija-flores. Devem ser cultivados sob sol pleno em solo fértil, leve, muito bem drenado e enriquecido com matéria orgânica, com regas no verão. Tolerante ao frio e às geadas.

    Multiplica-se por divisão da touceira e por sementes. Utilize sempre luvas grossas para manipular esta planta.

    jardineroax2

    Aechmea Blanchetiana
    Nome Científico: Aechmea Blanchetiana
    Nome Popular: Porto Seguro
    Família: Bromeliaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Herbácea epífita, perene, rizomatosa, robusta, de folhagem e florescimento decorativos, de 60 a 90 cm de altura, nativa do Brasil.

    Folhas longas, rijas, laminares, verde claras, côncavas, basais e em roseta, sem espinhos nas margens. Inflorescência compostas, ramificadas, em panículas de espigas, dispostas acima das folhas, com flores protegidas por brácteas amareladas, formadas durante o verão.

    Cultivada isoladamente ou em grupos formando maciços densos, a pleno sol ou a meia sombra, em canteiros ricos em matéria orgânica, mantidos umedecidos, podendo eventualmente ser cultivada em vasos. Não tolera geadas fortes.

    Multiplica-se facilmente por separação das brotações do rizoma em qualquer época ou por meio de sementes.

    flower-trio