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  • Oiti

    Nome Científico: Licania Tomentosa
    Nome Popular: oiti, oitizeiro, oiti-da-praia, oiti-mirim
    Família: Crisobalanáceas
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Árvore perene de crescimento relativamente rápido com 8 a 15 metros de altura. As folhas são simples, alongadas, de 7 a 14 cm. de comprimento por 3 a 5 cem. de largura, bordas lisas, superfície lisa e brilhante.

    As flores são produzidas em inflorescências (cachos) e resultam na formação de grande quantidade de frutos por planta. As flores são inexpressivas, mas as folhas, quando novas, formam uma copa esbranquiçada que lhe confere grande destaque e interesse ornamental. Elas se desenvolvem bem em condições de clima ameno a quente, solos com boa drenagem, não sujeitos à inundação e boa disponibilidade de água.

    A propagação é feita através de sementes. A planta produz grande quantidade de frutos de tamanho médio, polpa fina e a maior parte tomada por um grande caroço bem resistente, que é a semente. O Oiti forma uma bela copa frondosa e as raízes não são agressivas. Por isso ela é indicada para arborização de jardins, praças, avenidas e ruas. A sua madeira é de ótima qualidade para diversos usos, como postes, estacas, dormentes e construções civis.

    Muito rústico, o Oiti resiste bem à poluição e por isso sobressai entre as espécies usadas na arborização urbana.

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    Hovenia Dulcis

    Nome Científico: Hovenia Dulcis
    Nome Popular: Uva-do-japão, banana-do-japão,  caju-japonês, gomari,  passa-japonesa, macaquinho, pau-doce, uva-da-china, uva-paraguaia, cajueiro-japonês
    Família: Rhamnaceae
    Origem: China, Coréia e Japão
    Ciclo de Vida: Perene

    A uva-do-japão é uma árvore caduca, de porte médio, muito utilizada na arborização urbana. Sua copa é aberta, de formato globoso a oval. O caule apresenta rápido crescimento e pequeno diâmetro. Sua casca é escura, de textura lisa a levemente fissurada. As folhas são ovais, verdes, brilhantes, de disposição alterna e caem no outono e inverno. As flores numerosas, surgem no verão. Elas são pequenas, hermafroditas, perfumadas, branco-esverdeadas e atraem muitas abelhas. Os frutos são cápsulas secas, marrons, sustentadas por pedúnculos carnosos, doces e de cor castanha. Cada fruto contém de 2 a 4 sementes amarronzadas.

    A dispersão das sementes é zoocórica (por animais). Os frutos da uva-do-japão têm sabor aprazível, mas devem ser colhidos maduros. Quando verdes, têm sabor adstringente e quando passados, fermentam e ficam com gosto alcoólico. Eles podem ser consumidos in natura ou na forma de geléias. É uma árvore apropriada para o paisagismo urbano, em estacionamentos, rodovias, praças e parques.

    Devido ao seu tamanho um pouco avantajado (atinge cerca de 25 metros), a uva-do-japão não é indicada para arborização de calçadas sob fiação elétrica. Por ser uma árvore que frutifica em abundância, ela têm sido amplamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com o objetivo de atrair a fauna (aves e mamíferos). No entanto têm se revelado uma espécie perigosamente invasora, que reduz a diversidade das matas nativas e se multiplica rapidamente com a ajuda dos animais.

    Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável e leve, com regas regulares no primeiro ano após o plantio. Não tolera encharcamento ou inundações. Multiplica-se por sementes e estacas.

    As sementes podem ser escarificadas para quebrar a dormência. A frutificação inicia-se de 3 a 4 anos após o plantio.

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    Aechmea Fosters Favorite

    Nome Científico: Aechmea Fosters Favorite
    Nome Popular: Aechmea Fosters Favorite
    Família: Bromeliaceae
    Origem: Hibrido
    Ciclo de Vida: Perene

    Trata-se de um dos híbridos mais populares. Possui folhas estreitas e acetinadas, de cor vermelho-vinho com aproximadamente 30 cm de comprimento e levemente curvas para formar uma pequena roseta.

    A panícula inclinada com flores azuis e cor laranja aparecem no verão, e mais tarde se transformam em bagas vermelho-coral ou laranja.

    Suportam bem temperaturas mínimas por volta de 10º C. Dela também existe uma variegata, com listas brancas ao longo da superfície da folha, mas como muitas bromélias variegatas, sua reprodução não é muito fácil.

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    Justicia Floribunda

    Nome Científico: Justicia Floribunda
    Nome Popular: Farroupilha
    Família: Acamthaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Arbusto herbáceo, nativo do Brasil, de 0,5 a 1,20 cm de altura, com ramagens pubecentes, folhas elítico alongadas e pequenas, brilhantes e persistentes. Flores laterais em toda a ramagem, solitárias, aos pares ou em pequenos grupos, vermelhas com extremidade amarela.

    Formadas principalmente na primavera e muito visitadas por beija-flores. Cultivado, geralmente em vasos  ou em grupos, mantidos em locais protegidos com luz difusa ou meia sombra, em terra fértil e umidecida. Seu florescimento é mais abundante em regiões de clima ameno.

    Multiplica-se facilmente por estacas enraizadas em qualquer época do ano.

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    Chrysothemis Pulchella

    Nome Científico: Chrysothemis Pulchella
    Nome Popular: Begonia Negra, Black Flamingo
    Família: Gesneriaceae
    Origem: Brasil, Panamá e Antilhas
    Ciclo de Vida: Perene

    Planta herbácea da família da violeta-africana, a Begônia Negra é comum na região da Serra dos Pacaás Novos – RO sobre grandes rochas situadas no sub-bosque da floresta. Trata-se de um exemplar tropical, tem feito muito sucesso nos Estados Unidos e é campeã de vendas nos sites estrangeiros. Aqui no Brasil só é cultivada nos jardins amazonenses. A sua combinação perfeita de cores explica o imenso sucesso que alcança em outros países.

    Suas folhas verde escuras grandes com um toque acobreado, são muito ornamentais  e pequenas flores tubulares amarelas que despontam entre sépalas vermelho alaranjadas são bastante decorativas.

    A flor não dura muito – apenas dois dias, mas as sépalas persistem por semanas. As hastes são espessas e suculentas, geralmente vertical. Constitui uma montanha densa de flores e folhas.  Prefere luz filtrada e exige rega regulares, o solo deve ser úmido em todos os momentos. Chrysothemis é um gênero de cerca de seis espécies. O nome científico vem do grego Chryso = ouro, Themis = lei  e provavelmente foi dada ao exemplar devido a cor de suas flores.

    Já Pulchella, vem do latim e quer dizer bonitinha. A Begônia Negra se desenvolve bem em solos ricos em matéria orgânica e não argiloso que deve ser mantido sempre úmido – utilize musgo seco na mistura do substrato. Recomenda-se renovar a adubação orgânica a cada três meses para manter o vigo do exemplar.

    A quantidade de luz é determinante para a aparência das folhas. Em locais mais iluminados elas são verde escuro brilhante, mas quando a espécie é cultivada sob sombra suas folhas ficam verde enegrecidas e brilhantes. No paisagismo ela pode ser utilizada como bordadura, em composições, canteiros internos e externos e em maciços.

    Ela faz um excelente tema para o interior das paisagens tropicais.

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    lagrimas de bebe

    Nome Científico: Soleirolia Soleirolii
    Nome Popular: Lágrimas de Bebê,  Barba de Moisés
    Família: Urticaceae
    Origem: Mediterrâneo
    Ciclo de Vida: Perene

    Esta suculenta também tem sido chamada de Musgo da Irlanda, no entanto não é um musgo, nem deve ser confundida com a Sagina Subulata ou Chondrus Crispus, que também são conhecidos como musgo irlandês. Ela é uma delicada suculenta de forração com folhas verdes ou amarelas brilhantes com grande número de pequenas flores. Ela cresce rente ao chão em esteiras e é por vezes utilizada na ornamentação de jardins ao lado de samambaias.

    Esta espécie é nativa do norte da região mediterrânica, mais especificamente em torno da Itália e ilhas vizinhas, mas foi introduzida e cultivada em todo mundo como planta ornamental. Ela pode ser cultivada em ambientes fechados como uma planta de casa pode ser utilizada em habitats de  anfíbios. Quando cultivada em vasos suspensos  dá um grande efeito pendente.  Em regiões mais frias, ela entra em hibernação e ressurge vigorosa quando a temperatura aumenta.  O seu florescimento se dá no final do verão e no início da primavera. Suas flores são hermafroditas, minúsculas e de tonalidade branco rosadas.

    Suas folhas são o atrativo especial da planta, conferindo quando plantada ao chão um exuberante tapete verde de textura uniforme. Ela deve ser utilizada em forrações de canteiros,  jardineiras e naqueles lugares onde a grama normalmente não se desenvolve. Necessita de muita luminosidade em ambiente de meia sombra. O solo ou substrato onde será cultivada deverá ser rico em matéria orgânica, poroso e bem drenado. As regas devem ser feitas em dias alternados sem encharcar.

    Uma curiosidade à parte da Soleirolia, diz respeito às suas minúsculas flores: quando maduras e secas, no menor toque, elas explodem, soltando um pozinho branco como acontece com a Pilea Microphylla–“brilhantina”, da mesma família.

    Nas regas, percebe-se muito bem esse fenômeno. Na verdade são os grãos de pólen saindo do androceu, ou seja: do órgão sexual masculino. O Gineceu (a parte feminina) fica por localizada na parte mais baixa e rosada da flor.  Ela está sendo relançada como planta pendente em vaso.

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    Oiticica

    Nome Científico: Licania Rígida
    Nome Popular: Oiticica
    Família: Crisobalanáceas
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    A Oiticica é uma planta típica do sertão nordestino, sendo encontrada nos Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. Durante todo o ano, inclusive nos períodos de seca, comuns às regiões de ocorrência natural dessa planta,  mantém-se verde e fornece sombra ao homem e diversos outros animais.

    Seu  tronco se ramifica logo acima do solo e forma copas de vinte a trinta metros de diâmetro. As folhas, extremamente rígidas e coriáceas, se prestam para polir artefatos de chifre. Das suas folhas, troncos e frutos também se beneficiam as populações que constroem casas, utilizando a madeira, produzindo sabão  e /ou combustível para a iluminação a partir do copioso óleo produzido pelos seus frutos e mesmo a produção de superfícies com capacidade de lixamento, pelo uso de suas folhas.

    Não obstante à tamanha importância que a Oiticica desempenha sobre a condição humana e fauna no nordeste. Começa a frutificar  antes do quinto ano, atinge a maturidade aos dez e pode produzir por mais de cem anos. É importante pelo óleo extraído das sementes, contidas em bagas de 7,5cm de extensão por dois de largura.

    Rico em iodo, é anticorrosivo, impede a formação de crostas e se usa na produção de borrachas, lonas de freios, tintas e vernizes. Atualmente existem avançados estudos para o aproveitamento de seu óleo na composição do Biodiesel. Em média, um pé de Oiticica produz 75 kg de frutos secos por safra, mas excepcionalmente, foram registrados exemplos com produção de até 1.500 Kg. Por todas essas vantagens também é muito aproveitada no paisagismo.

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    Aechmea Fasciata
    Nome Científico: Aechmea fasciata
    Nome Popular: Aequimea, vaso-prateado, bromélia-aequimea
    Família: Bromeliaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Uma das bromélias mais comercializadas, a Aechmea Fasciata é normalmente vendida em vasos. Sua folhagem é rígida, com estrias verticais, espinhos nas bordas e apresenta escamas esbranquiçadas, principalmente quando a planta é jovem. A inflorescência, muito durável, também é rígida, formada por brácteas cor-de-rosa, cheias de espinhos nas bordas, e flores roxas delicadas. Os frutos são pequenos e arredondados.

    A floração ocorre quando a planta está madura e recebeu iluminação e nutrientes suficientes. Após a floração a planta emite brotações laterais e morre. Muito indicada para a decoração de interiores durante a floração, após este período deve ser levada ao jardim para locais semi-sombreados, frescos e úmidos.

    Devem ser cultivadas em substrato para epífitas, como casca e fibra de côco, areia, entre outros materiais, sempre à meia-sombra, irrigadas regularmente.

    Multiplica-se por separação das mudas laterais, quando estas atingem 2/3 do tamanho da planta mãe. Profissionalmente pode ser multiplicada por sementes e meristema.

    linha de florzinhas

    Begonia semperflorens

    Nome Científico: Begonia semperflorens
    Nome Popular: Begônia-cerosa, begônia-de-jardim
    Família: Begoniaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Delicadas e suculentas, as begônias foram melhoradas e saíram dos vasos para invadir os jardins. Atualmente, variedades de flores brancas, rosas e vermelhas e folhas verdes e avermelhadas estão disponíveis no comércio.

    As begônias parecem são muito floríferas e rústicas e podem compor belos maciços e bordaduras, durante o ano todo. Presta-se para o cultivo em vasos e jardineiras também.

    Devem ser cultivadas a pleno sol ou a meia-sombra, em substrato rico em matéria orgânica, com regas regulares. Com o tempo perdem o vigor e precisam ser trocadas anualmente. Multiplicam-se por sementes e estacas.

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    Billbergiah hallelujah
    Família: Bromeliácea
    Ciclo de Vida: Perene

    Sua origem provém do cruzamento das Billbergias de variedades Domingos Martins x Ed McWilliams. Esse exemplar possui folhagem viva com cores rosa púroura salpicado de manchas de creme branco. A pigmentação confere um efeito exclusivo a Hallelujah e quanto mais exposta for a luz, maior será a quantidade de manchas.

    A Billbergia Hallelujah é perene e se desenvolve melhor sob sol pleno nas regiões de clima subtropical ou sob meia-sombra nas regiões tropicais. No inverno surgem inflorescências compostas por inúmeras  flores esverdeadas envoltas por brácteas vermelhas.

    Este grupo de bromélias são conhecidos por suas flores bonitas que geralmente só duram de 3 a 5 dias. Eles geralmente têm uma posição vertical ou “vaso” aparência. Espécie de hábito exclusivamente epífito, utilizada na composição com este fim, em vasos, jardineiras e espaços suspensos.

    Planta ideal para jardins verticais e árvores de bromélias  Pode ser usada para formar maciços em jardins ou em placas de fibra de coco. Cria-se um contraste muito interessante e vistoso no paisagismo, quando se a utiliza na composição de maciços conjugada com a Tillandsia Cyanea como forração.

    Pois a Cyanea com suas hastes florais rosadas e suas pequenas flores roxas darão um tom todo especial no conjunto.

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