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  • Tilandsia

    Nome Científico: Tillandsia cyanea x Tillandsia platyrachis
    Nome Popular: Tillandsia Creation
    Família: Bromeliaceae
    Origem: Holanda
    Ciclo de Vida:
    Perene

    A Tillandsia Creation  é um híbrido resultante do cruzamento em laboratório das Tillandsia Cyanea  x Tillandsia Platyrachis. Ela foi concebida na Holanda e posteriormente seus exemplares correm o mundo nas mãos ávidas de colecionadores. O seu tamanho avantajado (entre 45 e 90 cm) chama a atenção dos menos curiosos.

    Ela herdou da Tillandsia Platyrachis o tamanho e as muitas brácteas rosas e da Tillandsia Cyanea as flores azuis turquesa.

    As florações duram até seis semanas e tê-las em um jarro ou arranjo dentro de casa nessa época, torna-se uma dádiva.  Possui folhas verdes acinzentadas e suas brácteas surgem imponentes na vertical multi-ramificada num tom rosa brilhante tendo numerosas flores azuis turquesa. Um show de beleza e graça.

    As Tillandsias formam um incrível grupo de exemplares da extensa  família das Bromeliaceas. Estas plantas extraordinárias absorvem toda a umidade e os nutrientes através da estrutura especial de suas folhas chamada de tricomas.

    Elas são epífitas, crescem sobre árvores sem parasitá-las, utilizam suas raízes unicamente para se fixarem nos troncos e galhos. São muito conhecidas no exterior pelo nome de Air Plants, e parecem viver de ar fresco e gotículas de orvalho.

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    caatinga

    Nome Científico: Costus Spiralis
    Nome Popular: Caatinga, cana-de-macaco, jacuanga,  cana-do-brejo
    Família: Zingiberaceae
    Origem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    A caatinga é uma planta tropical de textura herbácea. Seus ramos são um tanto tortuosos e pouco ramificados. As folhas são dispostas em espiral e apresentam coloração verde-escura, com o lado inferior e as nervuras centrais mais claras. Também podem ser descritas como grandes, espessas e muito brilhantes.

    As inflorescências são terminais e fusiformes, com brácteas de coloração vermelha ou verde e flores que podem ser róseas, brancas ou vermelhas. A floração se estende por todo o ano. Ela é indicada para jardins de inspiração tropical e contemporânea.

    A caatinga é rústica, mas requer bastante umidade e calor para o seu pleno desenvolvimento. Pode ser plantada isolada ou em grupos, assim como em conjuntos com outras plantas tropicais como helicônias, estrelítzias e gengibres. Renques junto a muros destacam bem a beleza da espécie.

    Devem ser cultivadas à meia-sombra ou pleno sol, em solo fértil, leve e enriquecido com muita matéria orgânica, com regas freqüentes.

    Não é tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por divisão da touceira e estaquia.

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    Lathyrus Odoratus

    Nome Científico: Lathyrus odoratus.
    Nome Comum: Ervilha-de-Cheiro.
    Nomes Populares: Ervilha-de-Cheiro.
    Família: Leguminosae.
    Origem: Mediterrâneo (Itália, Sicilia.)

    Descrição: Planta herbácea, anual, trepadeira, que se prende por gavinhas atingindo alturas de 1 a 2 metros. As folhas de Ervilha-de-Cheiro são de cor verde azulado, aos pares, com cerca de 5 cm de tamanho, ovalo-oblongas. As flores são delicadas, vistosas, até 5 cm de tamanho, multicolores (vermelho, amarelo, laranja, castanho, lilás, rosa, branco, creme), semelhantes a borboletas e com um aroma intenso e perfumado.

    Trepam em qualquer tipo de suporte, podendo ser guiadas em redes, treliças, arames, arbustos, etc. A planta é tóxica quando ingerida, assim como as suas sementes. Esta planta é atrativa para abelhas e borboletas assim como para algumas aves.

    Sementeira: Colocar as sementes de Ervilha-de-Cheiro em água à temperatura ambiente durante 24h antes de semear. Pode-se semear em vasos fundos. Embora ela seja uma das plantas mais vulgares e menos estimada, constitui todavia, um ornamento delicado para qualquer jardim, sendo agradabilíssimo o odor das suas flores, de variados matizes
    Entre nós procede-se à sementeira da ervilha-de-cheiro nos meses de Primavera, ou então no fim do outono e começo do inverno.

    Transplantação: Primavera. Espaçamento de cerca de 15-25 cm.
    Crescimento: Rápido.
    Luz: Sol ou meia-sombra.
    Solos: Úmidos, muito permeáveis, um pouco alcalinos. Incorpore no solo muita matéria orgânica bem decomposta antes da sementeira ou transplantação.
    Temperatura: Zonas amenas. Resistente ao frio.
    Rega: Regular, não regar em excesso.
    Adubação: Aplicar um pouco de adubo equilibrado cada 2-3 semanas. Ex.: 5-10-5
    Floração: Verão.
    Poda: Cortar as flores murchas de Ervilha-de-Cheiro para prolongar a floração.
    Pragas e Doenças: Lesmas, caracóis, afídeos, tripes, míldio.

    Reprodução: Reproduz-se por sementes. A ervilha-de-cheiro é uma planta hermafrofita. Apresenta, aprisionados entre as pétalas de suas flores, genitais masculinos (androceu) e femininos (gineceu). Por isso, as ervilhas-de-cheiro reproduzem-se por auto-fecundação: quando o androceu produz grãos de pólen estes caem no gineceu da própria flor. A colheita desta deve ser vigiada, pois que, logo que amadurece, o calor do sol abre de repente a vagem que contém os grãos e eles se perdem na maior parte.

    Embora viceje em terreno mais ou menos sombrio, convém para completo
    desenvolvimento da planta dar-lhe exposição soalheira.
    Ideal para Canteiros, bordaduras, vasos, vedações, latadas, árvores, armações.
    Para o cultivo da ervilha-de-cheiro deve preferir-se terra fresca e forte.
    Regas – Precisam de ser abundantes, principalmente no período de florescência, que tem lugar na Primavera.
    Tratamento – Não o exige especial. Não se transplanta.

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    Phymatodes Scolopendria
    Nome Científico: Phymatodes Scolopendria
    Nome Popular: Samambaia-jamaica
    Família: Polypodiaceae.
    Origem: Índia
    Ciclo de Vida: Perene

    Samambaia herbácea, rizomatosa, ereta da Índia, com 20 a 30 cm de altura, dotada de rizomas com aspecto de cera e textura de arame, finos, verdes, com pelos escuros e rijos.

    Folhas eretas, rijas, com folíolos coriáceos de cor verde-esmeralda. É cultivada em vasos ou suportes de xaxim para ser pendurada ou deixada sobre mesas ou bancadas, sempre a meia sombra e bem suprida de umidade. Também pode ser afixada provisoriamente sobre pedaços de vasos de fibra de coco e posteriormente ser colocada sobre árvores ou palmeiras.

    De boa rusticidade, porém muito suscetível a invernos frios. Multiplica-se por divisão dos rizomas em segmentos com gemas e plantados em esfragno ou de xaxim e irrigados com freqüência.

    Trata-se de um exemplar muito ornamental, que ao ser aplicado em troncos de árvores da um contraste muito especial no paisagismo.

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    Tithonia rotundifolia
    Nome Científico: Tithonia rotundifolia
    Nome Popular: Girassol-mexicano, Margarida-mexicana, Margaridão
    Origem: México
    Ciclo de Vida: Anual

    O Girassol-Mexicano é uma planta florífera anual, de porte arbustivo e textura herbácea, com a base do caule lenhosa. Ela é bastante ramificada e alcança em média de 1,2 a 1,8 metros de altura. Suas folhas são verde-escuras, cordadas, simples ou trilobadas. Os ramos e folhas da planta são cobertos por pêlos curtos e macios. As numerosas inflorescências são do tipo capítulo, solitárias, simples, com pétalas de cor laranja ou vermelha, muito vivas e brilhantes, e centro amarelo, semelhantes a girassóis e zínias.

    A floração inicia na primavera e segue pelo verão e outono, de acordo com a época de plantio. Produz frutos do tipo aquênio. Ocorrem ainda variedades anãs, que não passam de 75 cm, e são ideais para maciços e bordaduras. O Girassol-Mexicano, por seu porte arbustivo, tem um uso um pouco diferente de outras floríferas de jardim. Ele é ideal para pequenas cercas-vivas, dividindo áreas no jardim, ou em renques junto a muros e paredes externas.

    Sua capacidade de resistir à seca e ao calor faz do girassol-mexicano uma planta de eleição para jardins de inspiração desértica ou rochosos. Também pode ser utilizada como flor-de-corte, na confecção de arranjos florais e buquês. Suas flores produzem bastante néctar e são muito atrativas para abelhas e borboletas. Pode ser plantado em vasos. Deve ser cultivada sob sol pleno, em locais espaçosos, com solos bem drenáveis, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados regularmente.

    Aprecia o calor e é tolerante a curtos períodos de estiagem. Em solos excessivamente ricos, produz muita folhagem e poucas flores, enquanto que nos solos mais pobres, as florações são abundantes. Não tolera geadas, mas rebrota apartir de sementes na primavera.

    Multiplica-se por sementes, e é possível obter duas gerações da planta em apenas um ano plantando-a na primavera, ela florescerá e terminará o ciclo, reessemeando no verão. Fertilizações com fósforo e potássio estimulam o florescimento. Pode ser semeada diretamente no local definitivo ou em sementeira para posterior transplante.

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    Tillandsias
    Nome Científico:
    Tillandsia sp
    Nome Popular: Tillandsia
    Família: Bromeliaceae
    Origem: Américas
    Ciclo de Vida: Perene

    O gênero Tillandsia, é o maior entre as bromélias, perfazendo cerca de 400 espécies espalhadas desde a América do Norte até a Argentina. Elas ocorrem nos mais diversos habitats e podemos encontrá-las em áreas praticamente desérticas e até em densas florestas tropicais. São em maioria epífitas (vivem sobre as árvores), mas há muitas espécies rupícolas também (vivem entre rochas). As folhas das Tillandsia são em geral mais afiladas e curvadas do que as de outros gêneros de bromélias.

    Dividem-se em três principais grupos: As de folhas acinzentadas, que possuem folhas recobertas por minúsculas escamas, com a função de absorver água e que lhe conferem o aspecto prateado. Estas bromélias apreciam ambientes externos, com boa luz, ventilação e umidade do ar, mas não toleram o excesso de regas. Neste grupo estão as espécies mais resistentes a ambientes inóspitos e inclui as que vegetam sobre os fios de energia elétrica e telhados. A Barba-de-Velho ou Barba-de-Pau (Tillandsia. Usneoides) pertence a este grupo. Podemos cultivá-las sobre árvores e embora tenham crescimento lento, são muito rústicas e de belíssimas florações.

    O segundo grupo compreende as espécies de folhas parcialmente recobertas por escamas. Neste grupo, as plantas possuem folhas delgadas e com número menor de escamas, concentradas mais na base das folhas. Elas apreciam o clima mais ameno e a umidade. Também toleram maior percentual de sombra. A popular Tillandsia-Azul (Tillandsia Cyanea) pertence a este grupo. Ela possui uma bela inflorescência com brácteas róseas e flores azuis.

    O último grupo reúne as espécies de folhas macias. As bromélias deste grupo apresentam folhas mais largas e menos espessas. São em geral originárias de florestas úmidas tropicais. Também apreciam o clima mais ameno e sombra refrescante. São as que melhor se adaptam a ambientes internos. A espécie mais conhecida deste grupo é a Tillandsia Leiboldiana, com espiga ramificada, brácteas vermelhas e flores arroxeadas.

    O mais importante no cultivo das Tillandsias é respeitar a sua origem natural. Cada espécie tem sua particularidade e se conseguirmos reproduzir com maior fidelidade seu habitat, maiores serão as chances de sucesso. Ao adquirir um exemplar, verifique o nome botânico e procure saber todas as informações sobre o cultivo. Leve em consideração a luminosidade, a umidade do ar, a temperatura, a ventilação, a freqüência das regas e o substrato.

    As bromélias são em geral bastante rústicas e não será difícil descobrir o que elas gostam. Plantas rupícolas vão apreciar substratos leves, arenosos e com pouca capacidade de retenção de água. Da mesma forma as epífitas gostarão de locais mais sombreados e substrato que se mantenha úmido, como sfragno (espécie de alga marinha)  e fibra de côco. Todas vão apreciar um substrato bem drenável e regas foliares regulares com água potável. Multiplicam-se por sementes e por divisão das brotações que surgem em torno da planta mãe.

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    Thunbergia Alata
    Nome Científico: Thunbergia Alata
    Nome Popular: suzana-dos-olhos-negros, cipó-africano, jasmim-da-itália, bunda-de-mulata, olho-de-poeta, cu-de-cachorro, carólia, jasmim-sombra, erva-cabrita
    Origem: África do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    Esta trepadeira, apesar de ser perene, pode ser utilizada como anual. É rústica e apresenta caule volúvel de crescimento rápido. Suas flores são amarelas, com o centro preto, muito ornamentais, porém há variedades de flores de coloração branca, rósea, vermelha, creme e laranja e uma variedade de flores completamente amarela.

    Suas folhas são pecioladas sagitadas, com alguns recortes pouco profundos.

    No paisagismo, é bastante utilizada para cobrir rapidamente cercas, treliças e pergolados, assim como esconder estruturas e objetos indesejados. Devido ao potencial invasivo é considerada planta daninha em determinadas situações.

    Deve ser cultivada a pleno sol e não é muito exigente quanto ao solo, devendo ser fertilizada com fontes de fósforo e potássio para uma intensa floração. Tolera a salinidade e não tolera geadas. Não necessita tutoramento. Multiplica-se por sementes.

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    Sphagneticola Trilobata
    Nome Científico:
    Sphagneticola Trilobata
    Nome Popular:
    Vedélia, picão-da-praia, mal-me-quer
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida:
    Perene

    A vedélia é uma margaridinha nativa do litoral brasileiro, muito vistosa e rústica. A ramagem rasteira e ramificada apresenta folhas trilobadas de coloração verde-escura, que acentuam o contraste com as pequenas inflorescências completamente amarelas.

    Como outras flores da família Asteraceae, as flores verdadeiras são muito numerosas e se aprensentam em capítulos solitários. A floração ocorre durante todo o ano. Devido ao seu comportamento estolonífero e rasteiro, é muito utilizada como forração, para proteger taludes e barrancos.

    Mas também pode embelezar canteiros e bordaduras, assim como vasos e jardineiras. Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, regada a intervalos regulares.

    Muito rústica, tolera umidade excessiva, alagamentos ou seca, sendo bastante apropriada para jardins praianos. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura das mudas.

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    Petunia Integrifolia
    Nome Científico: Petunia Integrifólia
    Nome Popular: Petúnia-perene
    Origem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    As petúnias-perenes são mais rústicas que as demais petúnias. Embora chamadas de perenes, elas necessitam reformas anuais dos canteiros. Suas flores são menores, no entanto não perdem em beleza, além disso são muito numerosas e sempre arroxeadas.]

    O florescimento se estende por todo o ano. Presta-se à formação de canteiros, maciços e bordaduras, assim como em vasos e floreiras. Deve ser cultivada a pleno sol. As fertilizações periódicas com composto orgânico com NPK, favorecem intensas florações, e a irrigação deve ser periódica.

    Tolera o frio e à meia sombra. dever ser tratada como anual, pois perde a beleza com o tempo.

    Multiplica-se por estacas semi-lenhosas postas a enraizar em ambientes protegidos.

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    Gynura Sarmentosa
    Nome Científico: Gynura Sarmentosa
    Nome Popular: Veludo-roxo
    Família: Aceraceae
    Origem: Java
    Ciclo de Vida: Perene

    Para quem não tem espaço para grandes jardins , esta planta tão fora do comum é a escolha ideal para um vaso bonito. Não necessita de muitos cuidados e quando cresce deixa cair os seus ramos para o chão ficando suspensos .

    Por ter as folhas tão aveludadas , tem tendência a agarrar mais pó do que as plantas de folha lisa , algo que se resolve bem com recurso a um pincel macio e um pouquinho de paciência , mas o resultado vale bem a pena pois ” fica como nova ” verdinha e brilhante .

    No Verão dá umas flores amarelas e pequenas que junto á cor roxa das suas folhas a tornam ainda mais bonita. Deve ser cultivada a meia sombra com bastante luminosidade. As regas devem ser realizadas a cada 15 dias em média, observando-se a manutenção da umidade sem encharcar.

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