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  • Crescentia Cujete

    Nome Científico: Crescentia Cujete
    Nome Popular: cuité, coité, cabaceira, cuieira
    Família: Bignoniáceas
    Origem:
    América Tropical e Antilhas
    Ciclo de Vida:
    Perene

    Árvore perene de porte médio de até 12 metros de altura com ramos longos, pendentes e cobertos por folhas em toda a sua extensão. As folhas são simples, inteiras, alongadas, de diversos tamanhos, cor verde-escura e brilhante.

    Não forma uma copa frondosa. As flores são relativamente grandes, hermafroditas (têm os dois sexos na mesma flor), formadas ao longo do tronco e ramos de cor branco-amarelada. Os frutos são ovóides ou arredondados, cor verde-clara, com 15 a 30 centímetros de diâmetro.

    As cascas dos frutos tornam-se marrom-negros quando maduros e bem duros. A polpa é amarelada e contém muitas sementes. A planta se desenvolve e frutifica bem em condições de temperatura quente a amena, não tolera regiões frias sujeitas a geada.

    A propagação é feita principalmente por sementes e pode ser feita também por enraizamento de estacas. A planta tem um lento crescimento, mas após alguns anos produz vários frutos grandes arredondados que despertam curiosidades.

    A planta é adequada para plantio em parques e jardins, pelo exotismo de seus frutos gigantes, semelhantes à melancia, no tronco e nos ramos. As sementes podem ser consumidas, se cozidas ou torradas.

    A polpa pode ser usada no preparo de xarope. Os frutos, depois da retirada da polpa e secos, podem ser usados como recipientes domésticos, chocalhos, cuias, pratos e colheres rústicos.

    corujinhas

    Gailardia
    Nome Científico:
    Gaillardia x Grandiflora
    Nome Popular: Gailárdia, laço-espanhol
    Origem: América do Norte
    Ciclo de Vida: Perene

    Da mesma família das margaridas e dos girassóis, as gailárdias são muito populares nos Estados Unidos. Ocorrem cerca de 24 espécies diferentes de Gaillardia, que cruzadas entre si, produzem excelentes híbridos para o jardim. Entre as espécies mais importantes estão a G. pulchella e a G. aristata.

    Destes híbridos podemos obter variadades anãs, eretas ou rasteiras, de flores simples ou dobradas, pequenas ou grandes e com cores diferenciadas. As flores da Gailárdia, estão reunidas em capítulos solitários, com o centro vermelho ou arroxeado e extremidades amarelo-alaranjadas.

    As folhas são alongadas e pilosas. Prestam-se para a formação de maciços e bordaduras, conferindo um estilo campestre à paisagem. Requer reformas anuais ou bianuais dos canteiros, de acordo com a variedade. A floração ocorreu durante à primavera e verão. Devem ser cultivadas à pleno sol, em solo fértil e bem drenados, com regas regulares.

    Tolerante à salinidade, adapta-se muito bem ao litoral. Pouco tolerante ao frio intenso. Multiplica-se por sementes e por divisão da planta.

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    Oncidium Aloha

    O que  fazer para que as orquídeas dêem flor?
    Orquídeas preferem ambientes úmidos, arejados e iluminados, mas não devem receber luz direta do sol. Ar condicionado e muito vento também não fazem bem.

    Para garantir sua durabilidade é preciso hidratá-la com borrifos de água uma vez por semana. Manter a planta em xaxins e vasos de fibra também ajuda.

    Não é recomendado apoiar a planta em pratos nem utilizar regador, já que o excesso de água facilita a proliferação de fungos nas raízes, que logo apodrecerão, matando a planta.

    Lembre-se de que folhas amareladas indicam excesso de luz, enquanto folhas escuras revelam a sua falta. Se a orquídea perder as flores, basta manter os cuidados para que ela floresça novamente dentro de alguns meses.

    Como ter um jardim em casa?
    O primeiro passo na hora de montar um jardim é escolher o local mais adequado, analisando a incidência de luz, a aeração e a qualidade do solo.

    Em seguida, meça a área e faça um rascunho de como quer que o jardim fique. Se já existirem plantas no local, será preciso verificar se elas podem ser aproveitadas, se terão de ser descartadas ou transplantadas.

    No croqui, posicione as plantas que deseja ter e fazer uma tabela das espécies separando-as por porte e quantidade de mudas necessárias. Liste também os materiais necessários para a implantação, como terra, adubo, calcário, pedras, ferramentas, etc.

    Quando se deve podar a plantas?
    Recomenda-se podar após o período de florescimento ou de frutificação da espécie. Caso a planta floresça o ano todo, pode-se podar no período de seca, quando a planta apresenta baixo metabolismo.

    Que ferramentas  usar para a poda?
    A escolha da ferramenta para podar depende da espécie e da grossura da parte da planta a ser eliminada. As ferramentas mais utilizadas são: aparador de cerca-viva, tesoura de poda, serrote de poda, tesoura de grama e cortador de grama.

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    Canforeiro

    Nome Científico: Cinnamomum Camphora
    Nome Popular: Canforeiro. Arvore de Cânforo
    Origem: Oriente
    Ciclo de Vida: Perene

    O canforeiro é uma árvore pertencente à família Lauraceae e ao gênero Cinnamomum, o mesmo da árvore que produz a canela. Esta árvore é nativa de algumas regiões do Extremo Oriente, particularmente do Taiwan, do Japão e da China meridional.

    Esta árvore é a origem da cetona conhecida como cânfora, uma substância branca, cristalina, com um forte odor característico e obtida a partir da seiva. A extração é feita pela oxidação do pineno (parte principal da essência de terebentina). É uma combinação acíclica.

    Apresenta-se em grandes massas brancas, grano-cristalinas, translúcidas de cheiro particular penetrante e de um sabor um tanto amargo. É pouco solúvel na água, dissolvendo-se facilmente no álcool, éter e demais solventes orgânicos. Volatiliza-se desde a temperatura comum.

    É usada na fabricação de celulóide e de pólvora sem fumaça. Conhecida desde a antiguidade, a cânfora é utilizada como incenso e no preparo de medicamentos. Extrai-se a cânfora submetendo-se a madeira, a casca e as folhas pulverizadas da canforeira a destilação por arraste de vapor.

    A cânfora é uma substância sólida à temperatura ambiente, de textura cerácea e aroma forte e penetrante.

    Diz-se que seu cheiro é inibidor de aranhas e traças. Para tanto, é recomendável a diluição em álcool para o seu borrifamento nas paredes e armários.

    árvores

    Bulbine Frutescens
    Nome Científico: Bulbine Frutescens
    Nome Popular: Bulbine, cebolinha-de-jardim
    Família: Asphodelaceae
    Origem: África do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    A bulbine é uma pequena planta herbácea, sem caule, de raízes tuberosas e com folhagem e florescimento ornamentais. Suas folhas suculentas, verdes, alongadas e cilíndricas formam uma touceira a partir da base e são muito semelhantes as folhas de cebola.

    As inflorescências em rácemo despontam acima da folhagem, durante a primavera e o verão, ou até mesmo durante o ano todo em regiões quentes. Na espécie típica, as flores são inteiramente amarelas, no entanto já é muito popular também a variedade de flores laranjas “Hallmark”.

    Em ambas as variedades o centro tem um aspecto de tufo de pêlos, devido aos longos e finos estames amarelos. A bulbine é uma planta muito decorativa, mesmo quando está sem flores, e é apropriada para o plantio em maciços, canteiros, bordaduras ou grupos irregulares, além de vasos e jardineiras.

    É versátil e pode se encaixar em diversos estilos de jardins, mas principalmente em jardins tropicais ou de pedras, com outras plantas suculentas e cactus. Também é muito rústica, exigindo pouca manutenção, que restringe-se a adubações anuais, ao corte das plantas que estejam muito altas, com replantio e remoção das inflorescências secas.

    Sua floração atrai abelhas. Deve ser cultivada a pleno sol ou sombra parcial, em solo fértil, bem drenável e enriquecido com matéria orgânica, com regas periódicas. Tolerante à seca e a uma ampla faixa climática.

    Capaz de suportar o frio mesmo que suas folhas sejam danificadas, pois têm uma excelente capacidade de rebrotar na primavera. Multiplica-se por divisão das touceiras e por sementes.

    beija flor

    Erva-de-gato - Nepeta sp
    Nome Científico: Nepeta sp
    Nome Popular:
    Erva-de-gato, Menta-de-gato, Hortelã-de-gato, Hera-persa, Gatária, Bombocado-de-gato
    Família: Lamiaceae
    Origem: Europa, Ásia e África
    Ciclo de Vida: Perene

    O gênero Nepeta apresenta cerca de 250 espécies. As plantas deste gênero são conhecidas como erva-de-gato, devido ao efeito que provocam nos felinos. Essas plantas possuem uma substância ativa chamada Neptalactone que age como um feromônio, atraindo, relaxando ou estimulando a maioria dos felinos. As espécies mais cultivadas de Nepeta são a N. cataria (erva-de-gato verdadeira), a N. grandiflora (erva-de-gato gigante) e a N. faassenii (erva-de-gato ornamental).

    As ervas-de-gato são plantas herbáceas, em sua maioria perenes, com hastes fortes, eretas, ramificadas que medem cerca de 50 a 100 centímetros de altura. Apresentam folhas opostas, rugosas, de cor verde-acinzentada e muito aromáticas. As inflorescências são terminais, em espiga, com numerosas flores bilabiadas, tubulares, azuis, brancas ou violáceas, que se formam na primavera e verão. A floração é bastante atrativa para as abelhas e borboletas.

    A erva-de-gato é apropriada para o plantio isolado ou em grupos, formando maciços densos e bordaduras, ao longo de caminhos ou demarcando áreas. Ela é muito democrática e vai bem em diversos estilos de jardim, sendo muito popular nos de estilo “country” (jardim campestre ou de casa de campo), mediterrâneos, sensoriais e rochosos. Serve ainda como forração, sendo apropriada para taludes. A erva-de-gato têm um aspecto arredondado natural e apresenta baixa manutenção. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Depois de bem estabelecida é tolerante a curtos períodos de estiagem. Não tolera encharcamentos. Após a floração, deve-se podar abaixo das flores murchas, estimulando assim seu desenvolvimento. Apesar de perene, pode perder a beleza com o tempo, devendo ser replantada a cada 3 anos. Multiplica-se por sementes e por divisão da ramagem na primavera e verão.

    Medicinal
    Indicações: cólicas abdominais, bronquite crônica, catarro bronquial, inflamações, febre, hidropsias, insônia, resfriados, tosse, dismenorréia.
    Propriedades: Analgésica, anticatarral, antiespasmódica, calmante, carminativa, emenagoga, estomáquica, expectorante, antitérmica, sedativa.
    Partes usadas: Folhas, flores e ramos.

    botão de rosa vermelha

    Bromeliaceas

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    Origem do nome:
    A Bromélia é uma planta ornamental cujo nome origina-se do Grego: BROMOS, que significa Manjar – Comida Saborosa. Grande é o número de espécimes abrangidos pela família das Bromeliaceae, são mais de 400. Os frutos são mais aromáticos que as flores. Umas das espécimes mais conhecidas nacionalmente é o Abacaxi, seguida do Ananás e por fim a Macambira.

    Macambira:
    É uma planta da família das bromeliáceas. Está presente nas áreas secas do Nordeste, desde a Bahia até o Piauí. Tem raízes finas, caule de forma cilíndrica e as folhas (constituídas de duas partes distintas: base dilatada e limbo) distribuídas em torno do caule. O tamanho da planta é variado e o seu fruto é uma baga de três a cinco centímetros de comprimento e diâmetro variando de 10 a 20 milímetros.

    Quando maduras, as bagas são amarelas, lembrando um cacho de pequenas bananas. A Macambira cresce debaixo de outras árvores ou nas clareiras, formando pequenas ou grandes touceiras. Só é aproveitada na alimentação dos animais (ou até mesmo do homem) durante os longos períodos de seca. Da base das folhas é extraída uma massa, da qual se fabrica um tipo de pão.

    Utilização:
    Muito procurada para decorar ambientes internos e externos. As Bromélias vêm sendo muito utilizadas para compor jardins tropicais e temáticos, decorar fontes, cascatas e em arranjos e vasos. Por suas cores e formas.

    As bromélias são plantas naturais das Américas, particularmente da América do Sul, onde se encontram cerca de 2 mil das 3 mil espécies conhecidas. No Brasil existem cerca de 1.500 espécies, especialmente na mata atlântica, segundo a Sociedade Brasileira de Bromélias. Com exceção de uma única espécie: Pitcairnia feliciana, que é originária da Guiné, África.

    São classificadas em 56 famílias ou gêneros e divididas em três grupos: as que se fixam em árvores (epífitas), as rupícolas (em pedras e rochas) e as terrestres, de solo. Em nenhum caso elas são parasitas, pois mesmo as epífitas são autônomas, retiram toda sua nutrição no ar úmido.

    Geralmente, suas folhas tem base mais alargada, bainha foliar, tornando-a capacitada para acumular água das chuvas e detritos orgânicos. Por isso, a roseta foliar é chamada de tanque ou cisterna. As cisternas desempenham um papel de charcos e lagos suspensos, com microfauna e microflora especiais, além de macroflora e macrofauna. Encontramos no meio bromelícola lagartixas, sapos, formigas, beijas -flores e até pequenas cobras.

    As bromélias coabitam com as orquídeas, sendo que estas últimas introduzem suas raízes entre as folhas das bromélias onde têm suprimento constante de água e alimento. Existem outras plantas aeráceas que dependem do meio aquário das bromélias.

    A capacidade de adaptação a fatores ambientais muito variáveis permitiu que as bromélias habitassem os meios mais diversos. Algumas espécies tiveram suas populações limitadas à áres restritas. Por isso, o endemismo é marcante nessa família. No Rio de Janeiro 44,5 % das 314 éspecies existente são exclusivas.

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    Aechmea Chantinii

    Nome Científico: Aechmea Chantinii
    Nome Popular: Bromélia Zebra
    Ciclo de Vida: Perene

    A Aechmea Chantinii é uma bromélia do gênero Aechmea, de porte herbáceo e é muito usada na ornamentação de paisagens domésticas. Com faixas transversais brancas sobre o fundo verde na parte adaxial e roxo escuro numa parte abaxial da folha. Cultivada geralmente de forma isolada em vasos, a planta tem preferência por ambientes de meia-sombra, com substrato permeável irrigado.

    Sua reprodução se dá por brotamento do rizoma e por sementes. Seu tamanho pode variar entre 40 e 80 cm.

    Esta linda espécie da Amazônia consiste de uma roseta aberta com aproximadamente uma dúzia de folhas, as quais tem de 5 cm de largura e 30  cm de comprimento.

    Apresenta uma densa inflorescência de flores vermelhas e amarelas, rodeada de brácteas vermelho vivo. Eventualmente pode ser usada como planta de interior.

    Sua origem remonta à região sul do continente americano.

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    Mimosa Flocculosa

    Nome Científico: Mimosa Flocculosa
    Nome Popular: Bracatinga-rósea, Bracatinga-de-campo-mourão, jurema
    Origem: Brasil e Paraguai
    Ciclo de Vida: Perene

    A bracatinga-rósea é uma arvoreta ramificada de folhas verde-prateadas, nativa do Brasil. As folhas são típicas da família das mimosas, assim como na caliandra e na albizia, elas são compostas, com folíolos pequenos. As inflorescências são terminais e ramificadas, com capítulos de coloração rósea, felpudos devido aos numerosos estames.

    A floração da bracatinga ocorre verão e dá origem a frutos do tipo vagem que amadurecem em de julho a outubro. O crescimento é rápido no primeiro ano após plantio, atingindo 2 a 4 m de altura. Pode ser plantada isolada ou em grupos, formando belos contrastes com outras plantas no jardim, devido à coloração de sua folhagem.

    Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e regas regulares.

    Adapta-se melhor a solos úmidos, como planta palustre em lagos e córregos, do que em solos drenados, onde sua sobrevivência é baixa. Tolerante ao frio. Multiplica-se sementes.

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    Bulbophyllum Medusae

    Essa Orquídea é considera o sonho de consumo de muitos Orquidófilos. Epífita e nativa da Tailândia, Borneo e Filipinas. O Bulbophyllum Medusae – recebeu o nome popular – Orquídea Medusa – em alusão ao formato da cabeça de Medusa a criatura da mitologia Grega.

    Durante os meses de março a setembro, a espécie produz flores com formato inusitado. Muito delicadas, elas apresentam labelos com máculas amareladas, cujas sépalas transformaram-se em longos fios de cor quase Alba. Medem 20 cm de comprimento e se parecem com cabelos humanos.

    A haste floral chega a 15 cm de comprimento  e a planta cresce até 20 cm de altura. Quando bem cuidada, a Orquídea Medusa pode florescer mais de uma vez ao ano. Essa exótica Orquídea aprecia clima tropical quente e úmido. Seu cultivo deve ser a meia sombra em ambientes ventilados.

    Necessita de substrato próprio para orquídeas e adubações quinzenais com NPK 20-20-20. A cada dois meses use adubos orgânicos do tipo bocache.

    Plantas adultas podem ser encontradas à venda no Orquidário 4 Estações. Site: www.orquidario4e.com.br.

    pinheirinhos