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  • frutíferas

    É possível cultivar algumas espécies frutíferas em vasos, obedecendo a algumas exigências básicas, dá para ter em casa plantas como pitangueiras, romãzeiras e até jabuticabeiras em vasos.

    Tudo começa com a escolha da espécie: as que mais se adaptam a esse tipo de cultivo são:
    - Acerola
    - Romãzeira
    - Pitangueira
    - Limoeiro
    - Jabuticabeira

    Para que estas árvores cresçam fortes e sadias elas precisam de:

    Muito espaço - Uma das principais exigências é que as frutíferas precisam de espaço suficiente para crescer e se desenvolver bem. Então, procure escolher um vaso bem grande, bem espaçoso, para que as raízes cresçam sem problemas. Não se preocupe com o formato – redondos, quadrados, retangulares, o importante mesmo é que os recipientes sejam bem espaçosos.

    Boa drenagem - Quando for preparar o vaso para o plantio, é fundamental garantir um bom sistema de drenagem para escoar a água das regas. Antes de colocar a mistura de terra, coloque uma camada de argila expandida no fundo do vaso.

    Uma mistura nutritiva – Prepare a mistura de solo da seguinte forma: 1 parte de terra vegetal, 1 parte de húmus de minhoca e 1 parte de areia. Encha o vaso com a mistura até mais ou menos a metade e ajeite a muda de forma que ela fique na altura adequada à borda do vaso. Se for preciso, abra mais a cova ou coloque mais terra para chegar na altura desejada.

    Lembre-se de fazer a tarefa com cuidado, preservando o torrão de terra da muda, pois ele protege as raízes. Agora complete o vaso com a mistura de terra e faça uma rega abundante.

    Um local protegido no início – Terminado o plantio, é recomendável cobrir a superfície da terra com pedriscos: além do vaso ficar mais bonito, a cobertura protege e mantém a umidade. E por falar em proteção, no início, a planta deve ficar num local arejado, mas longe dos ventos fortes. Além disso, nesse período inicial do plantio da muda, ela deve receber bastante sol, mas nos horários mais amenos, de preferência na parte da manhã.

    Depois, é preciso sol direto e boa nutrição – Após o período de adaptação, a planta deve receber diariamente pelo menos 4 horas de luz solar direta.
    É preciso também cuidar da nutrição das frutíferas. No cultivo em vasos, as adubações devem ser realizadas com maior freqüência e adequadas à espécie escolhida.
    De forma geral, dê preferência às adubações orgânicas com esterco curtido, torta de mamona, húmus de minhoca, etc.

    jardineiros

    bambu mossó

    Bambu é o nome que se dá às plantas da sub-família Bambusoideae, da família das gramíneas (Poaceae ou Gramineae). Essa sub-família se subdivide em duas tribos, a Bambuseae (os bambus chamados de lenhosos) e a Olyrae (os bambus chamados herbáceos).

    As opiniões variam muito e novas espécies e variedades são acrescentadas ano a ano, mas calcula-se que existam cerca de 1250 espécies no mundo, espalhadas entre 90 gêneros, presentes de forma nativa em todos os continentes menos na Europa.

    Habitam uma alta gama de condições climáticas (zonas tropicais e temperadas) e topográficas (do nível do mar até acima de 4000 ms). O bambu possui caules lenhificados utilizados na fabricação de diversos objetos como instrumentos musicais, móveis, cestos e até na construção civil, onde é utilizado em construções de edifícios a prova de terremotos.

    Bambu Mossô (Phyllostachys pubescens) – espécie pertencente à família das Gramíneas, originário da Ásia, não forma touceiras, com seu caule tortuoso e curvilíneo pode ser cultivada como planta isolada em vasos ou jardins e, ainda, resulta num visual muito exótico e interessante, obtido com técnicas especiais de cultivo. Aqui no Brasil, ele pode ser cultivado em qualquer região do Brasil, pois se adapta bem a qualquer tipo de clima.

    O formato tortuoso do caule deste bambu não é natural, é obtido com a ação de uma técnica e da arte das mãos humanas. Como a planta pode atingir 10 metros de altura, foi necessário reduzir seu tamanho e modificar o seu porte. Assim foi desenvolvida uma técnica para flexionar o caule do bambu-mossô. Quando a planta ainda está se desenvolvendo, remove-se as “cascas” que o revestem do caule, para que este fique mais flexível e maleável, permitindo que ele possa ser conduzido com facilidade.

    Daí, é possível amarrá-lo e puxá-lo para a posição que desejamos, prendendo-o a algum suporte lateral. Após surgirem as primeiras folhas, a planta mostra sinais de que está entrando em sua fase de amadurecimento. É o momento em que o caule vai enrijecendo e assumindo o formato obtido com a amarração. Depois que assume definitivamente esse formato, a planta pode ser transferida para o local definitivo. Essa técnica é que cria as apreciadas curvaturas que caracterizam os caules do bambu-mossô e lhe dão uma aparência de “escultura”.

    O ideal é o cultivo sob sol pleno, mas o bambu-mossô também pode ser cultivado em ambientes internos, próximo a uma grande janela ou à porta de vidro da sala, por exemplo, onde receba bastante luminosidade natural. Recomenda-se solo fértil e com boa drenagem. A mistura de solo deve receber 1 parte de composto orgânico ou húmus de minhoca para aumentar a fertilidade. No jardim, o plantio deve ser feito em covas de 40 x 40 x 40 cm.

    Para o plantio em vasos, recomenda-se escolher os de bom tamanho, com diâmetro de 40 a 50 cm. Em média, regar uma vez por semana é suficiente. Aplicar fertilizante NPK 10-10-10, seguindo as orientações da embalagem, a cada 3 meses. A planta se reproduz lançando os brotos a partir de um caule subterrâneo (colmo). Para evitar que o bambu-mossô se alastre pelo jardim, recomenda-se separar o colmo e plantá-lo, se desejar, em outro local.

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    Kalanchoe_blossfeldiana

    Calanchoê, Flor-da-fortuna (Kalanchoe blossfeldiana) – Planta suculenta perene-anual da família das Crassulaceae , Angiospermae nativa de Madagascar, de folhas com margens rendadas. O calanchoê tem um significado especial, considerada a flor-da-fortuna e da felicidade é muito presenteada entre amigos e parentes.
    Suas flores podem ser simples ou dobradas de muitas cores diferentes, com grande durabilidade.
    Plantadas em vasos têm sua beleza exaltada, porém podem ser plantadas no jardim formando maciços e bordaduras, acrescentando um colorido original. Apesar de perene, deve ser tratada como anual por perder a beleza, salvo em algumas variedades.
    Devem ser cultivado a pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem drenável, com regas regulares. Tolerante ao frio.

    kalanchoê-fantasma

    Calanchoê-fantasma (Kalanchoe fedtschenkoi) – Planta suculenta perene da família das Crassulaceae , Angiospermae nativa de Madagascar.
    Parente próxima do Calanchoê, o Calanchoê-fantasma se diferencia principalmente pelas cores, que são naturalmente acinzentadas a acastanhadas.
    É um planta suculenta, de folhas carnosas com margens rendadas.
    Suas flores alaranjadas são viradas para baixo, como em um lustre e se formam durante os meses mais frios.
    Devido à sua coloração diferenciada destacam-se no jardim e formam contrastes interessantes com as outras plantas. Sua utilização paisagística é ampla, formando maciços e bordaduras ou compondo com jardins de pedra. Devem ser cultivados a pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem drenável, com regas regulares.
    Tolerante ao frio. Multiplica-se por estacas.

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    Plantas de forração ou folhagens são plantas com crescimento horizontal sensivelmente maior do que o vertical, que servem para cobrir a superfície do solo e que são distintamente diferenciadas dos gramados por serem geralmente intolerantes a insolação direta e ao pisoteio.

    Possuem a função de ornamentar, proteger o solo contra as erosões originadas do vento e das chuvas, serve para quebrar a monotonia de extensos gramados, forma desenhos ou emblemas e aumenta as opções de escolha e as possibilidades de soluções paisagísticas devido as diferentes texturas e cores das folhas.

    Exemplos:

    Maranta-pena-de-pavão ( Maranta leuconeura kerchoveana)

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    lanta perene da família das Marantaceae , Angiospermae nativa da América Tropical. Folhagem excelente como forração em áreas semi-sombreadas. As folhas ornamentais são ovais com manchas escuras e com o verso branco. As flores são brancas e discretas e não tem importância ornamental. Muito utilizada para cobrir o solo sob copas de árvores. Pode ser cultivada em vasos também. Devem ser cultivadas sempre a meia-sombra, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica mantido úmido. Em geral é uma planta rústica mas é sensível à falta de água. Não é tolerante a geadas. Pode ser cultivada em todo o país. Multiplica-se por divisão da planta, desde que cada muda seja completa, isto é com folhas, rizoma e raízes.P

    Asplênio (Asplenium nidus)

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    Planta perene da família das Aspleniaceae , Pteridophyta nativa da Ásia. Com folhas inteiras, que nascem enroladas e tornam-se grandes e de textura coriácea, o asplênio é uma planta epífita, isto é, desenvolve-se sobre outras plantas. No entanto, pode ser cultivada em vasos e canteiros, desde que em locais sombreados.Seu substrato deve reter umidade e ser rico em matéria orgânica. Apresenta crescimento lento, sendo que sua altura pode variar entre 20 e 50 cm. O asplênio não resiste ao frio e à insolação direta.Fica muito bem se utilizada em vasos para interiores. Pode-se fazer maciços ou composições com outras epífitas em jardins de inverno e exteriores.

    Jibóia (Scindapsus aureus)

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    Esta planta, bastante conhecida, cresce em abundância, às vezes invadindo caminhos e outras plantas, necessitando de controle do crescimento. Agarra-se em troncos de árvores e em muros. Suas folhas possuem listras de um amarelo-ouro que contrastam com fundo verde-vivo. A multiplicação é fácil, por galhos que enraizam até em água. O sol direto queima as folhas, sendo os locais sombreados mais indicados para seu cultivo.

    Aspargo-pluma (Asparagus densiflorus)

    aspargo-pluma

    Também conhecida como aspargo-rabo-de-gato, esta planta perene pertence à família das Liliaceae, Angiospermae nativa da África do Sul. Com aspecto de pluma, este aspargo conquistou os jardins brasileiros. É uma bela folhagem, composta de vários ramos, com folhas em forma de espinhos e pseudofolhas em forma de agulha, que se distribuem de maneira uniforme por toda a extensão da “pluma”.De aspecto delicado, é uma planta relativamente rústica, que pode ser plantada em vasos e jardineiras, bem como adornando canteiros e conjuntos. As flores brancas e pequenas tem importância ornamental secundária. O aspargo-pluma deve ser cultivado à meia-sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolerante ao frio. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura completa da planta, isto é: folhas e raízes.

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    vasos_fibra_coco

    Vocês sabem que o uso dos xaxins foi proibido já tem algum tempo. Em função disso desenvolveu-se um sistema em que a fibra do coco misturada à seiva da seringueira, forma um material que se converte em vasos, placas, mantas, painéis, e muita coisa mais. Com esse material é possível construir um jardim vertical a baixo custo, que atua como uma proteína, facilitando o crescimento e enraizamento das plantas. É durável, permeável, um fungicida natural e que vai manter suas plantas saudáveis.

    placa_com_vaso
    Observem nas fotos como os painéis com vasos foram montados uns sobre os outros.

    Como fazer?
    1 – Impermeabilize muito bem a parede que irá revestir. Existem produtos apropriados para isso;
    2 – Escolha, o tamanho de sua parede, a forma de aplicação, se painéis ou placas com vaso;
    3 – Fixe as placas na parede usando parafusos;
    4 – Se desejar, instale mangueiras de irrigação. Se a parede for alta, isso facilitará a sua vida. Nesse caso consulte um especialista;
    5 -  Coloque terra, adubo e plante suas plantas preferidas da forma tradicinal.

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    O bom é que a água que escoa desde lá de cima, cairá sobre o vaso embaixo e assim até o chão. Se a sua parede é externa não há nenhum problema. Se for numa varanda, acople canaletas reservatórias na base da sua parede para controlar o excesso de água das regas.

    As plantas mais indicadas para criar volume e dar vista a um jardim vertical, são os aspargos e as ripsalis, que quase nem precisam de terra. Tem também as samabaias.

    Na medida que crescem, dão vista e fecham os espaços entre os vasos. Mas você pode colocar as flores que desejar, como orquídeas, por exemplo, intercalando com os aspargos. Consulte sempre seu jardineiro sobre a melhor forma de adubar as suas plantas e preste atenção na quantidade de luz que sua parede recebe. Isso é muito importante.

    Tenha em sua mente que as plantas e flores levarão algum tempo para chegarem ao resultado pretendido, mas o esforço e a paciência valerão à pena.

    Gente, agora é com vocês. Se alguém aí já fez um jardim vertical com outra solução, escreva contando, porque a Silvia gostaria de conhecer outras opções. E eu também.

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    As Tulipas

    tulipas
    O gênero Tulipa inclui cerca de 100 espécies originais de plantas bulbosas, mas os vistosos híbridos são considerados mais próprios para serem cultivados como plantas de interior. Os mais decorativos, possuem folhas pequenas, pedúnculos curtos e flores grandes. Os bolbos da maioria das variedades têm 4-5cm de diâmetro, são arredondados ou ovais com a extremidade pontiaguda e apresentam-se cobertos por uma fina membrana castanha que se rasga facilmente, revelando sob ela um bolbo cor de creme. Um pedúnculo ereto, encimado por uma ou várias flores em forma de taça, nasce do vértice do bolbo. As flores, singelas (com um máximo de seis pétalas) ou dobradas (com várias camadas de pétalas), são geralmente cor de rosa, vermelhas, roxas, amarelas, cor de laranja ou brancas, mas estas cores são por vezes sombreadas de verde ou raiadas ou listradas numa grande variedade de combinações. As folhas das tulipas, habitualmente poucas (duas ou três), carnudas e vagamente lanceoladas, medem 15-25 cm de comprimento e 4-6cm de largura. As tulipas mais apropriadas para serem cultivadas em interior são as que florescem no Inverno. Normalmente, dividem-se em dois grupos: as tulipas singelas temporãs e as tulipas dobradas temporãs.

    Espécies aconselháveis
    Singelas temporãs – incluem as seguintes variedades; T.’Bellona‘(amarelo-dourado); T. ‘Brilliant Star‘ (escarlate); T.’Couleur Cardinal‘ (vermelho-alaranjado); T.’Diana’ (branco); T.’Pink Beauty‘ (rosa-escuro manchado de branso); e T.’Van der Neer‘ (roxo-escuro).

    Dobradas temporãs – incluem as seguintes variedades: T.’Electra‘ (cor-de-rosa-carmim, com pétalas marginadas de cor-de-rosa mais claro); T.’Madame Testout‘ (cor-de-rosa forte); T.’Marechal Niel’ (amarelo com manchas cor de laranja; T.’Peach Blossom‘ (cor-de-rosa); T.’Scarlet Cardinal ( escarlate) e T.’Schoonoord’ (branco).

    Cuidados
    Plante os bolbos das tulipas no princípio do Outono para obter flores desde os meados até ao fim do Inverno. Use quer recipientes estanques, quer vasos com orifícios de drenagem. Plante cinco ou seis bolbos juntos – sem que se toquem – de forma que apenas os seus vértices apareçam à superfície da mistura, que deve estar bem úmida. É igualmente indicada quer uma mistura à base de turfa, quer uma mistura própria para bolbos ( composta de duas partes de concha de ostra esmagada, uma parte de carvão vegetal esmagado e seis partes de turfa). Se utilizar esta última, umedeça-a bem, mas esprema o excesso de água antes de plantar os bolbos.

    Coloque os bolbos plantados num local escuro onde a temperatura nem ultrapasse 10ºC, nem desça abaixo de 0º. A ausência de luz e calor é essencial ao bom desenvolvimento do sistema radicular antes do desenvolvimento da folhagem. Os jardineiros comerciais enterram os seus recipientes no chão, no exterior, sob uma espessa camada de turfa umedecida. Caso tal não seja possível, encerre cada recipiente num saco de plástico preto e coloque-o numa varanda à sombra ou no parapeito de uma janela onde também não bata o sol. Regue a mistura, tantas vezes quanto as necessárias, para a manter úmida mas não ensopada. Não adube.

    Mantenha os bolbos no escuro e no fresco até as folhas atingirem 5-7,5cm de comprimento (provavelmente ao fim de oito a dez semanas). A partir de então, destape os recipientes e exponha gradualmente as plantas à luz média e a temperaturas ligeiramente mais elevadas. Regue quando necessário, como anteriormente, e mantenha as plantas num ambiente relativamente fresco (se possível, abaixo de 16ºC) até que os pedúnculos atinjam um comprimento mínimo de 7-10cm e os botões florais se encontrem já bem afastados da folhagem. À medida que cresce, a planta aguenta temperaturas mais elevadas, mas não sujeite as tulipas a temperaturas muito superiores a 16ºC. A 13-16ºC as flores permanecerão atraentes por três a quatro semanas. O calor a fará murchar rapidamente. As tulipas não são geralmente cultivadas em interior por mais de uma época, caso em que a floração diminuiria ou desapareceria por completo.

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    Em épocas de crise é imperativo adotar uma série de soluções que permitam manter o jardim impecável a troco de poucos gastos.
    O jardim pode consumir bastante água se não for bem planeado.
    Existem, no entanto, muitas soluções que evitam gastos desnecessários. E não estamos a falar de retirar o relvado…

    1. Opte por espécies rústicas
    Madressilva, urze ou adelfa são apenas três espécies de plantas que têm em comum apenas necessitarem de pouca água. Não se trata de plantar apenas autóctones mas também pensar em espécies resistentes, que se enquadrem na paisagem circundante.

    2. Use água apenas nas plantas
    Quando se trata de regar maciços, sebes ou jardineiras, a solução mais aconselhável são os tubos gota à gota. No entanto, este sistema obriga a regar também o terreno que não se encontra plantado porque os furos podem estar situados a 30-40 cm. Para poupar, retire os tubos que não se encontram perto das plantas.

    3. Reduza o número de vasos
    Para controlar melhor o gasto de água no jardim, uma boa solução é não utilizar demasiados vasos de terracota. A água é absorvida pelas paredes, o que exige mais regas que em algumas ocasiões terão de ser diárias. Sempre que possível, plante no terreno.

    4. Não use mangueiras muito compridas
    As paredes das mangueiras contam com uma propriedade chamada aderência, que obstrui a passagem da água. Quanto maior o percurso da água na mangueira menor o caudal. Utilize mangueiras curtas, mais fáceis de controlar.

    5. Plante espécies de sombra
    Um dos segredos para poupar água no jardim é manter com boa sombra que se consegue plantando árvores de sombra e deixá-las crescer em altura. A seus pés, reina a frescura e a água é menos necessária. Do mesmo modo, as plantações de flores e de arbustos devem ser bastante densas, sombreando o solo e conferindo umidade relativa do ar.

    6. Regue durante a noite
    Se pretende regar o relvado, deve colocar em marcha os aspersores 30 minutos durante o dia ou 15 à noite. O consumo de água das plantas mede-se por evaporação e transpiração e este parâmetro dispara com o calor do dia, que é quando a água evapora. De qualquer modo, inclusive nesta época do ano, é preferível regar à noite.

    7. Opte por trabalhar à mão
    Sempre que for possível, faça todos os trabalhos de criatividade ou de manutenção do jardim à mão. Desta forma, não desperdiça recursos naturais preciosos e a sua saúde também agradece.

    8. Recorra a lâmpadas de baixo consumo
    Não há desculpas para não instalar lâmpadas de baixo consumo e escassa temperatura no jardim. No mercado, pode encontrar focos de luz branca com estas características e recentemente surgiu a técnica de led, que consome menos. E a fatura da eletricidade agradece.

    9. Use baterias que carregam ao sol
    No mercado existem kits de carga de baterias por meio de energia solar. O investimento é mínimo se comparado com a enorme poupança em energia elétrica. Se por acaso todas as suas máquinas são elétricas e a bateria, consegue assim uma espetacular auto suficiência energética.

    10. Prefira cabos compridos e grossos
    Os cabos elétricos compridos e grossos gastam menos e não se registram percas. Quando planear o jardim, opte por tensão baixa, no máximo 24 volts. Ao transportar a eletricidade por grandes distâncias, com baixa tensão, a queda de voltagem poderia ser enorme e não permitir o funcionamento dos aparelhos. Para minimizar este problema, utilize cabos grossos e monofásicos, bem isolados.

    11. Instale sistemas de iluminação de presença fotossensível
    Utilize um sistema de iluminação de presença fotossensível para que as lâmpadas deixem de funcionar sempre que o dia nasce. Qualquer jardim deve contar com iluminação de segurança que permaneça ligada toda a noite para poderem detectar a presença de estranhos em caso de necessidade.

    12. Prefira sensores detectores de movimento
    Por que iluminar todo o jardim de uma vez se apenas vai estar em determinada zona? Com um sensor de movimento consegue poupar bastante eletricidade porque a luz apenas se acende à medida que vaio passando nas diferentes zonas do jardim.

    corujinhas

    cactos

    Aprenda a escolher os melhores

    Alguns cactos premeiam a paciência que exige o seu lento crescimento com flores espetaculares e, tal como os restantes, são muito fáceis de cuidar.

    Conheça espécies de cactos floridos e descubra o que melhor que convém!

    A troco de uma boa dose de paciência, alguns cactos são capazes de oferecer flores espetaculares.

    A maioria necessita de alguns anos até que se produza o milagre, que pode ocorrer entre Maio e Setembro e que por vezes se materializa em flores efêmeras e por outras em exemplares tão resistentes que são capazes de permanecer vários dias sobre a planta.

    No momento de escolher os seus cactos, assegure-se de que a espécie está corretamente identificada para não vir a ter surpresas. Se assim for, quando menos esperar vai poder desfrutar das flores dos seus cactos.

    Echinocereus
    Dá flores resistentes e duradouras. O Echinocereus coccineus chega a formar colônias com até 1 metro de diâmetro e 200 ou mais talos. Na Primavera, os adultos produzem flores que duram alguns dias.

    Echinocactus
    O corpo semi-esférico dos Echinocactus desenvolve-se muito lentamente e apenas com Sol pleno. Sensíveis a geadas, as temperaturas inferiores a 11ºC produzem manchas amarelas.

    Mammillaria
    Dá flores cremosas. O talo globoso do M. bocasana encontra-se coberto de espinhos largos e sedosos. No Verão, enche-se de flores que precedem frutos leguminosos.

    Rebutia
    A partir de 2-3 anos de vida, os Rebutia produzem abundante floração. Formam grupos de indivíduos esféricos com espinhas finas, sensíveis a geadas e amigos do Sol.

    Pachypodium
    De aspecto semelhante aos cactos, esta suculenta de ramo inchado e espinhoso é muito sensível a geadas (máximo 10ºC) e necessita Sol pleno.

    Schlumbergera
    O popular cacto de Natal cobre-se de flores de diversas cores que duram 3-4 dias durante os meses mais frios do ano. Os talos, erguidos no início e que depois ficam pendurados, são ideais para cestas pendentes. No Verão, prefere ficar ao ar livre.

    Opuntia
    Existem Opuntia que se transformam em árvores e outros, como o Microdasys, que não superam 60 cm.
    A maioria produz flores amarelas na Primavera e no Verão que depois dão lugar a frutos arredondados, espinhosos e por vezes comestíveis.

    Notocactos
    Está úmido todo o ano Os espinhos tornam inconfundíveis os notocactos N. magnificus. São muito fáceis de cultivar, embora não seja conveniente deixar secar completamente a terra no Inverno. Produzem flores amarelas no Verão.

    Epiphyllum
    As flores que produzem inserem-se nos encaixes distribuídos ao longo dos talos. Em alguns casos, apenas se abrem de noite. Requerem solos ricos e sol pleno.

    cactos

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    Utilize as técnicas preventivas resumidas nesse artigo para manter seu jardim livre de doenças. Dessa maneira, suas plantas anuais podem florescer como deveriam e você não precisa travar uma batalha contra as doenças e ervas daninhas que atacam as plantas.

    Podridão do pé Negro ou Pé negro
    É provocada por um fungo. Os caules das plantas atacadas tornam-se negros e a base apodrece.
    * Deve-se frequentemente a excesso de água ou ao uso de uma mistura de envasar ou para enraizamento que retém demasiadamente a água.
    *Utilize vasos porosos e uma mistura a que se adicionou um pouco de areia.
    *Se num vaso só uma das estacas está infectada, deite-a fora e regue a mistura com uma solução de quintozeno.
    * As zonas afetadas não recuperarão, mas poderá usar as partes saudáveis para novas estacas.
    * Para reduzir o risco de infecção da podridão do pé, introduza as extremidades cortadas num fungicida.

    Apodrecimento das partes subterrâneas da planta.
    Os primeiros sintomas são o amarelecimento das folhas e o emurchecimento.   Esta doença torna-se mais aguda com a rega excessiva e o uso de misturas que retêm demasiado água.
    * Retire a planta afetada do vaso e deite-a fora se o sistema radicular ou o tubérculo estiverem destruídos; se não for este o caso, liberte-a da mistura de envasar, corte as partes afetadas e limpe as restantes (principalmente todas as superfícies cortadas) com um fungicida como o enxofre ou um antibiótico como a estreptomicina.
    * Como medida de precaução, pode regar a mistura destinada ao envasamento de plantas sensíveis com terrazole.

    Manchas nas folhas
    Podem ser provocadas por bactérias, fungos, ou por deficientes condições de cultura.
    * Isole a planta, corte as partes afetadas e pulverize-a com um fungicida apropriado.
    * Destrua as folhas afetadas, corrija a rega e – tratando-se de edema – coloque a planta numa posição mais iluminada.

    Apodrecimento do caule e colo
    Resulta sempre de condições de cultivo deficientes.
    * As plantas afetadas raramente se salvam, restando apenas cortar as partes não atingidas e utilizá-las como estacas.
    * Se um caule começar a apodrecer na zona um pouco acima da terra, corte-o a seguir à base e aplique enxofre ou estreptomicina. O caule voltará muito provavelmente a rebentar.

    Como evitar pragas
    Pulgões: com calda de fumo;
    Ácaros: aplicação de enxofre solúvel;
    Trips: necessitam de um controle químico, sob orientação;
    Formigas-cortadeiras: Iscas formicidas costumam ser bem eficazes;
    Besouros: precisam de combate químico, quando o ataque for grande;
    Mofo-cinzento: aplicação de fungicidas;
    Mofo-branco: prevenção pode ser feita com os mesmos fungicidas usados para controlar o mofo-cinzento e o combate é reforçado com enxofre solúvel;
    Mancha-preta: prevenida com fungicidas;
    Míldio: produtos específicos existentes nas casas especializadas em produtos agropecuários.

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    flores
    Para ter as plantas sempre bonitas é preciso alguns cuidados, siga essas dicas e terás plantas e flores sempre lindas e saudáveis.

    - As plantas têm que ser limpas.

    - Todo e qualquer fragmento de planta seco devem ser retiradas. As partes secas têm tendência a apodrecer rapidamente, especialmente numa cultura em vasos, sem grandes movimentos de ar.

    - Os restos de insetos também devem ser retirados, visto poderem também serem atacados por fungos, propagando-se para as plantas.

    - As algas e musgos (não confundir com o esfagno) abafam as plantas. Retirar as plantas do seu vaso para um novo, evita esse problema. Este fenômeno atinge todas as espécies de tamanho modesto como também as sementes.

    - É indispensável manter as folhas livres de pó e de resíduos de poluição, pois, além de melhorar a aparência da folhagem, impede-se também a obstrução dos poros através dos quais as plantas respiram.

    - A frequência com que uma planta necessita de ser limpa varia, obviamente, com a sua localização. Numa zona industrial, as folhas depressa ficam sujas, gordurosas e descoloridas, a menos que sejam bem lavadas cada uma ou duas semanas. Em algumas zonas rurais ou do litoral, podem decorrer meses até que apareça pó.

    - A maioria das plantas de pequenas dimensões pode beneficiar de uma leve pulverização com água. A pulverização deve ser ligeira e com água à temperatura ambiente.

    - Pode também, se for uma planta pequena, mergulhá-la na água para limpar a folhagem.

    - Evite usar detergentes para a limpeza das suas plantas.

    - Quando se tratar de plantas de folhas muito grandes ou que pelas suas dimensões se tornem difíceis de transportar, lave cada folha separadamente com uma esponja ou pano macio. Ao lavar as folhas, segure-as por baixo com uma das mãos e com a outra passe a esponja ou o pano levemente pela sua superfície. A página inferior não requer geralmente tantos cuidados como a superior, pelo que pode limpá-la mais ligeiramente.

    - Depois de lavar uma planta, não deixe água nas folhas, nos gomos dos ramos ou nas bainhas das folhas, pois essa umidade residual pode queimá-las ou causar-lhe “podridões.

    - Se à superfície da mistura se desenvolveu uma crosta branca, pode ser sinal de que a planta tem sido excessivamente regada ou adubada.

    - A existência de limos ou de uma vegetação diminuta à superfície da mistura pode indicar excesso de água ou drenagem deficiente.

    - Revolva a terra dos canteiros. Solos compactados dificultam a expansão das raízes e prejudicam a retirada dos nutrientes do solo. Por isso, uma boa medida é revolver a terra dos canteiros, para facilitar a aeração e a penetração de água.

    - Adubar para dar maior força às plantinhas.

    - Antes do início da Primavera faça as mudas por estaquia de ramos de várias espécies de plantas, como Hortênsia (Hidrangea macrophilla), Sininho (Abutilon magapotamicum), Flor-de-cera (Hoya carnosa), etc. Retire um galho com cerca de 10 cm. Tire as folhas do galho e deixe apenas as duas folhas da extremidade, cortadas ao meio no sentido horizontal. Molhe a base da estaca e mergulhe-a num hormônio enraizador em pó (encontrado em lojas de produtos para jardinagem). Prepare um recipiente com a mistura de terra adequada à espécie e plante a estaca. Regue regularmente. Após 2 ou 3 semanas, mais ou menos, você terá uma muda pronta para ser replantada.

    - A melhor maneira de preservar a saúde das plantas é proporcionar-lhes boas condições de desenvolvimento, pois os problemas, na sua maioria, têm origem em cuidados inadequados.

    - Grande parte das doenças resulta de um cultivo deficiente, e as suas causas mais comuns são fatores como um ar excessivamente seco ou úmido, a falta de arejamento entre as plantas demasiado próximas e excesso de água.

    - A primeira medida a tomar na luta contra as pragas consiste em isolar as plantas recém adquiridas num quarto por duas ou três semanas, durante as quais podem ser tratadas com um inseticida para todos os fins. Se o espaço disponível não permitir o isolamento, as novas plantas devem ser pelo menos cuidadosamente examinadas, não apenas para detectar os pequenos insetos, mas também as lesmas e os caracóis, que, desenvolvendo-se, as podem destruir totalmente.

    - Quanto às plantas que já possui, é conveniente observá-las regularmente para verificar se existem sinais de praga.

    - A melhor maneira de prevenir qualquer infecção é evitar que a água permaneça sobre as folhas e separar convenientemente as plantas uma das outras. As doenças são contagiosas.

    - Arranque as folhas e as flores mortas ou que lhe pareçam doentes logo que as detecte.

    - Para evitar o alastramento da infecção, utilize produtos químicos e antibióticos.

    - Use mistura de envasar estéril para minimizar o risco de doença das raízes.

    formiguinha