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  • acácia do japão

    Origem geográfica: China e Coreia.
    Dimensão adulta: Até 25 metros de altura, largura até 8 metros.
    Folhagem: Caduca, verde escuro.
    Tipo de solo: Bem drenado sem excesso de calcário.
    Clima: Rústico até -28°C.
    Exposição: Sol.

    Características e utilizações : A acácia do Japão (Sophora japonica) tem uma bela e abundante floração, do verão ao outono.
    As flores são grandes panículas brancas marfim que ficam depois amarelas.

    Na acácia adulta, as flores são muito perfumadas e atraem as abelhas que podem até forragear aquelas que estão no chão! Os apicultores sabem disso e apreciam muito esta árvore.

    A acácia tem um tronco gretado. Pode ser plantado em isolado nos parques mas pode também ser utilizado para a realização de alinhamentos.

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    Paphiopedilum delenatii

    Esta espécie endêmica exclusivamente do Vietnam, cresce em solos ácidos de montanhas graníticas (precisa por isso de regas com água destilada), na sombra e próximo de rios. Ao contrário da norma, e por habitar numa zona de monções com temperaturas altas o ano inteiro, os invernos são a estação em que precisa de estar mais úmido, deixando-se o substrato secar superficialmente durante o resto do ano.  sendo encontrada entre seixos de granito ou troncos de árvores repletas de musgos, em regiões montanhosas, com altitudes de 800 a 1500 m. Seu habitat original naquele país é caracterizado por encostas úmidas de elevações onde o clima local  apresenta neblina  nas encostas   durante o outono e inverno com intensas chuvas no período do verão. Hoje em dia é uma espécie fácil de se encontrar à venda.

    Para além de ser muito bonito – tanto a flor como a própria planta, as folhas são de um verde escuro aveludado -, tem o bônus de ter um suave perfume a rosas…

    Planta muito bonita, com folhas  medindo em torno de 10 cm de comprimento por 3 cm de largura, oblongas, arqueadas e sobrepostas, na parte exterior colorida de verde escuro com manchas creme esverdeado formando desenho tipo mosaico, e na inferior totalmente pintalgada de pontos púrpura escuro agrupados. A planta por si só é muito bonita, exótica, diferente!

    Entre inverno e primavera a inflorescência surge do ápice das folhas portando de uma a duas flores com pétalas e sépalas albas e o labelo em forma de sapatinho (conhecida em inglês como lady´s slipper) de cor violeta suave beirando o rosa, delicada e esmaecida como suave pintura de aquarela. A base do labelo, junto da coluna apresenta mancha roxa e mácula amarela. A aparência geral da flor é extremamente delicada  dando impressão de porcelana rara.

    No período de floração, propiciar boa luminosidade durante o dia e temperatura noturna de 13º C (55º F). Querendo coloração mais escura da flor, mantê-la em local mais sombreado. O cultivo normal de manutenção deve ser em local sombreado e mais úmido do orquidário. Somente no período de floração que deve ser submetida a luminosidade mais intensa, mas não direta, para induzir a floração.

    Dicas de cultivo
    Cultivá-la em substrato misto de esfagno, palha de arroz carbonizada, pedaços de casca de coco e brita de granito pequena formando um composto que permita boa umidade sem encharcar e ótima ventilação. O vaso para plantio será preferencialmente de cerâmica com furos laterais para garantir a ventilação interna do substrato; forrado na base com brita garantindo boa drenagem. Mantê-lo sobre prato plástico com pedriscos e areia com água para proporcionar umidade ambiente contínua nas paredes de cerâmica à volta do substrato. Evite  que o substrato seque completamente. Resolvi esse problema no cultivo da única que tenho (foto), colocando o vaso de cerâmica encaixado dentro de um galão plástico cortado na horizontal, conseguindo assim uma umidade concentrada à volta do vaso dentro dele,  mas sem encharcar o substrato.

    Gênero: Paphiopedilum Pfitzer
    Espécie: Paphiopedlium delenatii Guillaumin

    corujinhas

    phalaenopsis_pink
    Uma pesquisa patrocinada pela Sociedade Orquidófila Americana (American Orchid Society) mostrou que orquídeas do gênero Phalaenopsis tornaram-se as plantas preferidas do público americano. No Brasil nós a encontramos de norte a sul, vendidas em floriculturas e supermercados.

    Isso é resultado da facilidade que a planta responde ao cultivo, sem exigir muito e adaptando-se facilmente em interiores (indoor). Ao contrário de outras orquídeas cujo ciclo vegetativo da fase “keiki” até a floração demora em torno de 4 a 5 anos, uma planta de Phalaenopsis bem tratada pode florescer em 2 anos, razão porque o comércio de orquídeas de corte ou decorativas investe em seu melhoramento genético criando centenas de híbridos com as mais variadas nuances de cores e que florescem o ano todo.

    É ideal para cultivo em ambientes fechados ou apartamentos, desde que o local tenha uma mínimo de ventilação natural e principalmente boa luminosidade indireta e esteja exposta a um mínimo de luminosidade solar filtrada entre 7 e 9 horas da manhã ou das 16h  até o anoitecer. Resolve-se isso colocando seu vaso sobre aparadores junto de janelas. No habitat de origem, as Phalaenopsis vegetam em  baixas altitudes de florestas  tropicais asiáticas onde a temperatura média diurna varia entre 28 e 35º C e noturna na faixa dos 20 a 24º C e sob luminosidade natural filtrada pela copa das árvores, sem incidir diretamente nas folhas, a não ser aquela ainda fraca do amanhecer ou anoitecer.  Baseado nisso fica mais fácil seu cultivo em interiores ou exteriores.

    Apesar de ser uma planta que pode florescer várias vezes durante o ano, o período de sua floração principal ocorre no final do inverno estendendo-se durante toda a primavera.

    O gênero Phalaenopsis foi criado por Karl Ludwig von Blume em 1825, batizando a planta com esse nome associando duas palavras gregas “phalaina” (falena, mariposa) e “ópsis,-eos” (visão, ação de ver) para designar as flores. No seu entendimento são parecidas com as asas de mariposas.

    No gênero Phalaenopsis estão catalogadas cerca de 50 espécies, a maioria epífita e ocasionalmente litófitas, distribuídas por toda Ásia tropical, sudeste da Índia e Nepal, Nova Guiné, norte da China, Taiwan e Austrália, mas é nas Filipinas que está concentrada maior riqueza de espécies nativas.

    Características
    As espécies do gênero Phalaenopsis apresentam caule praticamente nulo com avantajada folha larga e suculenta, onde está toda sua reserva nutricional, e sendo monopodial, de crescimento sucessivo, possui raízes longas, grossas e flexíveis, que crescem em profusão dentro de vasos plásticos arejados e bem drenados, com substrato misto de casca de coco, pinus e casca de arroz carbonizada. Na realidade a formulação de um substrato para orquídea epífita e monopodial não deve ser levado à risca  como REGRA, mas sim sugestão. Cada orquidófilo deve procurar na região onde vive, aquele de melhor adaptação para a planta – e nesse sentido, quanta criatividade existe no meio!

    Só não vale inventar muito, achando que uma orquídea epífita e monopodial irá adaptar-se a substrato com terra e compactado! Em pouco tempo estará atacada por bactérias ou fungos, melando suas raízes e destruindo suas folhas.

    Regas e Adubação
    A orquídea Phalaenopsis, como a grande maioria das orchidaceas, aprecia boa umidade ambiente no substrato em vaso ventilado, mas nunca encharcado. Regas uma vez ao dia, preferencialmente no amanhecer ou entardecer, quando os estômatos nas folhas estão abertos e receptivos a nebulização úmida do ar absorvem  os nutrientes, o mesmo ocorrendo com os velames micro porosos que compõem todo o enraizamento da planta.

    Para evitar acúmulo de água na junção de suas folhas, o ideal é cultivar a planta meio inclinada, principalmente nos casos em que a pessoa tenha muitos vasos, regando-os com esguicho ou aspersores.

    Recomenda-se na adubação de manutenção e crescimento uso de Adubo Cristalizado solúvel em Água e que deve envolver além dos micronutrientes já incorporados na fórmula química, os macronutrientes N-P-K na proporção 10-10-10 ou 20-20-20. Para floração essa composição muda para reforço maior em Fósforo (P) e pouca coisa a mais em Potássio (K) - válido para a maioria das orquídeas – na fórmula 10-30-20. Se na região onde você residir não tem a fórmula com esses valores,  não é problema, compre o que encontrar desde que  tenha proporção parecida ainda que apresente esses números reduzidos (aliás é o que mais encontramos no interior do Brasil nas lojas de jardinagem ou produtos agropecuários).

    Adubação orgânica composta pela mistura de torta de mamona substituindo o Nitrogênio (uréia) químico (N), a farinha de osso ou de ostras substituindo o Fósforo(P) e cinzas de madeiras diversas no lugar do Potássio (K), são excelente variante de adubação para orquídeas. Apesar de orgânico, esses componentes devem ser usados com a mesma cautela ou cuidado quando usamos adubação química, tendo em consideração que o ideal é usar em quantidade mínimas ou homeopáticas.

    Exemplificando: Se no folheto ou modo de usar do frasco diz uma colher de chá para um litro de água, diminua para uma colher de café, ou naquela quantidade maior, aumente em três vezes a quantidade de água, guardando em frasco plástico fechado (garrafa pet, por exemplo) e com essa água molhe a planta uma vez ao dia, até que essa solução nutricional acabe. Lembrar apenas de agitar o frasco antes do uso.

    Agindo assim a orquídea não terá problema de super dosagem e intoxicação.

    Floração e Novas Mudas
    Apresentam flores vistosas, coloridas, que variam do branco ao vermelho, passando pelo amarelo, creme-esverdeado, roxo, estriadas e incontáveis nuances de cores, pintalgadas ou não, principalmente nas espécies híbridas, plantas mais usadas para embelezar interiores! São sempre trilobadas e podem apresentar diferenças de forma, considerando a origem de sua origem genética nos cruzamentos. Apesar da exuberância de suas florações seu perfume, se existir é praticamente nulo. Ainda não encontrei durante o dia uma Phalaenopsis híbrida perfumada. Diz-se que ela seria polinizada na madrugada por um tipo de mariposa (falena) que, aliás, são insetos de hábitos noturnos, diferentes das borboletas que possuem hábito diurno. Será que ela é perfumada na madrugada? Não sei…nesse horário estou dormindo!

    As orquídeas Phalaenopsis têm uma tendência em reflorir numa mesma haste floral onde tenha tido floração anterior, soltando nova inflorescência nos nódulos velhos (ou gemas).

    Em algumas situações pode soltar nesses nódulos velhos, novas mudas.

    Alguns orquidófilos após a floração anterior, costumam medir cerca de um palmo (cerca de 22 cm) na haste floral a partir da base da planta, cortando ali. Em seguida cauterizam o ferimento com uma colher quente e/ou passam pasta de canela em pó úmida evitando germes oportunistas como fungos e bactérias.

    Nesse pedaço de 22 cm de haste que ficou na planta costuma nascer outra haste floral.   Borrifar solução de água filtrada com complexo vitamínico B ou hormônio enraizador (tiamina de boro ou 2 comprimidos de Benerva esmagados e dissolvidos num litro de água -  e ácido giberélico).  Com o tempo poderá surgir novas mudas nos nódulos dessa haste. Somente destacar as novas mudas quando estas estiverem com as folhas duplas crescidas e apresentando enraizamento, replantando-as conforme já explicado acima.

    Dicas Finais: Muitos orquidófilos usam pulverizar com canela em pó colocada na palma da mão e soprando-a sobre as raízes das Phalaenopsis, visando proteção contra fungos e bactérias, e dizem, obtendo  melhor floração com a planta mais saudável.

    Para se fazer mudas de Phalaenopsis deve-se fazer o seguinte:
    Logo após a floração da sua orquídea, quando as flores murcharem e secarem por completo elas devem ser manualmente removidas, então é possível induzir o nascimento de uma muda clone que brotará na própria haste floral, com a aplicação de pó de canela no substrato.

    Após o corte com tesoura de poda (esterilizada com fogo ou produto específico) no terceiro nó da haste floral da planta, é comum brotar uma nova haste que vai fazer sua Phalaenopsis gerar uma segunda floração no mesmo ano, quando bem tratada.

    Mas se você fizer a poda da haste floral na altura do mesmo terceiro nó e colocar uma colher média de canela em pó em toda superfície do vaso, isto vai estimular o nascimento de uma nova planta que brotará na haste, na altura deste nó.

    Em alguns meses, logo que a planta estiver com quatro folhas de cerca de quatro centímetros cada e emanando duas ou três raízes de até 3 centímetros, faça o corte da nova muda pela haste, um pouco abaixo e replante a nova muda em outro vaso menor.

    Lembre-se de que as plantas jovens precisam de maior umidade, por isso, fique atenta a rega até que as plantas se desenvolvam.

    orquídeas

    Cedro-Rosa – (Cedrela fissilis)

    Nome Científico: Cedrela fissilis
    Nome (s) Popular (es): Cedro, cedro-rosa, cedro-cetim, acaiacá, acaiacatinga, acajá-catinga, acajatinga, acaju, acaju-caatinga, capiúva, cedrinho, cedro-amarelo, cedro-batata, cedro-branco, cedro-fofo, cedro-rosado, cedro-de-carangola, cedro-do-rio, cedro-diamantina, cedro-roxo, cedro-verdadeiro, cedro-vermelho, cedro-da-bahia, cedro-da-várzea, cedro-do-campao, iacaiacá.
    Família: Meliaceae

    O cedro é uma espécie rara, que ocorre em diversas formações florestais brasileiras e praticamente em toda América tropical.

    Essa árvore frondosa produz uma das madeiras mais apreciadas no comércio, tanto brasileiro quanto internacional, por ter coloração semelhante ao mogno e, entre as madeiras leves, é uma das que possibilita o uso mais diversificado, sendo superada apenas pela madeira do pinheiro-do-paraná.

    Características – A copa é alta e em forma de corimbo, o que a torna muito típica. Ocorre em altitudes de 5 a 1.800 metros.

    Cultivo – O cedro é uma espécie de crescimento relativamente rápido, podendo se comportar como espécie secundária inicial ou tardia e regenerando-se preferencialmente, em clareiras ou bordas de mata, conforme anteriormente destacado.

    Os plantios puros de cedro, entretanto, são praticamente inviáveis devido ao ataque da broca-do-cedro, que torna o crescimento da espécie extremamente variável e, na maioria das vezes, o incremento médio anual é tão baixo (inferior a 4 m³/ha/ano) que inviabiliza o plantio comercial.

    jardineira

    convolvulus tricolor

    Nome Científico: Convolvulus tricolor
    Nome Popular: Bela-manhã, Chuchas, Glória-da-manhã-anã
    Família: Convolvulaceae
    Origem: Sul da Europa
    Ciclo de Vida: Anual

    A bela-manhã é uma planta herbácea, ereta e florífera, de pequeno porte. Não chega a ser uma trepadeira, como as ipoméias, suas parentas, parece mais um pequeno arbusto e não ultrapassa 45 cm de altura, mas pode se enovelar sobre si mesma ou sobre outras plantas. Seu caule é pubescente, avermelhado, ramificado, com folhas verdes, simples, ovais a elípticas, com margens inteiras e lisas. A flores apresentam forma de funil, em diferentes tonalidades de branco, rosa, roxo e azul, com um halo interno branco e o centro amarelo. Os frutos são do tipo cápsula.

    Apesar da aparente simplicidade desta flor, ela é capaz de efeitos de destaque no jardim. Versátil e rústica, com ela pode-se formar maciços e bordaduras vistosos, além disso, ela é ideal para cestas suspensas, assim como treliças pequenas em vasos e jardineiras. Desta forma ela pode adornar varandas, pátios, sacadas e tantos outros espaços. Por ser tolerante a curtos períodos de estiagem, também é indicada para jardins rochosos.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Com o tempo vai perdendo a beleza, até secar por completo, não sem antes produzir muitas sementes. Requer reforma anual dos canteiros.

    Multiplica-se facilmente por sementes, postas a germinar no final do inverno (em estufa) ou no início da primavera.

    petunia4

    roseiras

    1. Onde plantar?
    De preferência, num local ensolarado e bem arejado. Para florescer bem e praticamente o ano todo, a roseira precisa de sol pleno, ou seja, pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Recomenda-se um local arejado, para evitar a o surgimento de fungos nas folhas e flores, especialmente em regiões chuvosas.

    2. Que tipo de solo é mais adequado?
    As roseiras podem se desenvolver bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível garantir uma terra mais para argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus é especialmente benéfico para as rosas. Quanto ao pH, o índice ideal situa-se entre 6,5 e 7 (neutro). Em lojas de produtos para jardinagem, é possível adquirir kits para medir o pH do solo. Se for necessário fazer a correção, uma boa dica é a seguinte: a adição de 150g de calcário dolomítico por m2 de canteiro eleva em 1 ponto o índice de pH; por outro lado, 150g de sulfato de ferro por m2, diminui o pH em 1 ponto.

    3. Como preparar o canteiro?
    Cerca de uma semana antes de plantar as mudas, cave bem a terra até cerca de 40 cm de profundidade. Para cada m2 de canteiro, incorpore uma mistura de 15 Kg de esterco curtido de gado e 200g de farinha de ossos.

    4. Qual é o espaçamento que devemos deixar entre as mudas na hora do plantio?
    Existem vários tipos ou variedades de roseiras (silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras e cercas-vivas) e o espaçamento vai depender da variedade de rosa que estiver sendo plantada. É possível basear-se no seguinte:
    · arbustivas: 1 metro entre as mudas
    · trepadeiras: de 1 a 2 metros entre as mudas
    · cercas-vivas: 50 a 80 cm entre as mudas
    · híbridas-de-chá e sempre-floridas: 50 cm entre as mudas
    · miniaturas: 20 a 30 cm entre as mudas
    · rasteiras: 30 cm entre as mudas

    5. Qual é o período ideal para o plantio?
    Se o plantio for feito com mudas “envasadas” (normalmente vendidas em sacos plásticos), não há restrição para o plantio: pode ser feito em qualquer época do ano, mas os especialistas recomendam evitar os meses mais quentes, sempre que possível. Já para o plantio com mudas chamadas de “raiz nua”, o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

    6. Como devem ser as regas das roseiras?
    Logo após o plantio das mudas e até a primeira floração, regue moderadamente, mas todos os dias. Depois disso, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas é possível até suspender as regas. Uma dica: a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.

    7. Qual é a adubação indicada para fortalecer e estimular a floração das roseiras?
    De preferência, deve-se fazer de 2 a 3 adubações anuais: a primeira logo após a poda anual (entre julho e agosto); a segunda entre novembro e dezembro e a terceira entre os meses de janeiro e fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, baseada em esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona. As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são as seguintes:
    · 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico
    · 200g de farinha de ossos
    · 100g de torta de mamona
    Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

    8. Quando deve ser feita a poda?
    A primeira poda deve ser feita cerca de um ano após o plantio e repetida todos os anos, entre os meses de julho e agosto. Saiba mais, lendo a matéria “Poda das Roseiras”.

    9. Quais são os maiores inimigos das roseiras e como combatê-los?
    As pragas e as doenças são grandes inimigas das roseiras.

    Obs.: As rosas precisam ser plantadas em locais com boas condições de luminosidade, ou seja, ele precisa ter pelo menos 6 horas de luz solar por dia para garantir o crescimentos das rosas. O solo deve apresentar boa drenagem e ser rico em nutrientes.
    Há uma boa variedade de roseiras, por isso é importante escolher um determinado gênero para escolher o espaço apropriado para o cultivo. As rosas com certeza vão deixar o seu jardim mais bonito e o melhor de tudo é que elas nascem durante o ano todo.

    botão de rosa vermelha

    azaleias

    A azaléia é uma planta originária da China e do Japão. Seu nome científico é Rhedodendrom (gênero), possuindo diversas espécies. As plantas nativas foram levadas para a Holanda e Bélgica, onde foram melhoradas geneticamente. Como resultado, entre as variedades hoje comercializadas encontram-se flores de coloração vermelha, rosa, roxa, branca e combinações destas cores (mescladas).

    O ciclo de produção da Azaléia é cerca de 13 meses. As mudas são formadas a partir de 5 cm, resultantes da poda de plantas em formação. Estas estacas são enraizadas em bandejas apropriadas. Após 10 semanas são transplantadas e estacas para cada vaso definitivo. Nos meses seguintes, são realizadas de 2 a 3 podas para que se obtenha uma planta bem formada. O próximo passo é a aplicação de reguladores de crescimento, para que haja indução de botões florais. Em seguida, as plantas recebem um choque térmico (ficam por 6 semanas em câmara fria), para que os botões florais possam se desenvolver. Esta etapa é muito importante e necessária para que se tenha Azaléias floridas durante o ano inteiro, já que neste caso, são recriadas artificialmente as condições da natureza (as Azaléias florescem no início da primavera, após o período frio do inverno). A terra a ser utilizada no vaso pode ser do tipo terra vegetal, devendo estar sempre úmida, com boa aeração e baixa acidez.

    A Azaléia é suscetível a algumas doenças, a saber:

    Oídio: manchas esbranquiçadas que recobrem as folhas. Estas caem prematuramente, a planta enfraquece e deixa de florescer.

    Podridão das estacas: causada por Rhizoctonia. As estacas começam a apodrecer, causando a morte.

    Podridão das raízes: causada por Fusarium. As raízes apodrecem e os sintomas podem ser vistos na parte aérea: as folhas tornam-se amarelas, caem, a planta seca e morre.

    Podem ocorrer também algumas pragas como trípes, ácaros, pulgões e moscas minadoras.

    Cuidados em casa

    * Manter o vaso em local fresco;

    * Manter a terra do vaso bem úmida, sem deixar acumular água sobre o prato;

    * Mergulhar o vaso em um recipiente com água morna uma vez por semana;

    * Eliminar flores murchas, para evitar doenças e forçar a abertura dos demais botões florais;

    * Adubar uma vez por mês;

    * Após a florada, tira a muda do vaso e plante no jardim, em local fresco e claro.

    buquê-de-flores4

    pergolados

    Pergolados: São suportes mais leves que caramanchões e podem ocupar espaços menores.

    As pérgolas são formadas por uma ou duas séries de colunas paralelas. Elas podem ser de madeira, metal, concreto ou bambu e servem para proteger e criar espaços de lazer e interação com a natureza.

    Podem ser colocadas em varandas, garagens, jardins internos, sobre bancos ou simplesmente para proteger outras plantas, como um pequeno orquidário, por exemplo.

    A própria estrutura da pérgola é capaz de sombrear parcialmente os ambientes, mas é com as trepadeiras que elas ficam completas.

    Dependendo da sua necessidade e desejo, pode-se escolher trepadeiras vigorosas que sombreiem bem a área, como a tumbérgia-azul, ou mesmo trepadeiras leves e anuais, que acrescentam graça ao local sem pesar no visual, como a clemátis e a amarelinha.

    Neste tipo de estrutura qualquer trepadeira vai bem, basta respeitar as particularidades de cada espécie e adequá-la ao material utilizado no pergolado.

    Trepadeiras lenhosas e pesadas exigem uma estrutura mais reforçada, enquanto que as herbáceas e mais delicadas vão bem em qualquer tipo de material.

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    alambrado - cerca

    Cercas: Cercas ou alambrados de arame são tão feias quando solitárias. Com trepadeiras, elas podem ser transformar em floridas cercas-vivas. Mesmo as cerquinhas de madeira, mais simpáticas, ficam graciosas com trepadeiras delicadas. Para este tipo de suporte, as trepadeiras mais indicadas são as floríferas, de crescimento rápido, principalmente as volúveis e com gavinhas.

    As cercas e portões com trepadeiras, podem ser muito úteis, escondendo estruturas feias, e protegendo a residência da poluição, seja ela provocada pelo pó ou pelo som. Além disso, elas resguardam a casa e o jardim de olhares curiosos, garantindo a privacidade dos moradores.

    Para que a cerca feche bem rápido, plante mudas sadias, de um metro altura, a cada 2 metros lineares da cerca.

    Quando bem conduzidas, adubadas e podadas, as cercas de trepadeiras ganham corpo e muitas flores, alterando a paisagem.

    Algumas espécies indicadas para este uso são a tumbérgia-azul, o lençol-branco, a ipoméia e o amor-agarradinho.

    borboletinha azul

    alternanthera_ficoidea

    Nome Científico: Alternanthera ficoidea
    Nome Popular: Periquito, apaga-fogo, periquito-ameno
    Família: Amaranthaceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    O periquito é uma planta herbácea perene de folhagem densa e muito ramificada, que se presta à forrações e bordaduras. Suas folhas são pequenas, de coloração avermelhada ou verde-clara, de acordo com a variedade.

    As flores não têm importância ornamental, a beleza fica por conta da folhagem.

    O periquito é uma planta excelente para a topiaria. Sua altura varia de 20 a 25 cm de altura, tornando-a ideal para a composição de letreiros sobre gramados ou entre forrações de outras cores.

    É uma planta de pleno sol e muito sensível a geadas. Solo bem drenado e adubado com matéria orgânica. Regas periódicas. Seu substrato dever ser fértil, com adubações nitrogenadas e regas frequentes.

    Multiplica-se por estaquia. (Veja em “Técnicas de propagação”)

    borboletas azuis