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  • Suportes

    As plantas que trepam por meio de raízes aéreas, como os filodendros e as monsteras, desenvolvem-se melhor se tiverem algo úmido e macio a que se agarrar.
    Muitos floristas têm à venda tutores de musgo para este fim, mas é simples fazer o seu próprio tutor. Mantenha os caules atados ao tutor em determinados pontos deste até que as raízes aéreas se tenham fixado bem.

    Uma coluna ou uma esfera preparadas pelo mesmo processo permitem expor de uma forma original fetos de pequenas dimensões.

    Uma esfera para fetos é simplesmente um pedaço de rede de arame a que foi dada forma esférica, cheio de musgo umedecido, no qual se introduzem as raízes de pequenos fetos através das malhas da rede. No seu habitat natural as plantas epífitas, incluindo as bromeliáceas e as orquídeas, vivem em troncos e ramos de árvores.

    É, no entanto, possível simular essas condições naturais cultivando estas plantas no que se pode designar por “tronco para epífitas” ou “tronco para bromeliáceas” (que poderá não ser mais do que um pedaço de madeira ou de cortiça).

    Na sua forma mais simples, esses suportes são constituídos por várias plantas, com raízes envolvidas em musgo úmido, fixas com arame a um mesmo pedaço de madeira. De efeito mais atraente e mais complexo é um tronco de árvore com várias ramificações e concavidades que podem alojar uma grande variedade de epífitas.

    Pouco importa que um jardim de interior seja constituído por alguns vasos no parapeito de uma janela ou seja um luxuriante jardim de Inverno. Com efeito, seja qual for o seu número, as plantas de interior conferem uma nova dimensão ao ambiente de uma casa. Mesmo para quem vive no campo, rodeado de vegetação, as plantas de interior trazem para dentro de casa uma faceta diferente do mundo exterior.

    Que plantas adquirir? Será possível restringir a coleção e concentrar-me em cactos, orquídeas ou bromeliáceas? Ou então alargar os horizontes e procurar novas formas, magníficas e surpreendentes? Supondo que tem possibilidade de reunir as condições apropriadas ao cultivo de determinada planta, será afinal a sua reação instintiva a uma ou mais características da planta que o levarão a concluir que aquela é a planta certa para si e para a sua casa.

    No entanto, quando, num florista ou num horto, estiver a considerar a hipótese da aquisição de uma planta, lembre-se que esta é um ser vivo. E a vida significa o crescimento, e crescimento significa mudança. A forma e as dimensões da planta podem agradar-lhe. Mas manter-se-ão elas assim? Com efeito, só muito raramente compramos plantas que atingiram a maturidade, e um espécime jovem pode, à medida que cresce, assumir formas surpreendentes. Uma palmeira, por exemplo, pode levar mais de uma década a tornar-se uma árvore que impressiona pela sua altura e elegância. Algumas plantas melhoram de aspecto com a idade, outras, pelo contrário, degeneram.

    Como irá florir a planta que pensa comprar? Quando e em que condições? Qual será o seu aspecto durante o período de repouso anual, se ela o tiver? Vale sempre a pena obter resposta para este tipo de perguntas.

    Variedade. Diversidade. Mudança. Estas palavras e o que elas representam estão no cerne do mundo das plantas de interior. Uma planta no seu vaso não é um gracioso objeto de arte. É um ser vivo fascinante, que reagirá a todos os cuidados que lhe dispensar.

    magnólia

    flores

    O exotismo da Índia em uma planta que as flores mudam de cor.
    Trepadeira lenhosa de crescimento vigoroso nativa da Índia. Sua floração é bastante decorativa, pois as flores mudam de cor passando de branco a vermelho escuro com suave perfume. É utilizada para plantio em cercas, alambrados e maciços. Pode ser mantida como arbusto através de podas.
    Pertence à família das combretáceas.

    Luz: Pleno sol
    Solos: Vários tipos de solos, preferencialmente férteis e bem drenados.
    Origem: Índiafloreira

    O nascimento de uma árvore em seu habitat original ocorre na grande maioria das vezes com a natural produção em massa de sementes que se espalham pelo ambiente de maneiras, as mais curiosas. Algumas sementes com perfis aerodinâmicos perfeitos são levadas pelos ventos e chegam a percorrer quilômetros até reencontrarem o solo. No chão, muito poucas conseguem superar as dificuldades e germinar. Para isso é preciso que nenhum pássaro as aproveite como alimento; que o clima mantenha-se em condições ideais de umidade e temperatura; que o solo onde a semente pousou seja fértil e o local possua condições adequadas de iluminação.
    Os primeiros meses de vida também serão difíceis. Nenhum animal pode cobiçar a pequenina muda como alimento, o sol não poderá estar muito forte e nem as chuvas muito agressivas. As condições químicas, físicas e biológicas do solo precisarão estar registradas dentro da memória genética desse vegetal para que ele possa se desenvolver saudável como a árvore que o originou. Somente as mudas mais resistentes e melhor adaptadas ao ambiente sobreviverão. Essa dificuldade toda deixa claro a fragilidade das pequenas mudas.
    É muito comum na iniciação da pratica do bonsai que pessoas comecem a cultivar “árvores em vasos” utilizando-se de mudas. Livros de bonsai, normalmente trazem em seu início o tema “Como produzir uma muda de árvore”, com técnicas simples ou mais complicadas como enxertos e alporques. Alguns cursos de iniciação ao bonsai são elaborados para proporcionar o aprendizado de algumas atividades como adubação, troca de terra e até modelagem com arame em árvores muito novas (mudas). Estas práticas de ensinamentos podem ser perigosas, tanto pela inexperiência do iniciante como pela fragilidade das mudas. Infelizmente, muitas pessoas no Brasil que tentaram o cultivo do “bonsai” e desanimaram por não obterem os resultados satisfatórios desejados. Essas pessoas até se identificam com essa “brincadeira chamada bonsai”, mas a insatisfação em ver fenecer um vegetal ou um ser vivo, muitas vezes desanima e provoca desistência.

    Quando uma pessoa pela primeira vez se depara com um autentico bonsai, se surpreende e se interroga:
    Como podem viver árvores com dimensões tão reduzidas, manter-se tão belas e até mesmo majestosas ?
    Como podem viver saudáveis dentro destes minúsculos vasos ?
    Sim, é um choque cultural. O mundo ocidental não estava acostumado com o bonsai. Entretanto essa descoberta maravilhosa aconteceu há mais de 2000 anos no oriente e somente a partir do século passado os ocidentais dele tomaram conhecimento. Para nós brasileiros, que usamos as plantas com pouca freqüência em nossos lares, este “milagre” de uma árvore poder ser tratada e modelada tornando-se um objeto de tão rica beleza e encantamento é realmente surpreendente.
    Ao adentrarmos em uma boa exposição de bonsai nos deparamos com ARTE.
    A mesma arte que encontramos na pintura, escultura, musica, dança e tantas outras formas em que o ser humano põe em prática sua sensibilidade, engenhosidade e inteligência para dominar a matéria a fim de provocar emoções. Mas o bonsai, diferentemente de outros tipos de arte, precisa de muito tempo para apresentar características essenciais que provoquem uma verdadeira emoção estética. A primeira vista podemos dizer que a forma de “mini-árvore” dos bonsai naturalmente nos encanta, pois é forma reduzida do que estamos acostumados a ver e admirar. Mas não é qualquer árvore que nos chama muito a atenção. Na verdade apreciamos aquelas mais altas, mais grandiosas, mais antigas, com troncos rugosos e grossos, com formas e texturas onde é claramente possível identificar sua longevidade; são as que mais nos impressionam. Isto nos dá uma clara idéia de que as árvores mais antigas são as mais belas e emocionantes, e devem ser imitadas. Imitadas em todas as suas formas e beleza.
    Tudo o que na natureza nos é possível observar e admirar.

    Até parece fácil!

    Mas essa naturalidade custa algum tempo para se desenvolver. Somente depois de muitos anos, com podas regulares é que uma muda terá seu tronco engrossado. E se ela for trabalhada desde cedo com podas freqüentes para se pré-determinar um estilo, será mais fácil transformá-la em um bonsai.
    As mudas, que são trabalhadas por algum tempo, geralmente produzidas por viveiros especializados, são chamadas de Pré-bonsai. Estes se caracterizam por seus troncos mais grossos, sua copa com dimensões reduzidas e estilo pré-definido. O pré-bonsai muitas vezes é produzido de galhos através de técnicas especiais que permitem o surgimento de raízes no próprio galho. Esta técnica traz a vantagem de proporcionar troncos mais grossos em relativamente pouco tempo de tratamento. Mas em contra partida não possuem um dos aspectos mais valorizados nos bonsai, seu enraizamento na base do tronco. De qualquer forma independente da técnica usada, desde que bem usada, as mudas serão na grande maioria das vezes mais frágeis que um pré-bonsai. A reserva de energia de uma árvore é armazenada em sua estrutura de galhos, troncos e raízes, de tal forma que galhos mais finos, raízes pouco desenvolvidas deixam a muda mais frágil.

    A definição de bonsai deve ser compreendida e não traduzida. O bonsai não é só um substantivo, mas também um verbo. Qualquer tratamento que se dê a esta “arvore envasada”, inclusive o mais simples, é definido como bonsai. Bonsai é regar, bonsai é adubar, bonsai é transplantar, bonsai é podar, bonsai é caprichar…, o melhor de tudo é que o bonsai é um lazer artístico acessível a todas as pessoas, e não somente aos grandes mestres.
    É muito importante para os iniciantes esta compreensão de prazer lúdico ao “brincarmos” com o bonsai. Muitas vezes, a mentalidade ocidental nos faz querer tudo de uma maneira imediatista e competitiva. O cultivo do bonsai carrega em si muito do espírito oriental antigo, onde o tempo não tem tanta importância, onde a felicidade pode ser encontrada em pequenos detalhes do dia a dia e onde o perfeccionismo se impõe fortemente. Infelizmente nossa modernidade carrega como qualidades o resultado rápido, e é muito comum no ocidente o valor das exibições em que os mestres procuram mostrar a transformação de um pré-bonsai em bonsai em uma única exibição de 3 ou 4 horas. Estas práticas são incomuns no Japão. Devemos procurar conhecer esse “outro lado”, buscar continuamente o prazer nas pequenas ações que esta prática nos proporciona, sem ansiedade, melhorar cada vez mais um bonsai independentemente de sua idade, pois o efeito em nosso crescimento será igual.
    Entretanto é necessário compreender a existência de uma visão ocidental e que esta deve ser respeitada. Mas certamente o praticante ocidental de bonsai poderá ganhar muito ao descobrir que esta pode ser uma forma de aprimoramento de qualidades essencialmente humanas, como a paciência, a humildade, a tenacidade, a perspicácia e serenidade de espírito. A concentração e a disciplina exigida pelo bonsai e o estado sereno necessário para sua prática nos remetem a um estado meditativo que permite nos ausentar de nosso ego e nos tornarmos mais placidamente irmanados com a natureza.

    bonsais

    Os cuidados constantes que recebem as árvores bonsai permitem viver mais anos do que os seus congêneres naturais. Há dois tipos diferentes de tratamento de bonsai com características muito diferentes: interior e exterior. Realmente, não existem tipos de bonsais de interior se não as condicionar a viverem no interior de uma casa. Os bonsais de interior são espécies que não suportam as geadas. A adaptação de um bonsai ao interior de um lugar dependerá das condições ambientais, tais como a luz, temperatura, umidade, etc.

    A respeito da luz, podemos dizer que é o elemento mais importante para o crescimento do bonsai. Portanto, devemos sempre tentar situá-los perto de uma janela com luz clara. Para evitar que o nosso bonsai se desidrate, devemos manter uma umidade no ambiente de 50% no mínimo. Quanto maior seja a temperatura maior a necessidade de um clima úmido o bonsai terá.

    É importante destacar que os bonsais de interior não suportam muito bem as correntes de ar. Os bonsais de exterior, como o seu próprio nome indica, necessitam das mesmas condições que as árvores que vivem na Natureza. Por norma geral, situam-se em zonas iluminadas, mas porque o Verão tem temperaturas elevadas, abrigam-se em zonas com sombra e abrigados do vento para evitar queimaduras nas suas folhas. Acerca da temperatura, é recomendável protegê-los das geladas. Para os bonsais entrarem em repouso Invernal, necessitam de uma temperatura que oscila entre os 0 e os 5 graus.

    Os bonsais, ao viverem num espaço reduzido, necessitam de rega periódica. A norma é regá-los quando a superfície da terra está seca. É aconselhável que se reguem com água da chuva. Se isto não for possível, um truque é deixar a repousar água da torneira durante 5 ou 6 dias num recipiente para que assim se elimine o problema das manchas de cloro. Também é necessário algum cuidado na rega, os bonsais necessitam de pulverização, pois elimina a sujeira e o pó que podem ter nas folhas.

    Transplante, mudas de Bonsai – o transplante é demasiado importante para ser ignorado, é ainda mais importante que adubar, ao transplantar faculta ao seu bonsai uma nova fonte de nutrientes.

    O transplante ajuda a arejar a terra promovendo não só o crescimento de novas raízes capilares como todo o desenvolvimento global da copa do seu bonsai.
    Obviamente não podemos descobrir as raízes para verificar se estão a desenvolver-se adequadamente, contudo podemos olhar para a copa do bonsai e verificar; A copa desenvolve bem vigorosamente? As folhas do seu bonsai aparentam uma cor saudável? Os novos brotos crescem sãos? Caso alguma destas questões seja negativa evidencia uma má evolução das raízes capilares ou carência nutritiva.

    Outros fatores a ter em consideração é o surgimento de raízes visíveis no topo do recipiente ou o aparecimento de raízes fora dos orifícios de drenagem.
    Caso tenha verificado que o seu bonsai precisa de transplante não se precipite! A melhor maneira de ter sucesso e aguardar pela devida altura. A melhor época para o transplante é sem duvida o início da primavera, antes dos brotos e folhas surgirem. Caso verifique que tal já se sucedeu já será tarde para efetuar o transplante.

    formiguinha

    Quando devemos evitar adubar o Bonsai? – devemos contudo evitar de adubar em determinadas situações.

    Um delas é o inverno, consiste apenas em desperdício de adubo pois nesta altura o seu , entra no período letárgico ou seja, não necessita de vigorar, desta forma o bonsai não tem necessidade de “procurar” nutrientes.

    Outra situação é após o transplante, nunca devera adubar o seu bonsai nesta altura pois as raízes estão fragilizadas, aplicar nesta altura adubos arrisca-se a queimar as raízes e conduzir o seu bonsai a morte certa. Só deverá voltar a adubar o seu bonsai apos um mês de transplante.

    Não necessita de adubar o seu bonsai quando este indica estar doente (atenção doença não é praga) tal como as pessoas e todos os animais quando encontram-se doentes não procuram melhorar a sua saúde a base de alimentos mas sim através de uma medicação adequada.

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    Preparação – a preparação do vaso é muito importante, tal como a escolha do modelo em que pretende enquadrar o seu bonsai. O vaso deve possuir orifícios grandes para que haja arejamento das raízes.
    Os orifícios grandes estão vocacionados para escoar a água em demasia, evitando que as raízes possam apodrecer.
    Após a escolha do vaso devemos colocar no fundo uma rede para que o conteúdo não saia com as regas sucessivas.

    rede

    Uma rede mosquiteiro cortado ao tamanho é o ideal. Fixe as redes com um arame para não saírem do sítio enquanto transplanta o bonsai para o recipiente escolhido. Após ter preparado o vaso pode prosseguir com ao transplante, mas leve em conta o seguinte aspecto, quanto tiver o vaso preenchido deixe um rebordo na terra para poder regar sem que a água transborde por cima.
    O vasos demasiado rasos de bonsai por vezes possuem orifícios demasiado chegados as bases onde os apoiamos. A melhor maneira de solucionar esta questão é adquirir uma ripa de cerca de 1 cm de espessura e dispor duas delas debaixo do vaso para o poder elevar favorecendo o escoamento das águas indesejadas após a rega.

    vaso

    Alternantheralilacina

    A Alternanthera reineckii “rosaefolia” é a maior e mais decorativa de todas as formas conhecidas de A. reineckii e também é a de manutenção mais fácil. A sua característica mais evidente é a sua intensa cor vermelha, a qual possibilita belíssimos contrastes no aquário. É uma planta de fácil cultivo, necessitando apenas de um substrato rico e iluminação intensa. Caso perca as folhas da base, ou os nodos se tornem mais espaçados, é sinal de que é necessário o aumento da intensidade luminosa.
    Pode ser cultivada em água dura, bem como em água mole, desenvolvendo-se melhor em ph na faixa ligeiramente ácida. Reage muito positivamente à forte movimentação da água. A temperatura ideal para o cultivo situa-se entre os 24°C e 27°C. Devido ao seu crescimento rápido, de 3 a 5 exemplares saudáveis são suficientes caso se efetue o plantio na parte intermediária, ou junto á parte de trás do aquário. Propaga-se através de corte e replantio. Pode ser cultivada de forma emersa, em frente ao peitoril de uma janela, desde que o ar atmosférico seja seco. O aparecimento de flores ocorre, apenas, no cultivo emerso.

    Luz: bastante luminosidade
    pH: Preferencialmente neutro
    Temperatura: Moderada
    Substrato: Rico e sem compostos nitrogenados
    Movimentação da água: Benéfica
    Habitat: Emersa ou submersa
    Manutenção: Relativamente fácil
    Altura: Variável
    Flor: Inflorescência axilar
    Origem: Sudeste do Brasil

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    Normalmente a crença geral é que as orquídeas são muito sensíveis, delicadas e que requerem muitos cuidados, mas, ao contrário, qualquer orquidófilo mais experiente sabe que essas plantas são em sua grande maioria bastante rústicas e suportam anos seguidos de mau cultivo e falta de boas condições para o seu desenvolvimento.

    Tentarei aqui, de uma forma simples e clara, conduzí-los nos princípios básicos de cultivo e escolha das suas orquídeas.

    Em princípio, o Brasil tem em quase todo o seu território ótimas condições para o cultivo de orquídeas, bastando apenas alguns cuidados básicos para o seu sucesso.

    Ambiente:
    Existem alguns fatores essenciais para o bom desenvolvimento das orquídeas: luminosidade, umidade, temperatura, adubação, cuidados contra pragas e arejamento.

    A luz é um dos elementos vitais para todas as plantas, sendo que algumas delas necessitam de

    grande luminosidade, vivendo a pleno sol, outras queimariam se expostas totalmente aos raios solares e ainda algumas só sobrevivem em condições de muito baixa luminosidade. Read more »