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  • plantas (Small)

    A sacada de um apartamento pode ser um lugar perfeito para relaxar, por isso é importante preservar a intimidade também nesta parte da casa. Para isso, você pode criar uma barreira natural formada por plantas.

    1 – Se a sacada tem um parapeito, você pode optar por plantas trepadeiras, que fecham os espaços com a folhagem. Para gerar uma parede alta e densa, cultive o jasmim-estrela (Trachelospermum jasminoides). Este arbusto atinge mais de 2 metros de altura, é perene e dá flores brancas muito perfumadas;
    2 – Se você prefere uma parede fina do tipo cortina, escolha espécies espigadas. Uma opção floral e que você pode cultivar em jardineiras é o cizirão (Lathyrus latifolius). Suas flores são cheirosas e variam nas tonalidades do vermelho ao lilás. Esta espécie não é perene;
    3 – Se você quer criar uma barreira densa, coloque vasos com bambu (Bambusa arundinacea). Esta gramínea é de crescimento rápido e fica amarelada nos meses de inverno;
    4 – Para combinar uma parede densa e verde o ano todo, coloque jardineiras profundas com cipreste lambertiana (Cupressus lambertiana). Este pinheiro tem folhas brilhantes e um aroma similar ao do limão. Para conduzir o crescimento desta planta e obter uma forma mais ou menos uniforme, é preciso podá-la regularmente;
    5 – Se preferir uma cerca vistosa e que funcione como proteção, cultive o Pilriteiro (Crataegus monogyna), uma planta densa que floresce na primavera e dá vários cachos de frutos de um vermelho intenso. Por seus espinhos, esta opção não é recomendável para lugares onde circulam crianças;
    6 – Se o clima é muito frio, escolha espécies de alta resistência como laurotino (Viburnum tinus). Com esta planta você obterá uma cerca alta e de densidade média. Na primavera, ela dá pequenas flores brancas.

    Para qualquer uma das opções é recomendável instalar plantas já desenvolvidas, para obter o resultado desejado rapidamente.

    samambaia

    Febre nos anos 80, a exótica planta ressurge com destaque em modernos projetos de paisagismo.

    Pouca gente sabe, mas a samambaia que todo mundo conhece – e que marcava presença em nove de cada dez lares nos anos 80 – é apenas um dos muitos tipos desta planta. A mais famosa, é a chamada samambaia de metro. Outras, conhecidas como avenca, chifre-de-veado, renda portuguesa e renda francesa são também samambaias.

    Depois de anos esquecida e até mesmo considerada por muitos como algo kitch na decoração (se é que podemos falar em moda quando o assunto são as plantas), ela volta a figurar em projetos de paisagismo contemporâneos, em especial nos jardins verticais.

    A samambaia é um dos primeiros DNAs da Terra. Junto com os musgos, são as plantas mais antigas do planeta. Há anos, voltei a usá-las em jardins verticais não só por sua textura maravilhosa, mas porque de fato trata-se de um clássico, em especial as de metro.

    A palavra samambaia significa, do tupi-guarani, “aquilo que se desenrola no próprio tronco”.
    Houve época em que jardins impecáveis exibiam rendas portuguesas gigantes forrando o gramado, enquanto as samambaias de metro se despencavam de seus xaxins presos no teto com suas pontas chegando quase a tocar o chão. Hoje, elas estão reconquistando seu espaço, com sua linda gama de verdes.

    Xaxim, não. Coxim!
    O xaxim – onde as samambaias eram normalmente plantadas – tem origem em uma variedade nativa da própria planta, a samambaiaçu.
    O xaxim era o substrato excelente para as samambaias, porque lhes fornecia os nutrientes necessários. Mas, atualmente, está proibida a venda, em função da sua extração indiscriminada na Mata Atlântica, levando quase à extinção.
    Assim, a saída encontrada por botânicos e agrônomos foi utilizar um material semelhante ao xaxim para a fabricação de vasos e painéis – empregados nos modernos jardins verticais –, que hoje em dia são feitos com fibra de coco. É o chamado coxim.
    O aspecto é parecido, porém a fibra de coco não é um substrato tão bom quanto o xaxim. Portanto, as plantas colocadas em vasos ou placas de fibra de coco devem ser sempre acrescidas de um substrato com terra adubada.

    Cuide bem da sua samambaia
    - As samambaias normalmente gostam de meia sombra e de ambientes úmidos, reproduzindo o habitat na Mata Atlântica;
    - Elas não podem ficar expostas ao sol, caso contrário amarelam totalmente. Se for o caso, que seja o sol da manhã, mas de forma indireta;
    - As samambaias gostam de ficar sob um terraço, uma árvore, sempre à meia sombra;
    - A rega pode ser feita três vezes por semana, no mínimo. Mas tudo depende da estação do ano. No verão, a água evapora mais rápido, então é preciso regá-la mais. No inverno, a umidade permanece na planta, então pode-se regar menos. O importante é manter o vaso sempre úmido;
    - A samambaia de metro ou a amazônica devem ficar penduradas em vasos ou placas de fibra de coco. Já as rendas portuguesas e outras samambaias que não ficam pendentes podem ser plantadas na terra, em canteiros, mas em locais sombreados;
    - Esse tipo de planta se desenvolve bem em regiões quentes e úmidas, como a Mata Atlântica;
    - Uma muda dessa planta precisa de espaço para crescer. A de metro, como o nome já diz, fica imensa;
    - Samambaias devem ser totalmente podadas no inverno. Assim, elas brotam em dobro na primavera;
    - Para mantê-las saudáveis, deve-se usar adubos nitrogenados, que favorecem as folhas, além de inseticidas contra pulgões e cochonilhas.

    miniestufa-
    Com a chegada do inverno, as plantas precisam ser protegidas do frio e das geadas. Construa uma miniestufa usando madeira e uma capa de lavadora.

    Materiais necessários:
    Sarrafos de madeira de 4 x 4 cm e 80 cm de comprimento        4
    Sarrafos de madeira de 4 x 4 cm e 50 cm de comprimento        4
    Sarrafos de madeira de 4 x 4 cm e 60 cm de comprimento        4
    Pregos ou parafusos para madeira                     quantidade necessária
    Cantoneiras para prateleira                                                       4
    Vidro ou placa acrílica transparente 55 x 45 cm                         1
    Capa transparente de lavadora                                                 1

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    1 – Una os sarrafos com pregos ou parafusos para madeira formando um paralelepípedo de dimensões similares às de uma lavadora convencional (base de 60 x 50 cm com uma altura de 80 cm).

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    2 – Fixe as cantoneiras a 40 cm da base sobre a face interna dos sarrafos verticais, ou seja, os mais compridos (de 80 cm).

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    3 – Apoie a placa de vidro ou de acrílico transparente sobre as cantoneiras montando uma prateleira no meio.

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    4 – Coloque a estufa na sacada ou em um local do jardim que receba luz solar.

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    5 – Coloque dentro da estufa as plantas mais sensíveis ao frio e às geadas.

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    6 – Coloque a capa plástica sobre a estrutura. A capa transparente é importante porque permite a passagem dos raios solares.

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    7 – Usar uma capa com abertura superior facilitará na hora de regar ou cuidar das plantas. Controle a temperatura do interior. Em dias quentes, retire a capa nos horários de maior exposição ao sol.

    Importante:
    * Se você tiver um móvel ou estante de dimensões similares às de uma lavadora, adapte a estrutura e evite os primeiros passos.

    * Se as plantas forem pequenas, você pode colocar mais uma prateleira.

    Calandiva (Small)
    Nome científico: Kalanchoe blossfeldiana “Calandiva White white Pink”
    Nome popular: calandiva
    Origem: híbrido
    Porte: até 30 cm de altura
    Flores: róseas e brancas formadas no inverno
    Cultivo: em vasos, jardineiras, bordaduras ou conjuntos isolados
    Clima: ameno
    Luminosidade: pleno sol
    Irrigação: deve ser espaçada no Inverno
    Dificuldade de cultivo: necessita de solo com boa drenagem
    Adubação: orgânica e NPK rico em Fósforo (P)
    Multiplicação: por sementes
    Curiosidade: a reprodução por estaquias não resulta em mudas perfeitas

    cimbídio (Small)
    Nome científico: Cimbidium x hybridum
    Nome popular: cimbídio
    Origem: Ásia Tropical e Temperada
    Porte: 0,30 cm a 1,20 m de altura
    Flores: em cores variadas e inúmeras tonalidades, formadas, principalmente durante a Primavera
    Cultivo: em vasos
    Clima: ameno
    Luminosidade: pleno sol
    Irrigação: esporádica. Somente quando o substrato estiver seco
    Dificuldade de cultivo: não suporta altas temperaturas
    Adubação: uma vez por semana, com NPK 10-10-10
    Multiplicação: por divisão da planta
    Curiosidades: desenvolve-se em regiões de altitude e de temperaturas amenas

    streptosolen jamesonni
    Nome científico: Streptosolen jamesonni
    Nomes populares: marianinha e estreptosólem
    Origem: Colômbia e Equador
    Porte: entre 1,2 m e 1,5 m
    Folhas: ovaladas, enrugadas e sulcadas
    Flores: alaranjadas, brilhantes e vistosas, formadas no Outono-Inverno
    Cultivo: como planta isolada em bordaduras ou conjunto
    Substrato: solo do jardim composto à base de turfa e areia.
    Clima: tropical
    Luminosidade:
    pleno sol
    Rega e umidade: Água em abundância na primavera e no verão, com moderação no outono-inverno.
    Dificuldade de cultivo: não tolera geadas
    Adubação: matéria orgânica ou NPK
    Multiplicação: por estacas preparadas após o florescimento
    Curiosidade: proporciona um efeito decorativo muito bonito quando florida
    Poda: Podar galhos após floração 2 / 3 cm do seu comprimento, a fim de estimular a produção de novos ramos floridos e para evitar o desenvolvimento excessivo da altura da planta.

    Pontederia-cordata
    Nome científico: Pontederia cordata
    Nomes populares: mureré, orelha-de-veado, aguapée rainha-dos-lagos
    Origem: estados Unidos (sul) e África Tropical
    Porte: Pode chegar até 1 m de altura
    Flores: em forma de espiga em tom violeta-arroxeado, que surgem na Primavera-Verão
    Folhas: de longo pecíolo
    Cultivo: formando maciços e bordaduras
    Clima: tropical e subtropical
    Luminosidade: pleno sol
    Dificuldade de cultivo: nenhuma
    Multiplicação: por sementes ou divisão de touceiras
    Curiosidades: tolera o clima frio e não oferece o inconveninete de ser invasora

    melhore-terra-plantas
    Além de precisarem de energia solar, as plantas precisam de água, minerais e oxigênio.
    Geralmente, é o solo que fornece esses elementos. Mas, quando este é deficiente em nitrogênio, fósforo ou potássio, entre outros minerais essenciais para as plantas, é preciso substituir ou enriquecer o substrato para que a planta se desenvolva corretamente.

    Como proceder:
    1 – Se você ainda não tiver vasos e quiser começar a cultivar plantas, o ideal é preparar o seguinte adubo: 4 medidas de turba branca, 1 medida de areia fina e 1 medida de terra escura.
    Se você tiver um terriço ou minhocário, substitua a terra escura por húmus destes preparados.
    Você pode substituir a areia por outros produtos como perlita expandida, vermiculita ou lã de pedra;

    2 – Para melhorar a estrutura da terra muito compacta de alguns vasos, acrescente uma medida de areia de rio para cada cinco medidas de terra.
    A areia dará porosidade ao substrato, permitindo que a água escorra melhor e que ele fique mais arejado, o que beneficiará o sistema radicular da planta.
    Não use areia de construção, pois a sua composição contém um alto conteúdo de argila, que se compacta e faz o efeito contrário ao desejado;

    3 – Se você perceber que as plantas estão pálidas e com falta de nutrientes, acrescente turba nos vasos.
    Você pode utilizar turba branca ou preta. A primeira é a melhor opção porque a sua estrutura é bem porosa e isso aumenta a permeabilidade de nutrientes que alimentarão as plantas;

    4 – Meça o pH (potencial hidrogeniônico) do substrato dos vasos. Para isso, existem muitos produtos como papéis indicadores ou gotas reativas de fácil uso.
    Se o pH for alto, você tem uma terra alcalina e deve acrescentar uma mistura de cascas e folhas de pinheiro.
    Este material orgânico dará acidez e reduzirá o pH;

    5 – No caso de solos ácidos (com pH baixo), retire a terra do vaso e acrescente uma xícara de cal.
    Misture o cal com a terra e deixe-a repousar durante um dia.
    Use este novo substrato para as suas plantas e você verá que o pH da terra se neutralizará.

    * Todos os materiais orgânicos e inorgânicos propostos para preparar os substratos podem ser encontrados em lojas especializadas e supermercados.

    * A terra neutra tem pH igual a 7.

    tulipa amarela

    Conheça mais sobre esta planta tropical e anote os segredos para cultivá-la em casa.

    Uma das plantas preferidas por grande parte dos paisagistas é a bromélia, tamanha a sua diversidade de espécies e beleza ornamental. Com suas formas esculturais, são sempre selecionadas a dedo para compor um visual impactante nos jardins tropicais.
    Ao todo, são cerca de 3 mil espécies, sendo 1.500 encontradas no Brasil. E a mais popular delas é, quem diria, o abacaxi! Uma das maiores, a Vriesea imperial, chega a atingir 1,5 m de diâmetro na idade adulta, tamanho que pode alcançar após cerca de 10 anos.
    Entre versões consideradas miniaturas e outras até gigantes, as características e os cuidados, no entanto, são semelhantes. A bromélia só floresce uma vez na vida, já na idade adulta. Depois de florir, ela dá os brotos – seus filhotes – na lateral. E assim completa o seu ciclo de vida.

    bromélias

    Encontradas na Mata Atlântica, suas espécies se dividem entre as epífitas, que vivem nos troncos das árvores; as terrestres, que vivem plantadas na terra; e até mesmo as que vivem sobre pedras. E, é sempre bom lembrar: sua extração é proibida.

    Mas algumas bromélias ornamentais, como Gusmania, Aechemea, Tillandsia, Vriesea e Neoregelia, são cultivadas comercialmente e facilmente encontradas em centros de plantas, como o Ceagesp, em São Paulo, e em lojas especializadas. Já os preços das mudas variam de R$ 40 a R$ 150, de acordo com a espécie e o seu tamanho.

    Cuidados essenciais – Existem algumas espécies de sombra e outras de sol. Mas a maioria das bromélias aprecia apenas a claridade e não o sol direto, que pode até queimá-las. O vento, por sua vez, é bem tolerado por aquelas com folhas duras e ásperas. Outro fator importante é a rega, que deve ser moderada. E o substrato deve ter boa drenagem para que a água escoe livremente.

    bromélias 2

    As bromélias não suportam a terra ou o substrato encharcado, pois podem apodrecer nesta situação. A rega deve ser feita com parcimônia e a água borrifada nas folhas. Além disso, a planta deve ficar com a base acima da terra, sem que as folhas tenham contato com o substrato, caso contrário também podem apodrecer.

    As bromélias praticamente não são podadas. Deve-se apenas retirar as folhas secas e envelhecidas. Aliás, folhas ressecadas ou pintadas são sinais de que a planta não está sendo bem cuidada e, nesse caso, ela pode não dar brotos, que são os seus filhotes, e, por conseqüência, acabar morrendo. Assim como as bananeiras, as bromélias florescem uma vez e, em seguida, dão filhotes, perpetuando sua espécie..

    Quanto à adubação, não é preciso muita preocupação: As bromélias não necessitam de uma adubação pesada. Uma formulação como 4:14:8 N:P:K a cada três meses já é suficiente.

    E se a intenção é plantar a sua bromélia junto com outras plantas no mesmo vaso ou jardim, escolha espécies que tenham as mesmas necessidades, como um solo com boa drenagem e pouca água.

    Em alguns países europeus e até na terra dos nossos vizinhos argentinos uma coisa sempre chama a atenção: os quiosques de flores espalhados pelas ruas da cidade. Franceses e portenhos costumam comprar flores como quem compra o pãozinho de todo dia. Questão de hábito. Um hábito que começa a ser difundido por aqui, em negócios como a recém-inaugurada Casa Flor – instalada nos corredores do Shopping Iguatemi, em São Paulo. A idéia dos sócios, Álvaro Filpo e Suzana Melzer, é fazer das flores um item de consumo freqüente, seja para dar de presente a uma amiga ou para enfeitar a casa.

    E é nessa hora que a coisa complica. Tem gente que acha linda essa história de flores espalhadas pelos quatro cantos de casa. Mas ainda resiste na hora de “mandar embrulhar” um produto tão perecível. Por isso, você confere abaixo algumas dicas do Álvaro na hora de comprar flores. Para você entrar no clima da primavera sem arrependimentos.

    Para aumentar a durabilidade das flores em até 3 dias
    1. Manter as flores em locais fresquinhos, sem sol direto.
    2. Trocar a água dos vasos diariamente e adicionar a seguinte combinação de “aditivos”: 1 colherinha de açúcar, algumas gotas de água sanitária e algumas gotas de limão.
    3. Borrifar água nas pétalas das flores diariamente.
    4. Cortar os caules das flores todo dia, sempre em diagonal. Isso porque a flor absorve a água pela ponta do caule e, com o tempo, vai se formando uma borra que impede o fluxo de alimentação da flor.
    5. O corte em diagonal aumenta a área de absorção de água.
    6. Retirar as folhas que ficam na parte inferior do caule. Elas apodrecem rapidamente em contato com a água.

    Algumas flores que resistem bravamente em vasos com água
    Antúrio, rosa, crisântemo, lírios, alstroméria e orquídea do tipo cynbidium.

    Como saber se uma flor está fresca
    1. A flor deve estar preferencialmente fechada. Se estiver aberta, deve ser firme, assim como a parte do caule mais próxima da flor.
    2. Não compre flores com folhas ou pétalas manchadas, sinal de deterioração.
    3. Em São Paulo, os leilões de flores ocorrem às quartas e às sextas-feiras. Isso significa que nos dias seguintes aos leilões as floriculturas estarão bem abastecidas de flores frescas.

    O que é preciso ter em casa para cuidar das flores
    O material mais importante é uma boa tesoura de florista, à venda em mercados especializados em plantas.