Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • edelweiss

    A flor Edelweiss (Leontopodium alpinum) é uma das vegetações típica dos Alpes Europeus, ela nasce entre os rochedos acima de 1700 metros de altitude.
    Especialmente em terras da França, Itália, Suíça, Iugoslava e Áustria, seu ponto mais alto é o Monte Branco, com 4.807m de altitude.
    Devido às escaladas nas montanhas e do turismo ecológico, esteve próxima da extinção, porém por iniciativa do governo austríaco, o pequenino arbusto, hoje, é Patrimônio Tombado nos cinco países.

    Hoje é considerada a flor nacional da Áustria e Suíça.

    O Edelweiss (que em alemão quer dizer – branco precioso) é um arbusto com flores brancas em formato de uma estrela. Sua pétala extremamente branca contém uma penugem que retém a umidade necessária para sua sobrevivência, isso a deixa ainda mais bela, com um tom prateado. Assim como outras vegetações que nascem e vivem em climas inóspitos (quente ou frio), para evitar a perda de água, e seu ressecamento, a mesma protege-se recobrindo sua superfície com densos pelos.

    Diversas são as lendas sobre a flor, uma delas e a mais conhecida, diz que a Edelweiss é um Símbolo do Amor, isso por que muitos rapazes escalavam os Alpes, arriscando a vida para colhê-la e presentear a amada.

    C2girl19

    Terrário

    O terrário é um delicado mini-jardim inspirado nos jardins japoneses, feito dentro de vidros ou vasos transparentes. Para montar o terrário, é importante ter uma boa variedade de tons de terra. Veja as dicas de como você pode conseguir cores diferentes em qualquer terreno. Com uma enxadinha, retire a camada mais superficial e rica em nutrientes. Tem um tom escuro, quase preto. Logo em seguida, um tom mais forte. É uma terra arenosa, meio alaranjada. Mais abaixo, outra terra: a argilosa e bem escura. A etapa seguinte é queimar as terras para facilitar o trabalho e retirar as impurezas. Só não se deve fazer isso com a terra vegetal, porque ela vai alimentar as raízes. Se você não tiver fogão à lenha, pode queimar no forno comum. Deixe por alguns minutos. Depois de fria, pegue a terra arenosa e quebre com martelo. Fica fácil de peneirar. O bom é aproveitar o pó da terra. A terra argilosa, depois de queimada e peneirada, fica mais amarelada. Com as terras prontas, comece a montar o terrário.

    Material necessário
    - 1 vidro ou aquário de qualquer tamanho
    - Pedrinhas bem pequenas, quase moídas
    - Água com um pouco de sulfato de cobre para alimentar raízes e evitar fungos e bactérias. O sulfato você encontra em lojas de produtos agrícolas
    - Terra vegetal adubada
    - Musgo para fazer graminha
    - Alguns galhinhos secos
    - Mudas variadas de plantas pequenas
    - 1 vasinho pequeno de uma planta com florzinhas
    - Alguma peça artesanal pequena para compor
    - Pazinhas
    - Borrifador
    - 1 palito japonês
    - 1 tesoura

    Passo-à-passo

    Comece colocando a terra arenosa, a mais avermelhada, cobrindo o fundo do vidro. Atenção: use mais as bordas do vidro. Não faça um montinho no centro. Depois, coloque um pouco das pedrinhas moídas, para drenar a terra e deixar que as raízes se alimentem e não apodreçam. Agora, um pouco de terra argilosa – mais amarelada – para variar o tom. Depois mais terra vermelha. No meio você preenche com terra vegetal. Continue preenchendo o vidro com várias camadas de terra diferentes, sempre pelas laterais. Complete também com terra vegetal no centro.

    Faça várias camadas de decoração até uma boa altura para colocar suas plantinhas. Aí você pega a terra adubada e faz um montinho no meio. Já dá para ver o desenho dos tons de terra. Agora molhe bem com o borrifador até encharcar a terra. Dê uma limpadinha no vidro para remover a poeira e a umidade. Depois disso, solte a criatividade no mini-jardim. Você pode colocar o musgo na terra para fazer as graminhas.

    Encaixe a peça artesanal no centro. Aqui usamos uma igrejinha. Em seguida, vão os galhinhos secos. E vá plantando as mudinhas. Uma coisa super importante é molhar todas as raízes na água com sulfato de cobre, antes de plantar. Isso fortalece a raiz. Use o palito japonês para fazer um buraquinho e firmar a planta na terra. Cubra com mais terra. Com uma tesoura pequena, pode um pouquinho no limite da altura do vidro.

    E continue a decorar o jardim: corte umas florzinhas e plante. Vá colocando outras mudas. Ajeite a terra com cuidado. Você pode fazer um caminho com as pedrinhas moídas.

    E por último, preencha os espaços com galhinhos secos. Pronto. Fica lindo e delicado. Os terrários duram uns 6 ou 7 meses e precisam ficar na luz natural. Imagine só quantos tipos diferentes de mini-jardim você pode criar.

    CACTOS bolinha

    Os cactos são ideais para quem não quer tre trabalho, mas exigem alguns cuidados especiais – Eles têm uma aparência rústica, quase grosseira, espinhos que podem machucar e não tem uma “cara” nada amigável. Mas os cactos podem acabar se tornando ótimas plantas para se ter dentro de casa quando não se tem tempo para dedicar às plantinhas. Por isso, são indicados para aqueles que não param em casa.

    Algumas dicas de como cuidar do seu.
    Luminosidade –
    Requerem sol pleno, na maioria dos casos. Quando ficam na sombra, tendem a entortar, sempre em busca da luz. Além disso, seus espinhos vão se afinando e perdendo o colorido que lhes dá a beleza típica da espécie. A ausência de sol também faz a espécie não florir.

    Água – Em seu ambiente natural, vivem com pouquíssima água, porque dispõe de raízes longas captando rapidamente qualquer quantia de água. Quando estão plantadas em vasos, regue uma vez por mês. Deixe a terra secar completamente, para então regar com abundância, até verter água pela drenagem no fundo do vaso. A rega deve ser evitada no inverno, porque a espécie entra em repouso. Regar nessa época pode favorecer o surgimento de fungos e bactérias.

    Solo – Uma boa opção é misturar 1/3 de terra comum, 1/3 de areia grossa e 1/3 de matéria orgânica (húmus de minhoca, esterco curtido etc.)

    Vasos – Em ambientes úmidos recomenda-se o vaso de cerâmica, que faz a água evaporar mais rápido. Em locais ventilados ou secos é recomendado os vasos de plástico, sempre proporcional ao tamanho da planta.

    Replantio – Sugerimos que faça o replantio do cacto de acordo com seu desenvolvimento. Mas é bom observar alguns sinais. Se a planta passa o verão inteiro sem crescer, é sinal de que está com o substrato esgotado, ou sem espaço para que suas raízes se desenvolvam.

    Ventilação – Nunca coloque o cacto em locais abafados, como lavabos ou banheiros fechados. A planta deve ficar perto de uma janela ou sacada com boa ventilação.

    Adubação – Se a terra for preparada conforme descrevemos acima, não há necessidade de colocar adubo. Para deixar a planta mais vigorosa, colocar a cada 6 meses uma colher de sopa (por vaso) de farinha de osso + torta de mamona.

    Pragas e Doenças – O cacto é uma espécie suscetível à ataque de cochonilhas e pulgões. Quando isso acontecer, NÃO aplique os produtos à venda no mercado, como óleo de Neem. Apesar de ser um produto natural, o óleo destrói a cutícula que recobre a planta, podendo até matá-lo.

    O ideal é retirar a planta do vaso e passar uma escova macia com água e sabão neutro até eliminar todos os vestígios. Deixe o cacto secar na sombra por aproximadamente cinco dias e replante-o em um novo vaso com novo substrato.


    Espada de são jorge

    No cultivo comercial, a reprodução das plantas é tarefa fundamental, uma vez que é necessário obter vários exemplares de uma mesma espécie. Já no cultivo doméstico, o recurso da reprodução é utilizado quando queremos substituir as plantas mais velhas por outras mais jovens e viçosas ou até quando queremos obter filhotes de plantas “de estimação”.

    De qualquer forma, é importante saber que a reprodução pode ser realizada basicamente de duas maneiras: pelo processo vegetativo ou por sementes.

    No processo vegetativo, conseguimos obter novos exemplares a partir de uma parte específica da planta – estacas de galho, folhas, rebentos, etc. Os métodos usados podem ser divisão de touceiras, mergulhia ou alporquia. Algumas plantas dão bons resultados com qualquer um destes métodos, indistintamente; outras só se reproduzem com a utilização de um método específico.

    Estacas de galho – O plantio de mudas por estacas de galho é um método simples e muito usado principalmente na reprodução de plantas que apresentam caule macio e não fibroso como gerânio, crisântemo, fúcsia, etc.
    Como fazer: Comece escolhendo uma planta sadia para servir de matriz. Antes de retirar a estaca, regue a planta umas 2 ou 3 horas antes, garantindo uma boa reserva de umidade. Use uma faca ou canivete bem afiado e faça o corte logo acima do nó do caule, para permitir que a planta matriz possa brotar novamente. O enraizamento pode ser feito em água ou numa mistura de solo. Para poucos exemplares, recomenda-se colocar as estacas na água (mas lembre-se de antes retirar as folhas inferiores) durante um período que varia de 3 a 4 semanas, quando as primeiras raízes já terão surgido. Caso a opção seja por enraizar na mistura de solo, é preciso aparar a estaca logo abaixo do nó da folha inferior. Prepare um saquinho plástico bem resistente, enchendo-o com terra adubada e umedecida. Com uma vareta, faça furos na terra para acomodar as estacas, colocando, no máximo, três em cada saco, introduzindo-as até o nível das folhas do galho. Pressione bem a terra para dar firmeza. Depois, afofe um pouco a terra na superfície e regue moderadamente. Lembre-se de fazer alguns furinhos no plástico, para facilitar a drenagem.

    Folhas ou estacas de folhas – Este método é muito utilizado na reprodução de violetas africanas, begônia, peperômia e espada-de-são-jorge.
    Como fazer: Escolha folhas não muito novas nem muito velhas para fazer o plantio, removendo a folha completa, com o pecíolo. No caso do enraizamento na água, encha um recipiente, não muito grande, até a borda. Cubra com um plástico, prendendo bem e faça furos na parte superior para encaixar as folhas, de modo que as pontas possam ficar submersas até enraizarem. Para o enraizamento no solo, prepare vasos ou saquinhos (como foi explicado no item anterior), plantando um número de folhas compatível com o tamanho do recipiente. As estacas de folhas devem ser colocadas na mistura de enraizamento com a base voltada para baixo, para que as raízes possam se desenvolver. Para reproduzir a espada-de-são-jorge (Sanseveria sp.), por exemplo, corte os pedaços de folha transversalmente, em intervalos de 5 cm. Prepare uma mistura de solo arenoso e plante as estacas de folha levemente inclinadas em relação ao solo, apoiando-as na borda do recipiente. Quando as pontas enterradas apresentarem raízes, é possível fazer o transplante das mudas para vasos maiores.

    Divisão de touceiras – Outro processo simples para reproduzir certas plantas é a divisão de touceiras. Ideal para a multiplicação de violetas-africanas, alguns tipos de samambaias e cactos, este método dá excelentes resultados.
    Como fazer: Comece selecionando as partes que se apresentem bem separadas e com raízes fortes e saudáveis. Com o torrão na mão, separe delicadamente a touceira, tomando cuidado para não danificar o sistema radicular. Coloque as plantas divididas em um recipiente ou vaso já preenchido com a mistura de solo. Regue levemente, para facilitar o “pegamento”.

    Chorina

    Lampranthus veredenbergensis: tem menos folhas grandes do que as outras espécies. Suas flores são pequenas e de coloração rosa. Devido a estas particularidades, pode ser cultivada em vasos pendentes ou para cobrir o chão.

    Ambiente: Bastante luminosidade e longe do sol direto.
    Época da floração: De junho à agosto
    Altura máxima: 30-40 cm
    Cores: cor-de-rosa
    Outras características: Esta planta guarda a água nas folhas, por isso não há necessidade de ser regada todos os dias.

    árvores

    Outro ponto que podemos notar até mesmo em parques no meio de grandes cidades, é o silêncio! As árvores formam uma parede que impede a propagação dos ruídos. Cercas vivas estão sendo muito utilizadas hoje em dia para criar ambientes mais silenciosos e aconchegantes (além de bonitos).
    Em um bosque frondoso, a copa das árvores acumula a maior parte da radiação solar, o que significa que o chão, permanecendo quase todo o dia na penumbra, é bem mais fresco.

    Assim se define um micro clima – ou seja, um local restrito, ou isolado da região em torno. Desta forma, a temperatura na região de um bosque, no verão, pode ser 5 graus centígrados mais alta que a do próprio bosque.
    As metrópoles são outro tipo de micro clima – nesse caso porque geralmente estão cobertas por massas de ar quente, situadas a cerca de 120 metros de altura, criadas pela poluição.
    O resultado é a criação de ilhas de calor: assim, a temperatura no centro de uma cidade, por exemplo, pode estar 6 graus centígrados acima daquela de bairros distantes (ou mais arborizados) e da zona rural.

    Se ainda assim, você ainda não se convenceu de que deve plantar árvores espere para saber mais…
    Sombra – ah, que delícia uma boa sombra! Não é? Bem, se levarmos em conta a devastação e a não preocupação do reflorestamento, pode se preparar para sair de casa de guarda sol, pois a previsão é de que em 2030 nossas matas vão acabar!
    Madeira – se você não tem nada de madeira na sua casa pode enviar seu nome para colocarmos no livro dos recordes. O mercado madeireiro é um dos que mais cresce no Brasil. Muitas empresas são clandestinas, e pouca gente se preocupou em saber se a madeira que está comprando é autorizada ou não. Se você usa madeira, por que não ajudar plantando?
    Papel – não sei se você sabe, mas não há no mundo país que tenha um substituto para o papel vindo da madeira de árvores, sendo produzido em larga escala! Preocupante? Então imagine quantas árvores você já usou e vai usar só com papel!
    Oxigênio – você respira? Bem, pode não conseguir mais daqui alguns anos. A poluição gerada pelas grandes cidades estão desequilibrando a quantidade de oxigênio no mundo!
    E uma novidade: Estudiosos afirmam que florestas muito antigas, que já atingiram seu equilíbrio, produzem a mesma quantidade de gás carbônico (liberado a noite) que a de oxigênio. E que florestas jovens, para poder crescer, liberam muito mais oxigênio do que gás carbônico. Isso significa que plantar uma árvore é produzir oxigênio!
    Frutas – quem não gosta de uma boa fruta? Mas não pense que elas são produzidas em laboratório. Elas chegam à sua mesa, pois árvores às produziram. E se você fizer as contas deve ter gasto com frutas o bastante para ter mais de 100 pés de cada fruta que você gosta. Mesmo porque o gasto em se ter uma árvore é quase zero.
    Fauna – que delícia ouvir o canto dos pássaros logo de manhã! Pois então! Plante uma árvore perto de sua casa e ouça o resultado! Se você estiver em zona rural, ou próximo à alguma floresta, ainda poderá receber a visita de diversos animais da fauna brasileira.

    Primeiro vamos à nomenclatura
    Nativa –
    ocorre naturalmente na região que se está tratando.
    Exótica – não ocorre naturalmente na região que se está tratando.
    Endêmica – espécie que ocorre exclusivamente na região que se está tratando. Uma espécie que é nativa da Austrália é considerada exótica no Brasil, como é o caso do Eucalipto. Uma espécie pode ser Nativa do Brasil, porém endêmica da Bahia, como é o caso da piaçava. Isso quer dizer que em São Paulo, ou em Amazonas, esta espécie é considerada Exótica.

    Os benefícios de se plantar árvores nativas de sua região, além de não ter os problemas das exóticas, estão descritos a baixo:
    - O alimento é exatamente os que os animais nativos precisam.
    - Fazem parte de uma determinada floresta onde uma espécie ajuda a outra, de diversas formas.
    - Dificilmente espécies nativas são exterminadas por pragas, pois já desenvolveram muito bem uma defesa para cada praga da região.
    - Muito indicadas em plantios orgânicos, que desejam não utilizar agrotóxico.
    - A relação entre os nutrientes disponíveis, e os nutrientes necessários para a árvore, é harmoniosa.
    - São as árvores nativas que os pássaros nativos procuram para fazer seus ninhos. Você já reparou que em matas de Eucalipto ou Pínus houve-se muito pouco ou quase nenhum som de pássaros e outros animas?
    - E por último, se existem mais de 500 espécies só na Mata Atlântica, das mais variadas formas, das mais lindas flores das mais cobiçadas madeiras do mundo.

    Porque NÃO plantar árvores exóticas?
    - Por não terem predadores naturais, essas espécies podem se multiplicar sem controle, tornando-se assim uma praga, como é o caso do Eucalipto.
    - Por não terem uma boa relação com a floresta nativa, podem competir desigualmente pelo espaço, chegando até matar as espécies nativas, como é o caso da Leucena, que em seu habitat natural com pouca água, desenvolveu uma substância que impede o crescimento de outras espécies ao seu redor, para evitar a competição pela água escassa.
    - A proliferação pode ser descontrolada. Como é o exemplo também da Leucena. Em seu habitat nativo desenvolveu uma estratégia de produzir milhares de sementes. Isso porque a semente que encontrar apenas um pouco de água já irá germinar. Mas aonde o solo é seco só algumas sementes conseguem sobreviver. Aqui no Brasil, por ser um país tropical úmido, todas as sementes encontrar condições ideais para germinar. O que temos é uma disseminação tão intensa deste espécie que hoje é considerada uma verdadeira praga em nosso ambiente.
    - Algumas espécies exóticas têm as raízes muito bem preparadas para absorver toda a água que conseguirem. Como é o caso do Eucalipto, que absorve tanta água do solo, que este chega a ficar seco. Muitos locais estão com o solo pobre por terem sido invadidos por esta espécie, que muitas vezes é plantada por pessoas que desconhecem este problema.
    - O maior erro em se plantar exóticas como Eucalipto e Pinheiros, é que estas espécies crescem muito rápido. Pessoas e empresas que são obrigadas judicialmente a reflorestar utilizam estas espécies para mostrar o resultado o mais rápido possível. O que muita gente não sabe é que com espécies pioneiras brasileiras, consegue-se este resultado ou mesmo um melhor, tanto em termos de tempo quanto obviamente de qualidade, como é o caso da Embaúba, Monjoleiro e tantas outras mais.

    BLUEBIRDS

    Herbáceas

    plantas-herbaceas

    Plantas Herbáceas são plantas com caule não lenhoso ou semi-lenhoso de porte variado, podendo adquirir a altura e os efeitos de um arbusto. Podem ser plantadas em locais de sombra ou não. Podem ser perenes e anuais. Possuem a função de ornamentar, substituir os arbustos em locais sombreados, e dependendo da cor ou textura de suas folhagens ou floração serve como contraste ou ponto atrativo.

    Há muitos critérios de classificação dos vegetais quanto ao tipo de caule. As ervas ou plantas herbáceas são, na maior parte das vezes, definidas de duas formas:

    * Plantas de caule macio ou maleável, normalmente rasteiro, sem a presença de lignina (podendo, geralmente, ser cortado apenas com a unha) – ou seja, sem caule lenhoso.
    * Plantas cujo caule não sofre crescimento secundário ao longo de seu desenvolvimento.

    Ambas as definições estão corretas e são utilizadas pelos cientistas em suas obras, embora, ao considerar alguns casos englobados por elas, o leigo possa ficar confuso. Como exemplo, a primeira categoria engloba muitos cactos de hábito arbustivo, alguns de porte verdadeiramente imponente, como os saguaros dos Estados Unidos. A segunda categoria engloba todas as monocotiledôneas, inclusive palmeiras e yuccas, de caule claramente lenhoso, mas que não sofrem crescimento secundário ao longo da vida.

    Em botânica, utiliza-se a adjectivação herbáceo – por oposição a lenhoso – para descrever uma planta vascular ou uma das suas partes que não tem crescimento secundário.

    flor15

    canteiros

    * Se for plantar em canteiros, estes devem ser localizados em local de fácil acesso e que fique próximo a saída de água e galpões para guardar equipamentos etc.

    * Não plantar em topografia superior a 20%. Sempre haverá melhor produção em terrenos planos ou com ligeira inclinação, pois facilita a conservação do solo e tratos culturais.

    * Escolha sempre espécie/variedade que mais se adapte ao clima e ao solo da região, para melhor sanidade e desenvolvimento.

    * Sempre que possível faça uso de quebra-ventos nativos ou adaptados a região, pois além de diminuir a incidência de ventos fortes e frios, é abrigo dos inimigos naturais de pragas, evita poeira e doenças, e dependendo da espécie, fornece néctar para abelhas.

    Solo deverá ter boa drenagem e boa fertilidade natural e teor de matéria orgânica, e se necessário faça uma complementação, para que a planta esteja sempre nutrida e resistente a pragas e doenças.

    samambaiacu

    Novos Substratos Alternativos para o replantio de orquídeas, visando à substituição e conservação da Dicksonia Sellowiana (Xaxim).
    Nos últimos 2 anos vem sendo feitos experimentos com substratos alternativos visando a substituição do xaxim para o replantio de orquídeas epífitas e outras plantas que necessitam do xaxim para sua sobrevivência e fixação.

    Tem-se feito experimentos de crescimento com a fibra do coco, a casca de pínus e o último pouco conhecido entre os orquidófilos que é o cone do pínus (aquele fruto que se fixam às sementes do pínus).
    Todos estes produtos são passados por um longo processo de tratamento para a retirada do tanino e esterilização, para poderem ser aproveitados com maior eficiência dentro dos vasos de nossas orquídeas.

    Característica dos produtos:
    Fibra do coco:
    Se trata de um substrato com características de plantio e umidade bem parecida com o xaxim, com uma boa fixação boa umidade e média ventilação para as raízes. É um substrato quase inerte de nutrientes tendo que fazer uma adubação mais seqüencial se comparado com o xaxim

    Casca de Pínus: Este já é um substrato bem mais conhecido entre os orquidófilos e cultivadores de plantas. É um substrato com média fixação da planta no vaso, sendo obrigado à utilização em alguns casos de um tutor para fixar melhor a planta no vaso. A casca conserva o índice de umidade no interior dos vasos entre média a baixa sendo necessária uma maior freqüência de regas se comparado com o xaxim e a fibra de coco. É um substrato que, como a fibra de coco é necessária uma maior freqüência de adubações para a planta se desenvolver bem.

    Cone do Pínus: É um substrato que fixa uma umidade bem parecida com a do xaxim, por esse motivo não precisa diferenciar suas regas em comparação aos outros substratos citados acima. Sua fixação é melhor que a da casca de pínus e mais inferior ao coco, sendo que em alguns casos um tutoramento seja necessário. Temos que adubar com uma maior freqüência também, pois é um substrato que não contem quase nutrientes, servindo apenas para a fixação da planta.

    Maneiras que alguns produtores e colecionadores estão usando esses substratos em conjunto para tentar obter melhores resultados e um melhor equilíbrio na hora do plantio e da rega de suas plantas.

    Uma parte de fibra de coco para três partes de cone de pinus;
    * Uma parte de fibra de coco para três partes de casca de pinus;
    * Duas partes de fibra de coco para três partes de cone de pinus;
    * Duas partes de fibra de coco para três partes de cone de pinus;
    * Meio a meio de fibra de coco com casca de pínus ou cone de pinus.

    Cultivar uma planta sem conhecer o seu “corpo” é o mesmo que tentar chegar a algum lugar sem conhecer o caminho, pode dar certo ou não. A planta, ser vivo assim como o homem, é dividida em partes, cada uma com funções definidas, que devem ser muito bem cuidadas.

    A planta é composta de raiz, caule, folha, flor, fruto e semente, que precisam ter todas as suas necessidades satisfeitas.

    Raiz – Esta é a parte responsável pela alimentação. É através da raiz que a planta absorve água, sais minerais e conduz matéria orgânica até o caule. Ela funciona também como “dispensa”, guardando reservas de nutrientes. As raízes podem ser subterrâneas (sob o solo), aquáticas (submersas na água)ou aéreas(nem na terra, nem dentro da água).

    Caule – É a espinha dorsal da planta, mantendo-a ereta. O caule tem várias denominações. Nas árvores, chama-se tronco; haste nas plantas rasteiras e tenras; estipe, nos coqueiros e palmeiras; e colmo, quando dividido em nós e entre-nós. O caule pode, ainda, ser chamado estolão, nas suculentas e trepadeiras e, quando modificado, é conhecido por rizoma, bulbo, gavinha ou espinho.

    Folhas – As folhas são responsáveis pela fotossíntese, respiração e transpiração, funções primordiais de um ser vivo do reino vegetal. Geralmente são constituídas de lâminas e pecíolo (cabinho que a une ao caule), e apresentam-se de várias formas; lineares, oblíquas, lanceoladas, etc. Uma folha pode ainda ser simples (só uma lâmina) ou composta. A distribuição no caule é normalmente, alternada, composta ou verticulada. Em alguns casos suprindo a planta, até que ela consiga produzir seu próprio alimento, ou servindo como proteção (assume a forma de espinhos), a folha para bem cumprir sua função deve estar viçosa, limpa e bem nutrida.

    Flor – Quando uma flor desabrocha significa que está pronta para reproduzir-se. Com a parte masculina (estames) e a feminina (pistilo ou estigma e ovário) perfeitamente estruturadas, os agentes da natureza conseguem depositar o pólen no estigma fecundando óvulo e ovários. Quando uma planta “dá flor”, está em sua fase mais crítica, pois direciona toda a energia à esta atividade.

    Fruto – É o ovário fecundado que incumbe-se de proteger a maior riqueza de uma planta, a semente, guardando-a em seu interior. Homens e animais que se alimentam dele, transportam sementes para outros locais, ampliando a proliferação das espécies.

    Sementes – Possuem reservas de alimento, para possibilitar que a planta germine e cresça até ter folhas e poder realizar a fotossíntese. Para brotar, algumas dividem-se em duas, como o feijão e a soja, outras se mantém inteiras, como o milho e o arroz. Sua função é de preservar a espécie, através da multiplicação seminal. Ligadas entre si, todas as partes da planta trabalham em um sincronismo perfeito. Assim, procure tratá-las com o devido cuidado, garantindo a vitalidade e o bom desenvolvimento de sua planta.