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  • Planta originária das regiões montanhosas da China e do Japão

    Arbusto altamente ramificado de folhas caducas, forma grupos irregulares com ramos ocos de crescimento em diferentes direções. Chega a 3 metros de altura.

    Suas folhas são ovais-lanceoladas, opostas e dentadas na margem, verde escuro, opaco pelo feixe e um pouco mais claro na parte inferior.

    Inflorescências formando panículas axilares de até 12 cm de dupla flores brancas, hermafroditas, com cinco pétalas, em forma de sino

    Fácil de cuidar e de rápido crescimento, é possível cultivá-la em vasos, também flor possui abundantes, se plantado em vasos pode-se controlar seu crescimento e fazendo um arbusto ornamental podendo ser cultivado em pequenos jardins ou varandas. Suporta temperaturas baixas e regiões com alta poluição.

    Ela floresce em meados da Primavera ao início do verão.

    Pode ser plantada em locais com sol pleno, mas à meia sombra as flores duram mais. Deve ser abrigada do vento.

    Regas regulares no verão e poucas no inverno, mas não toleram a seca.

    Em geral, não são atacadas por pragas e doenças, mas é bom de vez em quando fazer uma minuciosa inspeção periódica para eventuais problemas.

    Após a floração, a poda deve ser para uma leve limpeza.

    Eles podem ser transplantadas no inverno, tendo o cuidado de fazer uma proteção contra geada, porque seria fatal.

    Facilmente reproduzíveis por estacas que são colocados em local abrigado, fresco e claro. A reprodução por sementes deve ser feita no final do inverno e leva 3 meses para germinar.


    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6f/ArtemisiaVulgaris.jpg

    A artemísia (Artemisia vulgaris) é da família da conhecida erva do absinto (Artemisia absinthium).
    Ambas pertencem ao gênero botânico Aster, da família Asteraceae.

    A artemísia tem muitos nomes comuns, como artemija, flor-de-são-joão, absinto-selvagem.

    É natural da Europa temperada, Ásia, norte de África, mas está também presente na América do Norte, onde é uma erva invasiva.

    Esta planta aromática tem 1 – 2 metros de altura e um caule angular arroxeado.

    As folhas são de cor verde escuro em cima e verde pálido na parte de baixo, com pelinhos.

    As flores são uns botões de cor amarelo acastanhado.

    É uma planta muito comum que cresce em solos de nitrogênios, como áreas selvagens ou não cultivadas, tais como locais de despejo e ao longo das margens das estradas.


    Malva

    As Malvas são podadas e planta-se as pontas para nascerem mais plantas.

    Dá flor no Verão, e existem malvas de várias cores. Algumas são singelas, outras dobradas e ainda outras que são trepadeiras.

    Quando chove, estas flores ‘choram’, ou seja, liberam um líquido castanho que faz nódoa nas paredes ou em tecido.

    Cultivada como planta ornamental pela beleza das suas flores, a malva (Malva sylvestris L.) é uma planta pertencente à família das Malváceas, originária da Europa, que pode atingir até cerca de 1 metro de altura. Popularmente, recebe vários nomes, como malva-de-botica, malva-maior ou malva-selvagem. É uma planta usada em fitoterapia e apreciada como hortaliça desde o século VIII a.C.

    Suas folhas são mais usadas na medicina popular, entretanto, as flores da malva constam das farmacopéias da Itália, França, Alemanha e da Suíça.

    A planta contém mucilagens, antocianina, tanino e um óleo essencial volátil com propriedades calmantes, emolientes e laxativas. O uso da malva é indicado nas inflamações da boca (aftas e gengivites) e garganta, principalmente na forma de gargarejos. O chá é usado em casos de prisão de ventre, úlceras e gastrite. Na forma de emplastro, a malva é recomendada para tratar abscessos e as compressas feitas com as folhas são consideradas ótimas para aliviar queimaduras de sol.

    Cultivo: As folhas da planta são bem verdes, com longos pecíolos, serreadas nas bordas e com pêlos ásperos, embora moles e macios ao tato. Já as flores são bem características: quando totalmente abertas, apresentam cinco pétalas afastadas, estreitas na base, largas e chanfradas na parte superior, a coloração é rósea e o florescimento se dá nos meses mais quentes do ano e, dependendo da região, pode ocorrer do final da primavera até meados do outono.

    Esta planta vegeta espontaneamente nos continentes europeu, africano e americano. No Brasil, desenvolve-se bem em locais de clima mais ameno, como a região Sul. A Malva sylvestris L. não deve ser confundida com outras plantas existentes no Brasil ou no exterior e conhecidas pelo mesmo nome popular de “malva”.

    A malva propaga-se por meio de sementes, divisão de touceiras ou estaquia. Embora seja nativa de climas temperados, a malva tolera climas mais quentes. Seu cultivo exige luz solar direta pelo menos 4 horas por dia e recomenda-se proteger a planta contra geadas e frio intenso. Em regiões onde o inverno é muito rigoroso, a malva comporta-se como planta anual.

    - Solo ideal: rico em matéria orgânica
    - Regas: freqüente durante a fase de formação dos botões florais e espaçadas nos outros períodos;
    - Cuidados gerais: controlar a invasão de ervas daninhas e evitar a umidade excessiva, que pode provocar a proliferação de fungos.

    Ter plantas em casa, para algumas pessoas, é essencial para dar vida ao ambiente, seja no jardim ou no interior. Outras também adoram, mas não conseguem mantê-las viçosas ou nem mesmo com vida, outras compram uma plantinha mesmo que não tenha a mínima idéia de como cuidar.

    Alguns truques básicos para você cuidar bem de suas plantas.
    * Ao adquirir ou ganhar uma planta em vaso – seja folhagem ou flor – preste atenção no tamanho delas. As de porte maior, precisa ser trocada depois de dois anos para um vaso maior.
    * Mesmo que não tenha necessidade de mudança de vaso, mas você quer, a dica é a seguinte. Pegue terra vegetal ou terra adubada e misture com a do vaso e apronte no local que for colocar. Só a orquídea é que precisa de pedra embaixo do vaso, antes de colocar a terra, para drenar e não acumular água na raiz.
    * Atenção com as plantas de ambiente externo. Elas vão sentir diferença de ambiente, devido às incidências diretas do sol, mas depois elas acostumam. Ela fica murcha, algumas folhas caem, mas é normal. Precisa regar três vezes por dia, até ela se adapte. Depois regue somente duas vezes por semana.
    * A irrigação é um ponto importante. A maioria das plantas de interior devem ser umedecidas de três em três dias, sem encharcar. A orquídea está entre as exceções e deve receber água de sete em sete dias. Já as da área externa, podem ser regadas duas vezes por semana.
    * A adubação deve ser feita de três em três meses para as folhagens. Pode ser usado qualquer tipo de adubo. No caso das flores, existem adubos específicos encontrados em floriculturas e lojas especializadas.
    * Quanto a pragas, as lojas de plantas sabem indicar qual o inseticida específico para exterminá-las. Na medida do possível, o melhor é usar remédios caseiros para não danificar. Se for problema de ácaro branco, pode-se usar o fumo curtido em 1 litro de água e deixar de molho por seis dias. Depois desse tempo, coloque 20 ml de álcool e borrife na planta afetada. No máximo em três dias acabam-se os ácaros.

    Merremia_tuberosa
    A Flor-de-Pau (Flor-de-madeira) é uma trepadeira muito exótica e com um diferencial na sua floração.

    Seu nome científico é Merremia tuberosa. Ela é originária das regiões tropicais das Américas, África e Ásia.

    É uma planta perene e muito vigorosa, produz flores amarelas no verão-outono e os frutos quando secos são cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornaram de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira,daí a origem do nome popular.

    Os frutos são utilizados na artezanato e arranjos.

    Planta apropriada para cobrimento de pérgulas, muros, cercas ou grades. Os frutos secos são requisitados para arranjos decorativos.

    A flor-de-pau se multiplica facilmente por sementes.

    jarrinha_de_flores

    [tetradenia.jpg]

    Família: Labiatae (ou Lamiaceae).
    Altura: Chega atingir 1,6 m.
    Diâmetro: 1,2 m.
    Ambiente: Cultivada a Pleno Sol.
    Solo: Pobre ou pouco exigente..
    Clima: Tropical de altitude, Subtropical, Tropical. Originária da África do Sul.
    Época de Floração: Inverno.
    Mes(es) da Propagação: Primavera. Sua propagação é feita por estaquia.
    Persistência das folhas: Permanente.

    Obs: As folhas, quando esfregadas, deixam um agradável perfume nos dedos. Evitar podas repetidas para favorecer o florescimento.

    http://www.uesb.br/flower/imagens/petunia.jpg

    Espécie herbácea, muito florífera, obtida por hibridação de plantas originárias da América do Sul, principalmente Argentina e Brasil.

    Apresenta formas muito diversificadas, com ramagem pubescente, sustentando folhas pequenas e ovaladas.

    Flores volumosas, simples ou dobradas, em diversas cores, vibrantes, nos tons vermelho, rosa, roxo, branco, bicolor ou com bordas contrastantes.
    Propaga-se por sementes.

    Uso paisagístico – Planta cultivada a pleno sol, como forração ou preenchendo jardineiras e vasos suspensos, na condição de planta pendente.

    http://www.desert-tropicals.com/Plants/Geraniaceae/Pelargonium_hortorum2.jpg

    Família: Geraniaceae

    Planta originária da África do Sul

    Ereta erva perene, mais ou menos ramificado, de fácil cultivo e crescimento moderado. Talos suculentos e estípulas do lado de fora da axila que às vezes não são.

    A planta inteira é pubescente. Folhas reniformes de comprimento e borda irregular, alternando, verde médio com faixa roxa no meio da lâmina, paralelamente à borda. Desprendem um odor característico a apertar.

    Inflorescência de flores hermafroditas em umbelas de 3 cm de diâmetro, cálice verde de 5 sépalas e 5 pétalas vermelhas corolla ovate-laranja, vermelho ou rosa. Existem variedades de flores simples ou duplas.

    Floresce principalmente na primavera e no verão, embora em climas amenos pode ser em qualquer época do ano. Ideal para se colocar em varandas. Prefere locais onde bata sol pelo menos três horas por dia, suporta um local ensolarado, mas terá menos brilho. Adequadas às situações interiores e exteriores. Solo ligeiramente alcalino, a levemente ácido, moderadamente fértil e bem drenado.

    No período de maior atividade vegetativa deve adicionar fertilizante líquido com micro e macro nutrientes a cada 3 semanas.

    Rega moderara durante períodos de calor intenso, tomando cuidado para não encharcar. Retirar as flores murchas para possibilitar o surgimento de novas flores. Brotações apicais podem ser comprimidas para manter sua forma.

    Multiplicação fácil primavera ou início do verão, os brotos apicais cerca de 10 cm, com vários botões. Enterra-se 2 ou 3 gemas no substrato com húmus e cascalho em partes iguais, coloca-se em local seco e com sombra para se enraizar, de 3 a 4 semanas.

    http://www.hostas.com/images/succulents/crassula-musocosa.jpg

    Família: Crassulaceae
    Origem: África do Sul
    Suculenta perene irregularmente ramificado prostrado com hastes ascendentes que alcançam 30 a 40 cm de altura e 5 mm de diâmetro, com uma base lenhosa.

    De crescimento fácil, com folhas de tamanho médio verdes, pequenas e afiadas muito interligados com 3 mm de comprimento..

    Aprecia temperaturas entre 10 e 24 graus C, com umidade baixa.

    Inflorescência laterais amarelado com pequenas flores brancas com cálice de sépalas e pétalas quase igual forma triangular, com diâmetro de 2,5 a 3 mm. A inflorescência é composta por um número indefinido de ramos, cada um encimado por uma flor, e as pontas não excedem o comprimento do eixo principal.

    Ela floresce no final do verão ou início do outono.

    Prefere locais à meia sombra, evitando o sol do meio-dia.
    Solos alcalinos, bem drenados, soltos e moderadamente fértil.

    Substrato: 3 partes de areia, terra de jardim 2 partes geral e 2 partes de húmus.

    Água moderada no verão, deixando o substrato completamente seco entre as regas e no inverno irrigação 1 vez a cada 15 dias. Multiplicação fácil por divisão de touceiras, na primavera ou no verão. Por estacas, colocar em substrato de húmus e areia em partes iguais, ligeiramente úmidos e colocados à meia sombra te enraizarem.

    A Rosa gallica é um arbusto pequeno da família das rosáceas, nativa da Europa e da Ásia, é cultivada como ornamental e como medicinal. Também é conhecida pelos nomes de rosa-francesa, rosa-vermelha, roseira-francesa e roseira-rubra. Pode chegar a 2 m de altura.

    Batizada Rosa gallica Asplenium officinalis pelos botânicos, essa flor soberba, de aroma inebriante, também era conhecida pelo nome de “rosa dos boticários”, em razão de suas múltiplas propriedades medicinais.

    A “Rosa Gallica” é natural do centro e do sul da Europa. A história das gallicas perde-se no tempo. Foram das primeiras roseiras cultivadas em jardins. Uma das mais conhecidas, a R. Gallica “Versicolor”, também conhecida por “Rosa Mundi”, foi exaustivamente analisada pelo botânico Clausius em 1583.A Imperatriz Josephine, no início, do século XIX, possuía uma coleção de mais de 160 variedades de Gallicas no famoso Jardim de Malmaison. Só florescem uma vez no Verão e as cores das suas flores variam entre o rosa, o branco e o vermelho escuro