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  • mini-azaléia

    Para os que gostam de azaléias, este exemplar é perfeito para forrar vasos e canteiros. A espécie miniatura tem o comportamento da planta-mãe (Rhododendron simsii), floresce entre o outono e o inverno, prefere temperaturas amenas e só pode ser podada após o florescimento. Pode ser encontrada em viveiros e lojas de paisagismo.

    Nome popular: mini-azaléia
    Origem: China
    Porte: até 1m de altura
    Flores: podem ser brancas, vermelhas, arroxeadas, róseas, simples ou dobradas,
    algumas são listradas.
    Época de floração: Outono e Inverno.
    Luminosidade: sol pleno
    Irrigação: duas vezes por semana
    Curiosidade: possui o mesmo cultivo da azaléia tradicional.

    horta2

    1 - Qualquer recipiente pode ser usado como sementeira, desde que tenha pelo menos 15 cm de altura. No caso de caixas de madeira, preencha as frestas com pedriscos. Isso impede que o substrato escape e facilita a drenagem.
    2 - O substrato ideal para a semeadura deve conter partes iguais de terra comum de jardim, composto orgânico e areia de construção. Peneire muito bem todas as partes utilizadas.
    3 - Em seguida, mexa tudo, com as mãos ou com uma pazinha, até conseguir uma mistura homogênea. Preencha então a sementeira com o substrato formado com a mistura.
    4 - Para que a terra preparada fique bem distribuída, passe uma régua nas laterais da sementeira.
    5 - Em seguida, amasse a terra com uma tábua ou algo semelhante.
    6 - Se as sementes forem pequenas, espalhe-as com a mão, na superfície do substrato.
    7 - Já a sementes que se parecem com um pó fino devem ser colocadas em um papel, para depois deixar que caiam distribuídas nas linhas previamente sulcadas.
    8 - Se elas forem um pouco maiores, semelhantes a grãos, procedam assim: com um lápis, faça furinhos distanciados cerca de 4 ou 5 cm entre si, em linha reta, com a ajuda de uma régua. Os furos devem ter uma profundidade de 3 vezes o diâmetro da semente. Depois é só colocar uma semente em cada um dos furos.
    9 - Após a semeadura, distribua uma fina camada do mesmo composto sobre as sementes e, em seguida, molhe o solo, usando um borrifador de água.
    10 - Quem não tem estufa pode improvisar uma. Para isso, disponha 2 pedaços de madeira – um de cada lado da caixa. Eles vão servir de suporte para o vidro, que deve ser colocado em cima das ripas, em seguida.
    11 - Só então, cubra com uma folha de jornal, papel kraft ou algo do gênero. É que embora necessitem de calor, as sementes não podem ficar expostas ao excesso de luz.
    12 - Uma outra forma de conseguir o efeito de uma estufa é prender dois pedaços de arame na própria terra, cruzando-os de um lado para o outro.

    flores (Small)

    * Coloque seus vasos floridos de violetas, kalanchoês, prímulas, gloxínias, begônias e lírios, em lugares de bastante claridade, nunca no sol direto, pois elas não toleram;
    * Não devem molhar as flores;
    * Molhe somente a terra dos vasos quando necessário, nunca molhar diariamente;
    * Nunca deixe água no prato, pois pode causar apodrecimento das raízes;
    * Elimine sempre as flores ou folhas secas.

    · Azaléa: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, pode deixar em ambiente externa ou interna (deste que tenha bastante claridade)

    · Begônia: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar em ambiente interna com bastante claridade.

    · Bromélia: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molhar por cima das folhas 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, pode deixar em ambiente externa ou interna ( deste que tenha bastante claridade).

    · Crisântemo: Adora bastante claridade, nunca deixa o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, pode deixar em ambiente externa ou interna ( deste que tenha bastante claridade) .

    · Gérbera: Adora bastante claridade, pode deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar o vaso na área externa.

    · Girassol: Adora bastante claridade, pode deixar o vaso em ambiente interna, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida.

    · Kalanchoês: adora claridade, pode deixar em ambiente interna e externa, irrigação modelada, planta bastante resistente.

    · Hortênsia: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar em ambiente interna com claridade ou externo.

    · Lírio: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar em ambiente interna com bastante claridade.

    · Orquídeas: Gostam de muita luz, mas não devem ficar diretamente expostas ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que sequem um pouco a cada rega; adaptam-se a ambientes internos e externos;

    · Tulipa: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos.

    . Violetas: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol, a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos.

    “Observar” as plantas: esta é a melhor maneira de notar os primeiros sinais de problemas que, tratados rapidamente, não se tornam muito graves. Ao fazer a observação, verifique todos estes c
    vasos:

    Folhas e caules murchos:

    * Verifique se a terra não está seca demais. Neste caso, afofe bem a superfície da terra com um garfo de jardineiro. Se a planta estiver em vaso, mergulhe-o numa bacia cheia de água e use um borrifador para umedecer as plantas. Após algum tempo, retire o vaso e deixe escorrer o excesso de água;
    * Excesso de água também pode causar murcha. Certifique-se que a terra não esteja encharcada e, se for o caso, suspenda as regas por um tempo. Se as raízes mostrarem sinais de apodrecimento, faça um replantio. Dificuldades na drenagem obstruem a saída do excesso de água. Quando usar vasos para o cultivo de plantas, lembre-se de escolher sempre aqueles que apresentam furos de drenagem no fundo, para facilitar a eliminação do excesso de umidade;
    * Muita exposição à luz solar. Algumas espécies de plantas necessitam de muita luz do sol para se desenvolver bem, outras nem tanto. Verifique quais são as necessidades adequadas da planta que apresenta o problema e mude-a de lugar, se for o caso;
    * Excesso de calor. Para cada planta existe uma faixa de temperatura ideal. A maioria das plantas de interiores, por exemplo, adaptam-se bem na faixa de 15 a 25 graus C. Outras precisam de mais calor. Entretanto, a temperatura elevada pode causar a murcha de folhas e caules.

    Manchas nas folhas:

    * Excesso de nutrientes. Aplicar fertilizante nas plantas é uma medida que garante a boa nutrição, porém, o exagero pode ser prejudicial. O excesso de nutrientes pode resultar em folhas manchadas e mal-formadas. Manchas amarronzadas e o aparecimento de uma crosta branca na superfície da terra ou nos vasos de cerâmica são sinais de excesso de fertilizante;
    * O excesso de água também pode ocasionar manchas de podridão na superfície das folhas, amarelecimento e bordas amarronzadas. Diminua a quantidade de água nas regas;
    * Sol em demasia. A exposição à luz solar em demasia pode provocar diversas alterações na coloração natural das folhas de algumas espécies. Se este for o caso, mude a planta de lugar.

    Queda de flores, botões e folhas:

    * Iluminação inadequada. A luz é um fator decisivo para o bom desenvolvimento das plantas. Em geral, as plantas floríferas necessitam de maior luminosidade do que as folhagens. Certas espécies não produzem floração quando colocadas em um local com baixa incidência de luz, em outros casos, ocorre a queda de flores, botões e folhas. Verifique o loca;
    * Condições de temperatura. Algumas plantas floríferas são altamente sensíveis à temperatura. O calor excessivo para as plantas de clima temperado ou ameno pode reduzir o tempo de floração e provocar a queda prematura de botões e flores. Por outro lado, as espécies de clima tropical se ressentem com o nível de temperatura baixo;
    * Erro nas regas. Aqui também a quantidade de água das regas pode ser um problema. Em excesso, pode provocar o apodrecimento de botões e brotos. Já o nível baixo de umidade reduz a hidratação da planta, resultando em folhas murchas ou secas e murcha prematura de botões e flores;

    Folhas amareladas e crescimento lento:

    * Escassez de fertilizante. Como todos os seres vivos, as plantas necessitam de nutrientes para sobreviver e se desenvolver. Quando há falta de nutrientes, a planta apresenta crescimento lento, folhas amareladas, hastes fracas, folhas pequenas e floração reduzida ou ausente;
    * Necessidade de reenvasamento. Plantas que estão envasadas há muito tempo, podem ter suas raízes sufocadas e apresentar nutrição deficiente, pois a terra já está esgotada. Em geral, pode-se notar este problema quando a terra do vaso apresentar-se excessivamente compactada. Vasos pequenos em relação ao tamanho da planta também ‚ um problema. O melhor, neste caso, é mudar a planta para um vaso maior;
    * Correntes de ar. Certas espécies se ressentem profundamente quando sofrem o efeito de correntes de ar. Plantas de folhas finas, como as avencas, são as mais sensíveis, principalmente às correntes de ar frio. Verifique o local onde a planta está situada.

    - Macerado de samambaia . Colocar 500 gramas de folhas frescas ou 100 gramas de folhas secas em um litro de água por dia. Ferver meia hora. Para aplicação diluir um litro deste macerado em dez litros de água. Controla ácaros, cochonilhas e pulgões.

    - Macerado curtido de urtiga .
    Colocar 500 gramas de folhas frescas ou 100 gramas de folhas secas em um litro de água e deixar dois dias. Para aplicação diluir em 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas ou no solo. Controla pulgões e lagartas (aplicado no solo)

    - Macerado de fumo . Picar 10 cm de fumo de corda e colocar em um litro de água por um dia em recipiente não-metálico com tampa. Diluir em 10 litros de água e pulverizar as plantas. Controla cochonilhas, lagartas e pulgões.

    - Mistura álcool e fumo . Coloque 10 cm de fumo picado em uma tigela e cubra com álcool misturado com um pouco de água. Quando o fumo absorver o álcool, coloque mais álcool misturado com um pouco de água e deixe 15 dias de molho, tampando a tigelas, para que a nicotina seja retirada do fumo. Coloque o líquido em uma garrafa com tampa e, na hora de usar, misture com sabão ralado e água nas seguintes proporções: um copo de mistura de água e fumo, 250 gramas de sabão e 10 litros de água. Controla pulgões.

    - Mistura de querosene, sabão e macerado de fumo . Aqueça 10 litros de água, 20 colheres de sobremesa de querosene e 3 colheres de sopa de sabão em pó biodegradável. Deixe esfriar e adicione um litro de macerado de fumo. Pulverizar sobre as plantas. Controla cochonilhas com carapaça e ácaros. Read more »

    kalanchoes

    KALANCHE MARMORATA – Nativo da Etiópia alcança ate 40 centímetros de altura. Quando jovem apresenta folhas de cor verde-brilhante que, com o passar do tempo, se tornam acinzentadas, com manchas marrom-avermellhada. Produz flores brancas na primavera.

    KALANCHOE FARINACEA – Compacta, raramente excede 7,5 centímetros de altura. O caule é ereto verde esbranquiçado, e as folhas, de formato arredondado, são suculentas. Medem de 2 a 3 centímetros de comprimento e são revestidas por uma leve penugem prateada. Flores vermelhas, tubulares, aparecem no ápice do caule, formando um buquê muito ornamental.

    KALANCHOE TOMENTOSA – Chega a alcançar ate 60 centímetros de altura. Tem folhas recobertas por pêlos prateados, com penugem marrom nas bordas. As flores são claras, com estrias no tom castanho-claro.

    Vamos aqui à dicas de cultivo.

    Luminosidade – normalmente, apreciam boa luminosidade, mas longe da luz direta do sol e temperatura constante. Plantas desenvolvidas em estufas poderão ter comportamento diferente. Pelo que podemos observar em Barbacena, bem pertinho da rodoviária, nos canteiros da Praça da Maçonaria, foram plantadas centenas de mudas de Kalanchoês a céu aberto em luz direta. Sendo assim tais mudas poderão estar comprometidas em não ficar muito bonitas. Parabéns pelo intento.

    Solo - misture uma parte de terra comum de jardim 1 de areia e 1 de composto orgânico ou de terra vegetal, 2 colheres de sopa de calcário dolomitico 1 colher de chá de casca de ovo moída (ou farinha de osso).

    Regas – moderadas, evitando deixar o solo muito úmido. No inverno o controle deve ser muito rigoroso. Espere a terra ficar completamente seca antes de molhar a planta outra vez.

    Propagação - é feita por meio de estacas dos ponteiros, durante a primavera ou no verão, quando a planta não estiver florida. Devem ter aproximadamente 5 cm de comprimento e no mínimo 3 folhas. Coloque em recipientes pequenos já preparados com um substrato a base de duas partes de areia de rio, 1 parte de terra comum e uma parte de composto orgânico ou terra vegetal. Todos os dias mantenha o recipiente ao sol por algumas horas e regue a planta, evitando o encharcamento. O enraizamento costuma demorar de 5 a 6 semanas. Quando as mudinhas estiverem medindo uns 3 centímetros, poderão ser transplantadas para um local em definitivo. E mesmo ainda pequenas, já darão algumas flores.

    Poda - depois da floração, os Kalanchoês plantados em vasos devem ter as pontas dos ramos podadas. Coloque o vaso em local sombreado, mantendo o solo quase seco por pelo menos um mês. Após este período transfira-o para um local ensolarado e volte a regar normalmente. No próximo ano, com certeza a planta voltara a florescer.

    Popularidade – o Kalanchoês figura entre as plantas mais populares hoje em dia cultivadas.

    Já existem também variedades em miniaturas e se você ainda não cultivou, não sabe o que está perdendo.

    FLORES-DE-GERBERAS-E-OUTRAS

    O ventinho gelado e o sol ameno do inverno não agradam somente algumas pessoas. Há plantas que florescem na estação e mostram toda a sua graça. As épocas mais frias do ano são caracterizadas pelo recolhimento e introspecção de algumas espécies, em função das mudanças nos ciclos do sol e da chuva.

    No frio e no período seco, a vegetação entra em uma espécie de “dormência”, que pode variar para cada espécie. Nesta época, também é tempo de algumas árvores abandonarem suas velhas folhas. Enquanto se despem, há aquelas que aproveitam o clima frio para florescer e colorir a paisagem.

    Podemos ver lindas copas de árvores floridas enfeitando as cidades, como ipê, cerejeira, pata de vaca e erythrina. Algumas trepadeiras se dão bemr no frio, são a primavera e flor de São João. Já as flores que se desabrocham neste período do ano são as camélias, azaléias, bromélias, gardênias, os jasminis amarelo, as strelitzias (reginae e juncea), o amor-perfeito, a boca-de-leão, as cravinas, as petúnias e as prímulas.

    Cuidados especiais – Apesar dessas plantas gostarem mais do inverno do que do verão, não é necessário tomar cuidado extra com elas, justamente porque é nesta época que elas se dão melhor. Mas é importante estar atento ao local de plantio, à boa luminosidade desse ambiente e às regas moderadas.

    O clima mais seco e a falta de chuvas atingem mais a região Sul e Sudeste do Brasil, mas, apesar disso, não é necessário regar além do normal suas plantas. Regar demais no frio só irá fazer com que sua planta crie fungos e as raízes apodreçam, afinal o sol também é mais ameno e a evaporação da água fica bem mais lenta.

    Se estiver com medo de colocar muita ou pouca água, faça o teste do dedo na terra e sinta a umidade. A dica é evitar regar a terra de canteiros e vasos em excesso. Faça-o somente quando começar a secar. E não tenha medo: a mistura de água e frio não queima essas plantas.

    Agora que você já sabe quais são as flores que se dão bem no frio, é hora de escolher o melhor lugar do jardim para plantá-las. Lembre-se que qualquer espaço pode ser bom desde que tenha muito sol. O importante é ter luminosidade solar direta, que é do que elas mais precisam.

    O inverno também não é a época mais recomendada para adubações, o melhor mesmo é esperar a florada e somente depois dar nutrientes para a planta germinar e crescer novamente.

    flores-peonia_

    Origem: Ásia, Sul da Europa e Oeste da América do Norte
    Ciclo de Vida: Perene

    Essas flores selvagens chamadas Peônia são encontradas em mais de 15 tipos diferentes, e hoje são cultivadas por todas as partes do mundo, mas principalmente em regiões de clima mais moderados.

    São exuberantes e de cores variadas. São extremamente atraentes.

    Seu caule também é um aspecto marcante, podendo exceder a um metro de comprimento, mas suas flores, com cinco a dez pétalas, brancas e perfumadas, são constantes entre a primavera e o verão, nos seus diversos tipos, são verdadeiras obras primas da natureza. A folhagem que protege as flores é muito bela e se apresenta em abundância. Seus frutos são casulos que contêm muitas sementes brilhantes de coloração preta.

    Com grande destaque na floricultura atual, a peônia é uma das flores mais populares tanto para vasos como para arranjos de flores dispostos a serem exóticos e sua apresentação em ramos é também uma bela sugestão.

    Alguns requisitos devem ser observados para o cultivo adequado da Peônia, sendo que a situação mais propensa para o seu bom desenvolvimento consiste em estar em posição intermediaria entre a sombra e o sol, procurando mais exposição ao sol em climas mais frios e menos exposição ao sol em climas quentes.

    Quanto ao solo, o mais conveniente é que seja argiloso, que apresente constante umidade, sem excessos, mantendo-se fresco e que possua uma boa drenagem, devendo ser irrigada, no mínimo, duas vezes por semana em condições de muito calor, de forma que se evite que seque a terra.

    O porte das peônias varia de 0,5 a 1,5 metros de altura. De crescimento lento, mas recompensador, a Peônia é utilizada isolada ou em grupos, prestando-se para a formação de maciços e renques junto a muros, assim como flor-de-corte. Não se adapta muito bem a climas quentes, onde deve ser cultivada à meia-sombra. Multiplica-se por sementes, enxertia e por divisão dos rizomas.

    girassóis

    cravina barbatus sortida

    Nome: Cravina barbatus
    Nome científico: Dianthus barbatus
    Altura: Varia entre 30 a 50 cm

    A cravina “barbatus” é uma planta do mesmo gênero que a cravina comum, porém a grande diferença entre elas é a forma de floração. Enquanto a cravina dá flores individuais, a cravina barbatus dá vários cachos de flores.

    Além de terem um aroma muito característico dos cravos possuem boa tolerância ao calor. Serve tanto para vasos quanto para o jardim. Floração somente no inverno, Flores de cores branca, rosa, vermelha e violeta.

    centelha_asiática

    Nome cientifico: Centella asitica L. Pata de cavalo, centela, gotu cola (índia)

    Aspectos macroscópicos – A centelha ao contrário do que muitos imaginam, ocorre também no Brasil, uma planta perene, rasteira e rizomatosa, que gosta de invadir terrenos gramados, beiras de estradas e campos abertos, as folhas são cordiformes ou arredondadas, de cor verde escura na parte superior da folha e mais clara na parte inferior da folha, as margens são onduladas, o pecíolo é longo arroxeado e provido de substâncias. As pequenas flores brancas de são de difícil visualização, os pequenos frutos são ovalados ou arredondados, um vegetal de boas condições de cultivo, inclusive podendo ser de cultivo misto.

    O gênero Centella inclui aproximadamente 20 espécies de pequenas ervas perenes que crescem na África meridional e na maioria das partes das regiões tropicais. A espécie mais conhecida é a Centella asiatica que é uma erva medicinal importante, semelhante a uma sua parente Européia, a Hydrocotyle vulgaris.

    A centella asiatica é uma espécie que cresce em lugares sombreados e úmidos como plantações de arroz, mas também cresce em áreas rochosas e em paredes sendo também uma planta infestante de gramados. É uma erva rasteira, perene, raízes propagando-se em nódulos, com agrupamentos de folhas de até 5cm, em formato de rim e bordas denteadas. Flores rosas minúsculas aparecem sob a folhagem na época do verão.
    Centella asiatica é uma das mais importantes ervas na medicina Ayurvédica. Conhecida como Brahmi, “que traz conhecimento de Brahman [Realidade Suprema]“, foi por muito tempo usada na Índia para fins medicinais e para ajudar a meditação.

    Pesquisas mostraram que Centella asiatica reduz o tempo de cicatrização, melhora problemas circulatórios nos membros inferiores e acelera a cura. É uma erva rejuvenescedora, diurética, que limpa toxinas, reduz inflamação e a febre, melhora a cura e a imunidade, e tem um efeito balanceador no sistema nervoso.

    Como uso culinário, as folhas são consumidas em saladas e como tempero no sudeste da Ásia. Na medicina, a erva é usada no tratamento de feridas e condições crônicas da pele, veias varicosas e úlceras. Tópicamente é usada em feridas, hemorróidas e articulações reumáticas. Extratos são utilizados em máscaras de cosméticos e cremes para aumentar o colágeno e firmar a pele.

    A centelha asiática regula o tecido conjuntivo, por ativar a síntese de colágeno a nível dos fibroblastos, aumentando a incorporação de lisina e prolina nas proteínas melhorando a molécula de colágeno, e melhorar a circulação de retorno venoso ao coração. Esta regulação é sentida nos processos regenerativos e de cicatrização.

    Seus princípios ativos são:ácido tânico, ácido asiático, ácido madecassólico, asiaticoideos e velarin.
    Indicada nos processos varicosos e ulceras de estase. Dosagem: 170 mg de 1 a 8 vezes/dia durante 3 meses. Após este período fazer uma pausa de 30 dias para então reinciar o tratamento.

    Propriedade Terapêuticas – Uma das maiores indicações da centelha no combate a celulite, ativando a circulação sanguínea. O uso externo pode ser em cremes e sabonetes para a melhoria das condições da pele.

    Contra indicações – Altas doses podem causar desmaios e mal estar.

    CUIDADO: Esta erva é irritante de pele e está sujeita a restrições legais em alguns países.