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  • Se você pretende reenvasar suas plantas, é uma ótima oportunidade para renovar totalmente o solo.

    Mas no caso de mantê-las no mesmo recipiente ou no canteiro do jardim, basta fazer um tratamento parcial. Acrescente ao solo um pouco de adubo orgânico (estrume de curral, resíduos vegetais ou farinha de ossos), para ser assimilado lentamente pelos vegetais.

    Quanto aos vasos que permanecem dentro de casa, é preferível usar um adubo químico, que também é eficiente, não apresenta cheiro desagradável e evita o aparecimento de insetos.

    Eles são preparados com diversas concentrações, mas os mais indicados para folhagens e plantas floríferas em geral obedecem à fórmula 6-12-6 (6 partes de nitrogênio, 12 partes de fósforo e 6 partes de potássio).

    Para renovar o solo de seu vaso por completo, você vai ter que fazer uma mistura adequada ao tipo de planta que está tratando.

    Em caso de dúvida, é melhor optar pela mistura clássica de solo, que pode ser encontrada em qualquer loja especializada em jardinagem.

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    Temperos e ervas podem ser cultivados em casa com facilidade, mesmo para quem não tem muito espaço. Os canteiros de ervas, além de fornecer condimentos a quem os cultiva, também perfumam o ambiente com seus aromas exóticos.

    Em áreas pequenas, as ervas podem ser plantadas em canteiros de até mesmo 30 cm de largura, desde que o local seja bem iluminado, apresente boas condições de irrigação e tenha solo de boa qualidade, de preferência adubado com húmus de minhoca. As regas devem ser feitas pela manhã ou no fim da tarde, evitando-se horários muito quentes e de sol muito forte.

    O horário para a colheita das ervas deve ser nas primeiras horas da manhã, porque assim é preservado o frescor das plantas. Depois de colhidas, as ervas podem ser estocadas secas ou congeladas.

    Várias são as espécies de boa adaptação em canteiros. As principais são o alecrim, o manjericão, a camomila, a capuchinha, a cebolinha, a erva cidreira, o hortelã, o orégano, o poejo, a salsinha e a sálvia.

    Dicas de plantio e informações sobre algumas ervas:
    * Coentro (Coriandum sativum) – Como condimento, é usado em frutos do mar. As sementes aromatizam marinados e vinagres e são usadas em licores. Semeia-se na primavera e colhe-se a partir de 60 dias após o plantio. As sementes são colhidas no fim do verão. Atinge 70cm a um metro de altura.
    * Estragão (Artemísia dracunculus) – Como condimento, é usado em pepinos e cebolinhas em conservas, vinagres, aves e peixes frios e molhos. Cultivada em locais ensolarados e solos férteis e drenados. Multiplica-se por mudas de sementes ou pedaços de raiz. Alcança até 60 cm de altura.
    * Louro (Laurus nobilis) – Como condimento, é usado no feijão, em peixes e carnes fritas e em marinadas ou molhos. As folhas secas têm sabor mais acentuado do que as frescas.

    Vejamos as dicas para fazer com que elas vivam mais tempo :
    As vezes não conseguimos ter plantas bonitas em casa por muito tempo. Não é azar, não. É falta de cuidados…

    Aqui vão alguns truques para você preservar suas plantas, no vaso ou no jardim, para que elas durem mais.

    Regue corretamente – Coloque sempre o dedo na terra para saber se falta água. Aproveite para descarregar suas energias: as plantas gostam e sabem transmutar essa energia. Seu contato com a terra vai criar uma relação de troca e identidade com sua planta.
    Ao regar, pegue seu vaso e leve para uma área onde você possa molhar bem a terra e as folhas. Após 1 hora da rega, jogue fora a água dos pratos, volte a planta para o seu lugar mantenha-a durante as semanas seguintes molhando com pequenas quantidades. Você pode repetir isso no verão uma vez por mês, mas no inverno uma vez a cada dois meses já é o suficiente.
    No inverno, as plantas não gostam de água à noite, elas preferem na parte da manhã. Assim evitamos as baixas temperaturas da madrugada que ajudam a proliferar os fungos e parasitas.

    Não sabe a quantidade ideal de água? Veja as dicas para um inverno seco:

    - Vaso pequeno 1/2 copo a 1 copo cada 4 dias;
    - Vaso médio 1/2 litro 1 vez por semana;
    - Vaso grande 1 litro a 1 litro e ½ 1 vez por semana;
    - Vaso de barro precisam 2 vezes mais de água do que os de plástico;
    - Se a umidade está alta no ar, não é preciso molhar.

    Lugar ao sol (ou à sombra) – As plantas são seres vivos especiais porque podem fabricar o seu próprio alimento retirando a energia que vem da luz solar. Na hora da compra, basta perguntar qual a necessidade dela. E, depois, descubra o melhor lugar da casa para acomodá-la. Pegue uma bússola e descubra qual janela recebe o sol, mas se não tem, basta observar onde o sol nasce, este lado é o leste. Onde ele se põe, o oeste.

    Aprenda a escolher o local apropriado:
    - Planta de sol
    : procure uma janela direcionada para norte ou oeste. Essa posição é excelente para esse tipo de planta, pois recebem o sol por mais tempo;
    - Planta de meia sombra: uma janela voltada para o leste, que recebe a luz do sol da manhã, mas ficará na sombra o resto do dia;
    - Planta de sombra: você deve procurar uma janela voltada para sul.

    Adubação verde – Frutas e verduras fazem bem até para as plantas. Faça uma adubação verde, mas líquida. Podemos alimentar nossas plantas com um suco verde, que ajuda muito a planta. Da mesma maneira que o nosso corpo absorve rapidamente uma vitamina que tomamos, o mesmo acontece com elas.
    Use as sobras de vegetais e frutas que não foram cozidos e estão sem temperos. Bata tudo no liquidificador com água e, depois de bem batido, coe para retirar o bagaço. Dilua esse líquido em 3 litros de água e, depois, é só molhar como já foi explicado. Mas use esse método uma vez a cada 15 dias, adubo demais prejudica a planta.

    Outros adubos – Cada adubo tem a sua função. O ideal é usar os químicos somente na época das chuvas, que dissolvem e são assimilados melhor pelas plantas. Procure intercalar os minerais e os orgânicos de 3 em 3 meses para equilibrar o solo e, no inverno, dê um descanso para o jardim.
    A adubação química é aquela em que o adubo usado é formado por composto químico, originados industrialmente. São adubos sintéticos que contêm nitrogênio, fósforo e potássio.

    Já a adubação orgânica é aquela que é feito usando resíduos animais ou vegetais que desenvolvem a flora microbiana e, por consequência, melhoram as condições físicas do solo. Os mais conhecidos são a “torta de mamona” e a “farinha de osso” e também são encontrados no mercado facilmente.

    Por fim, a adubação mineral é extraída de minas e assimilada diretamente pelas plantas, ou sofrem pequenas transformações no solo para serem absorvidos. Também à venda em lojas de plantas.

    Rega e pulverização: Regar e pulverizar é a tarefa mais importante para que a planta se mantenha forte.

    Para que tenha êxito, no processo de rega, tem que ter em conta a temperatura do ar e se não for possível determiná-la tenha pelo menos em atenção a estação do ano. No Inverno o melhor é não regar excessivamente. Molhe sempre ao amanhecer, assim a planta não estará muito úmida durante a noite. No verão molhe-as sempre ao entardecer, pois assim as plantas passarão toda a noite a hidratar-se e perdendo humidade no decorrer do dia. Se fizer muito calor, molhe também pela manhã. Em alturas consideradas neutras, como em alguns dias de primavera e Outono, molhe as plantas sempre ao amanhecer e/ou ao entardecer.

    Tipos de plantas: Nem todas as plantas são iguais no que respeita à tolerância de luz. Basicamente existem três tipos de plantas, as que necessitam de sol pleno, as consideradas de meia sombra, e as plantas de sombra.

    Para descobrir que tipo de luz as suas plantas necessitam terá que ter em conta certas características, para que vivam durante mais tempo. Existem plantas que necessitam de muita luz, como os cactos, que têm que passar pelo menos 6 horas diárias à luz. Estas são consideradas plantas de luz plena. Read more »

    Certamente, a beleza de um vaso é um dos fatores que determina a sua escolha, já que existem modelos capazes de dar o arremate ideal a uma varanda ou a uma composição de plantas em um jardim. Porém, deve-se observar se o tamanho está de acordo para a planta, caso contrário pode-se prejudicar o seu crescimento ou até mesmo determinar o seu fim a médio prazo.

    Os vasos devem ser sempre proporcionais ao porte da planta. Se for pequenina, pode ser colocada em um vaso igualmente pequeno e, conforme o seu crescimento, ser transplantada para vasos maiores, de acordo com a altura, a quantidade de folhas e diâmetro que os seus caules forem atingindo.

    Quando mudar de vaso – O vaso tem que ser de acordo com o torrão (ou seja, a raiz) da planta.

    E é fácil observar o momento certo para a troca da planta para um vaso maior. Normalmente, deve ser feita quando se começa a visualizar as raízes saindo para fora do vaso, ou por baixo dele. Às vezes, as raízes fazem tanta pressão interna que o vaso acaba se quebrando ou trincando.
    Estes são alguns dos principais sinais de que há necessidade da troca. É como se a planta quisesse pular para fora do vaso. Outro sinal é quando, no ato da rega, a água escoa muito rapidamente. Isso ocorre porque as raízes já tomaram conta de todo o vaso, não deixando espaço para a reserva de água.

    Já o material do vaso também deve ser observado. Acredito que a força das raízes deva ser levada em conta. Há plantas como as dracenas e os fícus que em um ou dois anos, com o crescimento de suas raízes, podem quebrar um vaso de cerâmica. Nestes casos, o melhor é investir em artigos de materiais mais resistentes, como cimento ou fibra de vidro.
    O material do vaso não interfere no desenvolvimento da planta. Em todo o caso, os sintéticos, como a fibra de vidro, o plástico e a resina, podem evitar manchas e até o apodrecimento de pisos susceptíveis à água. Os de cerâmica e os de cimento, por serem permeáveis, são inapropriados nesses casos.

    Atenção à água – Algumas plantas, como as orquídeas, necessitam de vasos com vários furos, para melhorar a drenagem. Mas para a maioria, basta um furo na base para escoar a água. “Quanto a isso, não há um segredo. Sempre é necessário ter esse furo para a saída de água, pois sem ele as raízes apodrecem e a planta acaba morrendo”, explica.

    O vazamento de água pelo furo não deve acontecer. Caso ocorra, é porque a quantidade de água na rega está em excesso. A rega serve apenas para umedecer a terra e nunca para encharcá-la. Por fim, entre os acessórios, há um que gera discussão: aquele pratinho que se coloca sob o vaso e que algumas pessoas até o dispensam. Ele só é necessário quando o vaso está em um ambiente interno, sobre pisos que podem manchar, como madeira, mármore ou um tapetes. Mas em área externa, acho dispensável,

    Quando se rega em excesso, o prato serve como um termômetro da quantidade de água usada, e impede que a mesma derrame no piso. E o fato de sobrar água no prato quer dizer que a quantidade de água deve ser reduzida. Vale lembrar que é necessário usar areia nesse prato, para evitar o mosquito da dengue.

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    Nome Técnico: Pachystachis lútea
    Nomes Populares: candelabro de ouro, camarão amarelo
    Origem: Originário do Peru.

    Arbusto muito ramificado, folhas verdes ovais e ponteagudas, inflorescência semelhante ao camarão vermelho, porém com brácteas em amarelo-ouro.
    Muito usado para maciços, renques junto a muros ou ladeando árvores e outras plantas verdes.

    Seu tamanho pode  atingir 1,0 m de altura.  Pode ser usado em jardineiras, canteiros ou plantas de vasos. É cultivada em canteiros ensolarados e com regas regulares. Não é exigente em fertilidade do solo e tolera estações com poucas chuvas. A propagação pode ser feita por estaca de ramo, deixando pelo menos duas gemas.

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    Esta árvore é nativa do litoral leste da Austrália. Apesar de preferir clima sub-tropical e solo rico e argiloso, adapta-se bem em climas tropicais e solos drenados, desde que não falte água. As plantas provenientes de sementes podem demorar até 7 anos para florescer. Seu crescimento é moderado e sua floração é duradoura e de uma beleza incomum, chamando a atenção de longe, até do mais distraído. Na verdade são inflorescências compostas com ramificações. Cada ramificação é formada por cerca de 10 a 20 flores. Cada flor tem seu pedúnculo apoiado na parte central, como se fosse realmente uma roda de 10 cm de diâmetro.

    Características da espécie:

    Nome científico: Stenocarpus sinnuatus
    Nome popular: Roda de fogo, “firewheel tree “
    Origem: Austrália
    Família: Proteaceae
    Porte: 10 a 12 metros. Nativa, atinge o dobro do tamanho
    Florescimento: Verão – Outono.
    Frutos: Cápsulas deiscentes (imitam uma “noz pecan” de casca fina) que abrigam sementes com asas acopladas de um dos lados.
    Folhas: Grandes, perenes, lobadas quando jovens.
    Ambiente: Sol pleno ou sombra rala. Própria para arborização urbana, chácaras e quintais.
    Clima: Aprecia clima sub-tropical mas, tolera climas tropicais.
    Solo: Rico em matéria orgânica, argiloso. Tolera solos drenados porém não descuidar das regas
    Crescimento: Lento a moderado
    Podas: De condução quando em crescimento.
    Reprodução: Por sementes

    ZygiaSanguinea

    Nome científico: Zygia sanguinea

    Nome popular: Ingá vermelho.

    Origem: América do Sul.

    Família: Fabaceae (Mimosoidae)

    Porte: Até 8 metros

    Flores: Várias vezes ao ano. Com flores de estames compridos formando pompons cor de rosa escuro.

    Frutos: Vagens raras no verão com uma ou duas sementes tenras, grandes férteis.

    Folhas: Compostas aos pares de 5 a 7 folíolos lanceolados, sendo que o basal é solitário.

    Ambiente: Presta-se como monumento vegetal para: praças, parques, jardins residenciais, arborização de ruas Para pérgulas, caramanchões ou sob árvores.

    Clima: Aprecia clima frio. Quanto mais frio a estação maior é a intensidade da florada.

    Solo: Bem drenado, com bastante matéria orgânica.

    Crescimento: Moderado. Com pouca ramagem.

    Podas: Só de condução, no início do desenvolvimento.

    Reprodução: Por sementes ou alporquia. As sementes devem ser coletadas logo quando abrem-se as vagens. Semear em seguida para não perderem o poder germinativo.

    cardia

    Característica principal: Sub-arbusto que se ramifica desde o chão, formando uma bola cheia de flores e frutinhos brancos.
    Origem: Brasil Central.
    Porte: De 2 a 4 m.
    Florescimento: Flores brancas campanuladas o ano todo, principalmente nos meses quentes.
    Frutos: Em forma de uma pequena pêra, com cerca de três cm de comprimento por dois cm de espessura na parte mais expandida. São visitados por sabiás, bem-te-vis, sanhaços e saíras. A polpa é levemente adstringente e adocicada. Sementes elipsóides de um centímetro de comprimento com tegumento enrugado e duro.
    Folhas: Simples, perenes, alternadas, lanceoladas, bordo liso, um tanto ásperas ao toque. Consta serem medicinais.
    Ambiente: Sol pleno
    Clima: Aprecia clima do cerrado.
    Solo: Bem drenado, com matéria orgânica.
    Crescimento: Rápido. Depois da semeadura pode florescer no primeiro ano.
    Podas: Só de limpeza. Pode ser conduzido na forma de uma arvoreta.
    Reprodução: Por sementes. Abundantes na primavera e verão. Germinam em 2 a 4 semanas.

    Quisqualis Indica (Small)

    O Jasmim-da-índia se caracteriza por produzir flores que mudam de cor. Elas nascem brancas e com o tempo se tornam vermelhas.

    Muito utilizada no paisagismo, desde que lhe seja oferecido suporte adequado. Pode formar maciços ou ser conduzido como trepadeira.
    As podas devem ser realizadas sempre após o florescimento.

    Cultiva-se à sol pleno, em solo fértil, com adubações periódicas para uma floração exuberante.
    A propagação pode se feita por estaquia, mergulhia e por alporquia.