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  • Globba_winetti (Small)

    Nome Popular: Globba
    Nome Científico: Globba Winitti
    Origem: Tailândia

    Como Cuidar da sua Globba?

    A Globba Winitti é uma planta de origem Tailandesa, possui inflorescência pendente envolvida por brácteas rosa-arroxeada, o que lhe proporciona um efeito decorativo muito atraente.

    Cultivada em vasos pode ser utilizada para ornamentação de ambientes internos ou áreas protegidas.

    No jardim pode se desenvolver em canteiros à meia-sombra, compondo bordaduras ou formando conjunto com outras espécies.

    Apesar de preferir solos úmidos e férteis, não tolera ambientes muito frios.

    Deve ser mantida em locais bem iluminados, mas sem incidência direta dos raios solares.

    As hastes da Globba chegam a atingir 1 m de altura na fase adulta.

    tulipa amarela

    Conhecida pragas das plantas ornamentais, a cochonilha pode-se apresentar em formas que nem lembram insetos.
    Existem diversas de espécies de cochonilhas que podem ter aparência bem distinta uma das outras, podendo variar na forma (bolinhas, escamas, etc.) e ter aspecto de algodão, farinhenta, cerosas e possuir diversas cores (verde, laranja, marrom, etc.).

    Controlar o seu ataque significa salvar as plantas vitimadas – A planta está definhando e não há sinal de doenças ou pragas. Apenas algumas casquinhas aderidas e há muito tempo imóvel, tentando disfarçar sua presença. Estes seres vivos menos suspeitos é que, na verdade, são os responsáveis pelo problema da planta. Pertencem à Classe dos insetos, são chamados de cochonilhas e dentro da classe são classificados como Homopteras, tendo como parentes próximos as cigarrinhas, as cigarras e os pulgões.
    São sugadores implacáveis, roubam seiva o tempo todo da planta atacada e são bastante diversificados, pois há mais de 32.000 espécies de Homopteras já descritas.

    Variações nas formas e cores: Em razão da presença de glândulas que produzem secreção cérea (de aspecto pulvurento) ou que lembra seda e placas, as cochonilhas possuem formas que nem lembram semelhança com insetos.
    Há cochonilhas de placas (Orthezia, Icerya e Saisseta) que atacam flores e folhagens, outras lembram um minúsculo mexilhão ou uma cabeça de prego (as cochonilhas Chrysomphalus que atacam roseiras)
    Ainda existem algumas que quando atacam dão a impressão que a planta ficou caída (como por exemplo, o ataque de Aulacaspis rosae)
    No entanto, nem todas são pragas. Há cochonilhas que em razão da produção de substâncias do tipo “laca” fornecem corantes ou vernizes, há algumas que fornecem substâncias medicinais e outros materiais.

    Desconfiando do ataque de cochonilha: Árvore que chora não é milagre e pode ser ataque de cochonilhas, pulgões, cigarras e cigarrinhas. Como estes insetos sugam continuamente a planta, o “choro” pode ser demorado.
    Folha amarelecendo e com “casquinhas” grudadas é quase sinal certo de ataque de cochonilhas. A presença de formiga louca por substância adocicada pode ser resultado da presença destes sugadores e a formação de um “pozinho escuro”, denominado fumagina, também é indicação de ataque dos sugadores.

    Controlando-as:
    Inimigos naturais:
    As joaninhas são predadoras de cochonilhas e de outros Homopteras como os pulgões. Elas deveriam ser consideradas como “animais sagrados” nas plantações.

    Quais produtos utilizados para combater cochonilha: Em jardinagem amadora, há preferência por uso de produtos naturais como o óleo de NEEM, que têm excelente resultado no combate a diversos tipos de cochonilhas, ou ainda produtos a base de Rotenona, também natural
    Produtos químicos específicos e adequados ao uso doméstico (Jardinagem amadora) também podem ser usados sempre seguindo rigorosamente as instruções do rótulo.

    Controle químico: Nas lojas de produtos agropecuários, o engenheiro agrônomo pode indicar o produto recomendado.

    Controle Natural: Existe ainda a possibilidade de uso de óleo mineral, que age proporcionando uma camada protetora sobre a folha e o caule da planta, agindo como repelente ou eliminado a cochonilha por afogamento.
    - Óleo Mineral com sabão:
    - Óleo mineral leve… 4 litros;
    - Sabão….500 gramas;
    - Água…. 2 litros

    Cortar o sabão em pedaços e dissolver na água quente. Adicione o óleo mineral aos poucos, até a total homogeneização. Aplique na forma de pulverização, dissolvendo o produto em 100 litros de água.

    camomila

    A camomila é uma erva da família das Compostas e adapta-se praticamente a qualquer tipo de terreno. É uma planta herbácea anual que alcança, em média, de 30 a 50 cm de altura. Suas flores miúdas, semelhantes a margaridinhas brancas com o miolo amarelo, exalam um perfume delicado e enfeitam canteiros e vasos. O caule é ramificado e suas folhas bem recortadas. Originária da Europa, a camomila prefere clima ameno, mas é capaz de adaptar-se bem, desde que o clima não seja muito quente.

    Plantio: por meio de sementes, no período de abril a maio. Para o cultivo em vasos ou jardineiras, recomenda-se que eles tenham pelo menos 20 cm de altura. As sementes não devem ser enterradas muito fundo, pois necessitam de luminosidade para brotar.

    Regas: manter o solo úmido, sem encharcar e diminuir as regas no inverno.

    Cuidados: a camomila precisa receber luz solar direta por pelo menos 5 horas diárias. Recomenda-se a adubação orgânica, mas deve-se evitar o uso de qualquer tipo de produto químico, uma vez que a erva é usada na preparação de chás. Métodos naturais de controle de pragas podem ser muito úteis, no caso de suspeita de ataque de pragas.

    Colheita: as flores, onde se concentram as propriedades medicinais da planta, devem ser colhidas no período de junho a setembro. Normalmente após a colheita é preciso fazer o replantio, pois seu ciclo de vida é anual. Para conservação das flores, deixe-as secando à sombra, em local ventilado, depois guarde-as em um recipiente de vidro bem tampado.

    * Planta não vive só de água, precisa de nutrientes, adubação mensal.
    * Verificar sempre o tamanho do vaso em que está a planta, para que a quantidade de terra não seja pouca, algumas plantas precisam de mais espaço para crescer e florescer mais.
    * Substrato pode ser sempre utilizado. Esterco (estrume) de gado, bem curtido.
    *Cuidados com a quantidade de adubação química, que pode secar a planta.
    * Vasos de cimento e barro são sempre melhores do que os de plástico e pras orquídeas, os melhores são os de barro com furinhos pra que as raízes possam respirar.

    A seguir algumas dicas para cada tipo de planta:

    ANTURIUM CLARINEVIUM – Local claro e ventilado, com pouco sol.adubação mensal.
    ANTURIUM RED QUEEN – Local claro e ventilado, com pouco sol.adubação mensal.
    APHELANDRA – Planta de sombra, porém ambiente ventilado e claro. Regar para manter o solo úmido.
    ARECA BAMBU – Palmeira de ambiente interno ou externo.
    ÁRVORE DA FELICIDADE – Planta de sombra. O macho tem a folha mais arredondada. A fêmea tem a folha mais repicada.
    ASPLENIUM NIDUS – Planta de sombra, porém muita claridade.
    AVENCA VARIADA – Planta de sombra, não gosta nem de corrente de e nem de sol. Gosta de ambiente fresco e arejado.
    AZALÉIA – Gosta de muita umidade e sol (evitar o sol das 12:00 às 15:00).
    BAMBU-MOSSO – Gosta de sol e solo mantido úmido.
    BEAUCARNEA  (PATA DE ELEFANTE) – Sol ou sombra, porém na sombra ambiente ventilado.
    BEGONIA RIGIS – Pouca de pouca água, muita luz sem sol.
    BONSAI DE FICUS – Segredo do bonsai umidade e sol sempre em vaso de perfil baixo (tipo bandeja). Bonsai: técnica de se manter uma árvore em bandeja. A poda é pra manter a estética. De um ano a um ano e meio, tirar a planta do vaso para a troca da terra e aproveitar pra fazer a poda da raiz (retirar cerca 30% da raiz).
    BONSAI GRANDE FRUTA – Segredo do bonsai umidade e sol sempre em vaso de perfil baixo (tipo bandeja). Bonsai: técnica de se manter uma árvore em bandeja. A poda é pra manter a estética. De um ano a um ano e meio, tirar a planta do vaso para a troca da terra e aproveitar pra fazer a poda da raiz (retirar cerca 30% da raiz).
    BONSAI VARIADO – Segredo do bonsai umidade e sol sempre em vaso de perfil baixo (tipo bandeja). Bonsai: técnica de se manter uma árvore em bandeja. A poda é pra manter a estética. De um ano a um ano e meio, tirar a planta do vaso para a troca da terra e aproveitar pra fazer a poda da raiz (retirar cerca 30% da raiz).
    BONSAI DE JABUTICABA – Segredo do bonsai umidade e sol sempre em vaso de perfil baixo (tipo bandeja). Bonsai: técnica de se manter uma árvore em bandeja. A poda é pra manter a estética. De um ano a um ano e meio, tirar a planta do vaso para a troca da terra e aproveitar pra fazer a poda da raiz (retirar cerca 30% da raiz).
    BRINCO DE PRINCESA – Planta que gosta de umidade, de preferência cultivada em baixo de árvores.
    BROMÉLIA AECHIMEA CHANTINI – Planta de pouca água, ambiente sem sol.
    BUXINHO – Planta de sol pra jardim.
    CACTO – Pouca água, exige muita luz e ambiente ventilado.
    CACTO CONJUNTO – Plantas de pouca rega e muita luz. Sobrevive dentro de casa, mas é recomendado pra ambiente externo.
    CACTO MANDACARU – Plantas de pouca rega e muita luz. Sobrevive dentro de casa, mas é recomendado pra ambiente externo.
    CALATHEA VARIADA – Planta de sombra. Manter o solo úmido e evitar o sol.
    CAMÉLIA – Planta de meia sombra, porém com sol em pouca intensidade (evitar o sol das meio dia as 3).
    CAMILA – Planta de sombra, preferência sempre em vaso. Na crença, é usada pra proteção.
    CARNÍVORAS – Planta de região de pântano, terra fraca. Não aceita adubação e não pode replantar usando terra (requer substrato a base de pó de xaxim com musgo). Manter o solo muito úmido em local com algumas horas de sol.
    CHAMAEDORE ELEGANTS – Palmeira pra sombra. Pouca rega.
    COLUMÉIA PEIXINHO – Planta pendente, flor parecida com peixe. Cultiva-se como uma samambaia. Ambiente claro, sem sol.
    COMIGO-NINGUEM-PODE – Planta de sombra, normalmente de vaso. A crença diz que espanta mau olhado.
    CRAVÍNEA – Planta que pode ser usada pra decoração de ambiente e após a floração replantar em local com sol. Manter o solo úmido.
    CRAVO – Planta que pode ser usada pra decoração de ambiente e após a floração replantar em local com sol. Manter o solo úmido.
    CRISÂNTEMO BOLLS – Planta que pode ser usada pra decoração de ambiente e após a floração replantar em local com sol. Manter o solo úmido.
    CROTON H. PETRA – Ambiente interno ou externo, porém se interno com bastante luz.
    CYCLAMEM – Planta de bulbo. Não manter muito úmido para não apodrecer. Exige muita claridade e pouco sol.
    DEDO-DE-MOÇA – Espécie de suculenta (cacto) exige pouca água e muita luz.
    DIPLADÊNIA – Trepadeira de sol. Manter sempre úmida.
    DIPLADÊNIA AMARELA – Trepadeira de sol.
    DRACENA TRICOLOR – Ambiente interno ou externo. Se interno, exige muita claridade. Manter o solo úmido.
    ECHEVERIA – Suculenta, de pouca água e muita luz.
    ECHEVERIA MINI – Suculenta de pouca água e muita luz. Exige uma seca entre as regas.
    ERVAS AROMÁTICAS – Necessitam de quatro horas de sol em solo muito fértil. Rega diária.
    EUONYMUS MARIETE – Planta de meia sombra. Replantar em vaso ou no solo. Manter úmido.
    EXACUM – Considerada como violeta alemã. Manter em local com muita luz (evitar a luz direta do sol). Manter o solo úmido.
    FICUS GANTHEL TRANÇADO – Ambiente interno ou externo. Se for em vaso, manter a poda de raiz como o bonsai. No solo é uma árvore comum.
    FLOR-DE-MAIO – Planta pendente de pouca água. Não manter o solo úmido (sujeito apodrecer a planta).
    GÉRBERA – Pode ser plantada ao sol no jardim. Terra fértil. Manter umidade.
    GIRASSOL – Plantada com semente em local fixo pra decoração. Morre após a floração e deixa novas sementes.
    GIRASOL MINI – Planta ornamental, decorativa. Não deve ser exposta ao sol.
    GLOXÍNEA – Planta de bulbo, normalmente cultivada em varanda, não manter muito úmida pra evitar o apodrecimento.
    HEDERA – Pode ser sombra ou meia sombra (trepadeira).
    HIBISCO SUNNY CITIE – Planta que floresce o ano todo, muito resistente ao sol.
    ILEX – Igual buchinho.
    IUCCA VARIECATA – Pode ser sombra ou meia sombra.
    IXORIA VARIADA – Planta que floresce o ano todo, muito resistente ao sol.
    JASMIM MADACASCAR – Trepadeira de meia-sombra, exala perfume, manter solo úmido.
    JIBOIA VERDE – Sombra, serve pra trepadeira ou forração.
    Kalanchoes (Todos os tipos)

    Planta muito resistente ao sol, pouca água, solo fértil:
    LÁGRIMA DE CRISTO –
    Trepadeira de meia-sombra, solo úmido.
    LAVANDULA ANGUUSTEFOL – Planta perfumada, medicinal, muito resistente ao sol, porém com muita rega.
    LIRIOS – Planta de ambiente interno ou externo gosta de sombra, não resiste ao sol. Manter o solo úmido.
    LIRIO FAROLITO – Planta de bulbo, quando acabar floração replantar em local com sol.
    MINI BAMBU – Planta que cresce pouco, exige muita umidade e muita luz.
    MINI CRISANTEMO – Exige mais rega, quando acabar floração replantar em local com sol.
    MINI IXORIA VERMELHA (Todo tipo) – Planta muito resistente ao sol, floresce o ano todo.
    MINI ROMÃ – Meia-sombra, solo úmido.
    MINI ROSAS (Todos os tipos) – Sol, exige mais rega no início, diminuindo com o tempo.
    ORQUIDEA ARUNDINA – Conhecida como orquídea bambu, planta de muito sol, floresce o ano todo.
    ORQUIDEA CATTLEYA – Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    ORQUIDEA CHUVA DE OURO – Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    ORQUIDEA COLMANARA – Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    ORQUIDEA DENCHOBIUM – Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    ORQUIDEA MILTONEA – Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    ORQUIDEA ODONTOCLOS – Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    ORQUIDEA PHALAENOPIS  - Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    ORQUIDEA VANDA – Planta de pouca água, adubação mensal, gosta do seu próprio canto, enquanto houver floração não deve ser modificada de lugar.
    PALMEIRA ARECA BAMBU – Tanto na sombra quando no sol, basta ter o ambiente iluminado. Ambiente interno ou externo.
    PALMEIRA CHAMAEDORE – Planta de sombra, cresce em média 1 metro e meio.
    PALMEIRA LIQUALA – Planta de sombra, porém exige muita claridade sem sol.
    PALMEIRA RAFIA – Planta de sombra, de ambiente interno ou externo sem sol.

    PEPERONIA SCANDS – Planta pendente, de sombra, pouca água.
    PHILODENDRO AMARELO – Planta de sombra, trepadeira e serve pra forração.
    PHILODENDRO BRASIL – Planta de sombra, trepadeira e serve pra forração.
    PIMENTA ORNAMENTAL – Planta de meia sombra, em vaso maior ou solo. Comestível (picante). Manter sempre úmida.
    PINGO DE OURO – Planta de sol, serve pra fazer cerca –viva, pode ser moldada em formas variadas (topiaria)
    POINSETIA VERMELHA – Planta de sol, vive em ambiente interno com bastante luz, porém não flores. Pra florir é preciso estar no ambiente externo com sol.
    PRIMAVERA – Planta de sol, ambiente externo. Planta resistente.
    RENDA FRANCESA – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    ROSEIRA – Sol, exige mais rega no início, diminuindo com o tempo
    SAMAMBAIA POLY – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    SAMAMBAIA AMERICANA – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    SAMAMBAIA DE METRO – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    SAMAMBAIA HILLI – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    SAMAMBAIA PAULISTINHA – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    SAMAMBAIA PLUMA – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    SAMAMBAIA PRATEADA – Planta de sombra, ambiente ventilado e claro, sem sol. Manter o solo úmido, porém não encharcado. Preferência do substrato a base de xaxim.
    SAMAMBAIA SAIA BAIANA – Planta de ambiente claro e ventilado, sem sol.
    SANSEVERIA CILINDICA – Planta de ambiente interno ou externo, porém exige muita claridade. Fica melhor em ambiente com meia sombra. Pouca água.
    SERISSA – Planta de sol. Rega diária.
    SETE ERVAS – Conjunto de plantas que se acredita proteger o ambiente. Manter o solo úmido em local mais claro e ventilado possível. A medida que desenvolver, replantar.
    SUCULENTA – Exige uma seca entre cada rega. Pouca água, muita luz.
    SUCULENTA COQUELENTA COQUETEL – Exige uma seca entre cada rega. Pouca água, muita luz.
    SUCULENTA JARDINEIRA MINI – Exige uma seca entre cada rega. Pouca água, muita luz.
    TOSTÃO – Planta pendente que serve pra forração de meia-sombra.
    TUIA AUREA – Sol e umidade.
    TUIA HOLANDESA – Exige solo muito úmido e sol.
    TUIA KAISUKA – Sol e umidade.
    UNHA DE GATO – Trepadeira de meia sombra, pode ser plantada em parede, xaxim.
    VIOLETA – Planta de pouca água, muita luz, evitar sol.
    ZAMIOCULCAS – Planta de origem africana, muito resistente à falta de luz, evitar sol (planta de sombra). (escritórios, consultórios, lugares com ar-condicionado)

    Revistas, livros, cursos e profissionais são fundamentais para se amadurecer uma idéia de um jardim. Mas no trato diário posterior o que fazer? Ou melhor, o que não fazer? Isso mesmo, o que não fazer, pois às vezes o excesso de cuidados pode ser ainda mais prejudicial do que a falta dele.

    Aqui estão algumas dicas, do que não fazer:
    -
    Não se deve adubar o jardim no final do verão, principalmente se você mora em regiões frias, sujeitas à geadas. A razão é simples: quando fertilizamos uma planta, enviamos uma informação para que ela cresça e se desenvolva. Esse broto ficará sujeito a temperaturas baixas e ventos frios, correndo o risco de se danificar. Além disso, é o período que a planta está se preparando para descansar, depois de vários meses se desenvolvendo.
    - A grama sim deve ser adubada. Especialmente para as que se desenvolvem em climas quentes, devemos evitar a adição excessiva de nitrogênio. Para aquelas em climas frios, podemos proteger o gramado, fazendo uma cobertura com solo.
    - Não devemos podar o gramado muito baixo. Além de prejudicar o crescimento da grama, ainda proporcionamos o crescimento de ervas daninhas.
    - Não devemos estaquear as mudas de árvores pensando em orientá-las a crescer retas, verticais. Os tutores servem mais para sinalizar e protegê-las de danos e quebras. As árvores seguirão sempre em busca do sol e da luminosidade, com ou sem estacas.
    - Não ande sobre os canteiros, ou pelo menos, pise somente o necessário. Defina bem os caminhos, pois, ao pisarmos mo solo, este fica compactado e prejudica o crescimento das plantas.
    - Não trabalhe muito o solo. Algumas pessoas acreditam (erroneamente), que um bom solo é aquele bem fininho, homogêneo. Na verdade, quanto mais diversificada a matéria do solo melhor. Um solo muito homogêneo se compacta muito fácil. O ideal é que ele tenha bastante matéria orgânica para que possa ter uma boa drenagem e se mantém úmido por mais tempo, além de fornecer mais nutrientes às plantas.
    - Não use agrotóxico. Este é o meu preferido. Antes de chegar a este extremo, existe uma infinidade de opções para se combater pragas e ervas daninhas. Para cada tipo de ataque temos um contra ataque que não terá efeitos colaterais, não contaminará o solo e não prejudicará o meio-ambiente nem sua família.

    horta em casa

    A horta orgânica consiste no cultivo de verduras, frutas, legumes, temperos e ervas medicinais sem o uso de agrotóxicos e de maneira ecologicamente correta, ou seja, sem queimadas e com tratamento ideal do solo.
    Além da boa economia no fim do mês e de oferecer uma alegria extra à decoração da residência, se você tem crianças, essa também pode ser uma boa dica para iniciar o contato dos pequenos com a natureza.

    O primeiro ponto a ser decidido é o local do plantio. Separe um cantinho do quintal ou aquele espaço que bate um pouco de sol durante o dia na varanda do apartamento. Não importa a metragem, porém, quanto maior o espaço, mais diversidade você poderá cultivar.
    Se o espaço que você possui é pequeno, opte por vasos e jardineiras. Lembre-se: tanto em um quanto no outro é importante que existam furos no fundo para facilitar a drenagem.

    Para o cultivo em vasos ou jardineiras – Encha um terço do vaso ou jardineira com pedriscos. Misture duas partes de terra comum, uma parte de composto orgânico e uma parte de húmus. Por fim, cubra com um pouco de areia.
    Para plantar temperos, posicione-os de maneira intercalada, em forma triangular. Nas hortaliças com sementes, siga as instruções da embalagem. Ao cultivar mudas, não se esqueça de fincar estacas para auxiliar no crescimento.

    Para o cultivo em canteiros – Utilize uma enxada ou pá para deixar a terra solta e fofa. Depois de preparar o terreno, misture o composto orgânico. Deixe o canteiro 20 centímetros acima do nível do terreno.
    Para plantar, marque os espaçamentos e posicione as mudas de maneira intercalada, formando um triângulo. Caso você prefira utilizar sementes, misture-as com areia e espalhe-as com as mãos, de maneira uniforme. Regue ao menos uma vez por dia.

    Dicas:
    * No ataque de pragas, somente utilize produtos naturais para combatê-las;
    * Use somente água pura e limpa para regar os alimentos, principalmente as verduras;
    * Para plantar temperos, você pode optar por utilizar uma embalagem PET. Deite a garrafa, corte uma das laterais (sem atingir o fundo ou a boca da garrafa) faça pequenos furinhos no fundo e coloque a terra;
    * Nunca deixe de remover as ervas daninhas.

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    Rosas

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    A rosa é uma das flores mais populares do mundo, cultivada desde a Antiguidade. Símbolo do romantismo, paixão e amor, elas estão inseridas em uma cultura ainda muito fechada no paisagismo e jardinagem.
    Elas podem ser silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras, cercas-vivas… – entender o universo e sua variedade imensa de cores, tamanhos e formas é tarefa difícil, mas que com um pouco de dedicação e cuidado, pode ser facilmente entendido.

    Plantio – Dê preferência a locais ensolarados e bem arejados. Quando bem cuidada, a roseira floresce o ano todo. Para isso, precisa de pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Um local arejado evita o surgimento de fungos nas folhas e flores.

    Rosas – As roseiras se desenvolvem bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível uma terra mais argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus também é benéfico para as rosas. O espaçamento entre cada muda plantada dependerá do tipo da rosa: as arbustivas precisam de um metro entre as mudas; as trepadeiras, de um a dois metros; as cercas-vivas, de 50 a 80 cm; as híbridas-de-chá e sempre-floridas, 50 cm; as miniaturas, 20 a 30 cm; e as rasteiras, 30 cm.

    Se o plantio for feito com mudas prontas, vendidas em sacos plásticos, não há restrição de época. Já para o plantio com mudas “de raiz”, o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

    Comece a preparar a terra oito dias antes de plantar as roseiras. Cave a terra a uma profundidade de 30 a 40 cm e misture de 10 a 15 Kg de esterco curtido e 100 a 200 g de farinha de ossos por m². Conserve as mudas na sombra até a hora do plantio, e plante-as o mais rápido possível. Retire-as da embalagem e mergulhe-as em água por dois a três minutos.
    Localize o ponto de enxerto, ele fica na junção entre a raiz e o galho principal. Ao plantar, ele deve ficar fora da terra cerca de 1 cm. Coloque a muda e vá completando com terra aos poucos, colocando-a levemente em torno da raiz. Depois, regue bem.
    Também dá para plantá-las em vasos, embora não se desenvolvam tão bem. Para isso, você deve misturar 10 litros de terra comum de jardim ou horta, 10 litros de húmus de minhoca ou composto orgânico, 100g de farinha de osso e 50g de fertilizante granulado NPK 10.10.10.

    Cuidados: Logo após o plantio das mudas, até a primeira floração, regue uma vez por dia, de preferência à tarde. Depois, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas, é possível suspender as regas. Seguir esses procedimentos é importante, pois roseiras não gostam muito de água, então, a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.Pode-se fazer de duas a três adubações por ano. A primeira deve ser feita logo após a poda anual, que ocorre entre julho e agosto, já a segunda pode ser feita entre novembro e dezembro, e a terceira, entre janeiro e fevereiro.

    A melhor adubação é a orgânica, com esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona.As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são: 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico; 200g de farinha de ossos; 100g de torta de mamona.

    A primeira poda da roseira deve ser feita um ano após o plantio, e repetida todo ano, entre os meses de julho e agosto. Os dias frios do inverno são ideais para se fazer a poda das roseiras, é ela que irá incentivar o surgimento de novos brotos e aumentar a floração. Para começar, faça uma limpeza, cortando todos os galhos secos ou fracos, o corte depende da espécie (para as mais rasteiras, entre 20 e 25 cm, para as rosas maiores, entre 80 cm e 1 m).

    Também é importante livrar a roseira das flores murchas, durante o ano todo, pois esse procedimento impede a formação de sementes e garante maior quantidade de flores
    As pragas e as doenças são grandes inimigas das roseiras.
    Os pulgões são os mais comuns, e podem destruir a plantação se não forem combatidos (a melhor maneira é com calda de fumo, veja receita abaixo).

    As formigas-cortadeiras também costumam aparecer para picotaras folhas da roseira, um bom formicida é suficiente para combatê-las. Há também ácaros, trips e besouros, que precisam ser combatidos com agentes químicos. Já as doenças, como mofo-cinzento, mofo-branco, mancha-preta e míldio, devem ser tratados com produtos específicos vendidos em casas especializadas em jardinagem.

    Em vasos, a rega das roseiras deve ser diária, principalmente nos dias quentes. Após 50 dias, também é importante aplicar fertilizante líquido na raiz, de acordo com as indicações do fabricante, e repetir o processo periodicamente.

    Colheita: Em roseiras novas corte as primeiras com hastes bem curtas e as subsequentes com hastes um pouco mais longas. Em plantas formadas, as hastes podem ser cortadas até 2/3 do comprimento do galho…

    Receita – Calda de fumo
    Ingredientes:
    20 cm de fumo de corda (adquirido em tabacarias ou lojas especializadas) e ½ litro de água
    Modo de preparo: Deixe o fumo de molho na água durante um dia. Para aplicar sobre as plantas, utilize de três a cinco colheres de sopa desse preparado diluído em um litro de água. Pode aplicar com o auxílio de borrifador. O uso não é recomendado após oito horas do preparo.

    Estrelícia

    A Strelícia é uma flor colorida e de longa duração, cuho formato lembra uma vivaz e colorida ave.

    Características: Também conhecida como ave-do-paraíso, por seu formato nos fazer lembrar uma vivaz e colorida ave, é uma herbácea que pode chegar a um metro e meio de altura, capaz de produzir flores, 5 a 8 ao mesmo tempo por muda, durante todo o ano, desde que cultivada sob luz solar intensa.
    Essa planta, no seu conjunto, produz um efeito exótico, muito elegante e extremamente belo.

    Como plantar: Ela gosta de muita luminosidade, deve ser cultivada de preferência a pleno sol, em climas quentes, subtropicais e mediterrâneos, ao ar livre. Nos jardins encontra-se flores durante o ano todo. Não tolera enfrentar temperatura inferior a 5 Cº, já para florescer precisa de temperaturas superiores a 10º C, com irrigações moderadas durante o ano todo. Por resistirem bem aos ventos, a Estrelícia é ideal também para os jardins de zonas costeiras.
    Desenvolve-se bem na maioria dos solos, mas é adequado que sejam bem drenados, evitando poças e o consequente excesso de umidade.

    Beleza e elegância: Pela sua beleza e elegância, porque dificilmente suas folhas e pétalas correm o risco de ser danificadas por motivos ambientais, e também porque oferecem muita facilidade no cultivo:
    As estrelícias são muito procuradas para composições de arranjos de flores e decorações de ambientes externos e internos.
    Estas flores, maravilhas artísticas da natureza, possuem cores incríveis e têm longa duração depois de cortada. Por isso, se tornou o símbolo da cidade de Los Angeles. Além disso, ela é extremamente atrativa para os beija-flores.

    Popularmente, ela é mais conhecida como “ave-do-paraíso”, apesar de receber também outros nomes, dependendo da região, mas seu nome botânico é Strelitzia reginae.
    Nos jardins, a strelitzia faz muito sucesso, formando vistosos maciços sobre os gramados, mas é na composição de arranjos e decorações florais que ela mostra a sua maior glória: suas flores, belas e exóticas, dão um show de durabilidade, colorido e versatilidade.

    Parente próximo da helicônia e da bananeira, a strelitzia apresenta folhagem exuberante, de coloração verde escuro, que contrasta com as nervuras centrais das folhas, de tom avermelhado. Já as flores, um verdadeiro trabalho artístico da natureza, são protegidas por uma bráctea,em forma de barca, como colorações que variam do vermelho ao azul-violeta. As seis pétalas das flores formam dois grupos de três: as externas são ligeiramente lanceoladas e de cor alaranjada e, as três mais internas possuem o formato de uma flecha e apresentam tons de azul metálico.
    O resultado é um efeito exótico, elegante e extremamente belo, que tem o seu objetivo: a natureza cria estas composições de formas e cores, num esforço para atrair agentes polinizadores e, neste caso, são os beija-flores os visitantes mais freqüentes, em busca do néctar da strelitzia.

    Outras espécies – O gênero Strelitzia pertence à família das Musáceas e compreende inúmeras espécies, todas originárias da África do Sul e introduzidas na Europa em 1770, de onde se disseminaram por todo o mundo. A espécie mais cultivada é a Strelitzia reginae, popularmente conhecida como estrelícia, rainha-do-paraíso, bico-de-tucano, flor-do-paraíso, flor-da-rainha, ave-do-paraíso ou bananeirinha-do-jardim. Trata-se de uma planta muito decorativa e, em razão de sua grande durabilidade, é bastante difundida tanto como flor de corte como para o plantio em jardins. Existem também outras espécies, como a Strelitzia alba, de flores brancas e a Strelitzia caudata, de coloração azulada.
    De um modo geral, as strelitzias são de fácil cultivo e requerem poucos cuidados, sendo de grande utilidade para a composição de arranjos florais e decoração de ambientes, pois dificilmente são atacadas por problemas que possam danificar suas pétalas e folhas.

    Como cultivar: A Strelitzia reginae é uma planta herbácea perene que produz flores quase o ano inteiro, desde que cultivada sob sol luz solar plena. Sua propagação se dá por meio de sementes ou divisão de touceiras. Cultive-a em solo argiloso (2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia. A planta gosta de água mas não de solo encharcado. Em geral, pode-se regar duas vezes por semana. Em época seca, deve-se observar a superfície e regar sempre que apresentar-se seca.

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    cravinas

    Nome científico: Dianthus caryophyllus.
    Variedade: Cravos do Poeta.
    Nome comum: Cravina.
    Nomes populares: Cravo, Cravina, Cravinhas, Cravo-do-Poeta.
    Família: Caryophyllaceae.
    Origem: Região Mediterrânica.
    Descrição: Planta perene, anual ou bienal de curta duração, muitas vezes cultivada como anual. O Cravo do Poeta possui caule herbáceo, ramificado, de cor verde claro a verde médio, de porte ereto e com nós salientes. As folhas são persistentes, sésseis, de inserção oposta e de forma linear, de cor verde médio. As flores são agrupadas, paniculadas ou no topo do caule, com cálice tubular com 5 sépalas abertas e estendidas com um diâmetro de cerca de 3 cm, dobradas com as bordas recortadas. Apresenta uma vasta variedade de cores desde o branco, rosa, vermelho e amarelo, com diversas tonalidades e misturas. O fruto é uma cápsula. Estas plantas podem atingir alturas de 20-45 cm.
    Sementeira: No local definitivo na Primavera/Verão (Maio/Julho) ou Outono nas zonas mais quentes. Em estufa ou estufim de Janeiro a Abril. Usar uma boa terra para a sementeira, cobrindo as sementes com uma fina camada. Manter a terra úmida até germinarem (7-14 dias), diminuindo depois as regas. Temperatura ideal para a germinação é de 15-20 Cº.
    Transplantação: Primavera /Outono. Transplantar quando as plantas apresentarem tamanho suficiente. Espaçamento de 38-45 cm.
    Crescimento: Médio.
    Luz: Sol. Exigente em luminosidade. Planta de dia-neutro.
    Solos: Prefere solos franco-arenosos, férteis, bem drenados, neutros a calcários. Planta sensível à falta de arejamento.
    Temperatura: Clima temperado a temperado-quente. Planta semi-rústica.
    Rega: Regular.
    Adubação: Quando necessário ou na altura da floração. Não utilizar fertilizantes á base de amônio. Ex. 5-10-5.
    Poda: Cortar as flores secas para prolongar a floração. Amparar os caules altos com canas.
    Floração: Verão. Nas espécies perenes, em condições adequadas pode florir durante todo o ano.
    Pragas e Doenças: Afídeos, ácaros, tripes, mosca branca, Fusarium, Rhizoctonia, Alternaria, Botrytis, ferrugem.
    Multiplicação: Semente ou estacas.
    Utilização: Canteiros, maciços e bordaduras, flor de corte, vaso.

    A beleza das rosas tem pelo menos dois inimigos certos: insetos e fungos.
    Para enfrentá-los, é preciso observar certos detalhes:
    * Observe sempre as roseiras: Fazendo inspeções periódicas, é possível identificar qualquer problema ainda no início e tratar logo de combatê-lo;
    * Previna-se: Remediar é bem mais difícil. Fazendo aplicações periódicas de produtos preventivos (contra fungos, principalmente), os riscos dos ataques serem mais severos ficam reduzidos;
    * Garanta sempre uma boa alimentação: A nutrição é fator fundamental para o bom desenvolvimento das roseiras e sua saúde.

    Uma fertilização orgânica, feita periodicamente, fornece à planta boas quantidades de macro e micro nutrientes, tornando-as assim mais resistentes aos ataques de insetos e doenças.
    * Mantenha o “exército natural” de defesa: A natureza é sábia e, juntamente com as pragas, criou também seus inimigos. As joaninhas são excelentes predadoras dos pulgões, os pássaros combatem as lagartas, hortelã plantada nos canteiros espanta formigas…;
    * Use e abuse dos métodos naturais: Quanto menos produtos químicos forem utilizados, melhor. Assim, você estará mantendo o equilíbrio natural e prevenindo contra problemas que surgem com o abuso de química. Se os ataques forem muito intensos, procure a orientação de um técnico especializado, antes de aplicar defensivos.

    Os vilões:
    Pulgões
    : São os mais comuns. Sugadores causam deformações nas partes atacadas, principalmente brotos novos e botões. Cambata-os de maneira mais natural, com calda de fumo.

    Ácaros: São quase invisíveis a olho nu e se localizam, emcolônias, na parte inferior das folhas, causando grandes prejuízos. A aplicação de enxofre solúvel pode servir como prevenção.

    Trips: Pequenos insetos voadores que deformam as flores, logo no início da brotação. Em grandes ataques, podem até destruir completamente a planta, por essa razão, necessitam de um controle químico, sob orientação.

    Formigas-cortadeiras: Fazem mais estragos nas folhas e brotos. Iscas formicidas costumam ser bem eficazes.

    Besouros: A variedade é grande, mas as vaquinhas são as que mais destroem as flores. Também precisam de combate químico, quando o ataque for grande.

    Mofo-cinzento: Doença causada por um fungo que tem preferência pelas flores e botões. Costuma ocorrer em épocas de chuvas prolongadas e muita umidade. Pode-se prevenir o problema com a aplicação de fungicidas.

    Mofo-branco: É o famoso oídio, que não escolhe época para atacar. Os botões e as folhas são os alvos preferidos. A prevenção pode ser feita com os mesmos fungicidas usados para controlar o mofo-cinzento e o combate é reforçado com enxofre solúvel.

    Mancha-preta: Ataca folhas, amarelando-as e derrubando-as. Costuma atacar mais quando há mudanças bruscas de temperatura. Também pode ser prevenida com fungicidas.

    Míldio: Surge com mais frequência nos períodos quentes, quando há excesso de chuvas. É uma doença devastadora, capaz de destruir brotos novos e folhas e. se não for controlada, mata mesmo a planta.

    Qualquer suspeita de ocorrência deve ser rapidamente combatida com produtos agropecuários.

    Lembre-se: Todo e qualquer produto químico deve apenas ser aplicado segundo a recomendação do fabricante e só deve ser adquirido após consulta com um técnico especializado, que poderá fazer a prescrição do receituário agronômico.