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  • ripsalis

    É um tipo de cacto epífito, que não possui contato com o solo, vivendo por sobre o tronco das árvores ou rochas. Não possui folhas como seus parentes das áreas secas, além disso, ocupam um micro ambiente (o tronco das árvores) onde a água não permanece durante muito tempo, devido à alta aeração.

    Habitat: América do Sul e Central, Ásia, Oriente e na África Ocidental, de Madagascar, Ceilão.
    Descrição: grande grupo de plantas ornamentais, incluindo várias espécies florestais de epífitas. Produzem muitos galhos sem espinhos, pendurado em geral, formado por segmentos ou artigos coriáceas, às vezes raízes aéreas presentes. Pequenas flores ao longo do caule delgado, entre o inverno e a primavera.
    Existem alguns sinônimos Lepismium. Segundo alguns estudiosos, é sinônimo de Rhipsalis Pfeiffera.
    Substrato: fórmulas férteis ou composto para orquídeas, pH 6.
    Exposição: sombra ou luz indireta. A localização ideal para a estação está bem debaixo de uma árvore.
    Temperatura: 10/12 ° C. Mínima
    Água: Nunca deixe secar o substrato. No verão, a água regularmente, no Inverno manter o substrato moderadamente úmido.
    Cultivo: Algumas espécies apresentam crescimento lento, alguns rápidos, outros entram no seu período vegetativo no outono – inverno. Aprecia a alta umidade e, portanto, devem ser muito pulverizados durante o período de crescimento.
    Rega: a cada duas semanas.
    Multiplicação: por sementes, estacas e divisão.
    Principais espécies de Rhipsalis: Rhipsalis capilliformis; Rhipsalis cassutha; Rhipsalis cereuscola; Rhipsalis crispata; Rhipsalis fasciculata; Rhipsalis lindbergiana; Rhipsalis linearis; Rhipsalis rahuiorum; Rhipsalis teres; Rhipsalis gibberula.

    A Rhipsalis é uma planta extremamente tóxica, por esse motivo devemos ter cuidado com as crianças e os animais.

    A52Eithea_blumenavia

    Conhecida popularmente como Mini-Amarílis, a Eithea blumenavia é originária do Brasil, endêmica no Bioma da Mata Atlântica.

    A família das Amarilidáceas é uma das mais importantes da ordem Asparagales, com uma enorme quantidade de espécies floríferas, cultivadas em todo o mundo, incluindo plantas bulbosas em sua maioria, perenes ou não. As Amarilidáceas tem grande importância para o paisagismo, não só pela expressiva quantidade de espécies cultivadas, mas também por sua floração exuberante e vistosa. São plantas ideais para cultivo em vasos, em jardineiras ou jardins, tanto em bordaduras como em maciços, à meia-sombra ou a pleno sol, dependendo da espécie.
    É interessante destacar uma outra faceta das plantas desta família, uma vez que muitas delas apresentam propriedades que podem ser exploradas até medicinalmente.
    As propriedades terapêuticas de plantas da família das Amarilidáceas são conhecidas desde a Antiguidade, quando a espécie Narcissus poeticus L. era utilizada pelo médico grego Hipócrates no tratamento de tumores uterinos. Atualmente, na Europa e na África, espécies desta família ainda são utilizadas na medicina tradicional sendo indicadas como purgativas e antiparasitárias, além de serem empregadas no tratamento de doenças urinárias, venéreas, gastrointestinais e respiratórias, entre outras.

    Alguns estudos realizados para analisar a composição química de diferentes partes de espécies desta família identificaram uma grande quantidade de compostos nitrogenados, entre eles, alcalóides estruturalmente diferenciados, não encontrados em outras famílias vegetais. Têm sido atribuídas propriedades biológicas e farmacológicas marcantes aos alcalóides das Amarilidáceas, tais como atividade anticolinesterásica, ação antitumoral, além de atividades antiinflamatória, antiviral e antimalárica.
    Mas desta vez vamos falar de uma representante bem brasileira da família das Amarilidáceas. Trata-se da Eithea blumenavia.
    Conhecida popularmente como Mini-Amarílis, a Eithea blumenavia é originária do Brasil, endêmica no Bioma da Mata Atlântica. Ela possui alguns sinônimos botânicos: Amaryllis blumenavia (K.Koch & C.D.Bouché ex Carrière) Traub (synonym); Amaryllis iguapensis (R.Wagner) Traub & Uphof; Griffinia blumenavia K.Koch & C.D.Bouché ex Carrière; Hippeastrum blumenavia (K.Koch & C.D.Bouché ex Carrière) e Hippeastrum iguapense R.Wagner.

    Ela pode ser encontrada tanto nas áreas mais úmidas como nas bordas da mata. Mas é evidente que ela prefere as condições de umidade. Com uma umbela de 6 a 8 flores brancas, mescladas de rosa-pálido, esta alegre Amaryllis certamente irá para nossas coleções. Trata-se de uma planta pequena, com 6 a 9 polegadas de altura.
    Nome popular: mini-amarílis
    Origem: Sudeste e parte do Sul do Brasil
    Características: atinge até cerca de 30 cm de altura
    Floração: Flores medindo cerca de 6 cm, brancas, mescladas de tonalidades rosa, é uma planta bulbosa indicada para cultivo à meia-sombra, de preferência em locais úmidos.
    Grau de dificuldade no cultivo: Fácil.
    Sugestão de substrato para plantio: terra rica em matéria orgânica

    Dicas de cultivo: Plantar o bulbo em um vaso com pelo menos 15 cm de diâmetro. Ao plantar direto no jardim ou canteiro, respeitar o espaçamento de 25 cm entre os bulbos. Na hora do plantio, manter a ponta do bulbo para fora da terra. A planta aprecia solos úmidos, mas sem excesso. No inverno, as regas podem ser mais espaçadas. A cada dois ou três meses, é recomendável aplicar fertilizante de fórmula NPK 10-10-10 (mais ou menos 3 colheres de chá ou de acordo com orientações da embalagem), sempre ao redor de cada bulbo, porém sem encostar nas raízes

    adubação orgânica

    A adubação orgânica é, realmente, uma ótima opção para melhorar um solo pobre.
    Os resíduos orgânicos são aqueles provenientes de podas e cortes de árvores, grama, restos de cozinha (restos de alimentos, cascas de frutas, verduras, legumes), resíduos de capina, folhas, palhada, estercos de animais, restos de culturas agrícolas, etc.

    O processo de compostagem é o meio de transformação destes resíduos orgânicos em composto ou adubo orgânico utilizável na agricultura. Este processo envolve transformações de natureza bioquímica, promovidas por milhões de microorganismos do solo que têm na matéria orgânica in natura sua fonte de energia, nutrientes minerais e carbono. Estes microorganismos ao degradar a matéria orgânica acabam por disponibilizar nutrientes responsáveis pelo desenvolvimento das plantas. A diversidade dos materiais utilizados significa menor prazo e maior qualidade do composto produzido.

    Um composto para ser produzido não requer grandes espaços. Basta oferecer condições favoráveis ao desenvolvimento e reprodução destes microorganismos, sendo que a pilha de composto deve possuir resíduos orgânicos, umidade e oxigênio. É possível através desta técnica reduzir a quantidade de resíduos que são produzidos, uma vez que os resíduos orgânicos representam grande parte do volume total de lixo.

    A compostagem é a destinação ambientalmente correta para os resíduos orgânicos, eliminando o processo de queima (aquecimento global/efeito estufa), o depósito clandestino em bota-fora, a ocorrência de vetores e animais peçonhentos (riscos à saúde pública nos bota-fora), a contaminação e degradação do solo, dos cursos d’água e da paisagem urbana. Além destes benefícios citamos a excelente qualidade do composto produzido para as hortas, jardins, praças públicas e recuperação de solo estéril.

    Como preparar um composto orgânico:
    Pequenos volumes
    Material:
    - 1 caixote de madeira: 30cm de comprimento, 20 cm de largura e 10 cm de altura.;
    - Saco plástico;
    - 2 medidas de pó de serragem, ou poda de árvore triturada, ou folhas secas;
    - 2 medidas de terra;
    - 1 e ½ medida de resíduo orgânico picado (restos de comida, cascas de frutas e legumes, borra de café, cascas de ovos, etc.)

    Modo de fazer: Você deve forrar o caixote com o saco plástico, pois desta forma evita-se a perda de umidade. Misturar os resíduos bem fragmentados neste caixote, reservando um pouco da terra para fazer a cobertura (aproximadamente 3 cm de espessura).

    Não tampar o caixote, mantendo-o protegido da chuva, preferencialmente na sombra.
    O material precisa ser revolvido num intervalo de 3 em 3 dias e se necessário umedecer este material durante os 30 primeiros dias. Sempre que fizer isso, cobrir com uma camada de terra. Nos próximos 60 dias, se necessário revolver e umedecer este material semanalmente. No final de 90 a 120 dias, o composto estará pronto para uso em hortas, vasos e jardins.

    Atenção: Deve-se ficar atento quanto à umidade da mistura. Ela é essencial para a decomposição da matéria orgânica pelos microorganismos. Uma dica importante para verificar a umidade ideal é apertar uma quantidade desta mistura nas mãos: se escorrer água entre os dedos, o composto estará muito molhado, mas se formar um torrão e este se desmanchar com facilidade, a umidade estará ideal. Mas é preciso ter cuidado ao manusear a mistura, já que nos primeiros dias a temperatura pode chegar a 70ºC.

    Observar quando for revirar a mistura se há existência de um mofo branco em alguns locais no meio da mistura, o que indicará que a umidade está baixa.
    O composto estará pronto quando não for mais possível distinguir as folhas e os restos orgânicos e a temperatura estiver próxima à temperatura ambiente. Se o composto for produzido de maneira correta ele não terá cheiro e nem atrairá insetos.

    Uso do Composto: Para gramados, hortaliças, árvores frutíferas, vasos de flores, viveiros de mudas.

    húmus

    1. Arranje uma caixa grande e forre com plástico, lembre-se de fazer uns furinhos no fundo para não acumular água;
    2. Coloque uma camada de terra (2 cm) no fundo da caixa;
    3. Adicione restos vegetais picados (cascas de legumes, restos de verduras ou grama verde recém-cortada, por exemplo), formando uma camada de mais 2 cm;
    4. Coloque uma camada de 2 cm de esterco seco de boi, de galinha ou coelho (use sempre luvas de plástico para lidar com o esterco);
    5. Cubra com uma camada de terra de mais 2 cm;
    6. Repita os passos 3, 4 e 5 até encher a caixa;
    7. Regue com um pouco de água, de modo que fique tudo bem úmido. Mas não deixe encharcar;
    8. Coloque duas ou mais minhocas (você pode encontrá-las na terra em locais mais úmidos e frescos do jardim ou adquirir matrizes Vermelha da Califórnia);
    9. Cubra tudo com um pouco de palha seca (restos de grama), para manter a umidade e ficar bem fresquinho.

    Mantenha a caixa na sombra e protegida da chuva.

    Reponha mais água, sempre que necessário e observe as minhocas trabalharem. Lembre-se de lavar bem suas mãos sempre que lidar com a composteira.

    O húmus estará pronto quando você não conseguir identificar mais as diferentes camadas que foram colocadas na caixa.

    O adubo assim produzido é conhecido como húmus de minhoca ou vermicomposto e é ótimo para as plantas caseiras e para a horta também.

    recuperação

    1 - Retire cuidadosamente do vaso a orquídea, observe que a danificação das raízes é crucial.

    2 - Lave a planta com água limpa, escovando com escova dental macia tomando cuidado com as partes mais delicadas.

    3 - Perceba as raízes boas apare-as para que tenham a extensão máxima de 10 cm e elimine as raízes escuras ou mortas.

    4 - Agora é a hora de cuidar do xaxim, que deve ser desfibrado e macio. Umedeça-o em uma solução de água limpa com o composto “farinha de osso e torta de algodão”, na proporção 250 ml de água e meia colher de sopa do composto. Elimine os excessos.

    5 - Coloque a planta cuidadosamente sobre o xaxim, que deverá estar envolto por um saco plástico transparente.

    6 - Lacre este saco plástico com um arame forte, tendo o cuidado de virar a sua borda para baixo, a fim de evitar a entrada de água do exterior.

    7 - Coloque esse saco plástico num lugar com sombra, porém com luz indireta do sol.

    8 - O aparecimento das raízes serão percebidos entre dois a três meses, durante este período, NÃO abra o saco plástico pois estará simulando uma pequena estufa, embora deve-se ter muita cautela se aparecer água armazenada no fundo do saco plástico, que poderá ocasionar o apodrecimento da orquídea, neste caso, é permitido fazer um peque furo com agulha no fundo do recipiente para retirar o excesso. Vale ressaltar que a planta não deve ser retirada do recipiente durante os meses de inverno.

    9 - No 4º mês a orquídea está pronta para uma nova casa, onde deverá ser plantada com o mesmo xaxim em um vaso plástico que tenha furos embaixo. Neste momento, a orquídea deverá ser levemente adubada e pulverizada até a sua recuperação completa.

    Cattleya amethistoglossa

    Frágeis e delicadas, as orquídeas são uma festa para os olhos. E seu cultivo não é tão difícil assim: com, alguns cuidados e um pouco de dedicação, a arte de colecioná-las pode se transformar num hobby muito agradável. Saiba como e experimente.
    Uma orquídea em flor é um espetáculo de rara beleza. E que, ao contrário do que geralmente se pensa, pode acontecer todos os dias em sua casa, sem grandes dificuldades. A verdade é que, apesar do aspecto frágil e delicado que muitas vezes chega a inibir aqueles que gostariam de cultivá-las as orquídeas são resistentes e ótimas para o nosso clima. Afinal, não se pode esquecer que muitas espécies são nativas de nossas florestas.
    Assim, com certos cuidados básicos de cultivo e algumas mudas de boa qualidade, você poderá ter uma coleção que vai proporcionar belas floradas durante o ano todo.

    O caminho certo para conseguir boas mudas – O primeiro passo é comprar muda de cultivadores conceituados, de preferência aos poucos. Lembre-se de que em qualquer época do ano sempre há inúmeras espécies em floração. Assim, se você comprar duas ou três orquídeas por mês, acabará formando uma coleção que vai garantir sempre plantas com flores.
    Um jeito gostoso de fazer isso é visitar orquidários ou feiras de orquídeas, onde, além de encontrar ótimas plantas, você tem a oportunidade de conhecer cultivadores que gostam de trocar informações e orientar os iniciantes.
    E se você mora numa região onde as feiras de plantas são raras, pode comprar orquídeas pelo reembolso postal. Basta solicitar um catálogo, escolher as variedades de sua preferência e fazer a encomenda.
    Mas quem gosta de aventuras tem ainda uma outra alternativa: coletar orquídeas em seu próprio habitat. Sem dúvida, esta é uma tarefa emocionante, mas exige bom senso para preservar a natureza. Tome cuidado para não estragar nenhuma planta, nunca corte árvores para alcançar um exemplar muito alto e só colha as mudas que você tem condições de cultivar.
    Nunca colha uma planta, inteira. Retire apenas três ou quatro pseudobulbos da parte frontal, para que a muda possa continuar a crescer conservando a espécie na natureza. Após a colheita, faça a limpeza da parte retirada no próprio local, removendo partes secas, doentes ou quebradas e limpando toda muda com uma esponja bem limpa, macia e úmida.

    As orquídeas precisam de um cantinho especial
    Na natureza, as orquídeas podem ser encontradas em florestas, montanhas, vales pântanos e até em rochas Por isso fica difícil determinar de modo geral qual o melhor ambiente para cultivá-las. A epífitas, por exemplo, nascem em árvores e gostam de iluminação intensa e difusa, enquanto as terrestres podem tanto viver sob densas florestas, com baixa luminosidade, como em campos abertos, onde a luz é farta, Já as rupículas nascem fixadas em rochas, expostas ao sol pleno.
    Mas, como a maioria das orquídeas cultivadas são provenientes de florestas, de modo geral pode-se afirmar que em ambientes onde as samambaias se dão bem o cultivo de orquídeas terá sucesso.

    Monte você mesmo o seu orquidário
    Para fazer um orquidário é importante ter um cantinho que receba o sol da manhã. Num clima como o nosso, uma boa solução é construir ripados de madeira ou bambu, de modo que os raios solares fiquem filtrados, proporcionando luz na medida exata.
    Esses ripados se assemelham a armários com cerca de 2,40 m de altura. A parte do fundo, as laterais e a parte superior são feitas com ripas de madeira com 5 cm de largura. No teto, essas peças devem ser dispostas no sentido norte-sul, para o sol caminhar sobre as orquídeas no sentido leste-oeste e gradativamente ir passando sobre as plantas. Em geral, a distancia entre as ripas é de 3 cm, mas pode ser menor em regiões de luminosidade Intensa,
    Com essas condições, é possível montar um orquidário com capacidade para acomodar até 200 orquídeas, considerando-se uma largura média de 5 metros. Os exemplares maiores, que necessitam de bastante aeração junto às raízes, podem ficar pendurados. A prateleira central é um bom lugar para as mudas recém plantadas e em fase de crescimento. Na parte de baixo, apoiadas em blocos, podem ficar as espécies que gostam. de mais sombra, como os cimbídios.
    De preferência, use peroba sem pintura, a prateleira poderá ser pintada com óleo queimado e nos caibros de sustentação deve ser aplicado Neutrol, para evitar o apodrecimento da madeira. No mercado há ainda o Sombrite, uma tela especial para proteger as plantas do sol excessivo. Esse material, que substitui as ripas, chega a filtrar 60% dos raios solares, criando uma atmosfera ótima para a maioria das orquídeas, já que deixa os ambientes bem ventilados e protegidos tanto do sol como de insetos e outros animais.
    Seja qual for o material escolhido, não esqueça que a parte sul deve ficar ao abrigo dos ventos. Portanto, deixe esse lado com a parede mais fechada e nas épocas mais frias coloque protetores de plástico transparente.
    Se você não dispõe de espaço externo, pode também cultivar dentro de casa ou até no apartamento, pois a temperatura em interiores, entre 15 e 251°C é ideal para essas plantas. É só construir prateleiras junto a janelas bem iluminadas (face norte ou oeste), protegidas no lado de fora por uma tela, para que os vasos recebam sol filtrado.

    Segredos para manter plantas saudáveis
    Além de ambientes quentes, bem ventilados e com atmosfera úmida, as orquídeas precisam de regas e adubações criteriosas, e muita limpeza para crescerem sadias, sem o ataque de pragas ou doenças.
    Por isso, conserve o ambiente limpo, sem mato, lave as prateleiras e bancadas com produtos à base de cloro e limpe periodicamente as folhas com uma flanela macia para remover o pó. De seis em seis meses, é bom lavar todas as plantas com uma esponja embebida em água e sabão neutro. Assim elas vão ficar com todos os poros desobstruídos para respirarem livremente.
    A umidade na medida certa também é muito importante. Regue os vasos semanalmente, logo pela manhã, e nunca esqueça que as orquídeas gostam de solo úmido, mas detestam água empoçada junto às suas raízes. As plantas floridas não necessitam de muita água. Nessa fase, molhe apenas o solo, deixando as flores secas. Para manter a umidade do ar, pulverize as folhas com água na temperatura ambiente, principalmente nas épocas mais secas.
    Na hora de adubar, você pode escolher entre duas alternativas. Aplicar um fertilizante químico com fórmula NPK 15-15-15 ou NPK: 18-18-18 a cada 15 dias, ou então um adubo natural a cada seis meses. Nesse caso, uma boa recomendação é a seguinte mistura, desenvolvida pela Sociedade Bandeirante de Orquidófilos: 30% de farinha de osso, 50% de torta de mamona, 15% de esterco de passarinho ou de codornas e 5% de cinza. Aplique longe dos rizomas das plantas para não queimá-los.
    Após a floração, corte as flores murchas sempre na junção das folhas. Isso é muito importante, pois as hastes das flores são ocas e, se forem mantidas, vão acumular água e poderão apodrecer, prejudicando toda a planta. Não se esqueça de que facas, tesouras e alicates devem ser previamente esterilizados com álcool, e logo antes de serem usados em qualquer muda, a fim de evitar transmissão de doenças de uma planta para outra.

    Na hora de plantar, muito carinho
    Na hora de plantar ou replantar suas orquídeas, um pouco de cuidado e carinho é fundamental para elas logo pegarem bem e retomarem com todo o vigor seu ciclo de crescimento.
    Embora os vasos de barro sejam ótimos para essas plantas, elas podem também ser cultivadas em placas de xaxins (o xaxim está proibido, pode-se utilizar placas de coco), troncos ou pranchas de madeira. Para plantar em vasos escolha recipientes novos, a fim de evitar contágio de possíveis doenças.
    Como substrato, use fibra de coco. Primeiramente, lave bem o vaso e também a fibra para eliminar todo o pó. Depois, tampe o furo de drenagem com cacos, coloque uma camada de xaxim e a muda, já com as raízes envoltas em um pouco de fibra. Para terminar, preencha o vaso com o substrato, compactando bem nas laterais, mas deixando as raízes da frente mais soltas para elas se fixarem à vontade no novo meio.
    Se você preferir criar algumas mudas em troncos ou placas, envolva as raízes em um pouco de fibra de coco e fixe-as amarrando com um fio de cobre ou com um barbante.

    As várias maneiras de reprodução
    Entre pequenos cultivadores as orquídeas são normalmente reproduzidas através de mudas ou de sementes. O sistema por divisão de mudas assegura variedades idênticas à planta-mãe, mas é muito demorado para quem deseja reproduzir em quantidade, pois são necessários de dois a três anos para se obter uma nova muda.
    Já a reprodução por sementes, embora demorada (leva até sete anos, desde a fecundação da flor até a primeira floração), proporciona inúmeros exemplares, mas com características diferentes da planta-mãe. Isso acontece porque o cruzamento pode ser feito entre duas espécies distintas resultando numa nova orquídea.
    Por isso, cultivadores que comercializam essas plantas em larga escala, já há alguns anos, recorrem a clonagem, uma técnica de laboratório que assegura inúmeros exemplares idênticos à planta-mãe, a partir de células de folhas ou raízes. Para isso, algumas células são separadas e colocadas em um tubo de ensaio com um líquido nutriente. Depois de alguns meses, as células se multiplicam dando origem a uma pequena muda. Graças a essa técnica é possível reproduzir plantas raras ou em processo de extinção, tornando-as mais acessíveis a todos os cultivadores.

    Se o jardim é o lugar mais especial da casa, merece estar sempre bem tratado.
    Para ajudar a mantê‑lo cada vez mais bonito, nada mais importante do que ter em mãos bons equipamentos que trarão mais praticidade e comodidade para quem cuida da área externa da casa.
    Mas se você não é nenhum jardineiro de mão cheia e ainda se atrapalha diante dos modelos de ferramentas especiais para jardim, confundindo a verdadeira função destes equipamentos e muitas vezes não sabendo como usá‑los correta­mente, será necessário adquirir conhecimentos básicos sobre o funcionamento e o trabalho possível de ser realizado com cada um deles, conseguindo assim obter melhores resultados.

    Pás e garfos de todos os modelos e tamanhos – Ferramentas básicas e importantíssimas no cuidado com seu jardim, elas existem de todos os tamanhos possíveis e imagináveis. Dependendo da tarefa que pretende se efetuar, elas se apresentam maiores ou mais estreitas.
    As pás de tamanho maior são utilizadas para os trabalhos mais pesados, como retirar terra de grandes espaços para o plantio de plantas ou até mesmo árvores, servindo também para colocar e ajeitar a terra no lugar. Não existe segredo para o manuseio deste tipo de ferramenta; o importante é adquirir um produto resistente e de qualidade.
    Mas as maiores estrelas entre as pás, são mesmo as destinadas aos pequenos e simples trabalhos. Elas podem ser mais estreitas ou largas, mas em relação ao uso não há muitas diferenças entre um ou outro modelo.

    Uma dica: para um iniciante em cuidado de jardim, o mais indicado é a opção pelas estreitas, pois estas trazem maior facilidade na hora de reti­rar a terra do vaso ou canteiro ou mesmo fazer pequenos buracos.
    Já os garfos e escardilhos têm como função aerar e afofar a terra, preparando‑a para o cultivo. Para a primeira função, é preciso apenas fazer pequenos furinhos na terra que servirão para melhorar a circulação de ar no vaso ou canteiro. Já ao afofar a terra, é preciso mover o garfo da extremidade ao melo do recipiente, fazendo este movimento até a superfície ficar mais leve e pron­ta para o plantio.

    Retirando o que não é bem-vindo – É exatamente esta a função do rastelo, que pode ser pequeno ou de grande porte. Por possuir garras apontadas para baixo, com ele é possível varrer as folhas ou elementos que se localizam sobre a terra, atrapalhando a beleza das suas plantas.
    Os exemplares maiores devem ser usados nos jardins e são ferramentas de fácil manuseio. Eles arrastam a sujeira do jardim como se fossem verdadeiras vassouras fabricadas em aço.
    É muito importante ter um rastelo em casa para cuidar devidamente da sua área externa, pois limpar o jardim é tarefa que precisa ser realizada com assiduidade pelo menos uma vez por semana, principalmente no outono, onde é normal que as plantas percam suas folhagens.
    Os rastelos pequenos têm utilidade similar aos maiores, mas estes servem para limpar vasos, floreiras e pequenos canteiros que necessitam de equipamento mais delicado. Procure tomar bastante cuidado na hora de retirar os resíduos destes espaços mais frágeis, pois, aplicando o rastelo de forma errada, a planta poderá ser danificada.

    Outros equipamentos – Além dos equipamentos básicos existem também a foice, o sacho, a machadinha, as cavadeiras e extratores especiais para ervas. Todos eles têm função complementar no jardim, facilitando ainda mais a hora de trabalhar a beleza deste local da casa.
    A foice tem forma curvilínea e sua finalidade é ceifar as plantas. Num jardim, pode ser usada para retirar o excesso de mato, mas muito cuidado ao fazer uso desta ferramenta: de lâmina grande e cabo curto, ela deve ser utilizada com muita atenção para evitar acidentes.
    Outras ferramentas importantes são o sacho e o coração que funcionam como uma espécie de enxada para afofar a terra ou arrancar rvas. Este tipo de equipamento normalmente possui duas pontas; o sacho tem forma de um garfo com apenas dois espetos, e o coração possui a base mais gorda e a ponta fina, parecendo um desenho de uma gota.
    A machadinha é velha conhecida dos jardins, servindo para a poda de galhos mais difíceis de serem retirados. Já para aquelas ervas mais delicadas, os extratores especiais de ervas cortam a muda sem machucar a planta, pois tem um desenho que parece uma pequena chave de fenda, mas com ponta especial para podar estas sensíveis espécies.

    O importante agora é arregaçar as mangas e cuidar com muito carinho do seu jardim, prezando sempre pela qualidade e segurança dos equipamentos que irão transformar sua área externa em um lugar muito mais bonito e aconchegante.

    Dama-da-noite

    São várias as espécies de plantas que exalam fragrâncias intensas. Elas soltam o perfume através das flores e este se espalha pelo ambiente do jardim quando o vento sopra. Isso torna o local muito agradável. Assim, ao plantar seu jardim, inclua entre as plantas selecionadas algumas espécies perfumadas.

    É bom saber que há uma grande variedade de flores que soltam seu perfume durante o dia, ao passo que outras o fazem somente, à noite. As esponjinhas ou caliandras, por exemplo, são cheirosas em torno do meio-dia, isto é, nas horas de calor mais intenso, já a dama-da-noite começa a perfumar o ambiente com o crepúsculo e segue exalando seu aroma durante toda à noite até o raiar da manhã.

    Sempre cheirosas – Plantas como o resedá, o manacá, e o jasmim, são exemplares das espécies que distribuem seu aroma constantemente. Escolha uma delas para plantar, o resedá, por exemplo. Para tê-lo em casa, você vai precisar semeá-lo entre os meses de fevereiro e março. E as plantas devem distar cerca de 30 cm uma da outra. A única exigência dessa espécie é a água; ela deve ser regada sempre e em abundância para apresentar um bom desenvolvimento. Quando atinge seu estado adulto transforma-se num arbusto de cerca de meio metro de altura. Ramifica-se muito e apresenta cachos de flores bem densos nas extremidades das hastes. Mas é no seu primeiro ano de cultivo que o resedá oferece as melhores inflorescências. As flores são em geral amarelas, mas aparecem também em cores diferentes como, por exemplo, vermelhas.

    Já o manacá floresce na primavera e no final do outono. Seu cultivo, bastante fácil, exige poucos cuidados. Para obter as mudas, faca uma mergulhia; isto é, enterre parte de um ramo flexível da planta, ainda preso a ela; esse ramo vai constituir, depois de enraizado, um novo exemplar, uma vez separado da planta-mãe. Nas plantas adultas, são frequentes os mergulhões de raiz, formados naturalmente; você pode então aproveita-los como mudas. Um mergulhão plantado em julho, desde que seja em um lugar onde não bata muito sol, pode florir em setembro ou outubro.

    O jasmim apresenta uma infinidade de espécies diferentes cerca de 200, espalhadas pelos paises de clima tropical e temperado. Dentre elas está o jasmim-branco, uma frágil trepadeira com atraentes flores brancas. Agrupadas em cachos, as flores perfumam o ambiente com um aroma adocicado.
    Além do jasmim-branco, também são comuns os jasmins real, açoriano e bogari. Todos eles têm flores muito alvas. A brunfelsia ou jasmim-do-paraguai apresenta num mesmo pé flores brancas, azuis e violetas. Elas têm um perfume delicado e desabrocham na primavera. Outras variedades, como o jasmim galego e o italiano, apresentam flores amarelas.
    Todas essas espécies de jasmins multiplicam-se por sementes, mas podem reproduzir-se por mergulhia facilmente.

    espirradeira

    Algumas plantas, além de serem belas e atraentes, têm mais uma característica: são venenosas. É que suas folhas, caules ou frutos apresentam substâncias tóxicas. Se ingeridas por crianças ou animais, ou em contato com a pele e olhos, podem causar lesões e até envenenamento. Por isso, é importante saber reconhecê-las, pois mesmo que você não as cultive em casa, podem ser encontradas também em parques e áreas públicas.

    Mamona – (Ricinus comunis) – A variedade de folhas avermelhadas deste arbusto é encontrada facilmente em parques e jardins. Suas sementes apresentam uma substância – a toxalbumina – que provoca distúrbios gastrintestinais.

    Pinhão-paraguaio ou purqueira (Jatropha curcas) – É muito usado como cerca viva. Os frutos verdes lembram uma ameixa e liberam sementes que têm a mesma substância da mamona.

    Espirradeira – (Nerium oleander) - Pode atingir até 6 m de altura. Quando podada, no entanto, é usada para ornamentar interiores. Caracteriza-se por suas folhas alongadas e grande quantidade de flores rosadas e brancas, extremamente venenosas.

    Saia-branca (Datura suaveolens) – Produz flores brancas pendentes, grandes e perfumadas. 0 fruto, quando seco, se abre, mostrando muitas sementes. Se ingeridas; podem provocar desde problemas gastrintestinais até delírio e dificuldade de deglutição.

    Coroa-de-Cristo – (Euphorbia splendens) – Usada comumente em cercas vivas ou bordaduras de canteiros, é espinhosa e tem flores vermelhas, rosas ou amarelas. Seu látex tóxico provoca irritação na pele e olhos.

    Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia e D. seguine) – É conhecida popularmente como remédio infalível para espantar os maus fluidos da casa. A mastigação de suas folhas, porém, provoca inchaço nos lábios e boca, podendo também causar asfixia.

    Bico-de-papagaio – (Euphorbia pulcherrima) – (Euphorbia pulcherrima): Arbusto de jardim, que apresenta uma variedade anã, cultivada em interiores. Algumas folhas têm coloração avermelhada, rosa ou amarelada. Produz uma seiva leitosa responsável por queimaduras e irritação na pele e olhos.

    Disseminado entre produtores e colecionadores de plantas como um produto milagroso, o bokashi vem conquistando cada vez mais adeptos no Brasil. “0 nome em japonês significa farelos fermentados, indicando a composição do famoso adubo”, explica o engenheiro agrônomo Roberto jun Takane, professor de floricultura da Faculdade Cantareira, de São Paulo, SP.
    Trata-se de um composto orgânico feito com diversos tipos de farelos de cereais como arroz, trigo e soja, fermentados por microorganismos benéficos que fornecem diversos tipos de micro e macronutrientes à planta. A partir dessa composição básica, cada produtor pode acrescentar diversos ingredientes, a fim de encontrar o produto ideal para cada tipo de cultura. Isso mesmo: há bokashi para orquídea, bonsai, bromélia, hortaliças e plantas ornamentais, sendo que cada composição procura fornecer à planta o que ela mais precisa.
    Takane faz experiências com diferentes misturas a 12 anos e explica que há dois processos diferentes de fabricação. No método aeróbio, os farelos misturados passam pelo processo de fermentação ao ar livre. Nesse caso, além da produção de mau cheiro, a dispersão de nitrogênio é muito grande. Ele defende o uso do processo anaeróbio, no qual a mistura fica acondicionada em sacos plásticos resistentes que retêm o nitrogênio.

    Além de funcionar como adubo, o produto também tem ação fungicida. “Os microorganismos benéficos incorporados impedem a proliferação dos fungos que causam doenças nas plantas”, defende. Outra grande vantagem é o baixo custo do bokashi em relação aos produtos químicos à base de nitrato, os famosos NPK. Takane revela que 1.000 litros do bokashi custam por volta de R$ 130.
    0 surgimento de bolor indica ação correta dos fungos do bokashi, responsáveis pelo fornecimento de fósforo e nitrogênio às plantas.

    Composição do bokashi tradicional
    50% de farelo de arroz
    20% de farelo de soja
    15% de casca de arroz carbonizada
    10% de farelo de trigo
    Para cada tonelada do produto deve-se adicionar:
    1,5 l de água
    1,5 kg de açúcar cristal ou mascavo
    1,5 l de microorganismos favoráveis (EM)
    10 g de sulfato de potássio diluído em água

    Como fazer – Apesar de parecer simples, a produção do bokashi é lenta e cheia de detalhes. Primeiramente, devem-se misturar os farelos de arroz, trigo e soja com a casca de arroz carbonizada (1) (2) (3), até que fiquem bem homogêneos. “0 carvão é muito importante para o controle da acidez”, explica Takane.
    Em seguida, adiciona-se a água, com pH 5,5. 0 profissional não recomenda o uso de água de torneira, mas, caso essa seja a única opção, aconselha que permaneça em um recipiente até o cloro evaporar. Em seguida, acrescentam-se os temperos: açúcar cristal ou mascavo, sulfato de potássio e o EM (microorganismos eficazes) diluído em água (4). Para finalizar, o engenheiro agrônomo coloca uma pequena quantidade de lactobacilos. 0 composto é misturado e, antes de embalar, é preciso conferir sua consistência, que não pode ser muito pastosa. “0 ponto ideal é quando conseguimos modelá-la com as mãos sem que libere água”, esclarece.
    Aliado ao baixo custo do produto, a dificuldade do processo faz com que as pessoas prefiram comprar o produto industrializado, vendido em casas de artigos para jardinagem, orquidários e lojas de produtos naturais.
    0 acondicionamento é um passo muito importante. Takane recomenda o uso de sacos resistentes (5), como os de ração para animais, que não podem ter furos. Após ensacar a mistura, aperte bem a embalagem para retirar o máximo possível de ar e deixar o produto bem compactado.
    Feche a boca do saco com fita adesiva, vedando, também, os possíveis furos (6). A partir da embalagem, mantenha o produto fechado por vinte dias em local seco e longe de animais. “Por ser fonte protéica, cães, gatos e outros bichos podem ingerir a mistura”.
    Quando for abrir o saco, certifique-se de que ele libera um leve odor de álcool, sinal que a fermentação teve êxito, e de que contenha bolor por cima, indicando ação correta dos fungos. “São eles que vão liberar o fósforo e nitrogênio para as plantas.” Ao aplicar nos vasos, verifique se o mesmo bolor é formado.
    Bokashi pronto para ser usadom

    Como usar? O bokashi é um adubo de liberação lenta, que deve ser aplicado a cada quatro ou cinco meses. “Durante esse período, o produto libera o nutrientes aos poucos”, garante Takane. Um cuidado importante na manutenção é evitar o uso de fungicidas bactericidas. “O segredo da composição é a presença do microorganismos. Ao aplicar produtos de combate, eles serão dizimados e o adubo perde seu efeito”, alerta.
    No momento de aplicar, não exagere na dose. “Meia colher de sopa, colocada na borda do vaso, longe da planta, é mais do que suficiente para o bom desenvolvimento.” Usar quantidade maior do que a indicada pode deixar as folhas amarelas e, em casos mais graves, culminar na perda do exemplar. Takane ensina que não se deve usar o produto no período de floração.
    A única desvantagem do bokashi é o eventual aparecimento de lesmas. Fique atento aos sintomas, como brotos e folhas comidas.

    Microorganismos eficazes – EM é a sigla para microorganismos eficazes. A emulsão produzida pelos adeptos da Igreja Messiânica, reúne 116 tipos de microorganismos benéficos que ajudam no desenvolvimento saudável das plantas.