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  • Escolhendo o local, o vaso, e o que plantar

    Local – Em locais escuros ou mal-iluminados, as plantas não fazem fotossíntese e não crescem adequadamente. Portanto, escolha um local bem iluminado, com bastante luz natural disponível. Em apartamentos, a sacada e a área de serviço costumam ser bons locais.

    Vaso –
    Para isso não há regras, só algumas recomendações básicas:
    Os vasos devem possuir furos em baixo para drenar o excesso de água. Vasos muito altos são desnecessários. 20 cm de altura costumam ser suficientes para um bom desenvolvimento das raízes. Vasos rasos demais secam muito rapidamente.

    O que plantar –
    Para uma horta em vasos as melhores opções normalmente estão entre as pequenas hortaliças aromáticas, além de ervas medicinais, já que produzem constantemente e precisamos de pequenas quantidades por vez. Algumas boas escolhas são: cebolinha, salsinha, hortelã, manjericão, manjerona, entre muitas outras.
    Podemos encontrar essas plantas facilmente na forma de sementes ou mudas já formadas, em supermercados ou lojas agrícolas.

    Como preparar o vaso
    - Há várias formas de prepararmos o vaso, mas o importante é facilitar a drenagem de água e disponibilizar nutrientes para a planta através de matéria orgânica. Para evitar que o vaso se encharque, basta cobrirmos o fundo do vaso com uma camada fina de pedras britadas, cacos de telha ou porcelana, ou mesmo outro material que tenha disponível.
    A terra utilizada pode ser preparada de diversas formas, atingindo resultados semelhantes. Recomenda-se sempre adicionar sempre um pouco de húmus, mas sem exageros, pois seu excesso pode levar as plantas à morte.

    Plantando as mudas ou sementes – Se utilizar sementes, semeie na profundidade recomendada na embalagem, mas desconsidere o espaçamento recomendado quando plantar em vasos. A semeadura também pode ser feita em sementeiras (para saber mais sobre sementeiras, clique aqui).
    Se já possuir mudas, ou mesmo talos para estaquia (para saber mais, clique aqui), o plantio é bem mais simples. Plante a muda nivelando-a com o solo do vaso, preenchendo os espaços vazios com terra. Pressione levemente em torno da muda para eliminar os bolsões de ar. Regue o vaso até que fique bastante úmido, devagar, sem inundar o vaso.

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    alporquia

    O que é – A alporquia é uma técnica de multiplicação vegetativa de plantas, utilizada principalmente em algumas plantas com as quais a estaquia não funciona facilmente. Consiste em enraizarmos um ramo quando ele ainda está preso na planta, retirando a muda em seguida. Na realidade, é uma variação da mergulhia, uma outra técnica de propagação vegetativa de plantas.

    Vantagens – O método funciona em algumas plantas nas quais a estaquia não é eficiente. A “estaca” continua recebendo água e nutrientes da planta, não utilizando somente as suas reservas, motivo pelo qual é um método mais eficiente.

    Limitação – É difícil realizar em relação à estaquia, exigindo mais conhecimento e técnica. Comercialmente, é um método caro e de baixo rendimento, mas ainda é muito utilizado em produções comerciais de mudas frutíferas.

    Como realizar a alporquia – Podemos generalizar o processo em algumas etapas, veja a seguir:
    1) Inicialmente, devemos escolher um ramo de uma planta adulta. Esse ramo deve possuir de 1 a 3 cm de diâmetro. No ramo escolhido, fazendo um anelamento (retirada da casca) com a ajuda de uma lâmina afiada (faca, canivete, estilete, etc.), sendo este anel formado de 3 a 5 cm de largura.
    2) Cobrimos a parte anelada com um material úmido que retenha bem a água, que pode ser: esfagno, mistura de esterco e serragem úmida, entre outros possíveis. Prendemos o material com um plástico, que deve ter as suas pontas bem amarradas. Assim, ocorrerá o enraizamento do material com o passar do tempo, no local cortado.
    3) Podemos fazer desde o início, um outro anelamento, pouco abaixo do local em que vai enraizar, o que força a brotação das gemas (enraizamento) no local cortado. Ao alcançarmos um enraizamento razoável, vamos cortando a base de pouco a pouco com o passar dos dias, até destacarmos completamente o ramo bem enraizado, obtendo-se assim uma nova muda.
    4) Devemos passar a muda a um substrato adequado, sem que já seja plantada no seu local definitivo, já que a muda ainda é muito frágil. Essas mudas devem ser mantidas por um certo período em um local protegido do sol forte, molhado constantemente, sem encharcar, até que a muda se torne forte o bastante para ser plantada no seu local definitivo.

    estaquia

    O que é – A estaquia, ou “multiplicação por estacas”, é um meio de reprodução assexuada (propagação vegetativa), muito utilizada nas produções de mudas de plantas, principalmente as ornamentais e frutíferas.
    O método consiste no plantio de um ramo ou folha da planta, desenvolvendo-se uma nova planta a partir do enraizamento das mesmas.
    Limitações – Não são todas as plantas que podem ser reproduzidas por estaquia. Cada espécie de planta possui um método diferente mais adequado para sua multiplicação. Algumas espécies muito difíceis de multiplicar por estaquia, podem ser reproduzidas facilmente por outro método: a alporquia. Clique aqui para saber mais sobre a alporquia.
    Vantagens – As grandes vantagens de multiplicarmos as plantas por estaquia são: a facilidade de fazê-la, e a possibilidade de propagarmos as melhores plantas, conservando as características da mesma.
    Como fazer a estaquia? – Como já foi dito, cada planta possui um método mais adequado de propagação. Há alguns tipos diferentes de estaquia, que apresentaremos a seguir. Para fazer a estaquia, é recomendável que procuremos saber qual é o melhor método para a planta que se pretende reproduzir. Caso você não encontre essa informação, tentar alguns métodos até que se consiga o melhor é uma boa opção, já que é um processo relativamente fácil.
    Em alguns casos, o uso de hormônios enraizadores (em geral auxinas), ajuda a melhorar a formação de raízes nas estacas. Mas o uso domiciliar é raro, devido ao alto custo e dificuldade de manuseio.
    Várias podem ser as partes da planta utilizadas para a estaquia, dentre as principais estão: ramos novos (ponteiros), ramos semi-lenhosos (intermediárias), ramos lenhosos (antigos), ou mesmo folhas.

    a) Estacas de ramos novos (ponteiros) - É o método mais adequado para ser utilizado para grande parte das plantas ornamentais, já que as plantas geradas por esse método são em geral, mais parecidas com a planta que as originou.
    Para fazer a estaquia por ramos novos
    a.1.) Cortarmos uma ponta de ramo lateral, formando uma estaca de aproximadamente 7 a 12 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
    a.2.) Retiramos as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas.
    a.3.) Colocamos os ramos em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas. Em alguns casos, colocam-se as bases da estaca em água ao invés de substrato, plantando as mudas em terra assim que enraizadas.

    b) Estacas de ramos semi-lenhosos (tenras na ponta e firmes na base) - Em plantas ornamentais, esse método é muito utilizado para propagar plantas arbustivas.
    b.1.) Cortamos um ramo lateral, formando uma estaca de aproximadamente 10 a 15 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
    b.2.) Retiramos as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas. É recomendado que cortemos as folhas restantes pela metade, para diminuir as perdas de água por transpiração.
    b.3.) Colocamos os ramos em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas.

    c) Estacas de ramos lenhosos (firmes, lignificados) – É o método mais utilizado para árvores (a maioria das frutíferas), arbustos e roseiras. Para as plantas cujas folhas caem no inverno (planta decíduas), é recomendado que as estacas sejam feitas quando a planta estiver sem folhas, perto do período de rebrota das folhas.
    c.1.) Cortamos um ramo lateral firme, formando uma estaca de aproximadamente 15 a 30 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
    c.2.) Retiramos as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas. É recomendado que cortemos as folhas restantes pela metade, para diminuir as perdas de água por transpiração. Desconsidere essa etapa no caso de plantas decíduas. No caso das roseiras, recomenda-se a utilização de ramos que já floriram, mas sem flores no momento.
    c.3.) Colocamos os ramos (estacas) em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Essas estacas podem ser plantadas também diretamente no local definitivo, apesar disso, é recomendado o seu plantio anteriormente em vasos ou sacos de mudas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas.

    d) Estacas de folhas – É um método utilizado em plantas ornamentais principalmente em suculentas, mas são utilizadas comercialmente na produção de mudas de algumas espécies de eucalipto. As plantas geradas por este método são muito parecidas com a planta que as originou, sendo por isso um processo interessante. Como exemplo, a reprodução da violeta-africana.
    d.1.)
    Cortamos uma folha saudável da planta, retirando-a até a base.
    d.2.) Enterramos aproximadamente um terço da folha em um substrato adequado, com a base da folha para baixo. Para o substrato, pode ser utilizada areia, terra, etc. O mesmo processo pode também, em alguns casos, ser realizado na água. Assim, as folhas enraizarão e formarão novas plantas.

    zefirantes

    Habitat: Sul do Brasil
    Tamanho da planta: 20-25 cm
    Tamanho da flor: 4-5 cm
    Clima: Moderado.
    Grau de dificuldade: Fácil.
    Sugestão de substrato: Solo misturado a material orgânico.
    Família: Amaryllidaceae.
    Nomes populares: lírio-do-vento, carapitaia-branca.
    Características gerais: planta herbácea bulbosa, perene, atingindo de 20 a 30 cm de altura. As folhas são verdes, basais, finas e alongadas. As flores são brancas e solitárias, formadas durante a primavera-verão.
    Condições de cultivo: deve ser cultivado a meia-sombra ou a pleno sol, em solo argilo-arenoso, rico em matéria orgânica e bem drenado. Essa espécie é bastante atacada por lagartas, devendo ser feito controle específico.
    Propagação: divisão dos bulbos e por sementes.
    Usos: flor de vaso, canteiros e bordaduras.
    Curiosidades: são comumente chamados de lírios chuva, pois muitas vezes apresentam a floração após a chuva.

    Alliaceae

    alliaceae

    Divisão: Magnoliophyta
    Classe: Liliopsida
    Ordem: Asparagales
    Família: Alliaceae
    Gênero: Tulbaghia
    Espécie: T. violacea.

    Família amplamente distribuída, representada por espécies originárias de áreas temperadas, subtropicais e tropicais, excetuando-se Ásia e Austrália que apresentam menor quantidade de representantes. Totalizam aproximadamente 800 espécies dentro de 20 gêneros. No Brasil existem poucas espécies, todas, sem importância ornamental.

    Uso paisagístico: Allium, Tulbaghia

    Descrição: Planta herbácea, originária da África do Sul, entouceirada, atingindo até 50cm de altura, com folhas lineares, bastante longas, acanaladas, meio carnosas, com marcante aroma de alho. Inflorescências acima da folhagem, ralas, formadas por umbelas na cor lilás, lembrando conjuntos estrelados. Existem, ainda, plantas variegadas e tricolores. Reproduzem-se por divisão de bulbos ou sementes.

    Uso paisagístico: Plantas cultivadas a pleno sol, interessante para formação de maciços em grandes áreas ou criando bordaduras em meio aos canteiros ajardinados; quando floridas, apresentam interessante contraste da folhagem verde-escura com as inflorescências arroxeadas.

    Vedélia

    Nome Científico: Sphagneticola trilobata
    Nome Popular: Vedélia, picão-da-praia, mal-me-quer
    Família: Asteraceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    A vedélia é uma margaridinha nativa do litoral brasileiro, muito vistosa e rústica. A ramagem rasteira e ramificada apresenta folhas trilobadas de coloração verde-escura, que acentuam o contraste com as pequenas inflorescências completamente amarelas.

    Como outras flores da Família Asteraceae, as flores verdadeiras são muito numerosas e se aprensentam em capítulos solitários. A floração ocorre durante todo o ano.

    Devido ao seu comportamento estolonífero e rasteiro, é muito utilizada como forração, para proteger taludes e barrancos. Mas também pode embelezar canteiros e bordaduras, assim como vasos e jardineiras.
    Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, regada a intervalos regulares.

    Muito rústica, tolera umidade excessiva, alagamentos ou seca, sendo bastante apropriada para jardins praianos.

    Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura das mudas.

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    1. NPK: Não há segredos para identificar a dosagem do fertilizante NPK se você souber o que significam os números da fórmula. Cada número corresponde a dosagem garantida desses elementos no produto. Exemplo: NPK 18-8-6 significa que neste fertilizante tem 18% de nitrogênio (N), 8% de fósforo (P), e 6% de potássio (K).

    2. Orgânico x Químicos: Prefira adubos orgânicos agem mais rapidamente e têm concentração mais forte, use-os para cultivos em solos comprovadamente pobres ou quando a planta estiver com deficiência nutricional.

    3. O que significa e onde age cada elemento: O nitrogênio (N) estimula a brotação e o enfolhamento. O fósforo (P) é responsável pela produção de energia incentivando a floração e a frutificação. O potássio (K) fortalece os tecidos vegetais tornando as plantas mais resistentes as pragas e ao frio, além de atuar no crescimento das raízes.

    4. Estimule a floração: A primavera é tempo de adubar as Plantas Ornamentais. Escolha entre esterco de gado bem curtido, farinha de osso e torta de mamona. Estes devem ser incorporados ao solo para não exalarem cheiro desagradável. O NPK 4-14-8 é outra boa opção.

    5. Dicas para samambaia: Adube suas samambaias a cada dois meses com uma colher de chá de NPK 10-10-10 e uma de torta de mamona. Coloque os adubos sobre a terra e regue.

    6. Água sobre adubo: Sempre regue depois de adubar. A água ajuda a diluir o produto e melhorar sua incorporação ao solo.

    7. Raízes vigorosas: Árvores de raízes vigorosas, como a maioria das figueiras, não devem ser plantadas próximas a construções ou tubulação. O planejamento evita problemas futuros.

    8. Olhe a piscina: Na hora de escolher uma árvore para plantar na área da piscina evite espécies caducas e principalmente as de folhas miúdas. Assim a água vai ficar limpa por mais tempo.

    9. Descubra a sombra antes: Para ter uma idéia antecipada da direção da sombra que uma árvore proporcionará quando adulta, fixe no solo uma vara do tamanho semelhante ao porte que a árvore atingirá e observe a sombra produzida.

    10. Poda correta das árvores: A poda correta das árvores evita o surgimento de fungos. O ideal é fazer um corte na parte inferior do galho até a metade de seu diâmetro, isso evita que o galho lasque. O segundo corte deve ser feito de cima para baixo uns 3 dedos adiante do primeiro até que o galho caia. Depois remova o tronco, serrando-o bem rente a árvore. Como no primeiro passo, serre de baixo para cima para evitar lascaduras. Em seguida corrija irregularidades do corte com uma faca bem afiada. Por fim, com uma espátula, cubra toda área cortada com uma pasta cicratizante encontrada em lojas de jardinagem.

    11. Pedras no chão: Se você tem árvore plantada em um gramado que está todo falhado devido a sombra, não insista. Retire a grama de baixo e cubra a região com pedras ornamentais ou folhagens que se desenvolvam bem na sombra.

    12. Não se esqueça do tutor: Assimque plantar a muda e antes de fechar a cova, providencie um tutor de madeira. Ele vai ajudar a árvore a crescer reta e irá evitar que ela se quebre com ventos fortes.

    13. Tinta jamais: Muita gente pinta o tronco de uma árvore para que ela fique mais bonita e para evitar a presença das formigas cortadeiras. Más, além de impedir que a árvore respire, essa prática não afasta as formigas. Fique longe da cal. Tinta óleo, então nem pensar!

    14. Espinhos sem dor: Se os espinhos de um cacto ficarem espetados em sua pele, retire-os com ajuda de uma fita adesiva. Basta encostá-las várias vezes no local afetado, até que os espinhos saiam.

    15. A importância dos pedriscos: Sempre utilize pedriscos com cactos. No fundo do vaso, eles evitam que as raízes saiam pelo orifício de drenagem. Por cima da terra, impede que as regas apodreçam a base do caule dos cactus. Além disso, eles deixam o vaso mais bonito.

    16. Escolher hortênsias rosas ou azuis: A coloração depende dos níveis de acidez e alcalinidade do solo. Em um solo ácido, a hortênsia produz flores azuladas. Em um solo alcalino, produz flores róseas. Para intensificar o azul ou transformar hortênsias rosas em azuis, prepare uma solução com 20g de sulfato de alumínio ou de pedra-ume diluídos em 10 litros de água e regue a planta com mistura duas vezes ao ano. Mas se você quer hortênsias azuis produzam flores rosas, será preciso podá-las, eliminando boa parte das folhas, e transplantá-la para um canteiro preparado com 200 a 400g de calcário dolomítico por m².

    17. Pode certo: Faça a poda de galhos com cortes em bisel (na diagonal). Caso contrário, você dificulta a cicatrização da planta e facilita o surgimento de infecções.

    18. Amarração em “8″: Trepadeira e outras plantas de caule frágil precisam de tutores para que a ação de chuvas e de ventos fortes não as prejudique. O melhor amarrilho para prendê-las é o em forma de “8”.

    19. Regador ideal: Prefira regadores de clivo fino para aguar as plantas, pois ele diminui o volume de água que recai sobre elas. Ainda assim, procure verter os jatos iniciais, sempre mais fortes, fora o local de rega. Com isso, você evita quebras de ramos e buracos no solo.

    20. Tropicais no frio: Se você vive em regiões de clima ameno a frio e cultiva plantas tropicais, cubra-as com uma manta de TNT, um tecido bem leve, para evitar o congelamento.

    21. Poda constante: A unha-de-gato plantada rente ao muro ou a uma parede precisa de poda constante. Caso contrário, seus ramos crescem muito e engrossam podendo prejudicar a construção.

    22. Muro verdinho: Plante as mudasde unha-de-gato a cada 25cm da extensão de um muro se quiser que ele fique coberto por ela em cerca de dois anos.

    23. Botões caídos: Se sua camélia derruba os botões florais ainda fechados é sinal que o solo está acido demais. Aplique 200g de calcário dolomitico ou calcifico na projeção da capa uma vez por ano.

    24. Conduzindo trepadeiras: Assim que a trepadeira atingir a altura desejada, corte um palmo da ponta mais alta para estimular brotações laterais. A partir daí, basta amarrar a trepadeira onde você quer que ela suba.

    25. Geada no jardim: Não é propriamente a geada que queima as plantas, mas o sol da manhã, que derrete o gelo queima as folhas. Além de cobrir as plantas a noite, em especial as tropicais, regue o jardim pela manhã para fazer o degelo antes que o sol chegar forte.

    26. Bromélias espalhadas: A maneira mais fácil de propagar bromélias é pelos brotos laterais formados após floração.

    27. Para que serve cada tipo de poda: Poda de florescimento e frutificação: prepara a planta para que no próximo ano ela produza mais. Trata-se de eliminar os ramos que produziram no ano anterior. É comum em azaléias, roseiras e hortênsias. Pode de formação e manutenção: dá forma a planta quando jovem. Exige manutenção toda semana durante a primavera e o verão, e a cada 15 dias nas estações frias. É comum em frutíferas, como laranjeiras e o pessegueiro, e em plantas ornamentais, como o buxinho e o hibisco. Pode ser de limpeza ou fitossanitária: pode ser feita em todas as plantas e serve para eliminar galhos secos, doentes e mal formados.

    28. Para se fazer uma cerca viva de arbustos: O espaçamento ideal gira em torno de 40 a 80cm entre as mudas. Isso proporciona um bom fechamento, ao mesmo tempo em que facilita a manutenção de cada planta.

    29. Em vaso: Você pode cultivar frutíferas como acerola, laranja, pitanga e jabuticaba em vaso. Más será preciso podá-las depois de cada frutificação para que as plantas não ultrapassem as larguras dos vasos. Na mesma época, convém retirar o torrão do vaso e cortar as raízes que estiverem enrolando.

    30. Plantas sem luz: Sintomas – os caules crescem demais, as folhas velhas se alongam e as folhas novas não nascem. Causas prováveis – pouca luz e excesso de nitrogênio provocado por superadubação. Solução – coloque a planta num lugar mais iluminado e suspenda as adubações.

    31. Planta com sede: Sintomas – as pontas das folhas endurecem e murcham e as inferiores amarelam e caem. Causa provável – pouca água. Solução – regue até que a água escorra pelo fundo do vaso pelo furo de drenagem. Não regue até o solo secar.

    32. Plantas sem flores: Sintomas – a planta apresenta folhagem vistosa, mas floresce pouco ou nem chega a florescer. Causas prováveis – Excesso de adubo, em especial do elemento nitrogênio, ou então o vaso pode estar pequeno para a planta. Solução – evite adubos ricos em nitrogênio durante o crescimento da planta. Opte pela farinha de osso. Procure também passar a planta para uma vaso maior.

    33. Luz por igual: Gire o vaso de suas plantas pelo menos uma vez por semana para que elas recebam luz por igual. Um truque ajuda muito a evitar o trabalho. Coloque um espelho atrás do vaso para que ele reflita a luz onde há sombra.

    34. Vaso novo: De tempos em tempos, as orquídeas precisam de vasos novos. Primeiro porque os nutrientes esgotam e segundo, porque os vasos podem ficar pequenos diante do desenvolvimento da planta.

    35. Cuide da rega: Em dias normais de sol faça regras diárias, de manhã cedo ou no final da tarde e em áreas sobre marquises e em vasos internos, executando 2 a 3 regas semanais.

    36. Efetue cortes de grama com frequência quinzenal: Cortando apenas 1/3 da altura total das folhas de cada vez, pois cortes muito baixos prejudicam a rebrotação da grama.

    37. Faça adubação trimestral do jardim externo com banho de terra: Ou adubação química. Em vasos e plantas de interior use adubo liquido diluído, aplicando-o a cada 20/30 dias.

    38. Afofe os canteiros de folhagem mensalmente: Retirando os inços antes que floresçam e dêem sementes.

    39. Evite podas em época de crescimento e florescimento: Procurando executá-las, quando necessário, no outono-inverno.

    40. No plantio de arbustos e árvores coloque tutores para minimizar as ações do vento: Fazendo que a árvore desenvolva em tronco reto e não solte o torrão após o plantio.

    41. Vasos de cimento exigem manutenção periodicamente: Devem ser lixados e pintados, com o passar dos anos, dependendo as plantas que encontram-se nele, faz-se necessária a substituição por um modelo de tamanho maior para reservar mais espaço a raiz que pode provocar rachaduras quando muito apertada.

    42. Ao plantar uma muda: Cuidado para não “esfacelar” o torrão (“massa” de composto “fixa” ao redor das raízes) dela. Isto pode causar um déficit de adaptação da planta, ou mesmo, com seu estado geral.

    43. Muito cuidado com a drenagem de vasos e floreiras: Sobretudo floreiras fixas. Quando o processo não é bem feito, pode ocasionar acumulo de água, que pode vir a causar a morte da planta.

    44. Dentro do possível: Use “coberturas” em vasos e floreiras. Evitem respingos na rega, retém a umidade e garantem um interessante padrão estético.

    45. Ao instalar vasos em coberturas: Observe o diâmetro do vaso em comparação à altura da planta. Uma desproporção muito grande (planta alta e vaso pequeno) acaba normalmente por ocasionar o tombamento em relação de ventos fortes, além do que, o maior volume de terra, torna as regas menos frequentes.

    46. Recomenda-se o uso de pratos quando da instalação de vasos: Dependendo do ambiente, não marcam o revestimento pelo efeito da umidade e fornecem com acabamento ao conjunto.

    47. Normalmente ao se realizar plantios em vasos: Floreiras ou mesmo canteiros, é natural que exista uma pequena variação para baixo no nível de terra, que ocorre em função da compactação do material.

    48. Logo em seguida a qualquer conclusão de plantio: Regue intensamente a vegetação. Isto diminui o “trauma” de adaptação da planta.

    49. Faça manutenção: Tão importante quanto a escolha das espécies adequadas para cada ambiente, cuidadoso transporte, criterioso manuseio e plantio, é indispensável prever um plano de manutenção desde a implantação de uma área verde ou conjunto de vasos e floreiras. Via-de-regra, recomenda-se que este trabalho seja realizado quinzenalmente, em alguns casos mensalmente. Consiste em podas, adubações específicas, tratamento de pragas, afofamento de solo, reposição de compostos orgânicos, corte de grama, retirada de inços e ervas daninhas (que possuem várias maneiras de propagação, se não devidamente controladas podem atingir níveis críticos), troca de mudas de época, reposicionamento de mudas, etc…

    O tratamento profissional, com conhecimentos, produtos e ferramentas adequadas é fundamental para que o projeto inicial mantenha sua beleza e características peculiares.
    Em resumo, uma correta manutenção faz a diferença no sentido de se ter uma área verde que progressivamente ganha mais imponência e destaque. A falta de cuidados com esta (composta de seres vivos), pode provocar perda de espécies e declínio contínuo de seu aspecto.

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    Quem é que nunca Quem é que admirou um belo jardim em alguma residência ou empresa? Extensos gramados, palmeiras altíssimas, lindas árvores e muitas flores, formas e cores!
    Quando observamos um jardim com boa composição e plantas saudáveis, podemos ter a certeza de que ele foi projetado por um bom profissional, um paisagista ou um botânico, ou por pessoas que adquiriram experiência trabalhando com plantas ornamentais.
    Se você cultiva plantinhas, já pôde observar que cada espécie de planta possui necessidades diferentes de insolação, umidade e clima. Isso explica o fato de, às vezes, você perder aquele lindo vaso de planta que ganhou em alguma data especial; talvez você não sabia quais eram os cuidados com a espécie.

    Para pessoas que desconhecem a necessidade fisiológica das plantinhas que cultivam, existem duas dicas básicas:
    * plantas que dão flores quase todos os meses do ano e/ou suas folhas apresentam cor verde claro necessitam de luz direta o dia todo e água pela manhã e fim de tarde. Por exemplo: pingo-de-ouro, primavera, lírio amarelo, laranja…
    * plantas de folhagem verde escura e que dão origem (ou não) a flores que surgem algumas vezes ao ano necessitam de locais que recebam pouca luminosidade e solo úmido, como o lírio-da-paz, comigo-ninguém-pode, lírio do amazonas…

    Claro que existem algumas exceções, mas estas dicas com certeza facilitarão os cuidados com suas plantinhas.
    Para aqueles que desejam ter um jardim bonito, ou fazer o jardim da nova casa, antes de tudo é bom observar a qualidade do solo, a incidência dos ventos, a luminosidade e o clima. Assim, evita-se desperdícios e perda de espécies, pois pode ocorrer que aquelas plantas que você admira não encontrem condições de vida para permanecerem naquele cantinho predileto da sua casa.
    “O jardim torna-se bonito quando é bem tratado, colocando, no seu cuidado, muito amor e dedicação”.

    jardim

    Quando vamos a uma floricultura, normalmente escolhemos as plantas que estão floridas. É claro, elas são as mais bonitas! Mas não esqueça de que estas flores vão cair, e normalmente só vão florescer novamente depois de um ano. Todas juntas! Seu jardim pode ser florido o ano inteiro! Basta que você observe o período de plantio, as fases da lua, cuidados ao transportar as plantas da floricultura até a terra na sua casa, a posição solar e os cuidados com o solo, como adubagem e a água.

    Janeiro - Instalar estacas de folha de begônia-rex e violeta e estacas de galho de brinco-de-princesa, gerânio e roseira. Florações: agapanto, alamanda, angélica, bela-emília, boca-de-leão, copo-de-leite, dália, magnólia branca, pau-de-tucano, pau-ferro, sálvia.

    Fevereiro - Fazer mudas de galhos. Florações: esporinha, estrelítzia, lírio, margarida-branca, mil-folhas, paineira, quaresmeira.

    Março - Bom para enxertos em roseiras. Retirar da terra os bulbos de plantas que já secaram. Florações: anêmona, capuchinha, castanha-de-macaco, manacá-da-serra, saudade, zínia.

    Abril - Fazer mudas de galho de comigo-ninguém-pode e dividir touceiras do clorofito. Florações: acácia-mimosa, amor-agarradinho, brinco-de-princesa, ciclâmen, cravina, crisântemo, petúnia.

    Maio - Plantar bulbos e adubar vasos e canteiros: 10 gramas de adubo químico NPK 6-6-6 para cada metro quadrado. Adubar gramados com 20 gramas por metro quadrado com NPK 20-18-6. Florações: açafate, bico-de-papagaio, camélia, flor-de-maio, prímula, zínia.

    Junho - Diminuir as regas e proteger as plantas das geadas. Florações: azaléia, cipó-de-são-joão, eritrina, ipê-roxo, íris, orquídea-sapatinho.

    Julho - Proteger os caules com palha. Podar cercas-vivas, árvores e arbustos. Florações: amor-perfeito, caliandra, cássia-mimosa, cerejeira ornamental, ipê-roxo, rododendro (tipo de azaléia), verbena, quaresmeira.

    Agosto - Podar os gramados e cobri-los com uma camada de 1 centímetro da seguinte mistura: 4 partes de terra vegetal preta, 3 de areia grossa e 3 de esterco de curral bem curtido. Planejar as plantas que serão cultivadas na primavera. Florações: abutilon, azaléia, bauínia, buquê-de-noiva, glicínia, jasmim, manacá-da-serra.

    Setembro - Transplantar vasos e adubar canteiros. Adube também os gramados (mesma dosagem indicada para maio). Florações: calceolária, campânula, esprinha, gardênia, grevilha arbustiva, ipê-amarelo, miosótis, quaresmeira-roxa.

    Outubro - Planeje o jardim com espécies que florescem no verão. Podar um pouco as azaléias e limpar galhos secos. Florações: agapanto, anêmona, antúrio, cineraria, gerânio, guapuvuru, margarida.

    Novembro - Transplantar vasos e canteiros. Florações: agerato, amor-perfeito, clínia, flamboyant, jacarandá-mimoso, petúnia, sálvia.

    Dezembro - Elimine galhos secos e adube gramados com adubo químico (dosagem indicada para maio). Florações: cravo, gladíolo, hortênsia, jasmim-manga, magnólia amarela, rosa, quaresmeira.

    Faça do seu jardim um mosaico de cores!

    kalmia latifolia (Small)
    Nome Científico:
    Kalmia latifólia
    Nome Popular: Louro-americano, louro-da-serra, louro-da-montanha, pau-de-colher
    Família: Ericaceae
    Origem: Estados Unidos
    Ciclo de Vida: Perene

    O louro-americano é um arbusto da famílias das azaléias e rododendros.
    Ele é perenifólio, isto é, não perde as folhas no outono-inverno. Seu caule é lenhoso, bastante ramificado, e seu porte é pequeno, alcançando de 2 a 4 metros de altura. As folhas são verde-escuras, elípticas, alternas, brilhantes e com a nervura central saliente. As inflorescências surgem na primavera e verão e são do tipo corimbo, com numerosas flores brancas ou róseas, com formato de estrela e longos estames.
    Os frutos são cápsulas marrons e deiscentes, sem valor ornamental.
    O louro-americano é um arbusto vistoso, de floração abundante, que pode ser largamente utilizado no paisagismo. Através de podas, ele pode ser conduzido como arbusto ou arvoreta, isolado, ornamentando pátios e calçadas com muito charme.

    Em grupos, presta-se para a formação de cercas-vivas informais, maciços e bordaduras. Quando plantado em local semi-sombreado, sua folhagem se desenvolve mais aberta e as florações são menos abundantes.

    Ocorrem variedades naturais e artificiais para diferentes necessidades, com portes, folhas e flores diferentes. Entre estas podemos citar Kalmia latiofolia augustata, K. latifolia fuscata, K. latifolia myrtifolia e K. latifolia polypetala. Pode ser plantado em vasos.

    Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solos férteis, levemente ácidos, arenosos e enriquecidos com matéria orgânica. É tolerante a estiagem e ao encharcamento, e não aprecia solos pesados, argilosos.
    Multiplica-se por sementes, por estaquia e por alporquia.
    É uma planta difícil de propagar, com variedades mais fáceis e outras mais complicadas. Comercialmente é propagada através da cultura de tecidos. Seu crescimento é lento e pode demorar anos até a primeira floração.

    Cuidado: as folhas são tóxicas se ingeridas.

    borboleta-flor