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  • santolina

    A Sentolina é um sub-arbusto rústico e sempre verde, com cerca de 30 a 60 cm. Esta é a uma das espécies, mas existem mais três, a S. rosmarinofolia sub-espécie canescens, a S. virens S. rosmarinifolia sub-espécie rosmarinifolia (S. viridis) e a S. pinnata neapolitana.
    Qualquer uma delas possui flores amarelas que desabrocham de meados até ao fim do Verão, de tons ligeiramente diferentes e folhas distintas.

    Utilização – Esta planta pode ser usada para afastar as traças e outros insetos, colocando-se ramos em gavetas, debaixo de tapetes, entre os livros ou pendurados em armários; misturar em “potpourris” ou em bordaduras de canteiros.

    Cultivo – Gosta de exposição solar e solo arenoso e bem arejado.
    A propagação faz-se por estaca (5 a 8 cm), na Primavera ou Outono (proteger das geadas).
    Transplantar a intervalos de 40 cm e desbastar na Primavera ou no Verão.
    No outono retirar as flores murchas.
    Nos locais muitos frios no Inverno proteger as raizes com palha.

    pássaro marrom

    Erigeronkarv_02DSCN4435 (Small)

    Nomes comuns: Vitadínia, Vitadínia-das-floristas, Margacinha

    Cultivo: É uma herbácea vivaz, persistente, de crescimento rápido e de aspecto muito delicado.
    As suas flores são brancas com tonalidades avermelhadas.

    A floração dura todo o ano mas fica mais reduzida no Inverno. Gosta de exposição total à luz solar mas também se dá na meia-sombra.
    É bastante resistente, aguentando bem a secura. A planta está classificada como invasiva, portanto é recomendável o seu cultivo de forma limitadora, em vasos, canteiros fechados, etc.

    As suas características vigorosas levam a que seja uma planta frequentemente usada para revestimento de muros, cobertura de solo e em jardins de pedras. A propagação faz-se por sementes ou divisão de tufos.

    cebola brava

    Família: Amaryllidaceae

    Nomes populares: cebola-brava, cebola berrante, flor-de-trovão, açucena, flor-da-imperatriz, boca de telefone e amaryllis(este último é mais utilizado na Europa e também se refere a um grupo de plantas africanas).

    Habitat: os mais variados possíveis, de regiões semi-áridas a florestas úmidas, passando por campos de altitude e brejos.

    Distribuição: Na África do Sul, em toda a América do Sul e Central. No extremo sul do continente é bem rara. Os locais onde ocorrem mais espécies (não necessariamente mais exemplares) são da Bahia a São Paulo, no Brasil; e na região andina do Peru e da Bolívia. A maioria das espécies de Hippeastrum é endêmica da grande Bacia Amazônica, considerada o centro de dispersão do gênero, e possui cerca de 55 a 75 espécies, das quais muitas nativas do Brasil.

    Características: planta herbácea perene que se reproduz por meio da divisão de bulbos com folhas retas que podem ou não desaparecer no inverno. Pode florescer o ano todo, principalmente se o bulbo for mantido em baixa temperatura para retardar o florescimento. As flores surgem de bulbos previamente cultivados, de onde brotam hastes longas com quatro a seis grandes flores cada uma ou mais hastes onde aparecem geralmente de duas a quatro flores, formando conjuntos de oito a doze flores, principalmente na primavera/verão. As flores são quase sempre vermelho/alaranjadas, variando para o branco e o rosa. Cada bulbo produz normalmente duas hastes.
    Comercializado em vaso ou em bulbo são normalmente cultivados em vasos, jardineiras, como bordadura ou em conjunto.

    Desenvolvimento: há duas fases na vida das açucenas: imatura e madura. A primeira começa com a germinação das sementes, prosseguindo com o desenvolvimento do bulbo e o crescimento das folhas. A segunda caracteriza-se por períodos regulares de florescimento.

    Cultivo: Necessita de sol pleno durante todo o dia ou pelo menos 4 horas de sol direto. Prefere clima ameno e regas moderadas, pois o solo encharcado pode provocar o apodrecimento dos bulbos. Aprecia solo fértil com textura média, bem drenável. A mistura de solo ideal é: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 de areia.A multiplicação pode ser feita por bulbilhos laterais, separados da planta mãe logo após o desaparecimento das folhagens, os quais florescem normalmente após dois ciclos de plantio.

    A Belladona, da espécie Brusvigia rosea, não tem valor comercial. A diferença desta com os híbridos é que a Belladona tem a haste cheia, enquanto as Hippeastrum possuem haste oca e diversas tonalidades de cores e variedades híbridas. Todas são, no entanto, da família Amaryllidaceae.
    Bastante apreciada na Europa, especialmente nos países escandinavos onde é indispensável nas decorações, a flor do Amaryllis, ou Açucena, encontrada no estado silvestre em todo o Brasil e na América do Sul, precisou ser descoberto pelos holandeses, que desenvolveram variedades híbridas, para começar a ser apreciado pelos brasileiros.

    O bulbo do amarílis é importante produto florícola no mercado mundial, enquanto que as hastes florais são produtos de menor expressão econômica. As variedades cultivadas são normalmente tetraplóides, fruto de cruzamentos iniciados na Europa no século 19 que envolveram diversas espécies botânicas.
    O IAC desenvolve, desde 1982, um programa de melhoramento com essa espécie tendo como base a exploração da variabilidade genética das espécies nativas brasileiras, objetivando a criação de novos produtos.

    Exemplares de dezenas de espécies nativas têm sido sistematicamente coletados em diversas regiões do país, introduzidos na coleção do IAC e empregados em polinizações controladas com materiais já existentes, tanto espécies botânicas, híbridos, como variedades comerciais tetraplóides.
    Em geral, a fertilidade das cultivares comerciais é muito maior que das espécies botânicas, as quais muitas vezes apresentam barreiras para a polinização.
    Essas novas variedades são rústicas e bem adaptadas às condições ecológicas do Planalto do Estado de São Paulo. Hoje praticamente todas as variedades comerciais são produtos de cruzamentos não encontrados na natureza.

    Bowiea_volubilis_ (Small)

    Nome científico: Bowiea volubilis
    Nome comum: Cebola trepadeira.
    Família: Hyacinthaceae.
    Origem: África do Sul.
    Aspecto: Estranho ao olhar.
    Formato: Em bulbos, praticamente totalmente fora do vaso.
    Altura: Podem chegar a de 2 m. de comprimento.
    Folhas: Aparecem logo no início da vegetação e, em seguida caem, crescem em hastes muito finas em espiral.

    As flores são brancas ornamentais e ficam verdes no verão.

    Bowiea_volubilis

    A Cebolinha Japonesa deve ser cultivada na sombra, mas com muita luz e pode pegar sol fraco. Ela deve ficar na superfície do solo e este ser bem permeável. Manter a terra úmida, mas sem encharcar. É normal que elas às vezes fiquem algum tempo sem folhas, por algum período. Experimente adubá-la com “torta de mamona”, pois o nitrogênio contido no mesmo favorece o crescimento de folhas nos vegetais. Depois destes cuidados ela vai até dar suas pequenas flores.
    Pode viver até 100 anos.

    Obs.: Cuidado pois é muito tóxica, se ingerida.

    Quem estiver interessado na compra de bulbos acesse o site: www.sambalinasementes.com.br

    joaninha

    espatifilo

    É um das plantas de interior mais fáceis de cuidar. Tolerante à pouca luz e temperatura, não necessita de cuidados extras, nem sequer podas. Durará muitos anos (com suas belas flores, uma atrás da outra) se tiver os cuidados necessários.

    Usos: É uma das poucas plantas de interior que combina os atrativos das folhas com uma delicada flor que dura a maior parte do ano. As folhas surgem a partir do centro e proa para o exterior.
    As flores brancas são chamados ramos (olhando veleiro) e suportada por um longo pecíolo.
    Produz flores o ano todo. Quando as flores começarem \ murchar deve-se cortá-la desde a base.

    Localização: No inverno, deve-se mantê-lo em lugares bem claros e no verão precisa de um lugar à meia sombra.

    Temperatura: Quente e estável ao longo do ano, entre 18 e 25 ° C, não deixe que fique exposto à temperaturas abaixo dos 16 ° C

    Solo: Deverá ser rico substrato, com uma mistura de turfa para desenvolver bem.

    Água: Necessita de uma alta umidade em todos os momentos.

    Rega: Água duas ou três vezes por semana no verão e no inverno.

    Outros aspectos: Adubar apenas no Verão, com um fertilizante líquido dissolvido na água de irrigação a cada 2 semanas. Remover o pó das folhas com um pano umedecido em água.
    Elas não gostam de correntes de ar. É conveniente trocar o vaso a cada ano, na primavera.

    amamelis

    Nome Científico: Loropetalum chinense
    Nome Popular: Amamélis
    Família: Hamamelidaceae
    Origem: China, Japão e Himalaia
    Ciclo de Vida: Perene

    O amamélis é um arbusto perenifólio originário do oriente e conhecido por sua folhagem e florescimento decorativos. Ele apresenta caule ereto e ramificado, com ramagem bem aberta, pouco densa.
    As folhas são ovaladas, alternas, pubescentes, curto pecioladas, com nervuras bem marcadas e podem ser verdes ou bronzeadas, de acordo com a variedade. As inflorescências surgem na primavera e são caracterizadas por pequenos grupos de flores com petálas estreitas, como fitas, e um pouco recurvadas.
    Estes pequenos e vistosos conjuntos têm o aspecto de uma aranha, e podem ser de coloração rósea, branca, ou vermelha.

    De aspecto informal e gracioso, o amamélis é uma boa escolha para os jardins serranos. Ele não necessita podas, mas pode-se podá-lo para renovar a folhagem e obter uma forma mais compacta. Também pode ser conduzido como arvoreta, com caule único. O amamélis presta-se para plantio isolado ou em grupos, sendo excelente para cercas-vivas e bordaduras. Sem podas, ele pode atingir até 4 metros de altura.
    Há muitas cultivares de amamélis, muitas delas podem ser plantadas em vasos também.
    As principais são: Blush, Burgundy, Daybreak’s Flame, Monraz, Pipa’s Red, Plum Delight, Razzleberri, Ruby, Sizzlin Pink, Suzanne, Zhuzhou Fuchsia, Hillier Compacta, Snow Dance, Snow Muffin.
    Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, levemente ácido, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.
    Aprecia o clima ameno e tolera o frio moderado.

    O amamélis é um arbusto muito rústico, ele também tolera o calor e a estiagem não prolongada, quando bem estabelecido. As podas de formação e renovação devem ser realizadas após o florescimento.
    Multiplica-se por sementes, estaquia e alporquia.

    rosa lilás

    S/81/10 Scindapsus pictus argyraeus

    Nome Científico: Scindapsus pictus Argyraeus
    Nome Popular: Jibóia-prateada, jibóia, potos-cetim, potos-acetinados, era-do-diabo
    Família: Araceae
    Origem: Indonésia e Ilhas Salomão
    Ciclo de Vida: Perene

    A jibóia-prateada é uma planta herbácea, de ramagem ascendente, e encanta muito pela delicadeza de suas folhas. Ela apresenta caule pouco ramificado, fino, com raízes nos entre-nós que promovem a sua fixação em suportes variados. Suas folhas são simples, glabras, cordiformes a ovaladas, suculentas, verdes, com pontos irregulares prateados na página superior e verde-claros na inferior. A união dos pontos forma manchas maiores. As folhas ainda apresentam margens prateadas. A inflorescência é típica da família Araceae, com espádice e espata, surge enventualmente e não tem valor decorativo.

    A jibóia-prateada é uma folhagem excelente para termos dentro de casa ou no escritório. Gosta do calor e da luz de uma janela, mas não aprecia o ar-condicionado. Também pode ser plantada diretamente no jardim, desde que lhe seja oferecido suporte para subir ou uma jardineira para que possa pender seus ramos. Treliças de madeira, árvores, estacas de fibra de côco, ou qualquer outro suporte de textura rugosa são excelentes para a escalada esta planta.

    O pinçamento ou beliscamento da ponta dos ramos desta jibóia estimula ramificações e produz uma planta de folhagem mais densa e bonita.
    Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz difusa abundante, em substrato fértil, levemente ácido, com boa capacidade de retenção de água, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. Planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade e não tolera frio intenso ou geadas. Adubações mensais são indicadas na primavera e verão. No inverno o intervalo entre as regas deve ser maior, para evitar o apodrecimento das raízes.

    Sua multiplicação é fácil, pode ser por divisão da ramagem enraizada, mergulhia e estaquia dos ramos.

    Obs.: Todas as partes desta planta são tóxicas e por isso devem ser mantidas fora do alcance de crianças e animais domésticos.

    cerquinha

    Ipomoea_quamoclit_plant

    Nome Científico: Ipomoea quamoclit

    Nome Popular: Esqueleto, corriola, campainha, boa-tarde, campainha-vermelha, cardeal, cipó-esqueleto, prímula.
    O esqueleto é uma trepadeira delicada e anual originária da América Central e América do Sul. Chama atenção pelo vernelho vivo de suas flores. As folhas são bem diferentes de outras ipoméias. Elas apresentam a forma de pena, são verde-claras e profundamente lobadas com segmentos afilados. O caule é herbáceo, volúvel, ascendente e ramificado. As flores são pequenas, tubulares, com abertura em forma de estrela de cinco pontas e coloração vermelho escarlate. A floração ocorre no verão e outono. Ocorrem ainda variedades de flores rosas e brancas, raras em cultivo.

    É ótima para estruturas leves, como treliças, grades, arcos e pode ter usos provisórios já que é anual. Seu porte é pequeno, e durante seu ciclo ela pode atingir até 6 metros de comprimento. É uma espécie muito rústica e fácil de cultivar, apropriada para jardineiros iniciantes. Devido a sua facilidade de propagação, a trepadeira esqueleto é considerada planta daninha em algumas situações.

    Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia o clima subtropical, florescendo mais abundantemente. Não tolera geadas. Tolera a estiagem, desde que não seja muito prolongada. Multiplica-se facilmente por sementes plantadas no início da primavera. As sementes germinam em cerca de 4 dias.

    plectranthus_nummularius

    Espécie  botânica da família Lamiaceae, conhecida popularmente como dólar.

    Ambiente: Prefere cultivo a meia sombra;
    Temperatura: Tropical;
    Folhas: Espessas, coriaceas, brilhantes, denteadas;
    Solo: Fértil;
    Exigência: Manter solo úmido;
    Cuidados: Podas de estética;
    Manutenção: Fácil;
    Altura: 15 a 20cm, mas pendente cresce bastante;
    Diâmetro: Variável;
    Flor: Inflorescências terminais eretas e curtas com flores brancas;
    Origem: Austrália e ilhas do Pacífico;
    Nome Popular: dólar
    Ciclo de Vida: Perene

    É uma planta encantadora e muito popular. Ela apresenta folhas ovais, glabras, brilhantes e com bordas denteadas. As cores variam de acordo com a espécie e a variedade, sendo totalmente verdes, arroxeadas ou com manchas brancas. As espécies mais comuns em cultivo são a P. coleoides, P. nummularius, P. australis, e P. verticillatus. Sua ramagem é densa e prostrada. As inflorescências terminais reúnem flores brancas e pequenas de pouca importância ornamental.

    De acordo com as suas características são ideais para compor cortinas em cascatas, se deixada crescer pendente, ou mesmo em cachepôs ou beirais de janelas, além de servir também como forração, sempre à meia-sombra. Rústicas, devem ser cultivadas em terra de jardim misturada à terra vegetal e um pouco de areia.
    Requer regas regulares e tolera o frio do inverno.
    Multiplica-se por divisão da ramagem enraizada.

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    senecio confusus

    Nome Científico: Senecio confusus
    Nome Popular: Trepadeira-mexicana, jalisco, flama-do-méxico, senécio-confuso
    Família: Asteraceae
    Origem: México
    Ciclo de Vida: Perene

    A trepadeira-mexicana, é uma liana muito graciosa e ornamental, ótima para jardineiros iniciantes pela facilidade de cultivo. Sua ramagem é muito ramificada, de textura semi-lenhosa e apresenta folhas cordiformes ou em seta, com margens serrilhadas e coloração verde-escura. As inflorescências são grandes, semelhantes a margaridas, com corola alaranjada e centro amarelo, que se torna vermelho com o passar do tempo. A floração se estende pelo ano todo em regiões quentes, mas é mais abundante na primavera.

    Por sua rusticidade e rápido crescimento, a trepadeira-mexicana pode ser utilizada como anual também. É adequada para cobrir rapidamente suportes, como cercas, muros, treliças e esconder objetos no jardim, como entulhos por exemplo. O plantio junto à árvores ou palmeiras que sirvam de suporte cria um belíssimo efeito também. Seu porte não é muito avantajado, normalmente não cresce mais que 3 metros, o que a torna adequada mesmo para pequenos jardins. Atrai muitas borboletas.

    Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares no início. Não é tolerante ao frio ou às geadas. Tolera a seca e as podas semestrais. Em clima temperado pode ser cultivada como anual. Multiplica-se facilmente por sementes, estaquia ou mergulhia.

    beijoflor