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  • Nome Científico: Campsis grandiflora
    Nome Popular:
    Trombeta-chinesa
    Família:
    Bignoniaceae
    Origem:
    China e Japão
    Ciclo de Vida:
    Perene.

    A trombeta-chinesa é uma trepadeira perene e muito vigorosa, de florescimento decorativo. Seu caule é volúvel, de textura semi-lenhosa, ramificado e emite raízes adventícias que aderem aos suportes, auxiliando sua fixação e crescimento vertical. Apresenta grandes folhas compostas, com nove folíolos glabros, acuminados e de margens serrilhadas.

    As inflorescências são terminais e apresentam numerosas flores grandes, de coloração laranja-avermelhada, em forma de trombeta. Produz frutos do tipo cápsula.

    A trombeta-chinesa é uma planta apropriada para escalar e cobrir árvores secas, colunas, grades, cercas, pórticos, arcos e caramanchões. É bastante rústica e resistente às doenças. Necessita um pouco de tutoramento, para orientar seu crescimento e auxiliá-la em sua fixação. A floração da trombeta-chinesa ocorre no verão e outono.

    As podas, efetuadas no final do inverno, restringem-se aos ramos que já floresceram. Difere da trombeta (Campsis radicans), por ter folhas e flores maiores.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria-orgânica e irrigado periodicamente. Tolera geadas e frio moderado. Perde boa parte das folhas no inverno (semidecídua).

    Pode ser conduzida sob meia-sombra, o que reduz sua floração. Cuidado: esta planta possui seiva tóxica e torna-se invasiva em determinadas situações.

    Multiplica-se por estaquia e sementes.


    Nome Científico: Celosia cristata
    Nome Popular: Crista-de-galo, celósia
    Família: Amaranthaceae
    Origem: América Tropical
    Ciclo de Vida: Anual

    A crista de galo é uma planta anual de verão, de inflorescências muito macias, dobradas e brilhantes, com a textura do veludo. Diz-se ainda que tem o aspecto de cérebro. Além disso, podemos adquirir variedades nas cores amarela, vermelha, rosa, creme, roxa e branca.

    A folhagem é ereta, verde ou bronzeada, com folhas lanceoladas.

    Existem variedades anãs, que são muito adequadas para a composição de bordaduras e grandes maciços.

    Curiosidades: Cada planta é capaz de produzir milhares de sementes. É utilizada como verdura em vários países da Ásia, América do Sul e África.

    Muito parecida com a crista-plumosa, a crista-de-galo também exige solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, regas freqüentes e sol pleno.

    Seu crescimento deve ser nos meses quentes para que floresça adequadamente.

    http://www.jardineiro.net/images/banco/galphimia_brasiliensis.jpg

    Nome Científico: Galphimia brasiliensis
    Nome Popular: Triális, Resedá-amarelo
    Família: Malpighiaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Arbusto rústico, o triális ainda é bastante florífero. Conhecido também como resedá-amarelo, embora não seja da mesma família da Lagerstroemia indica, o resedá que conhecemos.

    O triális apresenta folhagem bonita, que não é compacta e nem muito aberta. Floresce em todas as estações, sendo uma planta bastante interessante em jardins de baixa manutenção e com flores o ano todo. Sua flores são pequenas, amarelas e delicadas reunidas em inflorescências terminais. Esta espécie é muito similar à Galphimia glauca.

    Devem ser cultivadas sob sol pleno em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, regada a intervalos regulares. Presta-se para utilização como planta isolada, em grupos, renques e composições com outras plantas.
    Não é tolerante à geadas. Multiplica-se por sementes.

    Nome Científico: Iresine herbstii
    Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria
    Família: Amaranthaceae
    Origem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas.

    A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão.

    O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.

    Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.

    Tecoma stans (Small)

    Nome Científico: Tecoma stans
    Nome Popular: Ipê-de-jardim, ipê-amarelo-de-jardim, ipêzinho-de-jardim, bignônia-amarela, sinos-amarelos, ipê-mirim, guarã-guarã, carobinha, amarelinho
    Família: Bignoniaceae
    Origem: Estados Unidos, México e América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    O ipê-de- jardim é uma arvoreta bastante ramificada, que pode alcançar 4 a 6 metros de altura.

    Ele apresenta folhas compostas por folíolos ovais-lanceolados, sub-sésseis e de bordas serrilhadas. As inflorescências são terminais ou axilares, com muitas flores tubulares, amarelas, muito parecidas com as do Ipê-amarelo (Tabebuia spp).

    A floração é maior nos meses mais quentes, mas pode perdurar durante o outono.

    Os frutos são cápsulas glabras deiscentes, compridas e contém muitas sementes aladas.

    http://4.bp.blogspot.com/_wya_Y27oLsA/Sj2aA-O9HEI/AAAAAAAAZgg/X2OPaodCHYk/s400/10-ErvadoDiabo-1.jpg

    Nome Científico: Brugmansia suaveolens
    Nome Popular: Trombeteiro, trombeteira, babado, cartucheira, cartucho, copo-de-leite, saia-branca, sete-saias, datura, trombeta-de-anjo, trombeta-rosa, trombeta-cheirosa, zabumba-branca
    Família: Solanaceae
    Origem: América Central e América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    O trombeteiro é um arbusto grande e ereto, que atinge facilmente 2 ou 3 metros de altura. Suas folhas são grandes, ovais, alternas, caducas, verdes e pubescentes na face inferior. As flores em formato de trombeta, são pêndulas, simples, perfumadas e podem ter cerca de 30 cm de comprimento.

    São em geral de coloração branca ou amarela, mas ocorrem variedades e híbridos de flores róseas e dobradas também.

    Sua utilização paisagística é bastante discutida, visto que é uma planta bastante tóxica e narcótica, pois todas as partes da planta contém alcalóides que podem provocar vômitos, náuseas, secura das mucosas, febre, taquicardia, alucinações e dilatação das pupilas.

    Por este motivos muitas prefeituras proíbem a sua utilização na ornamentação pública.

    No entanto, se utilizada com bom senso e longe do alcance de crianças, pode se tornar uma planta muito atrativa no jardim.. É indicado o plantio isolado ou em grupos e renques em áreas maiores.

    Em contraponto ao seu efeito tóxico, do trombeteiro são extraídas substâncias de utilização farmacêutica, para a produção de medicamentos contra o mal de Parkinson, infecções urinárias, problemas cardíacos, síndrome pré-menstrual, e intoxicações por colinérgicos.

    Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, arenoso e enriquecido com matéria orgânica, regado a intervalos regulares. As adubações devem preceder a floração e as podas devem ser realizadas após a floração. O trombeteiro aprecia o calor e a umidade, e é comum observá-lo naturalmente na beira de riachos.

    Podemos plantá-lo sob meia-sombra, mas as flores podem se tornar esparsas nesta situação de luminosidade. Não tolera o frio intenso, mas podem ser cultivadas em estufas.

    Multiplica-se por sementes e estaquia.

    Características da espécie:
    -Nome científico:
    Cholophytum orchidastrum

    -Nome popular: Lumina-

    -Origem: Costa Oeste da África. De Camarões até Gana.

    -Porte: de 30 a 40 cm

    -Florescimento: Inflorescência com uma haste de cerca de 50 cm com flores pequenas esbranquiçadas.

    -Flores: Inflorescências rubras espigadas, de 8 a 20 cm, com flores diminutas brancas.

    -Ambiente: Planta de interior, a cerca de um metro das janelas leste ou oeste.

    -Clima: Aprecia o calor e umidade.

    -Solo: Drenado. Mais para arenoso do que para argiloso. Aprecia matéria orgânica seca e curtida.

    -Podas: Somente retirada das folhas secas.

    -Reprodução: Por rizomas.

    A estação da renovação é uma época de muito trabalho no jardim. Os dias começam a esquentar, a luz aumenta e as chuvas tendem a ficar regulares, despertando as plantas da dormência e estimulando o crescimento.

    É tempo de recuperar os canteiros, vasos e caminhos, removendo a terra, retirando as espécies invasoras e reiniciando a fertilização do solo de todo o jardim e, principalmente, dos novos canteiros. Apare também as bordas dos gramados.

    Para as plantas de dentro de casa, mantenha as janelas abertas para aumentar a ventilação nos dias mais ensolarados.

    Aproveite para podar: Se as geadas do inverno prejudicaram os arbustos do jardim, faça uma poda nos ramos mais afetados para estimular a brotação (poda de limpeza). Mas lembre-se: Tenha sempre em mão uma boa tesoura de poda, afiada e sem ferrugem para não “mascar” os galhos e prejudicar as plantas.

    E também é importante aplicar um pasta selante nas pontas podadas para impedir a entrada de bactérias e fungos (principalmente se houver muita umidade).

    Cuidados com as regas:
    Como a estação é mais quente, não deixe de regar as suas plantas, pois com calor a perda de água e evaporação é mais rápida.
    Uma boa dica, é espalhar uma boa camada de casca de árvore sobre os “pés” das plantas. A casca ajuda a manter a umidade.

    Cuidado: Não faça as regas no período das 11h às 15h, quando o sol está muito forte.

    Alecrim: Afasta ratos, lesmas e pragas em geral Apenas plante-o no jardim ou na horta.

    Arruda: As folhas são ótimas para combater os pulgões e ajudam a manter os cítricos saudáveis. Ferva as folhas durante cinco minutos. Deixe esfriar e pulverize sobre as plantas.

    Coentro: As sementes combatem ácaros e pulgões. Moa as sementes e polvilhe-as sobre as plantas e sobre o solo.

    Gerânio: Muito recomendado para hortas e jardins. Apenas plante-o no jardim, sua simples presença repele pragas.

    Tomilho: Plantado junto ao repolho, repele a lagarta das folhas. Também tem ação contra percevejos e pulgas. Para afugentar percevejos e pulgas, moa as folhas secas e polvilhe-as sobre as plantas e sobre o solo.

    Hortelã: Quando plantado nas bordaduras dos canteiros, repele ratos, formigas, além de insetos.

    Capuchinha: As flores e folhas da capuchinha repelem insetos, como os pulgões, e realçam a cor e o aroma de espécies plantadas próximas dela. Apenas plante perto de árvores frutíferas ou de qualquer planta.
    * Retire sempre as flores murchas e galhos secos de suas plantas. As primeiras, quando presentes, propiciam a presença de fungos e outros bichinhos. Os galhos secos, por sua vez, retiram a força da planta. Sua retirada, portanto, revigora a planta e lhe dá mais força para crescer novamente. Aliás, este é fundamento para as podas.
    * Joaninhas vermelhas, centopéias, lagartixas, aranhas de jardim (exceto as armadeiras, que saltam ao rosto) e pássaros, são criaturas muito bem vindas no seu jardim. Elas se alimentam de pragas que atacam as folhas e solo. Por isso, embora seja desejável um jardim limpo, bem arrumado, a fim de evitar o aparecimento de pragas e doenças, procure sempre deixar algumas folhas mortas e gravetos para servirem de abrigo a estes defensores naturais de suas plantas.

    Importante: as lagartixas são ótimas para evitar a presença de aranhas marrom e outros insetos indesejáveis.

    Tradescantia zebrina

    Nome Técnico: Tradescantia zebrina Heynh.
    Nomes Populares : Judeu-errante, onda-do-mar, lambari
    Origem: Originária do México .

    Planta herbácea perene, rasteira, com a altura das folhas até 0,30m e caule flexível.
    Muito ramificada, é impossível medir seu tamanho pois alastra-se pelo chão e forma grandes tapetes.
    Suas folhas são ovais pontiagudas, não pecioladas, bicolores de verde cinzento e azul prateado na página de cima e roxas na face inferior.
    Suas flores são pequenas na cor rosa e pouco vistosas.

    Cultivo :
    Local à meia sombra, sob árvores, junto a paredes de orientação leste ou sul, sem sol direto.
    O solo de cultivo deve ser fértil em matéria orgânica e ter alguma retenção de umidade, pois em solos secos esta planta definha.
    Adicionar composto orgânico de folhas e esterco animal curtido incorporando bem.
    Cuidar para que todas estejam com os ramos para a mesma direção para um visual mais bonito.
    Regar frequentemente, principalmente em verões muito secos.
    As gemas na inserção das folhas enraízam facilmente se em contato com o solo e é desta forma que poderemos obter estacas para mais mudas.
    Retirar pequenas partes dos ramos, com pelo menos 3 gemas e colocar em terra misturada com areia ou já diretamente nos canteiros preparados.

    No paisagismo:
    A onda-do-mar tem sido utilizada para ornamentação há muito tempo, ao redor de árvores e em lugares onde não é possível cultivar gramados porque não há sol suficiente.
    Também pode ser usada como pendente em vasos, mas como cresce muito rápido, tende a formar cordões longos e sem folhas, o que não fica muito interessante.
    Mas em locais onde há certo declive, para paredões de muros de contenção ou com gabiões seu plantio na parte superior do paredão, formará cortina colorida e muito ornamental.