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  • http://www.baixaki.com.br/imagens/wpapers/BXK17007__tumbergia-azul_-16-junho-2005_-jundiai_sp_brasil-015800.jpg

    Nome Técnico: Thunbergia grandiflora
    Nomes Populares: Tumbérgia azul
    Família: Angiospermae – Família Acanthaceae.
    Origem: Originárias da Índia.
    Descrição: Arbusto semilenhoso, tipo lliana, de amos flexíveis, muito vigorosa e de crescimento rápido.
    As folhas são verdes, ovais de borda denteada irregularmente e flores grandes campanuladas, solitárias mas também em inflorescência de poucas flores, brancas ou azuladas com o centro amarelo.
    Floresce abundantemente na primavera e em camadas de florescimento esporádicas ao longo do ano.
    A espécie T.alba tem as flores brancas.
    Pode ser cultivada no país todo.

    Técnica de Cultivo: Necessita de sol, mas aceita locais de sol pela manhã apenas, solo fértil e bem drenado.
    Na cova de plantio colocar adubo animal de curral, bem decomposto, cerca de 500 gramas, se for cama de galinheiro, a metade da dose.
    Adicionar também 100 gramas de farinha de ossos e areia, misturando tudo com composto orgânico feito de folhas.
    - Usar tutor feito de sarrafos ou então já conduzir os ramos para o muro, cerca ou pérgula.

    Não esquecer de regar, na hora do plantio e depois por pelo menos 10 dias para garantir água para a muda. Depois espaçar para a rega normal do jardim.
    Haverá necessidade de controle de seu tamanho, então em época em que estiver sem flores, realizar a poda do arbusto, deixando sempre pelo menos 6 gemas em cada ramo. Após a poda, adubar a muda com adubo animal curtido e composto orgânico regando bem.

    Paisagismo e uso decorativo: Excelente para cobertura de pérgulas e caramanchões, mas é em muros e cercas que fica melhor, derrubando-se em longos ramos floridos.
    Pode ser consorciada com outra do mesmo gênero, em outra coloração, isto é, misturando-se as cores branca e azul, num belo efeito ornamental.

    A propagação vegetativa poderá ser feita por estacas jovens na primavera, cortando-se de 15 a 25 cm das pontas dos ramos ainda novos e colocar em substrato igual ao da sementeira.
    Regar todos os dias até o enraizamento. O uso de enraizadores poderá garantir maior percentagem de indivíduos na produção.
    Preparar um substrato feito de adubo animal e composto orgânico de folhas ou húmus de minhoca mais areia, em partes iguais, preencher os sacos de plantio, colocar a muda e preencher com mais substrato, regando a seguir.
    Repetir a rega todos os dias por pelo menos 10 dias para a sobrevivência da muda.
    Levar para cultivo em local protegido com sombra de 50% até a comercialização.
    Será preciso usar tutores do tipo escada ou tripé para que a muda seja conduzida, ficando com bela aparência para a venda.

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    torenia_fournieri

    Nome científico: Torenia fournieri.
    Família: Scrophulariaceae.
    Nomes populares: torênia, amor-perfeito-de-verão.
    Etimologia: seu nome é em homenagem ao naturalista sueco Olof Torén.
    Origem: Ásia Tropical.

    Características gerais: planta herbácea anual de ramagem densa e florescimento vistoso, atinge de 20 a 30 cm de altura. As folhas são glabras, verdes, pequenas, alongadas e serrilhadas nas margens. As flores são abundantes, axilares e terminais. São aveludadas e em forma de trompete, com corola azul e garganta branca-amarelada. A floração ocorre na primavera-verão e suas flores têm diâmetro entre 2 e 3 cm. Existem muitas variedades de torênias, com portes diferentes, formando plantas mais densas e outras pendentes. Há ainda uma grande diversidade de cores além do azul, branco, rosa, amarelo, roxo, violeta e vermelho.

    Condições de cultivo: devem ser cultivadas a sol pleno ou à meia-sombra, em solos orgânicos, bem drenados e irrigados regularmente. As fertilizações semanais realizadas na primavera-verão são suficientes para um florescimento abundante. Desenvolve bem em regiões com temperaturas amenas.

    Propagação: sementes.

    Usos: vasos, jardineiras, maciços e bordaduras. As variedades pendentes são usadas em floreiras suspensas.

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    Nomeentífico: Nematanthus wettsteinii
    Nome Popular: Columéia-peixinho, peixinho
    Família: Gesneriaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Suas flores alaranjadas se parecem muito com o peixinho Plati, pela sua dilatação e cor. A folhagem desta planta também é bastante ornamental. Suas folhas são verde escuras e brilhantes, formando um belo arranjo de cerca de 30 cm de altura.
    Por ser uma planta epífita, pode ser cultivada sobre as árvores, mas sua beleza é destacada quanto cultivada em conjuntos de três plantas por vaso de 25 cm de diâmetro.
    Devem ser cultivadas a meia-sombra, em substrato para epífitas com terra vegetal, bem drenável, regada regularmente. Não tolera geadas. Multiplica-se por estaquia.
    Alguns motivos para que a columéia não dê flor:
    *Ambiente sombreado;
    *Excesso de adubo;
    *Mudança de temperatura.
    Para que a columéia dê flor, é necessário um ambiente bem claro e nada de adubos.

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    miltonia flavenscens

    Nome Científico: Miltonia flavenscens
    Nomes Populares: Orquídea amor-perfeito
    Origem: Brasil. É encontrada em vários estados, da Bahia e Pernambuco aos estados do sul do país e também na Argentina.

    Descrição: Planta herbácea perene, epífita de folhas finas coriáceas com altura em torno de 30 cm, formando grandes touceiras.
    As flores são pequenas e perfumadas, de sépalas e pétalas na cor amarelo pálido e labelo branco de forma diferenciada com pontuações em púrpura.
    Reúnem-se em grande racemo muito ornamental, com a haste floral de 40 cm com cerca de 12 flores em cada, na primavera até o verão, dependendo das condições da região.
    A duração da floração é de até 20 dias.

    Modo de Cultivo:
    É uma das orquídeas mais fáceis de cuidar.
    Tolera calor e vegeta bem em locais de clima mais úmido e de temperaturas mais baixas, numa amplitude de 5 a 35º C.
    O local onde for cultivada poderá boa luminosidade, se colocar em ripado, usar sombremento de 50%, deixando espaço grande entre as plantas penduradas, pois forma grande touceira.
    As regas devem ser frequentes nas estações de crescimento da planta e no verão, diminuindo no inverno.
    As adubações para esta orquídea devem ser balanceadas, usando adubo NPK formulação 10-10-10 na época de crescimento e 3 meses antes da floração passar para a fórmula NPK 4-14-8, não esquecendo que as doses devem ser bem pequenas, diluídas em água e molhar o substrato e não as folhas.
    Quem usar adubo foliar deve ter cuidado na aplicação, evitando que o sol queime as folhas com gotas de água em cima.
    A propagação desta orquídea pode ser feita por divisão de touceira.
    A não ser que seja um produtor e vá comercializar, o interessante é deixar que forme grandes touceiras, seu efeito ornamental será maior.

    Paisagismo:
    Pode ser cultivada em vasos ou presa a troncos de árvore onde receberá alguma sombra nas horas de sol mais forte.

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    Nome Científico: Dendrobium Phalaenopsis SPP
    Origem: Ásia
    Ambiente: meia sombra.
    Rega: moderada, não encharcar.
    Substrato: casca de pinus, fibra de coco.
    Curiosidades: apesar de pertencer ao gênero Dendrobium, como se parece com Phalaenopsis, as pessoas acham que seja um híbrido

    Dendrobium phalaenopsis – Denphale Denphal, Denphale, Dendrobium phalaenopsis, qual o nome correto destas plantas? Na verdade, o que são exatamente estas plantas? Não se trata, como muitos acreditam e chegam a afirmar, de um híbrido entre Dendrobium e Phalaenopsis, dois gêneros que por sua distancia jamais poderiam se cruzar. Existe uma espécie de Dendrobium que pelo formato de suas flores que lembram bastante as flores de um Phalaenopsis, recebeu o nome de Dendrobium phalaenopsis. Este Dendrobium cruzado com outros Dendrobiuns próximos a ele, produziu híbridos que mantiveram a semelhança com Phalaenopsis, e passaram a ser chamado de Denphal ou Denphale. Na maior parte do mundo, os Denphal são conhecidos apenas como Dendrobium. Como no Brasil os híbridos de Dendrobium do grupo do Dendrobium nobile são muito difundidos e cultivados, coube a eles “adotar” o nome do gênero, restando, portanto ao outro grupo menos difundido entre nós, o do Dendrobium phalaenopsis receber o nome Denphal, nome este “inventado” não se sabe por quem. Embora a grande predominância no mercado seja dos Denphal de colorido avermelhado, que vai do rosa ao vinho, passando por todos os tons e texturas, chegando em alguns casos a apresentar um aspecto aveludado e quase negro, podemos encontrar também plantas com muitas outras cores.

    Existem os Denphal conhecidos como compactos, cujo porte da planta raramente ultrapassa trinta centímetros e plantas que passam fácil de um metro e até um metro e meio de altura, sem contar a haste floral. O tamanho das flores também é variado, indo de 3 até 10cm, dependendo das plantas que entrarem em seu cruzamento. São em geral muito floríferos, e podem exibir simultaneamente cinco ou mais hastes florais saindo todas de um único pseudobulbo, apresentando cada uma de duas até mais de 20 flores. Além disso, é muito comum que um pseudobulbo que já tenha florido volte a florir no ano seguinte e mesmo por mais anos. As flores do Denphal são duráveis, chegando uma planta a permanecer florida por até três meses seguidos. São plantas facilmente adaptáveis ao nosso clima, de modo que atualmente podemos encontrar Denphal florido praticamente durante o ano todo. Hoje é possível montar uma coleção de Denphal que contenha plantas de flores verdes, amarelas, brancas, azuladas, marrons, flameadas, estriadas, concolores ou com labelo contrastando com as pétalas e sépalas, e muitas outras variações.

    Cultivo: O cultivo de um modo geral é fácil. São plantas precoces, que começam a florescer dois anos após serem retiradas do laboratório, e que apresentam um crescimento bastante rápido, entouceirando com facilidade. São plantas que se adaptam a qualquer substrato, e por terem um crescimento bastante rápido requerem uma boa adubação principalmente quando os novos pseudobulbos estão se formando, período em que não deve faltar água para que a planta tenha pleno desenvolvimento.
    Aceitam igualmente adubação química e orgânica.
    Quando os novos pseudobulbos estiverem completamente formados, reduza as regras e evite aplicação de adubos muito nitrogenados, de modo a evitar que “gemas” que iriam florir venham a gerar novos brotos em lugar de flores. Preferem ambientes mais quentes e de alta luminosidade.

    È normal que os pseudobulbos que já tenham florido uma vez pecam todas as folhas. Mesmo assim, não devem ser removidos pois podem voltar a florir, e além disso representam uma reserva de nutrientes que a planta pode utilizar em períodos de escassez.
    Para a obtenção de novas mudas podemos replantar brotos que venham a nascer de gemas existentes no meio dos pseudobulbos. Podemos também dividir uma planta entouceirada em duas ou mais plantas, tendo o cuidado de deixar sempre em cada nova planta pelo menos três pseudobulbos, mesmo que estes não tenham nenhuma folha.

    Devemos ter o cuidado de estaquear os novos brotos mesmo enquanto ainda estão em crescimento, principalmente dos Denphal de pseudobulbos mais longos, pois estes possuem uma tendência de entortar e pender com muita facilidade. Além de se darem muito bem no cultivo em vasos de barro ou de plásticos, os Denphal podem também ser cultivados em árvores ou em placas ou palitos de fibras.

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