Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments


  • Fale Conosco


  • Breynia-nivosaNome Científico: Breynia nivosa

    Nomes Populares: Breinia, mil-cores, pão-nosso-de-cada-dia

    Origem: Originário da Polinésia..

    Descrição: Arbusto de folhas perenes de até 2,0 metros de altura, folhas pequenas ovais variegadas de verde, creme e rosa, forma arredondada.
    Flores sem expressão ornamental, é cultivada pela folhagem.

    Cultivo: Aprecia sol, solo fértil, ácido e bem drenado.
    Aceita poda de formação.
    A propagação pode ser feita por estaca dos ramos lenhosos na primavera.

    No paisagismo: Pode ser cultivada como cerca-viva, para compor maciços de plantas verdes ou em vasos.

    Viburnum_tinus (Small)

    Nome Técnico: Viburnum tinus

    Nomes Populares: Viburno, laurotino

    Família: Família Caprifoliaceae

    Origem: Originário da Europa

    Descrição: Arbusto lenhoso, muito ramificado de caule escuro, compacto e de folhagem perene.
    Suas folhas são verde-escuras brilhantes de pecíolo marrom-avermelhado.
    As flores são perfumadas, brancas e pequenas nesta espécie mas no Viburnum macrophyllum parece uma grande bola de flores alvas.
    Floresce da primavera ao verão abundantemente mas nos meses seguintes de forma esporádica.

    Porte: É um arbusto que pode alcançar até 2 a 5 m de altura

    Ambiente e uso decorativo: Cultivada como planta isolada sobre gramados, renques de grandes dimensões ou consorciada com plantas coloridas como crótons e outras variegadas forma belo efeito.

    Cultivo: Deve ser cultivado ao sol e solo rico em matéria orgânica e bem drenado.
    A adubação deverá ser efetuada duas vezes por ano, antes da floração da primavera e outra quando a planta entrar em estado mais vegetativo.
    Aceita poda de formação e nesta ocasião poderá ser feita estaquia dos ramos em areia úmida.
    Como cerca-viva podada não responde bem, mas se for deixado livre seu crescimento formará grande maciço.


    Salvia-Splendens

    Nome Técnico: Salvia splendens

    Nomes Populares: cardeal, sangue-de-adão, salvia, alegria-de-jardim

    Família: Família Lamiaceae (ex-Labiatae)

    Origem: Nativa do Brasil..

    Descrição: Arbusto semi-lenhoso, de folhas verdes e caule quadrangular, forma arredondada.
    As flores saem de dentro de cálice persistente, são campanuladas e podemos encontrar nas cores creme, vermelha, rosa e roxa, sendo o mais florífero o de flores vermelhas.
    Também são encontradas variedades anã,de menor altura.

    Porte: Até 1,20 de altura.

    Ambiente e uso decorativo: Uma das plantas mais fáceis de cultivar e por isto muito usada em ornamentação de parques e praças públicas. Grandes canteiros de uma só cor ou manchas delineadas de cores diferentes, sempre será um sucesso.
    Para jardins empresariais e condomínios é sempre uma excelente opção.
    Jardins particulares podem usá-lo para formar conjuntos com outras plantas verdes ou prateadas.

    Cultivo: Local ensolarado, sem exigência quanto à fertilidade do solo.
    As regas podem ser regulares, abundantes e espaçadas.
    Propagação por sementes, em qualquer época do ano.
    Produtores oferecem variedade de sálvia anãs, com até 0,30m, muito interessantes para compor vasos e bordas altas para canteiros.

    Você gosta de ver pássaros em seu jardim? Então aí vão algumas plantas que atraem os Beija-Flores:

    - Flores Vermelhas
    Grevilea- ana – Grevillea banksii
    Chapéu-chinês-vermelho – Holmskioldia sanguinea (Himalaia)
    Russélia- Russelia equisetiformes (México)
    Clerodendro-vermelho – Clerodendrum splendeno
    Árvore-orquídea – Bankinia blakeana (China)
    Caliandra- Calliandra sp (Brasil)
    Sangue-de-adão – Salvia splendeno
    Lanterninha-japonesa – Abutilon megapotamicum (Brasil)
    Hibisa- Malvaviscus caborem (México)
    Mussaenda-vermelha – Mussaenda erythrophylla (Zaire)
    Grevilla-ana – Grevillea bankii (Austrália)
    Casticeria – Erytrina crista-galli (Brasil)
    Braunea-laranja – Bromnea macrophylla (Colômbia e Panamá)
    Bombasa – Bombasa ceiba (Índia)
    Clerodendro-vermelho – Clorodendrum splendens (África)
    Escova-de-macaco – Cumbeum coccineum (Madagascar)
    Suinã-do-litoral – Tarythina speciosa (Brasil/Mata Atlântica)

    - Flores amarelas
    Diadema – Stifftia chrysantha
    Afelandra-amarela – Aphelandra squanosa (Brasil)

    - Flores brancas
    Agapanto – Agapanthus africanus (África do Sul)
    Madressilva – Lonicira japonica


    Se você vai viajar, e não tem quem vá regar suas lantinhas e já está com receio de perdê-las, por falta de água, pode ficar tranqüila, pois aqui está a solução!

    Procedimentos: Existem várias maneiras de deixar as plantas recebendo água. Todos elas são fáceis e vão garantir de 7 a 10 dias a sua tranqüilidade, enquanto estiver fora de casa.

    Veja como fazer:
    * Sabe as embalagens de soro, usadas em hospital? Pois é! Arrume uma, encha de água, regule o conta-gotas determinando o tempo que você acha ideal para cada plantinha, pois umas precisam de mais água e outras de menos. Feito isso, é só colocar a ponta do conta gotas na terra. Caso seus vasos sejam grandes e precisem de uma demanda maior de água, então utilize-se de uma garrafa plástica de refrigerantes com uma rosca. Faça um furo dosador na tampa e outro no fundo da garrafa e prenda a garrafa de ponta cabeça sobre a terra do vaso.
    * Se não forem muitos os vasos, você pode encher a cuba da pia da cozinha ou do banheiro com água. Molhe um pano de prato e dobre-o ao meio. Coloque agora metade do pano de prato na água e a outra metade sobre a pia, com o vaso apoiado em cima do pano. O pano estando o tempo todo úmido vai enviar a mesma umidade para sua plantinha, pela base do vaso.
    * Outro recurso, é colocar pedras de argila. Se quiser, pode encher o prato da planta com água e junto com ela deixar algumas pedras de argila. O vaso continuará úmido até sua volta.
    * Pronto! Pode viajar tranqüila, pois quando voltar, suas plantas vão estar bonitas do jeitinho que você as deixou.


    lisianthus

    As Flores de lisianthus chegam à aproximadamente sessenta centímetros de altura e faz parte da família das Gentianáceas.
    É originária das regiões desérticas dos Estados Unidos (Texas e Arizona) e México. Apresenta as cores branca, rosa ou roxa. Podem ainda ser mescladas.
    No período de chuvas menos freqüentes, o mecanismo de evitamento ao déficit hídrico dos Lisianthus nativos baseia-se na emissão de longas raízes no solo para buscar água a maiores profundidades. Por esta razão, um manejo adequado do substrato e irrigação, proporcionando condições adequadas de desenvolvimento do sistema de raízes é a chave para produzí-lo.

    Produção da muda de lisianthus:

    Estágio 1: do 1º ao 14º dia: As sementes são em geral peletizadas. Distribuir individualmente as sementes em células de bandejas alveoladas preenchidas com substrato. Não cobrir a semente e nunca deixar que falte umidade, pois o pelete endurece e ocorre a morte da plântula. A bandeja deve ser recoberta com um filme de polietileno ou preferencialmente colocada em câmara de nebulização intermitente (automática).
    A temperatura do solo ideal é entre 20º e 24ºC, tolerando-se um mínimo de 13ºC.
    O substrato deve possuir elevada porosidade e espaço de aeração, valor de pH entre 6,0 e 6,5 e condutividade elétrica entre 0,2 e 0,5 dS m-1 (extrato 1:2).
    A germinação deve-se dar em local claro, com 1000 a 3000 lux de iluminação.

    Estágio 2: do 14º – 21º dia. Depois da planta emergir, remova a bandeja da área de germinação e coloque-a em local com menor umidade relativa do ar, maior luminosidade e com temperaturas noturnas entre 15° e 17°C e diurnas entre 25° e 27°C até o momento do transplante. Este sistema com noites mais frias ajudará a evitar problemas até mesmo sob condições de calor. Evite que a temperatura do dia exceda à 25ºC e as temperaturas noturnas fiquem abaixo de 5ºC para que não ocorra o “roseteamento”das plantas (não emissão da haste floral).

    Estágio 3: do 21º – 56º dia. O desenvolvimento das mudas novas é muito lento e requer cuidado extra a fim de evitar temperaturas altas ou baixas. Outros fatores a serem evitados são a baixa luminosidade e umidade excessiva evitando assim doenças e estiolamento das plantas. Nessa fase utiliza-se a fertilização semanal em meio líquido, com soluções com concentração de 150 mg L-1 de Nitrogênio (como sugestão 1 g L-1 de nitrato de cálcio), mantendo a salinidade do substrato entre 0,7 a 1,0 dS m-1 (extrato 1:2).

    Estágio 4: do 57° – 60° dia. A planta deverá ter 4 folhas reais até este estágio para estar pronta para ser transplantada no canteiro. O Lisianthus tem um sensível sistema radicular e deve-se ter muito cuidado no ponto de transplante. Transplante no momento certo assegurará que o sistema radicular permaneça ativo.
    Mudas de alta qualidade podem ser adquiridas de produtores especializados (insumos)
    Produção da flor para corte:
    Considerando o plantio das sementes: 60° – 90° dia.

    Condições do solo para cultivo de lisianthus: É recomendável um solo profundo e rico em matéria orgânica. O valor de pH deve estar entre 6,0 – 6,8. O uso de plástico preto para mulching aumentará a temperatura do solo no inverno e reduzirá o tempo para florescer. Para a produção de verão o plástico dupla face preto/prateado manterá a temperatura do solo mais baixa, por refletir o calor do sol de verão. Manter uma temperatura de solo mínima de 13°C e no máximo de 23°C para obter ótimos resultados.

    Transplante de lisianthus: Transplantar quando as plantas estiverem jovens e em desenvolvimento ativo, (aproximadamente no estágio da quarta folha verdadeira). Para evitar podridão da haste, tomar cuidado para “enterrar” a base da muda. Transplantar os plugs um pouco “altos” no canteiro ajudará a proteger contra a Rhizoctonia (podridão da raiz).
    Manter a umidade do solo mais alta por 10 dias após o transplante.

    Espaçamento no cultivo de lisianthus: Usualmente utiliza-se 10 x 15 cm ou 67 plantas/ m², o espaçamento porém deve ser adequado à rede de condução utilizada.

    Irrigação: O Lisianthus é nativo de uma região de baixa umidade relativa do ar. Usualmente a Botrytis é um dos maiores problemas fitosanitários. O uso da irrigação por gotejamento é recomendado para reduzir a umidade livre nas plantas.

    Manejo da Fertilidade e Irrigação: Lisianthus não requer altos níveis de fertilizante como os Crisântemos. Manter uma eletrocondutividade em torno de 1,0 dS m-1 (extrato 1:2). O uso de composições com Nitrato de Cálcio é recomendado para fortalecer a haste. O Lisianthus requer maiores níveis de umidade no estágio inicial de desenvolvimento. Conforme as plantas começam a crescer e apresentar botões, a irrigação deve ser reduzida.

    Florescimento dos lisianthus: As hastes estão desenvolvidas quando uma ou mais flores estiverem abertas. Há um maior período de tempo entre a abertura da primeira e segunda flor do que da segunda e terceira flor. Por isso, alguns produtores removem a primeira flor e a vendem para pequenos vasos e colhem as hastes quando a segunda e terceira flor se abrem.

    Iluminação ideal para o lisianthus: O Lisianthus é uma planta que responde ao fotoperíodo. A utilização de usar luz artificial até o estágio da 6ª folha verdadeira, das 22 horas até às 2 horas da manhã de março à setembro reduzirá o tempo necessário até o florescimento.

    “Observar” as plantas: Esta é a melhor maneira de notar os primeiros sinais de problemas que, tratados rapidamente, não se tornam muito graves. Ao fazer a observação, verifique todos estes casos:

    Folhas e caules murchos:
    * Verifique se a terra não está seca demais. Neste caso, afofe bem a superfície da terra com um garfo de jardineiro. Se a planta estiver em vaso, mergulhe-o numa bacia cheia de água e use um borrifador para umedecer as plantas. Após algum tempo, retire o vaso e deixe escorrer o excesso de água.
    * Excesso de água também pode causar murcha. Certifique-se que a terra não esteja encharcada e, se for o caso, suspenda as regas por um tempo. Se as raízes mostrarem sinais de apodrecimento, faça um replantio.
    Dificuldades na drenagem obstruem a saída do excesso de água.
    Quando usar vasos para o cultivo de plantas, lembre-se de escolher sempre aqueles que apresentam furos de drenagem no fundo, para facilitar a eliminação do excesso de umidade.

    * Muita exposição à luz solar. Algumas espécies de plantas necessitam de muita luz do sol para se desenvolver bem, outras nem tanto. Verifique quais são as necessidades adequadas da planta que apresenta o problema e mude-a de lugar, se for o caso.
    * Excesso de calor. Para cada planta existe uma faixa de temperatura ideal. A maioria das plantas de interiores, por exemplo, adaptam-se bem na faixa de 15 a 25 graus C. Outras precisam de mais calor. Entretanto,a temperatura elevada pode causar a murcha de folhas e caules.

    Manchas nas folhas podem ser por:
    * Excesso de nutrientes.
    Aplicar fertilizantes nas plantas é uma medida que garante a boa nutrição, porém, o exagero pode ser prejudicial. O excesso de nutrientes pode resultar em folhas manchadas e mal-formadas. Manchas amarronzadas e o aparecimento de uma crosta branca na superfície da terra ou nos vasos de cerâmica são sinais de excesso de fertilizante.
    * Excesso de água. O excesso de água também pode ocasionar manchas de podridão na superfície das folhas, amarelecimento e bordas amarronzadas. Diminua a quantidade de água nas regas.
    * Sol em demasia. A exposição à luz solar em demasia pode provocar diversas alterações na coloração natural das folhas de algumas espécies. Se este for o caso, mude a planta de lugar.

    Queda de flores, botões e folhas podem ser por:
    * Iluminação inadequada. A luz é um fator decisivo para o bom desenvolvimento das plantas. Em geral, as plantas floríferas necessitam de maior luminosidade do que as folhagens. Certas espécies não produzem floração quando colocadas em um local com baixa incidência de luz, em outros casos, ocorre a queda de flores, botões e folhas. Verifique o local.
    * Condições de temperatura. Algumas plantas floríferas são altamente sensíveis à temperatura. O calor excessivo para as plantas de clima temperado ou ameno pode reduzir o tempo de floração e provocar a queda prematura de botões e flores. Por outro lado, as espécies de clima tropical se ressentem com o nível de temperatura baixo.
    * Erro nas regas. Aqui também a quantidade de água das regas pode ser um problema. Em excesso, pode provocar o apodrecimento de botões e brotos. Já o nível baixo de umidade reduz a hidratação da planta, resultando em folhas murchas ou secas e murcha prematura de botões e flores.

    Folhas amareladas e crescimento lento podem ser por:
    * Escassez de fertilizante. Como todos os seres vivos, as plantas necessitam de nutrientes para sobreviver e se desenvolver. Quando há falta de nutrientes, a planta apresenta crescimento lento, folhas amareladas, hastes fracas, folhas pequenas e floração reduzida ou ausente.
    * Necessidade de reenvasamento. Plantas que estão envasadas há muito tempo, podem ter suas raízes sufocadas e apresentar nutrição deficiente, pois a terra já está esgotada. Em geral, pode-se notar este problema quando a terra do vaso apresentar-se excessivamente compactada. Vasos pequenos em relação ao tamanho da planta também ‚ um problema. O melhor, neste caso, é mudar a planta para um vaso maior.
    * Correntes de ar. Certas espécies se ressentem profundamente quando sofrem o efeito de correntes de ar. Plantas de folhas finas, como as avencas, são as mais sensíveis, principalmente às correntes de ar frio. Verifique o local onde a planta está situada.

    Nome Científico: Paeonia broteri Boiss. et Reut. syn: Paeonia broteroi Boiss. et Reut. syn: Paeonia lusitanica auct.

    Nome Popular: Erva-casta; Erva-de-santa-rosa; Peónia; Piónia; Rosa-albardeira; Rosa-cuca; Rosa-de-lobo

    Local: Serra d’Aire e Candeeiros

    O seu nome foi-lhe atribuído pelo botânico português Félix da Silva de Avellar,no sec. XVIII.

    É uma planta endémica dos bosques da Peninsula Ibérica.

    Com preferência por solos calcários encontra-se em locais sombrios e pedregosos da orla dos bosques.

    A sua vistosa flor com cerca de 10cm de diâmetro é rosa-claro com numerosos estames e anteras douradas.

    Passada a exuberância da flor, começa o declínio da parte aérea mas perdura o não menos exótico fruto.


    http://4.bp.blogspot.com/_vMd_hutGrac/SCO2v6lXmKI/AAAAAAAABSU/pxG9WwnGpQw/s320/alpinia_zerumbet.jpg

    Nome Científico: Alpinia zerumbet
    Nome Popular: Gengibre-concha, alpínia, louro-de-baiano
    Família: Zingiberaceae
    Origem: China e Japão
    Ciclo de Vida: Perene

    Herbácea ereta, vigorosa, de porte médio, entouceirada, de 2 a 3 m de altura.
    Suas folhas são grandes e coriáceas, com longas hastes, existe ainda uma cultivar do tipo Variegata, com folhas manchadas de branco-creme amarelado. Produz inflorescências belíssimas, em cachos pendentes formadas principalmente no verão e outono, com flores de coloração branco-rosada.

    Assim como outros gengibres, esta planta aprecia solos ricos em matéria orgânica e deve ser irrigada regularmente. Cultivada a pleno sol ou meia sombra.

    Não tolera geada. Multiplica-se por divisão das touceiras, tomando o cuidado de deixar uma boa parte de rizoma e folhas com cada muda.

    Nome Científico: Asparagus densiflorus
    Nome Popular: Aspargo-pluma, aspargo-rabo-de-gato
    Família: Asparagaceae
    Origem: África do Sul
    Ciclo de Vida: PereneCom aspecto de pluma, este aspargo conquistou os jardins brasileiros. É uma bela folhagem, composta de vários ramos, com folhas em forma de espinhos e pseudofolhas em forma de agulha, que se distribuem de maneira uniforme por toda a extensão da “pluma”.

    De aspecto delicado, é uma planta relativamente rústica, que pode ser plantada em vasos e jardineiras, bem como adornando canteiros e conjuntos.

    As flores brancas e pequenas tem importância ornamental secundária.

    O aspargo-pluma deve ser cultivado à meia-sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica e regas regulares.

    Tolerante ao frio.

    Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura completa da planta, isto é: folhas e raízes.