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  • O grande gênero Pellaea inclui duas espécies vulgarmente cultivadas como plantas de interior. As folhas das duas espécies são muito diferentes, mas todas as peleias de interior são semelhantes em três aspectos: os caules e as nervuras centrais das folhas são peludos e rijos; os caules emergem diretamente de um rizoma muito ramificado, e algumas frondes apresentam as margens enroladas para baixo, ocultando os esporângios situados na orla da página inferior. As pinas que não apresentam esporângios têm margens ligeiramente dentadas.

    Cuidados – Luz: As peleias dão-se melhor em luz média. Nunca as cultive em sol direto.

    Temperatura – As temperaturas ambiente normais são as adequadas durante todo o ano. No entanto, as temperaturas invernais até 10ºC não afetarão as peleias. Quando as temperaturas excederem 21º durante mais de três a quatro dias, pulverize estes fetos com água morna uma vez por dia.

    Rega – Regue abundantemente, de forma a manter a mistura totalmentehúmida, mas não deixe os vasos em água. Se a temperatura descer abaixo dos 13ºC durante mais de um ou dois dias, regue escassamente durante esse periodo, deixando que o terço superior da mistura seque completamente antes de regar de novo.

    Adubação – Aplique um vulgar adubo líquido de duas em duas semanas às peleias cultivadas numa mistura à base de turfa e de quatro em quatro semanas numa mistura à base de terra.

    Envasamento e reenvasamento – É indiferente usar uma mistura à base de turfa ou uma combinação de terriço de folhas e mistura à base de terra em partes iguais. A P.rotundifolia não tem raízes profundas, pelo que deve ser cultivada num meio-vaso. Mude as plantas para vasos do tamanho acima quando as suas raízes tiverem enchido aquele em que se encontram. Depois de atingido o vaso do tamanho máximo conveniente (cerca de 16 – 20cm), divida o feto para propagação ou corte algumas raízes exteriores e volte a colocar a planta no mesmo vaso, depois de limpo e cheio com mistura fresca. Ao reenvasar, coloque o rizoma em posição horizontal imediatamente abaixo da superfície da mistura. A melhor altura para o reenvasamento é a Primavera.

    Propagação – Propague uma planta demasiado grande na Primavera. Corte o rizoma em segmentos com frondes e raízes e plante cada um deles num vaso de 8cm contendo qualquer das misturas recomendadas. Pode também propagar a partir de esporos.


    O gênero Aucuba inclui algumas espécies, mas apenas uma, A.japonica, se tornou vulgar como planta de interior. Embora ao ar livre as aucubas possam atingir uma altura de 4,50m, nenhuma das várias formas cultivadas em interior excederá os 90cm. As suas folhas opostas, de 10-17,5cm de comprimento e pecíolos de 1,5cm, são ovais, lustrosas e ligeiramente dentadas.
    Todas produzem flores roxas, insignificantes no Verão, a que se seguem, em algumas espécies, pequenos grupos de bagas vermelho-vivo. Todas as inúmeras formas da A.japonica apresentam folhas variegadas (as da espécie original são de um verde médio). A forma mais conhecida é provavelmente a A.j.”Variegata”, com as folhas profusamente salpicadas de amarelo-dourado.

    Cuidados

    Luz – As aucubas de interior requerem luz forte ou sol direto velado.

    Temperatura – Estas plantas estão particularmente indicadas para locais frios e sujeitos a correntes de ar; suportam mesmo frio intenso. Não toleram, no entanto, as temperaturas muito acima dos 23ºC. Nas divisões quentes proporcione um elevado grau de humidade.

    Rega – Regue abundantemente durante todo o ano com a frequência necessária para manter a mistura bem húmida, mas nunca deixe os vasos em água.

    Adubação – Aplique um vulgar adubo líquido uma vez por mês.

    Envasamento e reenvasamento – Utilize uma mistura à base de terra. Estas plantas dão-se bem em vasos relativamente pequenos; vasos de 12 a 20cm têm espaço suficiente para as raízes de uma planta bastante grande. As plantas pequenas podem ser mudadas na Primavera para vasos do tamanho acima quando necessário. Uma vez atingido o vaso do tamanho máximo aconselhável, é conveniente proceder à substituição superficial da mistura todas as Primaveras.

    Propagação – As estacas de 10-15cm de comprimento enraizarão facilmente na Primavera se forem plantadas em vasos pequenos com uma mistura humedecida de turfa e areia grossa ou perlite. Coloque cada vaso num saco de plástico e mantenha-o à temperatura normal de interior em sol directo velado, não voltando a deitar água até que o aparecimento de novas folhas revele que já se deu o enraizamento. Em seguida, retire o vaso do saco de plástico, regue ligeiramente a nova planta e comece a adubá-la mensalmente com um adubo líquido. Quando a planta tiver atingido 30cm de altura, mude-a para um vaso de 10cm com a mistura indicada para plantas adultas e trate-a como tal.

    Observações especiais – Se as plantas se tornarem demasiado grandes, pode-as no inicio da Primavera.

    Fonte: http://plantasdeinterior.com


    Nome Popular : Philodendron Xanandu
    Luminosidade : muita luz (não suporta luz direta do sol)
    Rega : solo úmido (não devendo secar nem encharcar)
    Altura : 30-60 cm
    Ambiente : ambientes externo e interno
    Época : o ano todo

    O Philodendron é uma das plantas mais populares e mais fáceis de cuidar. É uma planta trepadeira, com longos caules, folhas cordiforme na cor verde. É muito importante fornecer umidade por pulverização das folhas muitas vezes, especialmente quando em dias miuto quente. As folhas deverão ser mantidas limpas, brilhantes e saudáveis.

    Quase todos os Philodendron multiplicam-se facilmente.


    Euonymus-japonica-Aureus

    Nome Popular: Barrete-de-padre; Evônimo; Evônimo-do-Japão; Evônimo-dos-jardins
    Luminosidade: muita luz ( não suporta luz direta do sol)
    Rega: solo úmido (não devendo secar, nem encharcar)
    Altura: 0,20 m até 0,80m
    Ambiente: ambientes internos e externos
    Época: o ano todo
    Origem: Japão

    Os Euonymus (Euonymus japonica) da família Celastraceae são plantas muito resistentes à climas amenos e também suportam muito calor.

    São excepcionais para formação de conjuntos ou para utilização em vasos em ambientes especiais onde possam proporcionar tranqüilidade, harmonia e bem-estar.

    Os Euonymus estão disponíveis em várias variedades (Aureus, Albomarginata, Marieke e Variegata). Existem muitas variedades deste arbusto, com folhagens verde ou amarelas ou branco manchado. Apropriada para cultivo em vasos.

    Necessitam de muita luz indireta (jardins internos, varandas e sacadas por exemplo) e o solo deve ser mantido sempre úmido.

    Para a manutenção das lindas folhagens é necessária a aplicação de adubo de formulação 10-10-10 uma vez ao mês conforme as instruções
    do fabricante.

    São resistentes ao frio. Uma vez por ano, preferencialmente na primavera, trocar de vaso, pois suas raízes crescem bastante e poderá deixar a planta atrofiada.

    barrinha de vasinhos

    Nome comum: Ciso Exato
    Nome botânico: Cissus rhombifolia
    Tipo: Trepadeira Alpinista
    Exposição: Luz indireta
    Folhas: Perenes
    Umidade: Solos bem drenados
    Resistência: Suporta bem a temperaturas quentes.
    Descrição: Planta trepadeira conhecida a Ivy da Ivy, vinhsa e uvas. Pertencente à família das Vitacan, dos quais existem cerca de 350 espécies.
    Composto de folhas com três dentes, brilhantes e verde escuro na parte de cima e por baixo verde claro. É cultivada como uma planta ornamental de interior.

    Origem: Esta planta vem da África do Sul.
    Cuidados: Regas regulars no verão e escassa no inverno.
    Luminosidade: Precisa de muita luz, mas que não seja diretamente.
    Transplante: transplantar na primavera.
    Adubação: adubação nitrogenada quinzenalmente entre abril e setembro.
    Altura: É uma planta pendente

    Dicas:
    * Não a exponha à luz solar direta;
    * Se a temperatura estiver elevada pulverize frequentemente mas apenas na parte da manhã;
    * Suporta bem apartamentos com pouca luz, é uma planta resistente.

    Nome Científico: Asparagus densiflorus
    Nome Popular: Aspargo-pluma, aspargo-rabo-de-gato, aspargo vela.
    Família: Asparagaceae
    Origem África do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    Com aspecto de pluma, este aspargo conquistou os jardins brasileiros. É uma bela folhagem, composta de vários ramos, com folhas em forma de espinhos e pseudofolhas em forma de agulha, que se distribuem de maneira uniforme por toda a extensão da “pluma”.

    De aspecto delicado, é uma planta relativamente rústica, que pode ser plantada em vasos e jardineiras, bem como adornando canteiros e conjuntos.

    As flores brancas e pequenas tem importância ornamental secundária.

    O aspargo-pluma deve ser cultivado à meia-sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares.

    Tolerante ao frio. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura completa da planta, isto é: folhas e raízes.