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  • Lindo arbusto de 2 m de altura, de folhas espessas, lisas e muito brilhantes. Suas flores são brancas e de centro róseo-avermelhado-vináceo, de textura semelhante à de uma flor de cera. Muito vistosas e ornamentais.

    Usos: Muito utilizada em jardins, vasos, e para delimitar pequenos espaços em calçadas e lojas (plantadas em canteiros). Pode também ser cultivada como planta isolada em composições paisagísticas. É uma espécie de grande adaptabilidade e que não sofre o ataque de pragas.

    Cultivo: A sol pleno ou meia-sombra, climas tropicais ou subtropicais, em grande diversidade de solos. Pode ser cultivada a beira-mar, onde outras plantas não sobreviveriam.

    Origem: Restinga arbustiva do Rio de Janeiro.

    Família: Clusiaceae.


    fitonia

    Nome científico: Fitonia verschaffeltii
    Nome popular: Planta-mosaico.
    Família: Acanthaceae.
    Origem: América do Sul, Peru.
    Porte: de 10 à 15 cm de altura.
    Flores: insignificantes.

    Herbácea perene e reptante, cultivada em vasos ou como forração de canteiros em locais à sombra. O solo deve ser rico em material orgânico, bem drenado e mantido úmido sem encharcamento. Existe a variedade de nervuras vermelhas e fundo verde mais escuro que a espécie da foto ao lado. Prefere clima quente e úmido e necessita de proteção contra ventos.

    Propagação: Pelo enraizamento fácil da ramagem rasteira, em qualquer época do ano.

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    Com suas flores brancas suavemente perfumadas e em formato de estrela, esta planta impressiona também pela beleza das folhas brilhantes e lustrosas. O contraste entre o intenso verde das folhas e a brancura das flores torna o conjunto realmente atraente.

    Planta bulbosa da família das Amarilidáceas, o lírio-do-amazonas (Eucharis grandiflora) é originário da América do Sul – é encontrado no Brasil, na Colômbia e no Peru. Seu cultivo na Europa iniciou-se há tempos, por volta de 1850. Mas por lá, embora seja muito utilizada como planta ornamental, o cultivo só dá bons resultados mesmo em estufas.

    Como ela é…O lírio-do-amazonas é uma planta com boas dimensões. Conhecida também como estrela-dalva, estrela-de-belém e estrela-da-anunciação, a Eucharis grandiflora apresenta bulbos arredondados, que podem medir até 6 cm de diâmetro. As folhas são grandes (podem chegar a 40 cm de comprimento) e as flores – brancas e perfumadas – surgem em racemos de 3 a 6 unidades. Cada flor mede em torno de 10 cm de diâmetro com as 6 pétalas distribuídas em formato de estrela. Pendentes, as flores surgem numa haste floral que alcança até 70 cm de altura.

    Onde ela vai bem…A planta vai bem em locais bem iluminados e com boa ventilação. Ela precisa de muita claridade, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão. Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados. No jardim, os melhores locais são os canteiros sombreados, onde pode fazer belas combinações com folhagens baixas e forrações. Sob a copa das árvores, o lírio-do-amazonas pode formar belas bordaduras.

    O solo ideal… O solo argilo-arenoso e rico em matéria orgânica é o mais indicado. Uma boa mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia. Para estimular crescimento e floração, pode-se acrescentar farinha de ossos à mistura.

    E o plantio…No plantio, coloque os bulbos num espaçamento de 40 a 50 cm entre eles. Não se deve cobri-los demais com terra. Uma leve e fina camada de terra é o suficiente. Depois, pressione o substrato delicadamente ao redor dos bulbos, para firmá-lo bem. Se o plantio for feito em vasos (com pelo menos 20 cm de diâmetro), dá para plantar de 3 a 4 bulbos.

    Como cuidar… Evitar regas em demasia, pois podem provocar o apodrecimento dos bulbos. Quando surgir a haste floral, recomenda-se aplicar um fertilizante líquido até as flores iniciarem a abertura, lembrando de seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e diluição.

    Como se reproduz… O lírio-do-amazonas se propaga pela divisão dos bulbos mais velhos. O processo geralmente é feito no período que vai do final do inverno ao início da primavera. Primeiro retira-se as plantas dos canteiros ou dos vasos. Com muito cuidado, deve-se lavar os bulbos para remover a terra. Só então, faz-se a separação dos bulbos, evitando quebrá-los, pois eles podem demorar muito tempo para se recuperarem e iniciar a brotação.

    Begônias

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    A begônia (Begonia semperflorens) é uma plantinha que precisa de muita luz, porém não suporta sol direto nos horários mais quentes do dia (entre 10 e 15 horas). O local ideal para ela ficar é à meia-sombra. O solo indicado deve conter uma parte de areia para facilitar a drenagem. Usem a seguinte mistura: 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia.

    Cuidado com as regas para não encharcar a terra. Reguem apenas quando o solo apresentar-se seco.

    É uma flor muito boa para ser colocada em vasos num terraço ou no jardim, mas necessitando de troca anual. Para vasos usa-se a Begônia sarmentosa, Begônia de folha e Begônia olmo ou prateada. Para canteiros anuais usa-se a Begônia semperflorens plantadas em canteiros, com época ideal para plantio no mês de abril.

    Recomendações ao comprar um vaso de begônia:
    1. Adquira plantas com alguns dos botões florais ainda fechas,
    2. Mantenha a planta em ambiente com temperatura entre 20°C e 30°C e com boa luminosidade (luz indireta);
    3.Regue a cada 4 dias para que a terra se mantenha sempre úmida (não use água muito fria). Não deixe a água no pratinho e não molhe flores e folhas;
    4. Adube conforme as instruções contidas na embalagem do adubo.

    As Begônias para vasos são muito delicadas, plantas tropicais, preferem clima quente (entre 20º e 28º) e não gostam de ventos. As Begônias semperflorens de canteiros preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas de verão, pois “melam”.

    Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado. Prepare uma mistura de 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus e pode-se acrescentar também um pouco de esterco de curral.

    Se estiver plantada em vaso, atente para transferir para um vaso maior sempre que a planta crescer muito ou dividi-la em vários vasos (nos pequenos suas raízes vão se entrelaçando umas nas outras bloqueando a passagem de água e nutrientes). Uma hora antes de transplantar regue o vaso para compactar a terra e não prejudicar o torrão.

    Semanalmente retire folhas e galhos secos e uma vez por ano, na primavera faça uma poda drástica para incentivar a brotação de novos ramos. Corte sempre acima de uma folha e na diagonal.

    A maioria das begônias possui caules aéreos herbáceos, e são cultivadas como ervas. Porém, outras espécies, como a “begônia-asa-de-anjo” (Begonia coccinea) e “begônia-metálica” (Begonia aconitifolia), desenvolvem caules eretos e consistentes, alcançando até, 1,5 cm de altura.

    cerquinha

    As Rosas (Arranjos)
    • Não deixe as folhas inferiores dentro d´água.
    • Trocar diariamente a água e ao mesmo tempo cortar em diagonal 2 cm da base.
    • Borrifar sempre que possível as rosas e as folhas.
    • Deixar as rosas em lugar arejado, nunca na corrente de ar.
    • Se possível colocar 1/2 colher das de café de água sanitária em mais ou menos 1 litro d’água.

    As Flores do Campo (Arranjos)
    • Não deixe as folhas inferiores dentro d’água.
    • Trocar diariamente a água e ao mesmo tempo cortar em diagonal 2 cm da base.
    • Colocar o vaso com água em lugares arejados.
    • Se possível, colocar 1/2 colher das de café de água sanitária em mais ou menos 1 litro d’água.

    Arranjos de Corbeilles ou Cesta de Flores
    • Colocar o arranjo em lugares arejados.
    • A base desses arranjos é a espuma floral, deve ser molhada corretamente, ou adicionar um pouco de água diariamente.

    Vasos plantados com Flores
    • Colocar seus vasos floridos em lugares de bastante claridade, geralmente violetas, kalanchoes, prímulas, gloxínias, begônias, lírios… não toleram sol direto.
    • Não devem molhar as flores.
    • Molhe somente a terra dos vasos quando necessário, nunca molhar diariamente.
    • Nunca deixe água no prato, pois pode causar apodrecimento das raízes.
    • Elimine sempre as flores ou folhas secas.

    Azaléa: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, pode deixar em ambiente externa ou interna ( deste que tenha bastante claridade);

    • Begônia: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar em ambiente interna com bastante claridade;

    • Bromélia: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molhar por cima das folhas 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, pode deixar em ambiente externa ou interna ( deste que tenha bastante claridade);

    • Crisantemo: Adora bastante claridade, nunca deixa o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, pode deixar em ambiente externa ou interna ( deste que tenha bastante claridade);

    • Gerbera: Adora bastante claridade, pode deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar o vaso na área externa;

    • Girassol: Adora bastante claridade, pode deixar o vaso em ambiente interna, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida;

    • Kalanchoes: adora claridade, pode deixar em ambiente interna e externa, irrigação modelada, planta bastante resistente;

    • Hortênsia: Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar em ambiente interna com claridade ou externo;

    • Lírio : Adora bastante claridade, porém, não deve deixar o vaso com sol direto, em média molha o vaso 2 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno, nunca deixa água no prato, deixa a terra ligeiramente úmida, após a floração, deve deixar em ambiente interna com bastante claridade;

    • Orquídeas: Gostam de muita luz, mas não devem ficar diretamente expostas ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que sequem um pouco a cada rega; adaptam-se a ambientes internos e externos;

    • Tulipa: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol; a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos;

    Violetas: Gosta de muita luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol, a terra deve ser mantida moderadamente úmida, permitindo que seque um pouco a cada rega; adapta-se melhor a ambientes internos.


    Os gametófitos são plantas muito pequenas que podem se reproduzir sexualmente, originando gametas masculinos e femininos que se conjugam formando zigotos. Ao contrário dos esporos, os zigotos originarão chifres-de-veado como os conhecemos (fase de esporófito). Isso se chama alternância de gerações, e esta é a forma que samambaias, avencas e chifres-de-veados encontraram para se reproduzir com variabilidade genética.

    Quando o chifre-de-veado forma soros, é sinal de boa saúde. Da mesma forma que as outras plantas só florescem quando estão bem. Comemore se aparecerem os soros! É sinal que você está cuidando bem da sua planta.


    É o produto do óvulo da flor após a fecundação e os vegetais que as possuem são denominados espermatófitos.

    Formação da semente
    Após a fecundação, dentro do óvulo, o zigoto sofre divisões sucessivas, dando origem ao embrião e cotilédone, ou cotilédones.
    Em alguns casos, como houve uma dupla fecundação, formou-se no interior do óvulo uma célula triplóide, denominada “célula-mãe-do endosperma” que, ao se multiplicar, origina um tecido de reserva denominado albúmem ou endosperma (3n), que pode aparecer em algumas dicotiledôneas e é freqüênte nas monocotiledôneas.
    Enquanto isto, as duas camadas de células externas do óvulo, a primina e a secundina, originam a casca ou tegumento da semente.



    Tegumento ou casca
    Testa: Testa Originada da primina do óvulo, geralmente espessa e lignificada
    Tégmen: Camada mais interna da casca originada pela secundina

    Amêndoa
    Embrião: Produto da fecundação da oosfera, formado pela multiplicação do zigoto. É constituído pelo caulículo, pela gêmula e pela radícula.
    Cotilédones: Folhas embrionárias que também se forma a partir do zigoto
    Albúmen ou endosperma: Tecido de reserva triplóide formado pela fecundação dos núcleos polares. É comum nas monocotiledôneas, raro nas dicotiledôneas. Nas gimnospermas é haplóide, pois se forma antes da fecundação.

    Semente de dicotiledôneas
    As sementes de dicotiledôneas são formadas, básicamente, pelo tegumento, pelo embrião e dois cotilédones, onde se armazem as substâncias de reserva necessárias para a germinação. Em alguns casos, bastante raros, os cotilédones deixam de armazenar as substâncias nutritivas e, então, estas se encontram em um endosperma triplóide.
    Semente de monocotiledôneas
    Nas monocotiledôneas , as sementes são formadas pelo teguemnto, o embrião e apenas um cotilédone, denominado escutelo. Neste caso, o tecido de reseva é o albúmen ou endosperma.

    Semente das gimnospermas
    Nas gimnospermas, as sementes são nuas, isto é, não são produzidas dentro de um ovário e, por isto, não se formam frutos. A semente é constituída pelo tegumento, o embrião, os cotilédones ( de 1 a 18) e pelo endosperma, que neste caso é primário (haplóide), pois se desenvolve antes da fecundação.
    Germinação das sementes
    O caulículo forma um eixo dividido em duas partes: uma, que fica abaixo do ponto no qual os cotilédones se fixam, denominada hipocótilo e outra, colocada acima deste ponto, denominada epicótilo. A extremidade do epicótilo é a gêmula, que vai dar origem ao meristema apical do caule.

    Na germinação das dicotiledôneas e das gimnospermas, o hipocótilo cresce, empurrando os cotilédones para fora da terra. Este tipo de germinação é denominada epígea.

    Nas monocotiledôneas, o hipocótilo não cresce, ficando o cotilédone em baixo da terra. Este tipo de germinação é chamada de hipógea. Neste tipo de sementes, o epicótilo é protegido por uma estrutura em forma de capuz, denominada coleóptile, que sai alguns centímetros para cima da terra, protegendo o caulículo em seu crescimento inicial.

    Condições para a germinação das sementes
    Condições intrínsecas -
    são condições internas, da própria semente, necessárias para a germinação.
    São elas: Maturidade – a semente deve estar completamente desenvolvida e madura. Deve-se notar que, em alguns frutos, a maturação da semente não coincide com a maturação do pericarpo que, em alguns casos, amadurece antes. Boaa constituição – as sementes devem estar completas, com todas as suas partes essenciasi perfeitamente constituídas.

    Condições extínsecas - são as condições do ambiente necessária à germinação, tais como: Água – geralmente é o fator que desencadeia o processo, pois as sementes, antes de germinar, necessitam passar por um processo de embebição, que vai permitir a hidrólise do amido e o ínicio da respiração. Ar – o solo deve ser devidamente arejado para que, com o início do processo respiratório, se inicie a a germinação. Calor – todos os processos biológicos são condicionados pela temperatura e cada espécie tem uma temperatura ideal para que suas semente germinem.. Luz – alagumas sementes tem a sua germinação influênciada pela presença ou ausência de luz. Este fenômeno é denomidado de fotoblastismo.

    Dormência - é a incapacidade que algumas sementes têm de germinar, causada por fatores internos, como a demora na maturação ou pela presença de produtos inibidores que desaparecem com o passar do tempo.

    Quiescência - é a incapacidade que todas as sementes têm de germinar quando os fatores externos sejam desfavoráveis.

    Disseminação de Frutos e sementes
    A disseminação de frutos e sementes é um fenômeno extremamente desejável e necessáario para a preservação da espécie que, quanto mais variado e vasto seja o seu habitat, melhores condições de sobrevivênciea terá. A disseminação é feita através de diversos agentes, que são:

    Vento – vegetais anemocóricos
    Água – vegetais hidrocóricos
    Animais – vegetais zoocóricos
    Homem – vegetais antropocóricos

    Alguns vegetais disseminam suas próprias sementes, lançando-as à distância (espermobólicos) e outros enterram suas próprias sementes, como o amendoim, que é geocárpico.

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    érica

    A Falsa-érica (Cuphea gracilis Koehne) é uma planta herbácea perene, nativa do Brasil, usada em jardinagem e paisagismo.

    Outros nomes populares: érica, cuféia, cúfea

    Características
    Altura de 20 a 30 cm, pouco ramificada.

    Folhas muito pequenas, lanceoladas, permanentes.

    Flores pequenas, lilases ou brancas que se tornam rosa com a idade. Floresce durante todo o ano.

    Multiplicação por sementes ou estacas do ponteiro postas a enraizar no fim do inverno.

    Cresce à meia sombra ou pleno sol, em solo drenado e rico em matéria orgânica. Não suporta podas ou frio.

    Usos
    Em jardineiras, bordaduras, forrações ou conjuntos com outras ornamentais.

    Usada também para plantio entre pedras.

    Curiosidade: com a idade, suas flores adquirem tonalidade rósea-clara.

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    Nome popular: Flor-de-são-joão; cipó-de-são-joão

    Família: Bignoniaceae

    Origem: Brasil.

    Observações: Trepadeira semi-lenhosa, vigorosa, que ocorre naturalmente em quase todo o território brasileiro, encontrada com muita freqüência dispersa em campos, revestindo barrancos, margens de estradas e cercas em pastagens.

    Seus nomes populares fazem alusão ao seu constante uso na decoração das festividades de São João, de norte a sul do país.

    Suas flores amarelas ou laranjas são muito vistosas, aparecendo nos meses de inverno, quando destaca-se do restante da vegetação.

    É a flor que enfeita os mastros de festas juninas, sendo eleita a flor representativa da cidade de Campinas – SP.

    Cultivo: A planta é muito rústica, podendo ser plantada revestindo muros e muretas a pleno sol.

    Multiplica-se por sementes e por estacas.


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    Nome Científico: Ceropegia woodii
    Nome Popular: Corações-emaranhados
    Família: Asclepiadaceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: África do Sul, Zimbábue, Suazilândia
    Ciclo de Vida: Perene

    É uma trepadeira pendente e muito delicada, de caule longo e arroxeado que pode alcançar de 2 a 4 metros de comprimento. Apresenta folhas suculentas, opostas, em formato de coração, de coloração verde-musgo, com um marmorizado prateado na página superior e arroxeadas na inferior. A floração é distribuída durante os meses quentes e as flores são em forma de um pequeno vaso, com corola rosada, e pétalas roxo-púrpura. Os frutos são pequenas vagens, com sementes achatadas, que caem facilmente quando maduras.
    Os corações emaranhados podem ser utilizados na decoração de ambientes internos ou em varandas. Ganham destaque especial se cultivados em grupos de cinco ou mais mudas, em vasos ou cestas suspensas, assim como jardineiras e floreiras colocadas em locais altos. Por não tolerar o sol quente do meio-dia, deve ser protegida neste horário. Se a planta estiver ao ar livre, pode atrair beija-flores. A manutenção desta suculenta se limita às regas e adubações mensais na primavera e verão.

    Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa (sombra), em substrato leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.
    Não tolera o encharcamento, mas é capaz de passar por um período seco. As regas devem ser reduzidas no inverno, pois a planta entra em dormência.
    Aprecia o calor.
    Multiplica-se por estaquia, por mergulhia dos pequenos tubérculos produzidos na base das folhas e por sementes.

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